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Abençoados sejam todos!

21 de jul. de 2011

Deusa Ferônia

(autoria desconhecida)

Deusa do Calor Vital.

Ferônia é uma deusa da mitologia Romana, guardiã do calor vital, do fogo criador e do fogo subterrâneo.
Os santuários erguidos em nome dessa deusa, tinham que ser construídos próximos de sua morada: vulcões e águas termais. Também é tida como Deusa das Fontes, Bosques e Florestas que circundam esses lugares típicos de energia quente.
Nas celebrações, as pessoas caminhavam descalças sobre as brasas incandescentes de uma grande fogueira feita com pinheiros. O objetivo consistia em se purificar e alcançar a cura de alguma doença. E o faziam diante das preces dos sacerdotes.
Depois, ofereciam-se frutas à Deusa colocando-as em volta das fogueiras em sinal de agradecimento.
Entre os seus devotos, além dos iniciados, estava o povo humilde dos campos.
O nome Ferônia significa levar, trazer, gerar, produzir.
Para magnetizar uma planta vibrando amorosamente, com suas mãos impostas sobre ela, e depois oferecê-la a alguém. A simbologia deste ato está em colher mais tarde o que se plantar agora.

Deusa Sedna

(autoria desconhecida)

Conta a lenda que a jovem Sedna morava em companhia de seu pai, um pescador. E apesar de ser muito cortejada, não se interessava por ninguém. Mas um dia uma gaivota com poderes mágicos a enfeitiçou e prometeu à seu pai que lhe daria uma vida de princesa. No entanto, ela foi forçada a viver num mundo de sujeira e miséria, além de ser tratada como uma escrava.
Tempos depois, seu pai fora lhe visitar e ficou chocado com o que viu. Imediatamente resgatou sua filha fugindo com ela para o mar. Os pássaros os perseguiram e atacaram o barco. Desesperado, pois não queria que os pássaros levassem sua filha, o pai jogou-a no mar enquanto tentava espantar as aves.
Mas Sedna não resistiu ao frio e morreu afogada. Seu corpo submergiu e alcançou as profundezas dos mares, na terra de Adlivum, submundo dos esquimós. Sua beleza encantou as almas e os seres marinhos que acabaram transformando-a em Senhora dos Mistérios.
O culto à deusa Sedna rompeu fronteiras. Chegou à Groelândia e ao Alasca, pelo que se sabe. Ela rege as águas profundas dos mares e tem o domínio sobre a vida e a morte desempenhando o papel de protetora dos pescadores e dos navegantes.

Sedna, a Deusa Planeta.

Foi descoberto o décimo planeta do Sistema Solar. Encontrado além da órbita de Plutão, foi batizado com o nome de uma das principais deusas Inuit, da mitologia dos esquimós do Ártico, Sedna.
O Planeta Sedna, apesar de ter sido descoberto no ano 2003, só se tornou público em 15 de março de 2004. Ele é menor que a Lua e tem um diâmetro de 2 mil kilômetros. Fica numa região do espaço conhecida como Cinturão de Kuiper. É uma das regiões mais frias do cosmos.

Gwynn Ap Nud

(autoria desconhecida)
Rei das Fadas.

Hoje é o dia de Gwynn Ap Nud, na tradição do País de Gales. Ele é chamado também de Lord das Fadas.
Vive numa montanha chamada “Glastonbury Tor”, no que seria o antigo reino de Avalon, na Inglaterra. Essa montanha tem cerca de 500 metros de altura e no seu topo ainda pode-se ver as ruínas da torre de Saint Michel, do século XII.

Atualmente, é um lugar de peregrinação. Acredita-se que nessa montanha exista uma porta de entrada para o mundo de Avalon pois o nome Tor significa portal, passagem. É também chamada de “Montanha Mágica” e é guardada por seres elementais.
Segundo a lenda, nesse período, início de novembro, Gwynn abre as portas do mundo mágico permitindo que suas fadas saiam e transitem no mundo dos mortais. Elas ficam tão felizes que realizam nossos desejos. É só pedir.
Na cultura celta, ele é o Deus da Caça, o guardião da vida selvagem. É também uma divindade protetora dos limites pois está ligado ao mundo dos seres elementais. Tanto que em rituais mágicos é invocado para proteção.
Gwynn Ap Nud, quer dizer Gwyn, filho de Nudd. E Gwin, significa belo, branco, brilhante, luminoso.
Procure prestar atenção na natureza hoje. Pois uma fada pode lhe aparecer pronta para realizar um desejo seu. Mas é preciso merecê-lo, claro.

