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13 de abr. de 2012

Deusa Kwan Yin

Kwan Yin

A Salvadora Compassiva

Kwan Yin é a Salvadora Compassiva do Leste. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos.
Orações à Presença dela estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.
Muito presente na cultura oriental, Kwan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Era de Aquário.

A longa história de devoção a Kwan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kwan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana (uma das três tradições do Budismo) em seu papel de bodhisattva (chinês p'u-sa), literalmente, "um ser de bodhi, ou iluminação", destinado a se tornar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.
O nome Kwan Shih Yin, como é frequentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo". Segundo a lenda, Kwan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.

 

Os mil braços de Bodhisattva

 

Poderes Curadores

Há uma confiança implícita na graça salvadora e poderes curadores de Kwan Yin. Muitos acreditam que até mesmo a mera invocação de seu nome a traz imediatamente ao lugar do chamado. Um dos mais famosos textos associados à bodhisattva, o antigo Sutra do Lótus, cujo vigésimo quinto capítulo, dedicado a Kwan Yin, e conhecido como o "Sutra de Kwan Yin" descreve treze casos de desastres iminentes - de naufrágios a incêndios, prisões, ladrões, demônios, venenos fatais e aflições cármicas - nas quais o devoto é salvo quando se entrega ao poder de Kwan Yin. O texto é recitado muitas vezes, diariamente, por aqueles que desejam receber os benefícios prometidos. Os devotos invocam o poder e a misericordiosa intercessão da Bodhisattva com o mantra OM MANI PADME HUM - "salve a joia no lótus", ou, como também tem sido traduzido, "salve Avalokitesvara, que é a joia no coração do lótus no coração dos devotos".  

Através do Tibete e Ladakh, budistas têm inscrito OM MANI PADME HUM em pedras lisas de oração, chamadas "pedras mani", como ofertas votivas. Milhares dessas pedras têm sido usadas para construir muretas-mani que ladeiam as estradas que dão ingresso a aldeias e monastérios.
Acredita-se que Kwan Yin frequentemente aparece no céu ou nas ondas para salvar aqueles que a invocam quando em perigo. Histórias pessoais podem ser ouvidas em Taiwan, por exemplo, de pessoas que a viram durante a Segunda Guerra Mundial aparecendo no céu como uma jovem, agarrando as bombas e cobrindo-as com as suas vestes brancas para que não explodissem.

Assim , altares dedicados à Deusa da Misericórdia são encontrados em todos os lugares - lojas, restaurantes, até mesmo em para-lamas ou painéis de carros. Nas casas ela é venerada com o tradicional "pai pai", um ritual de oração que usa incenso, e também com o uso de quadros de oração - folhas de papel com fotos de Kwan Yin, flores de lótus ou pagodes e guarnecidas com centenas de pequenos círculos. Com cada série de orações recitadas ou sutras lidos, em uma novena para um parente, amigo, ou em causa própria, outro círculo é completado. O quadro tem sido descrito como um "Navio de Salvação" por meio do qual almas que partiram são salvas dos perigos do inferno e aquelas sinceras são transportadas com segurança ao céu de Amitabha. Juntamente com os cultos elaborados com litanias e orações, a devoção a Kwan Yin está expressa na literatura popular em poemas e hinos de louvor.

Kwan Yin é descrita com mil braços e números variados de olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é chamada "bodhisattva de mil braços, de mil olhos". Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.

Os símbolos característicos associados a Kwan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista); e um rosário adornando seu pescoço, através do qual ela clamava aos Budas por socorro.

Imagens de Avalokitesvara (Kwan Yin) frequentemente mostram-na segurando um rosário; descrições de seu nascimento afirmam ter ela nascido com um rosário cristalino branco em sua mão direita e uma flor branca de lótus na esquerda. É ensinado que as contas do rosário representam todos os seres vivos e o manuseio delas simboliza que Avalokitesvara os está conduzindo para fora de seu estado de miséria e da roda de repetidos renascimentos para o nirvana.

No Tibete, Kwan Yin também é personificada como  Yeshe Dawa, uma princesa que recebeu ensinamentos de um Buda, acumulou méritos e sabedoria, tendo sido aconselhada a rezar por um renascimento masculino, pois, como homem, alcançaria a iluminação espiritual. Reconhecendo nisso a ignorância de que a dualidade é relativa, fez o compromisso de sempre renascer em forma feminina, como mulher. Por esse gesto de sabedoria e compaixão, Yeshe Dawa/Tara é considerada manifestação de Kwan Yin (Avalokiteśvara), "Aquele que enxerga os clamores do mundo", ou "Senhora dos Mil Olhos".

 

fonte do texto e fotos: http://complixo.blogspot.com.br/2011/01/kwan-yin-deusa-de-mil-bracos.html

14 de out. de 2011

Deusa Kuan Yin



Kuan Yin – A Benevolente

Panteão: Oriental (China)

Cores: Prata, Branco, Azul e Amarelo

Planeta: Lua e Sol

Dia da Semana: Segunda-feira e Domingo

Incenso/Erva: Lavanda, Rosa Branca e Sândalo

Conselho: A compaixão e a compreensão podem ser caminhos para que você desperte sua cura interna. Quando se sentir perdida ou confusa, respire e faça uma prece, algo que toque seu espírito e a conecte à verdadeira sabedoria e ao poder de perdoar. Esse perdão deve começar por perdoar a si mesma.
by Patricia Fox

- * -


O Magnified Healing tem como “âncora” Kuan Yin, que é a deusa do amor e da compaixão; e a partir daí, vieram o meu amor e laços com Kuan Yin. Ela é forte presença, e uma vez seu devoto, ela te enche de bênçãos visíveis. Kuan Yin te protege mesmo, ela se manifesta em perfumes, em insights, você sente seu coração ter sido fisicamente mexido; ela dá muito, mas muito a seus devotos.

