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Abençoados sejam todos!

8 de jul. de 2011

Homem Verde

(autoria desconhecida)

Esta foto é do blog http://artevoadeira.blogspot.com. Deem um pulo lá.

Na tradição celta, o Homem Verde era o arauto da natureza. O mensageiro que anunciava que a primavera estava chegando.
Também chamado de Deus dos Bosques.
Era uma divindade que habitava as florestas. Representava o lado ativo, masculino da natureza. Pai da terra e dos animais selvagens.
De acordo com uma lenda, o Homem Verde guarda tesouros sob suas árvores frutíferas. Mas se algum fazendeiro for arrancar as árvores em busca desses tesouros, ele volta a escondê-los.
Dentre as antiguidades da Inglaterra, existe um rosto que espia por entre folhas e vinhas. Seria este o Homem Verde, uma divindade misteriosa que cuida das florestas e especialmente de todas as árvores.
Sua aparência é humana mas tem a tez verde e se veste com folhas e cascas de árvores. Para aqueles que adentram as florestas com o intuito de destruí-las, esta divindade se transforma num espírito maligno pois fará tudo para impedir que isso aconteça.
Mas para aqueles que usam de modo sábio as árvores e que amam a natureza, o Homem Verde é uma entidade que encoraja o crescimento das plantas.

Se você puder, plante uma árvore ou faça algo de bom pelo verde. Encorajando a natureza, você estará se conectando com essa energia verde e recebendo seus fluidos positivos. Uma alternativa também é levar para sua casa uma planta nova.

Deusa Hybla

(autoria desconhecida)
Deusa da Terra.

Na Sicília, região da Itália, comemora-se de Hybla, a Deusa da Terra.
Na literatura e poesia clássicas, Hybla é um adjetivo relativo a mel.
O Hybla era o nome de um monte da Sicília, famoso no Mundo Antigo pelo perfume de suas flores e a excelência de seu mel.
Nas mitologias da antiguidade, as montanhas eram consideradas lugares sagrados. Existia a conotação do divino que se desprendia do corpo material da montanha. Lugar de morada da divindade relacionada.
Na Grécia, os deuses mais importantes eram os que residiam no monte Olimpo, por exemplo. Zeus nasceu no monte Ida, e Dionísio foi criado no monte Niza. Diana, deusa dos romanos, era homenageada nas montanhas. E no monte Hybla, adorava-se a deusa de mesmo nome.
Com isso, as elevações rochosas acabaram ao longo dos séculos, assumindo significados profundos. Na carta de número 21 do tarô cigano, por exemplo, representada por uma montanha rochosa, simboliza a força, o equilíbrio, a perseverança, a justiça. A imagem transmite a ideia do que é eterno e imutável. Por isso a associação com a justiça, que nada pode mudar e cujos princípios são eternos.

A mensagem dessa carta num jogo cigano é que se ela aparecer perto da carta que representa você, mostra o alcance de seus objetivos. Se aparecer longe, é sinal de perda do que já foi conquistado em sua vida. O número 21, é retratado também como o Universo.
Em determinado momento da história, as montanhas eram vistas como pilares que sustentavam o Céu. E nessa conexão da qual existia um fluxo entre a terra e o céu divino, estava a deusa Hybla, considerada precursora da humanidade, trazendo em si a sabedoria do tempo. É a deusa que pode tirar as nossas dúvidas sobre o momento certo de fazer uma determinada coisa.
Se precisar de uma resposta para saber em qual momento agir, fique atento às coincidências que acontecerão com você nesse dia. Pode ser Hybla lhe mandando um recado.