O Egito Antigo

(autoria desconhecida)

Os registros que existem sobre o Egito Antigo falam de uma civilização que prosperou por mais de 4 mil anos. E que durante esse tempo, religião e magia se uniram tornando-se uma força poderosa.
Os talismãs, amuletos, figuras e palavras eram combinados com os cânticos, orações e encantamentos para proteger as pessoas de seres e de espíritos perigosos e também para ganhar o favor dos deuses.
A Cruz Ansada, por exemplo, é um dos símbolos egípcios mais conhecidos e usado como talismã. Ele representava a chave do conhecimento dos mistérios e da sabedoria oculta.
Através dos símbolos egípcios pode-se conhecer suas ideias, atitudes e conceitos a respeito da vida, da morte e do sobrenatural. As famosas Pirâmides de Gizé, por exemplo, eram escadarias simbólicas para o Céu, que permitiam ao rei morto ascender da Terra para seu lar celestial na pós-vida.
Nas primeiras dinastias, as pirâmides eram cobertas e escondidas com montes de terra pois simbolizavam o renascimento e a ressurreição. A múmia era equipada para ser enterrada dentro da pirâmide com todos os itens considerados necessários para sua jornada na vida após a morte.
O Antigo Egito também simbolizava a união dos contrários: por um lado a esterilidade do deserto, sob a cor vermelha designando o aspecto saariano do país e por outro lado, a fertilidade do vale, o que se estira ao longo do rio Nilo, fecundante, emprestando-lhe as cores escuras de uma vegetação rica.
Na mitologia egípcia, os Deuses foram Faraós que teriam reinado no período pré-dinástico. Os mitos eram inspirados em histórias reais acontecidas milhares de anos antes de serem criados. Osíris, por exemplo, foi o primeiro faraó divinizado com o passar do tempo. Ele foi um governante que marcou uma época de prosperidade para o Egito e após a sua morte, passou a ser chamado de Rei dos Mortos.
A civilização egípcia se destacou na área de ciências: médica e matemática. Mas também na arquitetura. A construção de suas famosas pirâmides até hoje é um mistério.

Deusa Morrigan

(autoria desconhecida)
A Grande Rainha.

Morrigan é a patrona das sacerdotisas e das bruxas.

É também a deusa celta da guerra e seu nome significa “Grande Rainha”.
Ela rege nossas batalhas internas. Mais especificamente, quando uma parte de nós deve morrer para que a outra viva.
Sentimos a necessidade de mudar e para isso deve acontecer uma transformação dentro de nós. Não é nem mais uma questão de deixar o velho e sim de encerrar o que nos impede de seguir adiante com nossas vidas.
Na história de Morrigan, ela é uma deusa que sempre triunfou nas batalhas. Não perdia nenhum combate. No entanto, a única arma que conseguiu derrotá-la provocou um ferimento mais profundo do que qualquer lança que lhe pungisse o peito. Foi o amor não correspondido de Cuchulainn, um herói celta ao estilo de Hércules, na Grécia.
Portanto, hoje, para se liberar de algo que não “lhe pertence” faça-o morrer dentro de si para que uma outra janela possa ser aberta.
Acenda uma vela de cor escura e um incenso de absinto. Faça seu pedido à Morrigan para lhe trazer renovação. Quando a vela acabar, acenda outra da cor laranja. Esta irá representar uma nova fase na sua vida. Boa sorte!

Deus Osíris

(autoria desconhecida)
o Rei da Ressurreição.