Mas quem é Kuan Yin?
Existem inúmeros sites falando de Kuan Yin, mas farei um breve resumo.
Kuan Yin é uma divindade chinesa. É um Bodhisattwa (um ser humano que atingiu o estado de perfeição e ascenção). E segundo consta, Kuan Yin viveu como nós, e mesmo após alcançar a ascenção; diante das dores e lamentos do mundo, ela optou ficar próxima à Terra e amparar e proteger os que precisam. O seu nome significa “aquela que considera, vigia e ouve os lamentos do mundo”.
Reverenciada no oriente, cada vez mais ela vem sendo conhecida e adorada também no ocidente. Principalmente depois da década de 80, quando por Sua intervenção direta, o Magnified Healing foi trazido à Terra e revelado à Gisele King e Katryn Anderson. A partir daí, o Magnified Healing (ou Cura Magnificada) tem se espalhado rapidamente pelo mundo, assim como os devotos de Kuan Yin.

Kuan Yin tem várias representações:
* pode aparecer inclusive na forma masculina; mas para os budistas, um bodhisattwa pode se manifestar em várias formas, e com esse recurso viajar pelo mundo conclamando todos seres à salvação.

*Embora seja comum vê-la na figura feminina delicada e ornada; ela também pode armar-se para batalhas, para que seja feita a justiça e o bem vença.

* Mas na maioria de suas representações, Kuan Yin aparece tendo em uma de suas mãos um ramo de salgueiro, que simboliza o néctar divino da vida e a realização dos desejos; e na outra mão um pote de água sagrada (o vaso do néctar da felicidade, da compaixão e sabedoria).

*Frequentemente Kuan Yin também é representada tendo crianças por perto, sendo considerada a protetora e “doadora” das crianças.

* Sobre as águas, ela é a protetora dos pescadores, dos navegantes.

*Com mil braços e vários olhos, ela representa a mãe oniprosente que vê em todas as direções e estende seus braços para prestar auxílio simultâneo à todos que necessitam.

*O rosário, às vezes presente em Suas mãos, simboliza os seres vivos que ela está conduzindo ao “renascimento”.

* Aparece também próxima a um dragão, o símbolo da sabedoria celestial.

* E ainda é comumente representada sobre uma enorme flor de lótus. E a flor de lótus é o símbolo da transformação, da pureza nascida da lama.

Dizem que monges e fiéis budistas visualizam-se caminhando sobre a flor de lótus, acreditando estar espalhando amor e compaixão. Somente agora vim saber disso. Mas achei interessante a coincidência com a minha primeira experiência com o Magnified Healing.
Antes de ser iniciada fui receber uma sessão, sem saber direito do que se tratava e durante a sessão vi meus pés descalços pisando sobre flores brancas e a certeza de ser muito feliz. Somente depois vim saber da flor de lótus e de Kuan Yin associadas ao Magnified Healing. E agora, para minha surpresa, fiquei sabendo dessa prática. (Coisas de Kuan Yin!! – rsrs)
Abaixo vou colocar um site que eu acho ótimo, que é de Rosane Volpatto. Dentre várias informações que estão nesse site, vou mencionar algumas práticas que aderi com resultados positivos.

ALTAR
A primeira prática é montar um altar para Kuan Yin.
Coloque Kuan Yin no centro, e faça a disposição das oferendas de forma circular à Sua frente. São elas:
- Velas – amarela, rosa e azul, pois representam a chama trina do amor divino, sabedoria divina e poder divino. As velas são direcionadas à luz no caminho, na vida.
- Incenso – representa os preceitos e regras que precisam ser conscientizados e seguidos na vida.
- Flores – representam a caridade – para com o próximo e as recebidas do Universo.
- Duas águas – uma pura e outra perfumada (pode-se usar essências ou ervas perfumadas trabalhando a intenção). Após a consagração da águas; a perfumada pode ser usada para aspergir sobre o altar, no ambiente. A água pura para tomar, ou tocar os chacras, visando harmonização.
- Concha – representa os conhecimentos: os adquiridos e os que estão porvir, e a transmissão dos mesmos.
- Fruta – essa oferta é para que se alcance a paz, a luz interior, ou seja, para receber os benefícios da meditação Samadi.
Após montar o altar, faça a consagração.
Recite o mantra: ‘OM BU-LIN”, 21 vezes.
Depois, o mantra: “OM-AH-MI-LI-DEH HUM PEI, 7 vezes, visualizando a energia entrando na água.
Toque um sino ou bata palmas 3 vezes.
Em posição de oração repita o mantra 3 vezes: NAMO TAPEI KUAN YIN PUSA.
Então faça uma oração pessoal à Kuan Yin e eleve as duas águas pedindo que as mesmas ao serem usadas proporcionem limpezas, curas e bênçãos.
Agradeça.