Deusa Holda


Deusa germânica conhecida como Senhora das Bruxas.
Senhora da noite, da Lua e da feitiçaria, é representada sempre acompanhada de seu séquito de bruxas e pássaros noturnos.
Ela costumava ser identificada como Ártemis e pode nos ajudar a obter coragem e força em nossas batalhas.
Tambem conhecida como, Holde, Holle, Hulda (benigna), Bertha, Bertcha (Dama Branca). Nome germânico para Hel. "Dama Branca", "Mãe de Terra Negra", Deusa do inverno e da bruxaria , aspecto de Anciã da Lua.
Holda é a fada Rainha que rege os ventos e as tempestades de neve.
Também é considerada padroeira das mulheres que trabalham com a fiação.
Na Alemanha aparece como uma fada doméstica que ajuda as famílias nas casas onde vive.
Entre a s tribos germânicas, dizia-se que ela cavalgava com Odin nas caçadas selvagens
para recolher as almas errantes e leva-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.
Tal Caçada Selvagem pode ter ligações com as Valquírias lideradas por Freya em seu aspecto obscuro.
Ainda no sec. X, dizia-se que as mulheres cavalgavam ao seu comando em galopes selvagens pela noite.
O azevilho era sua planta sagrada.
Seus seguidores normalmente confeccionavam seus bastões de magia com esta madeira.
Trabalhava sobre as artes, destino, carma, magia negra e vingança.
Ela é associada a lagos e regatos.
Quando nevava, os antigos diziam que Holda estava virando sua cama de penas.
Ela também é um deusa maternal, do lar, do tear e principalmente do cultivo de linho.
Normalmente ela trabalha em conjunto com seus animais especiais: os lobos.
Se sentir que esta sofrendo algum tipo de ataque psíquico, sendo bombardeado por pensamentos negativos ou em perigo físico chame por ela e por seus lobos, eles irão lhe ajudar.

A Rainha Holda se mostra como uma mulher muito bela vestida de branco, mas se for insultada, pode mostrar-se tão feroz quanto as harpias.
Holda favorece a tranquilidade no lar, a prosperidade, o êxito rápido e a sorte com os negócios.
Holda reina sobre os Silfos, espíritos do ar e, fala para que deixes que o vento bata em teu rosto e abrace teu corpo, para que sintas o quanto é maravilhoso estar vivo!
Neste dia pegue um anel de prata e enterre-o na base de uma vela verde.
Acenda a vela e invoque a presença de Holda.
Quando a vela acabar, retire o anel e use-o sempre.
È um anel mágico que traz a força e a coragem para combater seus inimigos e transpor seus obstáculos do dia-a-dia.
Ritual para obter seus favores:
Compre um sino de metal e ate-o com uma fita azul no alto da porta de entrada.
Toda vez que uma visita indesejada for a sua casa, basta soar três vezes o sino para invocar Holda.
Depois, deves limpar o sino com essência de frutas em sinal de agradecimento por sua proteção.

fonte: http://juboop.blogspot.com e www.rosanevolpatto.trd.br

7 de jul. de 2011

Deusa Salus

Deusa Salus, a deusa da saúde e do alívio da dor para os romanos.

Era casada com Esculápio, o Deus da Medicina e da Cura. Também conhecida como Epione, o equivalente em grego, associada à prevenção de doenças.

Juntos, tiveram cinco filhas: Higéia, deusa da Higiente, Iaso, deusa da recuperação e Panacéia, deusas (três) de todas as Curas.

Salus é representada segurando uma taça na mão esquerda onde alimenta uma serpente, que segura com a mão direita.

Peça a Deusa Salus o seu poder de cura para que desperte sua capacidade regeneradora e ative sua energia vital. Envolva nessa invocação as forças naturais como o sol, o ar, a terra, a água, ervas e flores ou cristais para aumentar sua conexão com a natureza e se libertar da necessidade constante dos remédios e produtos artificiais.

(autoria desconhecida)

5 de jul. de 2011

Tanabata Matsuri

Casal vestido com yukata durante a comemoração do Tanabata.

Tanabata Matsuri (七夕) é uma comemoração de origem japonesa que ocorre na sétima noite do sétimo mês do ano.

 

A Lenda que deu origem à comemoração

Uma lenda japonesa conta a origem do festival Tanabata:

Há muito tempo, de acordo com uma antiga lenda, morava próximo da Via-Láctea uma linda princesa chamada Orihime (織姫) a "Princesa Tecelã".

Certo dia Tentei (天帝) o "Senhor Celestial", pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu (牽牛) o "Pastor do Gado" (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.

Os dois se apaixonaram fulminantemente. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.

Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.

A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.

Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano: Vega (Orihime) e Altair(Kengyu).

 

A celebração

O festival que celebra esta história de amor teve início na Corte Imperial do Japão há cerca de 1.150 anos, e lá tornou-se feriado nacional em 1603.

