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29 de jul. de 2011

Harpias

Texto: FERNANDO KITZINGER DANNEMANN

Na mitologia grega as Harpias (do grego hárpyia, que significa arrebatadora) são descritas como divindades de função variável. Anteriores aos deuses olímpicos, eram filhas de Taumante, ou Thaumas - divindade marinha da geração dos Titãs, filho de Pontos, a planície infecunda, e Gaia, ou Terra, mãe dos deuses - e de Electra - ninfa marinha nascida da união de Oceano uma das mais antigas divindades gregas, com Tetis, divindade marítima e mãe de Aquiles, herói famoso que morreu durante a guerra de Tróia -, e são geralmente representadas ora como mulheres sedutoras, ora como horríveis monstros com rosto de mulher, corpo de abutre e unhas em garra, traduzindo dessa forma não só as paixões dominantes, obsessivas, mas também o remorso que surge depois que o desejo foi satisfeito.

Alguns autores explicam que no princípio elas eram duas, Aelo, cujo nome em grego significa “a borrasca”; e Ocipete, a “rápida no voo”, às quais depois se juntou Celeno, “a obscura”, também chamada de Poderge, ou Podargéia. Para o poeta grego Hesíodo, que viveu provavelmente no século 8 a.C., elas personificavam os ventos, aparecendo também como encarnação da própria morte. Segundo Márcio Pugliesi, autor do livro “Mitologia Greco-Romana – Arquétipos dos Deus e Heróis”, as Harpias eram “monstros hediondos que aterrorizavam o mundo”. Eram três: “Celeno, a Obscuridade, Elo, a Tempestade, e Ocite, ou Ocipete, a Rápida, no voo e na carreira”. Na descrição do autor, “Esses monstros, com face de mulher, corpo de abutre, bicos e unhas aduncas, e mamas pendentes, causavam fome em toda a parte por onde passavam, arrebatavam a comida das mesas e espalhavam um cheiro tão pestilento que ninguém conseguia se aproximar do que deixavam. Era inútil afugentá-las: voltavam sempre. Júpiter e Juno serviam-se delas contra aqueles que queriam punir. As Harpias viviam nas ilhas Estrofadas, no mar Jônio, costa do Peloponeso. Suas figuras são utilizadas como símbolos do vício. Uma harpia sobre a mesa farta representa a gula; sobre sacos de dinheiro, avareza, etc.”.

Para o poeta grego Homero, o fundador da poesia épica nascido em local desconhecido presumidamente entre os séculos 11 e 7 a.C.,apesar de sete cidades gregas reivindicarem tal honra, a harpia Celeno, ou Podargéia, uniu-se a Zéfiro para dar origem aos cavalos de Aquiles, que voam no ar com os ventos; já para os poetas alexandrinos (que polvilhavam sua poesia com explicações técnicas e científicas, com alusões sábias e observações eruditas que exigiam do leitor conhecimentos aprofundados para a sua compreensão) e também para os latinos, elas eram colocadas entre os gênios infernais, confundindo-se frequentemente com as Fúrias dos romanos, ou Erínias dos gregos, três divindades maléficas (as irmãs Alecto, Megera e Tisifone) que presidiam a todos os crimes. Mas as Harpias aparecem com maior destaque, sobretudo, nas lendas relacionadas com Fineu, rei da Trácia que se tornou cego por vontade de Zeus (Júpiter).

O mito principal dessas divindades confunde-se com a história de Fineu, sobre quem pesava a seguinte maldição: toda a comida que fosse colocada à sua frente seria carregada pelas Harpias, que inutilizavam com seus excrementos aquilo que não pudessem levar com elas. Segundo a versão mais conhecida, Fineu era o rei da Trácia, região histórica do sudeste da Europa, banhada, a leste, pelo mar Negro e pelo estreito do Bósforo; ao sudeste, pelo mar de Mármara; e ao sul, pelo estreito do Dardanelos e pelo mar Egeu.

O soberano também era adivinho, mas por ter abusado das faculdades proféticas que possuía, acabou deixando Zeus (Júpiter) aborrecido, e por isso foi castigado com a perda da visão, passando a ser perseguido pelas Harpias. Estas cuidavam de lhe roubar a comida, ignorando os servos que tentavam afugentá-las, e quando o infeliz soberano já estava prestes a morrer de fome, os Argonautas chegaram ao seu reino e as venceram, deixando-as vivas diante da sua promessa de que não mais atormentariam o soberano, e de que se recolheriam a uma caverna na ilha de Creta.