PEDIDO DE PROSPERIDADE
Pode-se ainda fazer pedidos de prosperidade à Kuan Yin, pois ela dá muito a seus devotos, basta pedir. Com os braços elevados em forma de cálice, peça a Kuan Yin que preencha o cálice de sua vida com toda prosperidade, com abundância de bens.
Se quiser, pode fazer uma novena para a prosperidade, procedendo com ritual e acendendo uma vela por 9 dias a partir de uma lua cheia.

MEDITAÇÃO
Essa é uma meditação que adoro fazer, é muito interessante e eu diria muito forte.
Sente-se diante do altar em posição de meditação e por alguns instantes fite a chama da vela. E então imagine saindo de seu coração um arco-íris, formando uma ponte sobre a qual você caminha, enquanto visualiza um riacho que corre debaixo. Esse arco-íris te leva ao encontro de Kuan Yin, em Sua ilha. Ao chegar à ilha, Kuan Yin te recebe. Imagine-se sendo recebido por Kuan Yin, visualize o local, a natureza, e converse com Kuan Yin. Fale o que quiser e ouça o que Ela tem para te dizer. No momento certo, despeça-se de Kuan Yin. Ela pode te abraçar, pode lhe dar uma flor de lótus…Agradeça e retorne.
Como já disse antes, Kuan Yin é sempre muito presente. E os rituais citados acima podem parecer complexos para alguns. O mais importante, no entanto, é criar momentos e as próprias formas de se entrar em contato com Kuan Yin, e estar sempre sob suas bênçãos.
E que estejamos todos!!

Mirian Menezes


9 de out. de 2011

Deusa Kuan Yin

Tenho um carinho enorme por esta Deusa. Quem ainda não fez um ritual ou pelo menos parou um pouco e a chamou… faça. O perfume, o carinho que Ela tem, a bondade… sem explicação. Abraços, Sofya.

 

Copyright © Sandra Meirelles - 2010

ALGUMAS LINHAS DEDICADAS A TI

Hoje me acordei sobressaltada, olhos marejados,
Coração acelerado,
Pensativa.
Resolvi me sentar um pouquinho,
E escrever para Ti, Minha Amada Mãe Kuan Yin.
Ultimamente tenho indagado insistentemente o que vim fazer aqui.
Se ando por caminhos certos, se não estou permitindo o florescimento do ego,
Se não estou me afastando de Ti.
Nesses anos todos,
Tu tens me dado lindas mensagens.
Acredite: meu coração se inflama de emoção.
Mas quando paro e penso, meus olhos umedecem
Pois será que não as uso para comércio?
Quando me ditas Tuas mensagens, não me pedes para levá-las ao mundo,
Não me pedes que as transforme em livros,
Não é Teu desejo ser famosa,
Apenas por ser tão misericordiosa me trazes Teus ensinos.
Nada pedes, tudo sou eu quem decide.
Penso em transformar Tuas mensagens em livro para compartilhar.
Reflito nisso tudo e me pego a perguntar:
Tenho eu o direito de falar em Ti?
Tenho eu o direito de comercializar tuas mensagens?
Tenho direito de criar expectativas de sucesso em teu Santo Nome?
Tenho eu direito de falar por Ti?
Ó minha Amada Mãe!
Tem misericórdia de mim
Lança Teu perdão sobre minha cabeça se eu estiver errada assim.
Quando falo em Ti, escrevo ou penso
É pura gratidão no peito,
É pura emoção na alma,
É pura intenção de partilha.
Jamais permitas que eu a utilize para ser reconhecida,
Jamais permitas que eu receba os méritos das Tuas escritas,
Jamais permitas que entre em competição,
Pois Tu não és mercadoria de compra e venda,
És Bodichita! És Divina!
És a Mãe Divina que ama a todos,
E jamais exclui, abandona, segrega ou critica.
Prefiro perder  os elogios aqui na terra,
Do que não tê-la em minha vida.
És tudo que tenho,
Pois é através de Ti que possuo o que possuo,
Grata, mãe querida, por estares aqui comigo,
Zelando-me para que eu não me torne egoísta e sem sentido.
Que eu vença sempre o egoísmo, e siga servindo
Para todo o sempre o teu Caminho.
Que jamais eu use Tuas palavras para ofender ou criticar,
Que jamais use Teu Santo Nome para méritos ganhar,
Que jamais use Tua Imagem para crescer no mundo,
Que eu a preserve na alma, no peito e na minha essência,
Que transforme Teus ensinamentos em pérolas,
Que sejas Tu a autora dos Teus livros,
Que eu seja apenas mãos que escrevem com carinho,
Que eu nunca esqueça que és Tu que me ensinas.
Que permaneça assim:
AMANDO-A PARA SEMPRE!
NA MO KUAN SHI YIN PU SA!