Atualmente o Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão. É realizado em diversas cidades, o mais tradicional é o de Miyagui, que se realiza em agosto, aproveitando as férias de verão das escolas japonesas.

Decoração do Tanabata

No Brasil

No Brasil o primeiro festival Tanabata foi realizado na cidade de Assaí no Estado do Paraná no ano de 1978.

O Festival das Estrelas

Com o nome de "Festival das Estrelas", o Tanabata Matsuri é realizado na cidade de São Paulo, na Praça da Liberdade, no mês de julho, desde 1979.

Esta é a principal comemoração anual do bairro, incluída no Calendário Turístico do Estado e do Município de São Paulo:

Tanabata em Ribeirão Preto

Devido a grande concentração de imigrantes japoneses e descendentes em Ribeirão Preto e região e pela absorção e fascínio que a cultura japonesa possuía e poderia proporcionar a cidade, a festa foi introduzida no calendário oficial de eventos da cidade desde 1994. O Festival realizado no Parque Municipal Morro do São Bento tem como características manifestações artísticas: danças folclóricas, música e seus delicados instrumentos (shamizen, shakura etc.), artes marciais, tambores japoneses (taiko), canto (karaokê), artes plásticas (pintura, origami, kirigami etc.), arranjos florais (Ikebana), cultivo de árvores em miniaturas (Bonsai) há o fortalecimento da cultura de um povo aos seus descendentes estimulando a formação de uma sociedade Nipo-Brasileira fortemente alicerçada na Educação e na Cultura. Com duração de três dias, o evento é aberto ao público com entrada gratuita.

 

O significado do sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar

Tanzaku

Assim como a Cultura Maia os costumes de Okinawa consideram a existência de uma relação entre a Lua e o Sol e observam a diferença de um dia entre estes dois calendários, que no Japão corresponde ao Tanabata.

A Lua gira em torno da Terra:

  • A cada ano 13 vezes em ciclos de 28 dias, completando um ciclo anual de 364 dias (dividido por 7 = 52 semanas)
  • A Terra gira em torno do Sol num ciclo que se completa em aproximadamente 365 dias
  • A diferença entre estes ciclos do Sol (365 dias) e da Lua (364 dias) corresponde a 1 dia "(neutro)". Assim, o ano teria 52 semanas mais 1 dia neutro, o Tanabata, dia 07 do sétimo mês do calendário lunar.
Datas oficiais pelo calendário lunar

A data original do Tanabata é baseada no calendário lunisolar japonês, que é um mês atrasado que o calendário gregoriano. Com isso, alguns festivais são realizados no dia 7 de Julho e outros nos dias próximos ao dia 7 de Agosto, enquanto outros continuam comemorando no sétimo dia do sétimo mês lunar do tradicional calendário lunisolar japonês, que normalmente é em Agosto no calendário gregoriano.

   * 07/08/2008
* 26/08/2009
* 16/08/2010
* 06/08/2011
* 24/08/2012 (A data chinesa é 23/08/2012 por causa da diferença de horário.)
* 13/08/2013
* 02/08/2014
* 20/08/2015
* 09/08/2016
* 28/08/2017
* 17/08/2018
* 07/08/2019
* 25/08/2020
fonte: Wikipédia

4 de jul. de 2011

Ananta–A Serpente da Eternidade

(autoria desconhecida; fotos internet)

Ananta, uma serpente de mil cabeças que representa o tempo cósmico.

É chamada de “a serpente da eternidade” simbolizando a “ausência de tempo”.

Conta a lenda que na história da criação hindu, após o primeiro ciclo e antes da criação do seguinte, Narayana, que significa o homem eterno, dormiu numa cama que era a própria serpente Ananta Sesha.

A função dessa serpente era sustentar o mundo e tudo o que nele se manifestasse. Por isso, entre o fim de um ciclo e antes do começo de outro, ela guardava as almas deixadas do ciclo anterior que precisariam de mais oportunidades para se regenerar.

A cama-serpente ficava flutuando sobre as águas do oceano enquanto Narayana adormecido sonhava com a próxima criação. Num dado momento, uma flor de lótus nasce do seu umbigo e sentado nela, o Deus Brahma. Quando acorda, Narayana orienta Brahma sobre como proceder ao ato da criação.