Diz a lenda que depois disso Fineu forneceu aos tripulantes do Argos, que buscavam o Velocino de Ouro, instruções sobre o curso que deveriam seguir: a entrada do Porto Euxino estava impedida por duas pequenas ilhas rochosas que flutuavam na superfície do mar, mas juntavam-se quando sacudidas pelos ventos, esmagando qualquer objeto que estivesse entre elas. Por isso eram chamadas de Simplegades, ou ilhas da Colisão. Frineu instruiu os argonautas sobre o modo de atravessar aquele estreito perigoso, e quando eles chegaram às ilhas, soltaram uma pomba que passou são e salva entre os rochedos, perdendo só algumas penas da cauda.

Os marinheiros aproveitaram-se, então, do momento favorável em que as ilhas se afastavam uma da outra, remaram com vigor e passaram a salvo enquanto elas se chocavam de novo, atingindo levemente a popa do barco.

27 de jul. de 2011

Celtas–Símbolos Solares e Cavalos Celtas

(autoria e fonte desconhecida)

Símbolos solares

Os celtas viam as forças da natureza

como expressões divinas. O sol era um dos fenômenos naturais mais venerados na cultura celta, principalmente por seus atributos de cura (frequentemente associado à água) e de vida (relacionado à germinação das sementes e crescimento das plantas, particularmente os cereais).

A roda era o símbolo solar mais frequentemente associado ao sol. Imagens de rodas eram atiradas na água de santuários como oferendas votivas (como Bourbonne-les-Bains, Gália atual França), e também usadas por pessoas como talismãs. Rodas também eram esculpidas em rochas (como no Vale Camonica, no norte da Itália), em moedas e em tumbas (como na Alsácia). Tiaras e pingentes com rodas foram usados por oficiantes ou sacerdotes em cerimônias na Bretanha (Inglaterra e Gales) e deuses solares foram representados com rodas, carros, cavalos e cornucópias - todos símbolos solares de fertilidade e abundância.

Cavalos eram reverenciados pelos celtas como símbolo de virilidade, fertilidade, força, riqueza, status. Também eram associados ao sol e seus atributos de beleza, saúde, força, velocidade, riqueza (abundância) e relacionados com as elites guerreiras celtas.

 

 

 

 

 

Deuses celestes celtas e romanos eram frequentemente representados com rodas, discos solares e cavalos ou carros. Deusas equinas como Epona também eram muito cultuadas e associadas a cultos solares, santuários de cura, abundância e aristocracia. Cavalos também eram frequentemente parte de atividades religiosas e ritos funerários, o que revela a importância e a reverência dada pelos celtas ao animal.

 

Esse simbolismo já se apresentava na cultura celta desde o período Hallstatt, estendeu-se durante o sincretismo céltico-romano e sobreviveu nas lendas medievais, particularmente no ciclo arturiano - as fascinantes histórias do Rei Artur e seus "Cavaleiros da Távola Redonda".

 

Cavalos dos celtas

Cavalos de Tronco Celta (Equus caballus celticus): Asturcón (Astúrias) , Pottock (País Basco), Pura Raça Galega (Galiza), Exmoor, Dartmoor, Highland, Connemara e Shetland (Reino Unido).
Bretanha
O Pônei Exmoor é uma das raças equinas mais antigas do mundo. Uma espécie pré-céltica, talvez tenha habitado as montanhas e charnecas da Bretanha desde a Era do Bronze. Era bem conhecido dos celtas e romanos, e usado para puxar carruagens.

Um cavalo pequeno, de pelo marrom, ossos largos e pescoço grande, o Pônei Exmoor é forte, ativo e resistente ao clima inóspito das montanhas e a várias doenças equinas. Mas teve sua sobrevivência ameaçada de extinção nos últimos séculos. No início do século XIX, a espécie quase se extinguiu devido a cruzamentos realizados para “melhorar” a raça. E durante a Segunda Guerra Mundial, a região de Exmoor se tornou área de treinamento para as tropas inglesas, que praticavam tiro em alvos vivos, inclusive nos pôneis. Muitos pôneis também foram roubados de fazendas e levados para as cidades para alimentação de famintos.
Desde a década de 80, felizmente, esse quadro tem mudado. Muitos criadores têm investido na preservação da espécie, com o apoio de associações como a Exmoor Pony Enthusiasts, a Exmoor Pony Society e a Exmoor Ponies in Conservation.