Fonte: Cartas à Kuan Yin
Autora: Sandra Meirelles

fonte do texto: http://aterrapuradekuanyin.blogspot.com/

28 de set. de 2011

Deusa Kwan Yin

kuan-yin

Kuan Yin é a Salvadora Compassiva do Leste. Por todo o Oriente altares dedicados a esta Mãe da Misericórdia podem ser achados em templos, casas e grutas nos caminhos. Orações à Presença dela e à sua Chama estão incessantemente nos lábios dos devotos à medida que buscam orientação e socorro em todas as áreas da vida.
Muito presente na cultura oriental, Kuan Yin tem despertado interesse em seu caminho e ensinamento entre um número crescente de devotos ocidentais, que reconhecem a poderosa presença da "Deusa da Misericórdia", junto com a da Virgem Maria, como iluminadora e intercessora da Sétima Era de Aquário.
A longa história de devoção a Kuan Yin mostra-nos o caráter e o exemplo desta Portadora de Luz que não somente dedicou sua vida a seus amigos mas sempre assumiu o papel de intercessora e redentora. Durante séculos, Kuan Yin simbolizou o grande ideal do Budismo Mahayana em seu papel de bodhisattva (chinês p’u-sa), literalmente, "um ser de bodhi, ou iluminação", destinado a se tornar um Buda, mas que renunciou ao êxtase do nirvana, como um voto para salvar todas as crianças de Deus.
O nome Kuan Shih Yin, como é frequentemente chamada, significa literalmente "aquela que considera, vigia e ouve as lamentações do mundo".Segundo a lenda, Kuan Yin estava para entrar no céu, porém parou no limiar ao ouvir os gritos do mundo.

Mantra :NAMO KUAN-SHIH-YIN PU-SA
a pronuncia: NAMÓ GUAN-CHEER-IIN PUSSÁ
o significado: Eu Chamo pela Bodisatva Kuan Yin, Aquela que vê e ouve o sofrimento do Mundo.
Mantra: NAMO MAHA KARUNA KWAN YIN BODHISATTVA (em Sânscrito)

Canção para Kwan Yin

Na China no templo em Pequim
Serve a graciosa e Meiga Kuan Yin,
A eras se consagrando,
Ao perdão e à misericórdia.
Kuan Yin! Kuan Yin!
Deusa da Misericórdia,
Ó linda e doce Kuan Yin,
És amor e Graça Divina.
Diriges o fogo violeta.
Às crianças, enfermos e os que sofrem,
A vitória sobre o mal presenteias,
A quem toda a vida perdoa.
Kuan Yin! Kuan Yin!
Deusa da Misericórdia,
Ó linda e doce Kuan Yin,
És amor e Graça Divina.
Tua graça, Kuan Yin, é tão grande,
Que envolves o mundo em ti,
Dissolvem-se as trevas pra sempre,
Agora é a vitória da Luz.
Kuan Yin! Kuan Yin!
Deusa da Misericórdia,
Ó linda e doce Kuan Yin,
És amor e Graça Divina.

texto e fonte: http://www.luzemhisterio.com.br

4 de abr. de 2011

Festival de Kwan Yin


Todo ano, neste dia, Kuan Yin ( a poderosa deusa chinesa da cura piedade, compaixão e perdão) é invocada para proteção, amor , piedade e sabedoria.
Oferendas de incenso e velas cor de violeta são colocadas em seu altar, com pedaços enrolados de papel de arroz nos quais se escrevem desejos variados.
Mestra Kwan Yin, também conhecida como Deusa da Misericórdia, representa a grande força da Mãe Universal no Oriente - assim como Mãe Maria, no Ocidente.
Antes de Saint Germain, era ela a Chohan do Sétimo Raio.
Hoje, sustenta os atributos do Raio Lilás (violeta e rosa) do perdão e da misericórdia divina, irradiado de seu Templo da Misericórdia sobre Pequim, na China.
São ilimitados o seu amor e compaixão pelos homens.
A Deusa da Misericórdia, que é mediadora do Conselho Cármico, está sempre pronta a atender os desejos dos seres humanos, concedendo-lhes mais auxílio do que em verdade merecem.
O Raio Lilás ampara os seres que transgrediram gravemente as leis universais e não conseguem suportar os retornos cármicos, necessitando de uma energia mediadora ou intercessora entre o mundo das criações e a Grande Lei.
Kwan Yin já era conhecida no Extremo Oriente antes do advento do Budismo.
Dentre suas várias encarnações na China, a mais conhecida foi como filha do Imperador Miao Chuang Wang da Dinastia Chou, 700 a.C. Diz a lenda que ela foi condenada à morte pelo próprio pai. Primeiro tentaram decapitá-la, mas a espada usada na execução quebrou-se em mil pedaços. Depois, ao tentarem asfixiá-la, sua alma desceu ao inferno por alguns instantes e transformou-o em paraíso. Ela é hoje a madrinha da nação chinesa.
Kwan Yin fez o voto de "bodhisattva", que significa "buda de compaixão", e comprometeu-se a trabalhar pela evolução do planeta e do Sistema Solar.
É o complemento divino ou contraparte feminina do Senhor Maitreya e invocada, no Oriente, pelos devotos por meio do mantra OM MANI PADME HUM.

Decreto do perdão (1)
EU SOU a lei do perdão e a chama consumidora de todo erro que cometi.

Decreto do perdão (2)
EU SOU o perdão a atuar aqui. Todas as dúvidas e medos expulsando. Libertando os homens para sempre. Com asas de cósmica vitória. Com pleno poder eu invoco o perdão a toda hora. A toda vida e em qualquer parte. Eu inundo com a graça do perdão.

Invocação à Chama da Misericórdia
Chama Violeta, misericórdia profunda Desce às almas que contigo estão Limpa, clareia, liberta a todos. Na misericórdia da vossa ascensão.

