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30 de jul. de 2011

Os Olhos de Ewã

Hoje comemora-se Ewã, a deusa iorubá que rege o céu, a terra, os ventos, as nuvens e a água. Ou seja, ela está em todos os lugares.

Ewã é o orixá da beleza e dos mistérios. Tem o domínio de tudo o que acontece no mundo pois possui sensibilidade, sexto sentido, vidência.

É considerada os “olhos de todos os orixás”. Por isso é chamada também de Senhora dos Olhos.

Segundo a lenda, essa deusa passa metade do ano como mulher e a outra metade como uma serpente. Por isso seus símbolos são uma cobra e uma espada.

Ewã significa também “a que se banha nas águas doces”.

Se você quer melhorar ou preservar sua visão sobre o mundo, entre em sintonia com a energia dessa Deusa mentalizando-a. E se puder, tome um banho de cachoeira ou de chuva.

texto e fonte: Agenda Esotérica

29 de jul. de 2011

Deus Hermes

O Mensageiro do Olimpo.

O Deus grego Hermes era o mensageiro do Olimpo. Último filho de Zeus.

Segundo a mitologia, Hermes era muito engenhoso e persuasivo. Diz-se que menos de 24 horas depois de nascer, ele conseguiu roubar cem novilhas do seu irmão Apolo, e ainda inventou a lira esticando uma tripa de vaca no casco de uma tartaruga na qual havia acabado de tropeçar.

Era considerado também Deus dos Negócios e do Comércio. E uma de suas habilidades era fazer profecias. Seu correspondente romano, era Mercúrio.

Como mensageiro dos deuses, ele corria incansavelmente do céu à terra e voltava trazendo notícias, ajudava a negociar contratos, promover casos amorosos e às vezes, fazer truques e brincadeiras só pelo prazer de se divertir.

Sua conquista mais conhecida foi ter conseguido libertar Io, amante de seu pai, que tinha sido aprisionada pelo gigante de cem olhos, chamado Argos. Argos teria raptado Io a mando de Hera, esposa ciumenta de Zeus. Hermes encantou o gigante e o fez adormecer com o som mágico da sua flauta. E depois, cortou-lhe a cabeça. Hera, em homenagem ao seu auxiliar morto, espalhou os cem olhos do gigante sobre as penas da cauda do pavão, sua ave de consagração.

Para honrar este Deus, envie de uma forma especial uma mensagem a alguém. Amarre duas penas num barbante e a cada nó que der, mentalize sua mensagem sendo enviada para quem você deseja que receba. Depois solte as penas ao vento para que Hermes o ajude a entregar a mensagem.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Danu

Protetora da família.
Dan ou Danu era a mais importante das antigas Deusas irlandesas. Era ela quem dirigia uma tribo de deuses nomeada de Tuatha de Danaan, que quer dizer o Povo de Danu.
Dan significa conhecimento e segundo as lendas, seu povo era composto por exímios magos, sábios, artistas e artesãos. Mas vencidos pelos guerreiros Milesianos, se refugiaram nos Mundos Internos das Colinas, chamadas sidhe.
Os milesianos eram descendentes de Mile Espáine, os últimos invasores da Irlanda que derrotaram os semi-divinos Tuatha de Danaan.
Danu era uma deusa mãe protetora das famílias e das tribos. Era regente da terra e da água. Mas também da morte. Ela era descrita como uma deusa tríplice: Morrigan, a Deusa da guerra; Blodeuwedd, a Dama das Flores, simbolizando a vida; e Brighid, a Mãe, símbolo da fertilidade.
As Sacerdotisas de Danu vestiam túnicas verdes, usavam flores nas tranças que faziam nos cabelos, usavam colares de âmbar e tiaras douradas.

fonte: Agenda Esotérica

Oyá, a Iansâ.

 

Na África Ocidental comemora-se Oyá, a divindade iorubá que personifica a Força das Tempestades, dos Ventos e dos Relâmpagos.

Oyá, na língua iorubá, significa “quebrar, rasgar”, tal qual seus ventos fazem quando quebram a superfície da água.

Esta Deusa é uma guerreira protetora das mulheres que se envolvem em alguma disputa ou luta. Ela tanto pode ser construtiva quanto destrutiva.

Foi Oyá quem deu à Xangô, seu irmão e marido também, o poder do fogo e dos raios.

Também é conhecida como Senhora dos Mortos e sentinela dos cemitérios. Padroeira da justiça e da memória, preservando as tradições ancestrais. Diz-se que para controlar os desencarnados, chamados de Eguns, ela usa um espanador.
As oferendas que recebe são vinho de palmeira, inhames, feijão e carne de cabra.
No Brasil é chamada de Iansã.
Sempre que presenciar uma tempestade, lembre-se de Oyá. Visualize a Deusa e imagine o vento limpando a raiva, a avidez e a negatividade de sua vida. Invoque também seu fogo para ajudá-lo em algum obstáculo que tenha que enfrentar para alcançar seu objetivo.

fonte: Agenda Esotérica

O Fio de Aracne

 

Aracne é uma jovem mortal que ao desafiar a Deusa Atena, foi transformada num aracnídeo.

Talvez por isso, a história do mito de Aracne, evoque a fragilidade de uma aparência ilusória, enganadora.

De acordo com a lenda, Atena é a Deusa da Razão Superior. É mestra e patrona da arte da tecelagem. Enquanto que Aracne, é exímia nessa arte. E orgulhosa disso, chama a Deusa para uma competição pois acredita mesmo que pode vencer uma divindade.

Atena aceita o desafio e borda os 12 deuses do Olimpo em toda sua majestade. E Aracne, borda os amores dos deuses por mortais.