Península Ibérica
O cavalo domesticado já era usado na Península Ibérica antes mesmo do Neolítico. Em tumbas de guerreiros no sul da Península, achados arqueológicos apontam para a possível existência, na Idade do Bronze, de grupos de guerreiros que combatiam montados. A infantaria do período também fazia uso de alabardas, que são armas próprias para derrubar cavaleiros. Freios, ferraduras e armas de ferro datando das invasões celtas (séc. X e V a.C.) também revelam o uso de cavalos por esses povos.
Homero na Ilíada (Canto XVI), Tucidides e Xenofonte (séc. IV a.C.), Estrabão (séc III a.C.), Políbio (séc. II a.C) e Tito Lívio (I a. C) fizeram menção aos cavalos ibéricos.
Raça de cavalo nativa do Norte de Portugal, o Garrano é utilizado há muitos séculos como animal de carga e trabalho. Já no Paleolítico encontram-se pinturas rupestres com representações de cavalo com configuração e estatura muito semelhante ao Garrano atual. Estes cavalos, cruzados depois com os pequenos cavalos dos celtas, resultaram no cavalo que é conhecido atualmente como “tipo celta”: pêlo de cor castanha, com rabada e crina preta, cabeça de perfil reto ou côncavo, pequeno, não ultrapassando 1,35m (e sendo por isso considerado um pônei).

O Garrano, propriamente dito, é a mais antiga raça por entre as raças irmãs celtas do norte da Península Ibérica, nomeadamente o Cavalo do Monte da Galiza, o Asturcón das Astúrias ou o Potrok Basco.
A palavra garrano se origina da raiz indo-europeia gher, que significa "baixo, pequeno". Daí também se originou guerran, a palavra galesa para “cavalo”. Na Inglaterra, usa-se a palavra pony; na Irlanda, gearron; na Escócia, garron e em Portugal, garrano.
Oriundo das regiões do Minho e Trás-os-Montes, o Garrano habita em estado semi-selvagem nas regiões serranas do Geres e da Cabreira, bem adaptado às zonas frias e úmidas das montanhas. Assim como sua contrapartida inglesa Exmoor, o Garrano também é uma raça protegida, devido ao risco de extinção a que esteve sujeito até pouco tempo atrás. É um animal trabalhador, inteligente e muito dócil com crianças. Também é muito utilizado atualmente em “travado”, um tipo de corrida popular em sua região de origem.

26 de jul. de 2011

O Dragão e a Serpente

Na mitologia dos mais diversos povos e civilizações, os Dragões estão sempre presentes. São animais de grandes dimensões, quase sempre de aspecto reptiliano, parecem lagartos imensos ou até serpentes.
Alguns têm asas, plumas e até poderes mágicos. E o mais importante, um hálito de fogo. São labaredas enormes que saem da sua boca, como um “lança chamas”.
A palavra Dragão vem do grego Drákon e significa “ver claramente”. Drakon era um termo usado na Grécia Antiga para definir grandes serpentes. As serpentes tinham esse poder de nada lhes escapar a atenção.
De acordo com a lenda, o herói grego Cadmo matou um dragão que havia devorado seus soldados. A deusa Atena apareceu no local logo depois e aconselhou Cadmo e extrair os dentes do dragão e depois os enterrar. Os dentes continham um grande poder tanto que, depois de semeados deram origem à gigantes. Esses seres ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.
Na representação de uma Fera Heráldica, geralmente esculpida em brasões de armas ou escudos, o Dragão tem a cabeça de uma serpente com orelhas e língua pontudas. O corpo é de leão coberto de escamas, grandes asas e garras ligadas por membranas no lugar de patas.
Esse animal, mitológico, é o defensor absoluto de tudo que é considerado precioso. A sua força está na cauda que ele projeta em todas as direções. Dragão também significa o próprio universo, o qual ninguém pode dominar completamente.
Quando invocar seu Dragão Interior solicite que queime todos os obstáculos na sua vida. E se puder, acenda três velas verdes e mentalize seus obstáculos sendo destruídos.