Invocação do perdão e da misericórdia individual
Bem-amada Presença EU SOU em mim
Bem-amada Kwan Yin
Com o meu completo arrependimento
Aceite do mais profundo do meu coração
O verdadeiro perdão libertador
Eu entrego agora  a Kwan Yin
Toda a minha ingratidão
As condições por mim impostas a (nome da pessoa)
As condições por ele(a) impostas à minha pessoa
As condições por nós impostas a terceiros
Que não estejam de acordo com a lei pura da Deusa
Eu peço a transmutação pela misericórdia da Chama Violeta
(repetir 70 vezes durante 7 dias)

fonte: http://mirhyamcanto.blogspot.com

27 de mar. de 2011

Deusa Kuan Yin

Na mitologia chinesa, Kuan Yin é conhecida como a Deusa da Compaixão e da Misericórdia. Ela existiu como pessoa, igual a todos nós e somente depois de sua morte foi transformada em Deusa. Também conhecida como Quan'Am (no Vietnã), Kannon (no Japão), e Kanin (em Bali). Ela cobre as planícies alagadas do Oriente, do Egito à China. E é venerada em todo o mundo por milhões de pessoas, que a consideram o símbolo máximo da pureza espiritual.

Esta Deusa enquanto viveu, percorreu o mundo, viu muita dor e então, jurou proteger e amparar todos os humanos até que o último sofrimento acabe.

Kuan Yin, cujo nome significa "aquela que ouve os lamentos do mundo" é boddhisatva da Compaixão no budismo chinês. Ela vive em uma ilha paradisíaca de P'u T'o Shan, onde ouve todas nossas preces. Mesmo tendo alcançado a iluminação, Ela optou por permanecer no mundo dos homens.

Kuan Yin é representada com um dragão, pois ele é o símbolo mais antigo da alta espiritualidade, a sabedoria, a força e os poderes divinos de transformação.
As mãos dela formam frequentemente o Yoni Mudra, simbolizando o útero como a porta para entrada para este mundo pelo princípio feminino universal.

Outras vezes, Kuan Yin é representada sentada sobre uma flor de lótus. Nas pinturas dos artistas tibetanos, linhagens de Budas e homens santos também aparecem flutuando sobre flores de lótus - uma representação dos tronos da suprema espiritualidade.
Na teologia Budista Kuan Yin é algumas vezes representada como capitã do "Barco da Salvação", guiando as almas ao Paraíso Oeste de Amitabha, a Terra Pura, a terra das bençãos, onde as almas podem renascer para continuar recebendo instruções até alcançar a iluminação e a perfeição.

Ela é também uma das quatro Bodhisattvas (P'u-sa em chinês), e em seu aspecto masculino se identifica com o Bodhisattva Avalokiteshvara: "Quem ouve e chora o mundo". Um dia ela conseguiu descer aos infernos. Mas era tão piedosa e bela que o lugar de suplício tornou-se um local de delícias e foi preciso expulsá-la dali para que os infernos não tivessem sua destinação modificada.

Texto: Lara Moncay

26 de mar. de 2011

Deusa Kuan Yin

(autoria desconhecida)

Deusa japonesa e chinesa protetora dos lares, da compaixão e da cura, a Deusa da Misericórdia - O Anjo da Guarda do Budismo

Da mesma forma que Nossa Senhora representa o espírito que guia Roma, para os fiéis do budismo esse espírito é representado por Kuan Yin.

De acordo com uma lenda chinesa maravilhosa, no momento em que estava pronta para entrar no Céu, Kuan Yin ouviu um clamor, um lamento angustioso por sua partida que vinha do inconsciente coletivo da humanidade. Seu coração encheu-se de compaixão e, comovida parou quando os seus pés tocavam o glorioso limiar e prometeu ficar neste planeta trabalhando e servindo para evolução da humanidade. Este juramento bodhisatva, é feito por todos os Mestres que servem a Luz da Grande Fraternidade Branca. Eles deixam de seguir as sua evolução em planos superiores, para servir a Luz de seus irmãos ainda encarnados.
Daí o seu nome ‘Kuan (Shih) Yin’ (uma pessoa que se conscientiza ou, ouve o clamor, ou prece, do mundo).
Shâkyamuni, o deus principal no budismo antigo, continua ocupando o cargo de honra em diversos templos, mas é totalmente ofuscado pelo Deus ou Deusa da Misericórdia.
"Os homens a amam, as crianças a adoram, e as mulheres oferecem suas orações em cânticos. Seja qual for o templo, quase sempre no seu interior há uma capela de Kuan Yin; ela encontra moradia em muitos lares, e reina no altar de muitos corações.
Considerada a deusa padroeira das mães, e ao lembrar-nos do valor relativo de um filho na tradição chinesa, podemos avaliar a sinceridade do ritual oferecido a ela.
Kuan Yin protege-nos nos momentos de tristeza, e portanto, a prece:

"Grande misericórdia, grande piedade, salve da miséria, salve do sofrimento",

é oferecida milhões de vezes, ou, a encontrada em livros:

"Grande misericórdia, grande piedade, salve da miséria, salve do mal, expansiva, grande, eficiente, responsiva Buda Kuan Yin".

Ela salva o marinheiro perdido no mar pela tempestade, e portanto, ofusca a Imperatriz do Céu, que, representada pela versão feminina de Netuno, é a padroeira dos marinheiros;
durante as secas, os mandarins oferecem louvor ao Dragão e Imperador Perolado, mas se esses falharem, a Deusa da Misericórdia de bronze que habita nas colinas, faz chover.
Outros deuses são temidos, ela é amada;
outros possuem rostos negros e desdenhosos, mas sua fisionomia é radiante como o ouro e suave como os raios da Lua;
aproxima-se das pessoas e as pessoas aproximam-se dela.
O seu trono encontra-se sobre a Ilha de Pootoo [P’u T’o], à qual Kuan Yin chegou flutuando sobre um lírio-d’água.
Representa o modelo da beleza chinesa, e dizer que uma mulher ou uma menina é uma ‘Kuan Yin’, trata-se do maior elogio que se atribui a graciosidade e ao encanto.
Considerada feliz por festejar seu aniversário em 3 ocasiões – o 19° dia da segunda, sexta e nona luas".