Pode-se dizer que Osíris foi um dos deuses mais populares que o Antigo Egito conheceu. Era um deus associado à vegetação e ao mundo dos mortos.
Conta a mitologia que foi um governante sábio, bom e amado por todos. Ensinou a seu povo como trabalhar com a agricultura, a tecer e a tocar músicas. Também ensinou a fazer pão dos grãos e vinho das uvas. Estabeleceu leis e espalhou a civilização pelo mundo todo.
Suas terras eram prósperas e isso despertou a inveja de seu irmão, Seth, que governava os desertos. Seth queria usurpar o trono de Osíris e por isso planejou sua morte. O convidou para um banquete que na verdade era uma emboscada. Morto, Osíris foi colocado num caixão e atirado ao Rio Nilo. Ísis, sua esposa, encontrou o ataúde na costa do Líbano e o trouxe de volta para o Egito ocultando-o nos pântanos do Delta.
Mas eis que Seth descobriu e furioso cortou em pedaços o caixão os espalhou pelo país todo. Ísis conseguiu recuperar o corpo do marido e ainda ressuscitá-lo. Osíris iniciou então sua vida como deus do mundo inferior, como rei dos mortos e seu juiz supremo. E com a ajuda de Thot, Osíris separou o mal do bem. Era na “Sala das duas verdades” que se dava a pesagem do coração. Se ele tendia para o bem ou para o mal. Aqueles que tinham vivido corretamente descansavam sob a sua glória. Enquanto que os outros, iam para o submundo. Seu filho Hórus, foi quem vingou-lhe a morte pondo fim à vida de Seth. Seth, ficou perpetrado como o Deus da Escuridão.
A morte e ressurreição de Osíris simbolizam a sucessão das estações do ano e a esperança de uma nova vida após a morte.
Hoje no Egito, tinha início as cerimônias de seis dias que comemoravam a trajetória da história de Osíris até o seu renascer no mundo espiritual. Portanto, aproveite esses dias para se desapegar de algo “morto” em sua vida e renová-lo de forma mágica. Pode ser um projeto, um relacionamento ou até um sentimento.

Dama do Lago

 

A Dama do Lago é a mais importante sacerdotisa de Avalon. É a fada das antigas lendas europeias. É também chamada de Viviane.
Na mitologia pré-cristã, de origem celta, Viviane é filha de Diana, a deusa dos Bosques, e irmã de Igraine, mãe de Morgana e Arthur.
Segundo a tradição de Gales, a Dama do Lago tinha como missão proteger e entregar ao rei Arthur a espada mágica, Excalibur. E ela o faz junto com Merlin e Morgana num ritual em que Arthur jura respeitar tanto os cultos católicos como os de Avalon, quando se tornasse Rei.
Para os gauleses, os lagos eram divindades ou moradas dos deuses. Ouro e prata eram jogados nas suas águas. Eram considerados como palácios subterrâneos de diamantes, joias, cristais e de onde surgiam as fadas, as feiticeiras, as ninfas e sereias. Mas os lagos também atraíam os humanos igualmente para a morte pois sentiam-se enfeitiçados.
Conta a lenda, que Viviane teve um romance com o mago Merlin por conta de uma promessa. A Dama do Lago entregaria seu amor ao mago se este lhe ensinasse seus segredos de magia. Em posse dos segredos, Viviane aproveitou esse conhecimento para aprisionar o Mago numa gruta. Merlin já havia visto seu próprio destino mas não conseguiu evitá-lo. Apesar disso, viveu feliz na companhia da mulher amada.
Visualize hoje a Dama do Lago lhe entregando a espada mágica que lhe trará força e sabedoria para conduzir a sua vida. Com a espada poderá cortar os obstáculos à sua frente e abrir caminho para o futuro dos seus sonhos.

fonte: Agenda Esotérica

Fênix

O Renascer.

A Fênix é uma ave mítica, de origem etíope.

É um pássaro da mitologia grega que era consumido por chamas, mas que renascia de suas próprias cinzas.

De acordo com a lenda, a Fênix viveria cem anos e então colocaria um ovo que seria chocado pelo fogo que ela ateava a si mesma.

A ave possui a cor do sol nascente pois é revestida de penas vermelhas e douradas. Sua voz é melodiosa mas se torna triste quando a morte se aproxima. E quando isso acontece, a Fênix constrói uma pira de ramos de canela onde morrerá queimada.

Mas das suas cinzas nascerá outra. Esta, colocará as cinzas num ovo de mirra e o levará para a cidade egípcia Heliópolis, onde o coloca no Altar do Sol. Por isso dizia-se que essas cinzas tinham o poder de ressuscitar um morto.

Na Idade Média, Fênix se tornou o símbolo da ressurreição de Cristo. E por vezes, da Natureza Divina.

Esse pássaro é representado pelo símbolo da imortalidade, ressurreição e renovação.

Também é símbolo do amor. É esperança e continuação de vida após a morte.

A Fênix Egípcia está associada ao ciclo diário do sol e ao ciclo anual das cheias do Nilo.

Seu simbolismo também faz alusão aos ciclos periódicos de renovação cósmica e reencarnação humana.

A força dessa ave é tão forte, que de acordo com sua estória, pode transportar em vôo cargas muito pesadas. Há lendas que dizem que chega a carregar um elefante.

fonte: Agenda Esotérica