Texto e fonte: Agenda esotérica

Foto maior: internet

Deusa Hokhmah

A Deusa Hebraica.

A deusa hebraica da Sabedoria e da Verdade, chamada de Hokhmah.

Nas escrituras judaicas, ela aparece como companheira de Jeová, Deus do Antigo Testamento. Hokhmah seria igual a ele em poder e conhecimento.

São diversas as suas representações. Ela pode aparecer velada, iluminada, como uma árvore cheia de frutos ou como uma mulher com muitos dons.

Para os gnósticos, esta deusa é co-criadora dos Anjos e Arcanjos. Seria uma espécie de colaboradora de Deus na Criação. Para os gregos, esta deusa chama-se Sophia. Enquanto que os romanos a chamam de Sapientia. E os cristãos, de Santa Sofia. O equivalente a ela no hinduísmo, chama-se Prajna que significa a personificação do princípio feminino da sabedoria e da inteligência.

Para entrar em sintonia com essa Deusa medite sobre a sua verdade interior e sobre a sabedoria necessária para viver.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Konohana Sakuya Hime

Deusa do Monte Fuji e das Cerejeiras.

Hoje é dia de Konohana Sakuya Hime, Deusa das Cerejeiras.

Seu nome quer dizer “Princesa que faz as árvores florescerem”. Filha do Deus das Montanhas e irmã da Deusa das Pedras, Sakuya Hime rege a terra, a natureza, o fogo e as cerimônias.

Conta a mitologia japonesa, que Ninigi, Deus do Mar, se apaixonou pela princesa tendo pedido a sua mão em casamento à seu pai. Este, propôs que se casasse com a filha mais velha, Deusa das Pedras. Mas Ninigi tinha o coração já fixado na Deusa da Terra e por isso não concordou. Mesmo sabendo que ao lado da Princesa, a vida seria como as flores de cerejeira, de período curto e fugaz, ao invés de resistirem ao tempo e serem de longa duração como as pedras.

Sakuya Hime se casou com Ninigi e em apenas uma noite engravidou. Ninigi desconfiou da fidelidade da esposa, e esta enfurecida, entrou numa cabana sem porta onde em seguida, atearam fogo. Ela prometeu que se seu filho saísse ileso, era porque sua descendência era verdadeira. E assim, na cabana, em meio as chamas, Sakuya Hime deu à luz a três filhos.

Essa história foi descrita no século VIII. Já nos séculos XIV a XVI, Sakuya Hime passou a ser associada ao Monte Fuji, a montanha mais alta do Japão, que na realidade é um vulcão. Era vista como uma heroína pois seus filhos sobreviveram a um castelo em chamas.

Ao mesmo tempo, também era associada à flor de cerejeiras, por ser um símbolo de delicadeza da vida terrena.

fonte: Agenda Esotérica

Deusa Cailleach

(autoria desconhecida)
A Senhora da Noite.
Essa deusa era uma das mais antigas reverenciadas pelos celtas. Dizia-se que era a Senhora da Noite pois ela trazia o inverno e a geada. Seu aspecto também era um pouco sombrio.
Tanto que na Idade Média foi descrita como a Rainha Negra ou Velha Bruxa. Seu nome acabou sendo sinônimo de mulher velha.
Teve outros nomes conforme as épocas foram passando. Na Irlanda, por exemplo, chamavam-na de Caly Berry. Na Bretanha, de Black Annis. No País de Gales, de Digue.
Na Escócia, ela aparecia com um bastão negro capaz de separar as montanhas, mudar a paisagem, prever o crescimento das ervas e comandar o tempo.
Cailleach regia o Céu e a Terra, o Sol e a Lua, o Tempo e as Estações. Pela lenda, dizia-se que carregava no seu avental pedras que iam caindo por onde passava. As montanhas teriam sido criadas a partir dessas pedras de Cailleach. Acabou ganhando o nome de Mulher de Pedra.
Não existem registros sobre esta deusa. Apenas lendas antigas em lugares que acabaram levando seu nome. E por isso acredita-se até que sua devoção venha de um período pré-celta. Provavelmente de origem indiana tendo sido trazida pelos colonizadores das Ilhas Britânicas.
Mesmo sendo caracterizada como uma fada do mal, Cailleach traz o aspecto de anciã que lhe confere sabedoria.
Ela é guardiã do Portal que leva à parte escura do ano, o inverno. Uma Deusa da Transformação e guardiã da semente, que durante esta estação conserva dentro de si a força essencial da vida.