A Salvadora Budista

"O seu nome Kuan Yin atribui-se ao fato de qualquer clamor de miséria ela ‘ouve a voz e remove a tristeza’.
O seu apelido é ‘O Buda que nos livra do medo’.
Em caso de encontrar-se no meio do fogo e invocar o nome Kuan Yin, não se queimará;
se arremessado por vagalhões gigantescos, invoque seu nome e alcançará águas rasas.
Se comerciantes atravessam o mar buscando ouro, prata, pérolas e pedras preciosas, e deparam-se com uma tempestade que ameaça levar todos ao reino maligno do diabo, se alguém a bordo invocar o nome Kuan Yin, o navio será salvo.
No meio de um conflito, se o nome Kuan Yin for invocado, a espada e lança do inimigo caem ao chão sem causar nenhum dano.
Se os 3.000 grandes reinos são visitados por demônios, invoque o seu nome e esses demônios não conseguem olhar ninguém com seu olho maligno.
Se, interiormente, tem maus pensamentos, apenas invoque Kuan Yin e seu coração será purificado.
O nome Kuan Yin, ao ser invocado, pode dispersar a ira e a raiva.
O lunático que ora a Kuan Yin alcançara a sanidade.
Kuan Yin concede filhos à mães, e se a mãe pedir uma filha esta será linda.
O homem que oferece os cânticos com os nomes dos 6.200.000 Budas, numerosos como as areias do Ganges, tem o mesmo mérito que aquele que simplesmente invoca o nome Kuan Yin.
Kuan Yin pode tomar a forma de Buda, príncipe, sacerdote, freira, estudiosa, qualquer forma ou aspecto, pode ir a qualquer reino, e pregar a lei em toda a Terra."

OM MANI PADME HUM

Tradução: Recebemos a Joia da consciência no coração do Lótus. (O Lótus é o chakra).

Significa - Recebemos a joia da consciência divina, no centro do nosso chakra da coroa.

Ao recitarmos o Mani Mantra, estamos penetrando a mesma roda metafísica que os Mestres Ascensos e não Ascensos da Grande Fraternidade Branca que estão constantemente empurrando - a Roda da Evolução Espiritual da humanidade.
Este mantra tem sua origem na Índia e de lá foi para o Tibet.
Os tibetanos não conseguiram entoá-lo da mesma forma, mudando sua pronuncia para: OM MANI PEME HUNG este é o mantra mais utilizado pelos budistas tibetanos.
Qualquer pessoa pode entoá-lo.
Estando feliz ou triste, ao entoar o "Mani Mantra", uma espontânea devoção surgirá em nossa mente e o grande caminho será fortemente realizado.
O mantra OM MANI PADME HUM, é fácil de pronunciar e poderoso pois contém a essência de todo o ensinamento.
Muito tem sido escrito sobre este mantra e é impressionante que apenas seis silabas possam atrair tanto comentário importante.
De acordo com Dalai Lama, o propósito de recitar este mantra é transformar o corpo impuro de suas palavras e mente, no puro e louvado corpo, palavra e mente de um Buda.
O som de cada silaba é visto como tendo uma forma paralela espiritual.
Fazer o som de cada silaba portanto, é alinhar a si mesmo com aquela qualidade espiritual particular e para se identificar com isto.
Existe também um grande numero de outros beneficio que resultam da repetição deste mantra, incluindo a produção do mérito e destruição do carma negativo.

OM - A primeira silaba, recitá-la o abençoa para atingir a perfeição na pratica da generosidade.
MA - Ajuda a aperfeiçoar a pratica da ética pura.
NI - Ajuda a atingir a perfeição na pratica da tolerância e paciência.
PAD - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da perseverança.
ME - Ajuda a conquistar a perfeição na pratica da concentração.
HUM - Ajuda na conquista da perfeição na pratica da sabedoria.

A senda das seis perfeições é a senda de todos os budas.
Cada uma das seis silabas elimina um dos venenos da consciência humana:

OM - Dissolve o orgulho
MA - Liberta do ciúme e da luxuria.
NI - Consome a paixão e os desejos
PAD - Elimina a estupidez e danos.
ME - Liberta da pobreza e possessividade.
HUM - Consome a agressão e o ódio.

Os mantras são frequentemente, os nomes dos budas, bodhisattvas ou mestres e que o compuseram.
Os mantras são investidos com um infalível poder de ação, de forma que a repetição do nome da deidade, transmite as qualidades de sua mente.
O nome é idêntico a deidade ou essência da deidade que o compôs e com ele presenteia a humanidade dando a seus irmãos a essência de tudo aquilo que ele atingiu em muitas vidas de esforço e sagrado oficio.
Dando o glorioso resultado de seu momentum de sabedoria.

Ao recitar este mantra, o meditante também pode conseguir as qualidades do Chenrezig, o bodhisatva da compaixão, conhecido na tradição Mahayana como Avalokitesvara ou Kuan Yin.