Ananta em sânscrito significa “infinito” e Sesha, o nome dado ao que é deixado como semente para a próxima criação. Sesha é o sono divino enquanto Ananta, o divino despertar de Brahma.

No seu dia (30 de agosto) é um bom dia para refletir sobre sonhos e desejos. E principalmente no que se refere ao seu despertar para realizá-los.

Deus Ganesha

(autoria desconhecida, fotos internet)
Deus dos Obstáculos.
É um dos Deuses mais populares da Índia. Essa divindade com cabeça de elefante, é conhecida por sua capacidade de transpor qualquer obstáculo.
Ganesha é o símbolo da abundância e do conhecimento sagrado. É também aquele que traz a alegria para as famílias.
É o primeiro filho de Shiva, matéria, e Parvati, energia. Conta a lenda que quando eles se encontraram, nasceram Ganesha, o som, e Skanda, a luz.
Mas em outra versão, Parvati teria concebido sozinha Ganesha. Shiva estava no Himalaia meditando enquanto a esposa moldou o filho a partir do barro para que lhe servisse como guardião.
Um dia Parvati pediu à Ganesha que não deixasse ninguém entrar no palácio enquanto ela tomava banho. Só que Shiva chegou mas, apesar de serem pai e filho, ambos não se conheciam. Ganesha bloqueou a entrada de Shiva e eles travaram uma luta. Ganesha derrotou todos os demônios do pai e mais uns outros. Shiva então o decapitou findando a luta.
Quando Parvati descobre ameaça explodir o mundo e Shiva sai em busca de uma cabeça. Promete trazer a cabeça do primeiro ser que encontrasse dormindo que não fosse para o norte. E encontra um elefante.
A colocou então no menino e o ressuscitou. O reconheceu como seu filho lhe dando o nome de Ganesha, que significa o Senhor dos Exércitos.
Ganesha abre os caminhos, afasta os obstáculos. É invocado sempre quando se vai iniciar um empreendimento ou iniciar uma viagem, um casamento e até mesmo a construção de uma casa.
Também é conhecido como destruidor da vaidade, do egoísmo e do orgulho. Possui 4 braços: mente, intelecto, ego e consciência condicionada. É o símbolo daquele que descobriu a divindade dentro de si mesmo.

Deusa Bast

(autoria desconhecida; fotos internet)
A Deusa Gato.

Hoje é celebrado no Egito a Deusa Solar com cabeça de gato.
Também chamada de Bastet, ela era guardiã das casas, defensora de seus filhotes e representava o amor maternal.
Era uma deusa amante da música, da dança e principalmente da alegria.
O Templo de Bast mantinha gatos que quando morriam eram embalsamados numa grande cerimônia. E se alguém matasse um gato, recebia sentença de morte. Para os Egípcios, ele era um animal sagrado e inteligente.
O gato preto, por exemplo, era especial ter um em casa. O símbolo desse animal era utilizado até pelos médicos egípcios pois anunciava o poder de cura que esse profissional trazia.
Nas sociedades primitivas era comum o homem endeusar animais. Na realidade, o homem era dominado pelo mundo que o cercava. Como ele não tinha conhecimento temia a tudo. Mas com o passar dos tempos ele foi adquirindo experiência e aprendendo não só a enfrentar as forças da natureza mas também a interagir com elas.
Seus deuses passaram por um processo de transição. Abandonaram a forma animal e assumiram a humana. No caso dos egípcios, a Deusa Bast é um exemplo. Os aspectos da natureza, do animal e do homem estavam interagindo numa divindade.
Bast estava associada aos poderes criativos do Sol e também à Lua, no seu aspecto escuro representando a Lua Nova. Ela retribuía com vingança todos aqueles que matavam seus protegidos, os gatos. E tinha como inimiga, as serpentes. Era também considerada Deusa do fogo, da fertilidade e da intuição.
Nas várias civilizações da história, o gato assumiu múltiplos significados. Na tradição Celta, por exemplo, ele teria nove vidas. Mais tarde, na Idade Média, passou a ter apenas sete vidas. Era associado também ao mundo da magia e das bruxas. Mas na Cabala e no Budismo, ele representava sabedoria, prudência e vivacidade.