As Ninfas Plêiades

(autoria desconhecida)

Plêiades é uma pequena constelação composta de sete estrelas. A principal delas chama-se Alcione, cujo nome significa paz.

Astrólogos antigos acreditavam que Alcione era o Sol da Via Láctea. Os Babilônios a chamavam de Pedra Fundamental. Os árabes, de o Centro. E os hindus, de a Mãe.

Para os hindus, as Plêiades alimentam o Deus da Guerra chamado Karttikeya, similar à Marte.
Quanto à aglomeração das estrelas, os Assírios denominavam de Família. Já os gregos, simbolizavam estas sete estrelas através de sete ninfas ou sete irmãs e até de sete pombas da Deusa Afrodite.

Na mitologia grega, as Plêiades eram filhas de Atlas e de Pleione. Um dia, cansadas de serem perseguidas pelo caçador Órion, pediram a Zeus que as transformasse numa constelação.

Foram batizadas de: Alcione, Maia, Mérope, Electra, Taigeta, Astérope e Celoeno.

Já os índios brasileiros conhecem as estrelas desse conjunto pelo nome de Enxame de Abelhas.

As Plêiades é um dos aglomerados estelares visíveis a olha nu, que situa-se próximo à Constelação de Touro.

A primeira menção desse aglomerado estelar foi feita pelos babilônios há cerca de 4.000 anos. Quando as estrelas apareciam no horizonte pela manhã, coincidia com a chegada da primavera.

25 de jul. de 2011

Deusa Atena

Atena, deusa da justiça, é filha de Zeus e de Métis, a deusa da Prudência, a primeira esposa de Zeus. Quando Métis estava ainda grávida, Zeus recebeu a previsão de que a criança poderia ser mais poderosa que o pai. Para impedir que a profecia se concretizasse, Zeus pediu à mulher para se transformar numa mosca. Sem perceber as intenções de Zeus, ela voa e pousa em suas mãos. Imediatamente, ele a aprisiona e a engole.
Métis estava grávida e a cabeça de Zeus crescia a cada dia, até que da cabeça de Zeus nasceu Atena, já adulta, e a profecia não se cumpriu. Dançando triunfante, Atena com suas armas soltou um grito de guerra. Mais tarde tornou-se a filha favorita de Zeus despertando ciúme nos outros deuses.
A inclinação guerreira de Atena foi reconhecida a partir de seu nascimento e era diferente de Ares, o deus da guerra. Atena cultivava seus altos princípios e ponderação sobre a necessidade de lutar para preservar e manter a verdade. Era estrategista e equilibrava a força bruta de Ares com sua lógica, diplomacia e sagacidade. Ela oferecia aos heróis as armas que deveriam ser usadas com inteligência, maestria e planejamento.
Atena era uma exceção no Olimpo conservando sua castidade. Ela ensinou aos homens a doma de cavalos e às mulheres a arte de bordar, além das coisas práticas da vida e da arte em geral. Atena era uma deusa civilizada e ao mesmo tempo uma guerreira que protegia e preservava a pacifica civilização.

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Atena, a deusa da justiça, é a imagem do julgamento reflexivo e da racionalização, o que diferencia o homem do animal. Eles consideravam que por ela não ter nascido de uma mãe, ela estaria livre para julgar com imparcialidade todos os aspectos de uma situação. Sua castidade representa além da pureza, o seu caráter reflexivo que jamais se deixava influenciar pelo desejo humano e pessoal.
Seu desejo de lutar por princípios ao invés das paixões, vem da capacidade de fazer escolhas refletidas mantendo sob controle os instintos. Ela congrega a força, a justiça, a temperança e a reflexão, quatro aspectos necessários e que contribuem para a formação do ego. Essas faculdades nos permitem enfrentar os desafios da vida com base estável e verdadeira.

texto e fonte: http://eventosmitologiagrega.blogspot.com