O mantra OM MANI PADME HUM, chamado de mani mantra, levanta algumas traduções misteriosas.
Diz a tradição que este mantra significa o nome Chenrezig.
Contudo, Chenrezig não tem nome, mas ele é designado por nomes.
Estes nomes são a taça para a compaixão a benção e a força que ele derrama.
Portanto este é apenas um dos nomes de Chenrezig, MANI PADME, colocado entre as duas silabas sagradas OM e HUM.
Parece-nos que Chenrezig, Avalokitesvara e Kuan Yin são os nomes do mesmo buda da Compaixão.

OM - Representa o corpo de todos os budas, também o começo de todos os mantras.
MANI - Joia em sânscrito
PADME - Lótus ou chakra
HUM - A mente de todos os budas e frequentemente finalizam os mantras.
MANI - Refere-se a Joia que Chenrezig segura no centro de suas duas mãos.
PADME - Refere-se ao lótus que ele segura na sua segunda mão esquerda.

Dizendo MANI PADME estamos nominando Chenrezig através de seus atributos: "Aquele que segura a Joia e o Lótus". Chenrezig ou Jóia do Lótus são dois nomes para a mesma deidade.

Quando recitamos este mantra, estamos na verdade repetindo o nome de Chenrezig.
Este mantra é investido com a benção e o poder da mente de Chenrezig, sendo que ele mesmo reúne a benção e a compaixão de todos os budas e bodhisattvas.
Desta forma o mantra é imbuído com a capacidade de purificar nossa mente de sua obscuridade. O mantra abre a mente para o amor e compaixão e a conduz ao despertar.
Sendo a deidade e o mantra um em essência, significa que é possível recitar o mantra sem necessariamente trabalhar a visualização.
A recitação permanece efetiva.
Cada uma das seis silabas sagradas retêm um efeito purificador genuíno.

OM - Purifica o corpo
MA - Purifica a palavra
NI - Purifica a mente
PAD - Purifica as emoções
ME - Purifica as condições latentes
HUM - Purifica o véu que encobre o conhecimento

Cada silaba é ela mesma uma oração

OM - É oração dirigida ao corpo dos budas
MA - É oração dirigida à palavra dos budas
NI - É oração dirigida à mente dos budas
PAD - É oração dirigida às qualidades dos budas
ME - É oração dirigida à atividades dos budas
HUM - Reúne a graça (benção) do corpo, palavra, mente, qualidade e atividade dos budas.

Estas seis silabas correspondem à transcendental perfeição dos budas secretos.

OM - Ratnasambhava, Buda que nos inunda com sua sabedoria de igualdade e nos liberta do orgulho espiritual, intelectual e humano
MA - Amogasidhi, Buda que nos inunda com sua sabedoria que a tudo realiza, a sabedoria da ação perfeita e liberta-nos do veneno da inveja e do ciúme.
NI - Vajrasattva, Buda nos inunda com a sabedoria da vontade diamantina de Deus. Consome em nós o veneno do medo, da duvida e da descrença em Deus, o único Guru.
PAD - Vairochana, Buda que nos inunda com a sabedoria penetrante do dharmakaya, a poderosa Presença Eu Sou. Consumindo em nós o veneno da ignorância.
ME - Amithaba, Buda que nos inunda com a sabedoria da discriminação e consome em nós os venenos das paixões : Todos os desejos intensos, cobiça, avareza e luxuria.
HUM - Akshobhya, Buda que nos inunda com a sabedoria que se reflete como num espelho e consome em nós os venenos de raiva, ódio e criações de ódio.

As seis silabas sagradas OM MANI PADME HUM são a essência das cinco famílias de budas secretos.
São a fonte para todas as qualidades e profunda alegria.
É a senda que conduz a uma elevada existência para a liberdade da alma.

11 de mar. de 2011

Deusa Kuan Yin

(autoria desconhecida)

Kuan Yin, é o "Bodhisattwa" Celestial da Compaixão, é a mestra da hierarquia divina que trabalha na frequência da Compaixão e Amor Incondicional.

Bodhisattwa é um ser humano que atingiu o estado de perfeição e ascensão, tendo se libertado da roda da reencarnação e do ciclo de samsara (ciclo de reencarnações sucessivas visando o aprendizado e ascensão do ser, relacionados a leia do karma- ação e reação).

Ela é a expressão de doçura e bondade para milhões de pessoas no mundo. Apoiada sobre uma pétala de flor de lótus, Kuan Yin é portadora do vaso com o néctar da felicidade, do rosário de cristal da purificação e da pedra que satisfaz todos os desejos. É assim, com tanta generosidade e presteza, que ela atende às demandas do mundo.

TEXTO: LIANE ALVES Para os chineses, a energia yin é associada ao feminino, à suavidade, aos sentimentos profundos. Também está ligada à água, à noite e ao silêncio. Todas essas qualidades ajudam a descrever Kuan Yin, ou Kuan Shih Yin, “aquela que ouve os lamentos do mundo”. Em muitos países da Ásia, é a amada mãe divina, que cura e alivia os sofrimentos, pois de seu coração transbordam amor e compaixão. Conhecida com Kuan Yin, na China, Kannon, no Japão, e Quan Am, no Vietnã, ela é cultuada no Ocidente até pelos não-budistas. Ex-prime o arquétipo da mãe que compreende os filhos e os ajuda sempre desde que o pedido seja justo. “A repetição de seus mantras é poderosa e eficaz”, afirma Anngela Marcondes Jabor, autora do livro Kuan Yin, a Deusa dos Milagres (ed. Angel Mystic), já na segunda edição. Muitas histórias sobre a deusa da compaixão falam dessa capacidade de compreensão da alma humana. Conta-se que a jovem segunda esposa de um comerciante chinês maltratou e humilhou a primeira mulher de seu marido (a cultura chinesa permitia vários casamentos), uma devota de Kuan Yin. O desgaste foi tanto que a primeira esposa morreu. Revoltado, seu filho jurou vingança. Anos mais tarde, viu diante de si a situação ideal para cometer o crime, pois a madrasta estava longe de casa e sua morte poderia facilmente ser atribuída a assaltantes. Quando se lançou sobre a mulher, esta murmurou o mantra de Kuan Yin, que tantas vezes escutou a primeira esposa proferir. Imediatamente, o filho foi imobilizado por uma força invisível. Sob o impacto do poder da deusa, o jovem saiu correndo e desistiu para sempre da ideia. E a madrasta, consciente de que não merecia ajuda, teve uma mudança radical de atitude, procurando reparar antigos erros e reconhecendo a grande generosidade da deidade. Diz-se que Kuan Yin já viveu na Terra. Era filha de um rei desejoso que ela se casasse com um príncipe para absorver mais poder. Mas Kuan Yin decidiu ir para um convento, onde aperfeiçoaria as práticas espirituais. Inconformado com a decisão da filha, o rei pediu às monjas que fossem duras com ela para ver se Kuan Yin desistiria do intento. A princesa não cedeu, e o rei jamais a perdoou. Já velho e doente, mandou chamar a filha. Generosa, ela o curou com um toque de mão (certas imagens de Kuan Yin tem a mão removível para ser colocada em cima dos doentes). Além disso, Kuan Yin fez o voto de não ingressar no Nirvana – lugar (ou estado) de suprema beatitude – enquanto um só ser do universo precisasse de sua ajuda.

VOTO PERENEÉ esse seu voto de ajuda incondicional que os fiéis lembram a ela quando pedem seu auxílio. Como um bodisatva (pessoa elevada que se sacrifica em benefício do mundo), ela sempre os atende. É bem provável que Kuan Yin seja a forma chinesa de uma divindade do Tibete: Tara, a tradução de “estrela”, a deidade da compaixão, que teria chegado à China com o budismo. Para os chineses, a representação tibetana (e indiana) de Avalokistevara, o Buda da Compaixão, era estranha: um ser com várias cabeças e braços, simbolizando a capacidade de ajudar. A doce Tara era mais aceitável como a imagem de amor e foi ela que se propagou sob a forma de Kuan Yin. Os símbolos mais associados a Kuan Yin são o lótus branco, o vaso de néctar da longa vida e da felicidade (ou orvalho doce), um alvo pássaro, o mar e os peixes, o salgueiro e a pedra (ou pérola) que realiza todos os desejos (chintâmani, no antigo idioma sânscrito). Muitas vezes, Kuan Yin é representada próxima a um dragão (símbolo da sabedoria celestial) ou acompanhada de dois serviçais. Seu mantra, repetido com a ajuda de um mala (rosário) de 108 contas, é: Namo Kuan Shih Yin P’u-Sa (“Me refugio na luz da bodisatva Kuan Yin”) ou Namo Kuan Yin Yju P’u- Sa. A pronúncia desse último mantra é “namo kuan yin irru pussá” e, em pedidos urgentes, deve ser repetido mil vezes ou mais.

PERFUMES E PURIFICAÇÃO Kuan Yin é uma representação visível da natureza iluminada. Isso significa, então, que ela não existe? Sim e não. No budismo, ela é considerada uma entidade real, um ser celestial que vive numa Terra Pura fora do samsara (ciclo de vida, sofrimento e morte a que estão sujeitos todos os seres). A ela são dedicados templos e cerimônias de purificação, cheios de incensos, flores e perfumes. John Blofeld, escritor inglês que viveu anos na China e escreveu o livro Kwan Yin, a Deusa do Amor e da Compaixão, compara a deidade com as bolas de marfim chinesas entalhadas que ficam umas dentro das outras. A cada olhar, surgem novos significados. Os ensinamentos budistas afirmam que nada existe em separado e que nossa vida é tão real quanto um sonho. De acordo com eles, temos uma visão da realidade turvada pela ilusão, que nos faz ver tudo separadamente. Paradoxal? Para a mente ocidental, sim, para a mente oriental, não. Isto é, Kuan Yin existe tanto fora de nós quanto dentro, como a expressão de nossa natureza profunda. Considerando essa natureza essencial, amorosa, compassiva e não individual, nós e Kwan Yin somos uma única realidade.

CURAS DE LUZ Muitos movimentos espirituais atribuem a Kuan Yin novas formas de cura. “O sistema Magnified Healing (Cura Magnificada) usa a visualização de luzes e mantras como uma forma de reequilíbrio energético e preparação para um novo tempo, mais pleno e amoroso”, diz Maria Helena Leite de Moraes, facilitadora do curso, realizado em três estágios. A artista plástica Nancy de Andrade Pinto, que costuma pintar telas de Kuan Yin, realiza as práticas do Magnified Healing diariamente. “Assim, me preparo para conectar essa energia tão amorosa e poder captála em quadros”, conta. Assim como para essa artista, o amor de Kuan Yin está cada vez mais presente e é sentido por mais pessoas a cada dia