O tema da sua concorrente despertou a ira em Atena, que num golpe rasgou o trabalho de Aracne. Esta, envergonhada, se enforca.

Mas Atena, compadecida do mal que lhe causara, poupa-lhe a vida. Transforma Aracne numa aranha, cuja espécie, aracnídeo, guarda até hoje seu nome. Ela fica viva, mas suspensa pelos fios da teia que ela mesmo teceu.

Nos tempos remotos, a Aranha surgiu como uma divindade lunar dedicada à fiação e à tecelagem. Seu fio lembra o fio das Parcas Romanas que decidiam o curso da vida humana.

Medite sobre as atitudes impensadas e demonstrações de falso orgulho. Bom também para avaliar padrões em sua vida que lhe tragam visões distorcidas da realidade. Visualize então novas formas criativas para alterar esses padrões. Tenha como exemplo a paciência e habilidade com que a aranha tece sua teia. Ela não se enreda em nós e nem aperta ou deixa frouxo demais os fios.

fonte: Agenda Esotérica

Harpias

Texto: FERNANDO KITZINGER DANNEMANN

Na mitologia grega as Harpias (do grego hárpyia, que significa arrebatadora) são descritas como divindades de função variável. Anteriores aos deuses olímpicos, eram filhas de Taumante, ou Thaumas - divindade marinha da geração dos Titãs, filho de Pontos, a planície infecunda, e Gaia, ou Terra, mãe dos deuses - e de Electra - ninfa marinha nascida da união de Oceano uma das mais antigas divindades gregas, com Tetis, divindade marítima e mãe de Aquiles, herói famoso que morreu durante a guerra de Tróia -, e são geralmente representadas ora como mulheres sedutoras, ora como horríveis monstros com rosto de mulher, corpo de abutre e unhas em garra, traduzindo dessa forma não só as paixões dominantes, obsessivas, mas também o remorso que surge depois que o desejo foi satisfeito.

Alguns autores explicam que no princípio elas eram duas, Aelo, cujo nome em grego significa “a borrasca”; e Ocipete, a “rápida no voo”, às quais depois se juntou Celeno, “a obscura”, também chamada de Poderge, ou Podargéia. Para o poeta grego Hesíodo, que viveu provavelmente no século 8 a.C., elas personificavam os ventos, aparecendo também como encarnação da própria morte. Segundo Márcio Pugliesi, autor do livro “Mitologia Greco-Romana – Arquétipos dos Deus e Heróis”, as Harpias eram “monstros hediondos que aterrorizavam o mundo”. Eram três: “Celeno, a Obscuridade, Elo, a Tempestade, e Ocite, ou Ocipete, a Rápida, no voo e na carreira”. Na descrição do autor, “Esses monstros, com face de mulher, corpo de abutre, bicos e unhas aduncas, e mamas pendentes, causavam fome em toda a parte por onde passavam, arrebatavam a comida das mesas e espalhavam um cheiro tão pestilento que ninguém conseguia se aproximar do que deixavam. Era inútil afugentá-las: voltavam sempre. Júpiter e Juno serviam-se delas contra aqueles que queriam punir. As Harpias viviam nas ilhas Estrofadas, no mar Jônio, costa do Peloponeso. Suas figuras são utilizadas como símbolos do vício. Uma harpia sobre a mesa farta representa a gula; sobre sacos de dinheiro, avareza, etc.”.

Para o poeta grego Homero, o fundador da poesia épica nascido em local desconhecido presumidamente entre os séculos 11 e 7 a.C.,apesar de sete cidades gregas reivindicarem tal honra, a harpia Celeno, ou Podargéia, uniu-se a Zéfiro para dar origem aos cavalos de Aquiles, que voam no ar com os ventos; já para os poetas alexandrinos (que polvilhavam sua poesia com explicações técnicas e científicas, com alusões sábias e observações eruditas que exigiam do leitor conhecimentos aprofundados para a sua compreensão) e também para os latinos, elas eram colocadas entre os gênios infernais, confundindo-se frequentemente com as Fúrias dos romanos, ou Erínias dos gregos, três divindades maléficas (as irmãs Alecto, Megera e Tisifone) que presidiam a todos os crimes. Mas as Harpias aparecem com maior destaque, sobretudo, nas lendas relacionadas com Fineu, rei da Trácia que se tornou cego por vontade de Zeus (Júpiter).

O mito principal dessas divindades confunde-se com a história de Fineu, sobre quem pesava a seguinte maldição: toda a comida que fosse colocada à sua frente seria carregada pelas Harpias, que inutilizavam com seus excrementos aquilo que não pudessem levar com elas. Segundo a versão mais conhecida, Fineu era o rei da Trácia, região histórica do sudeste da Europa, banhada, a leste, pelo mar Negro e pelo estreito do Bósforo; ao sudeste, pelo mar de Mármara; e ao sul, pelo estreito do Dardanelos e pelo mar Egeu.

O soberano também era adivinho, mas por ter abusado das faculdades proféticas que possuía, acabou deixando Zeus (Júpiter) aborrecido, e por isso foi castigado com a perda da visão, passando a ser perseguido pelas Harpias. Estas cuidavam de lhe roubar a comida, ignorando os servos que tentavam afugentá-las, e quando o infeliz soberano já estava prestes a morrer de fome, os Argonautas chegaram ao seu reino e as venceram, deixando-as vivas diante da sua promessa de que não mais atormentariam o soberano, e de que se recolheriam a uma caverna na ilha de Creta.

Diz a lenda que depois disso Fineu forneceu aos tripulantes do Argos, que buscavam o Velocino de Ouro, instruções sobre o curso que deveriam seguir: a entrada do Porto Euxino estava impedida por duas pequenas ilhas rochosas que flutuavam na superfície do mar, mas juntavam-se quando sacudidas pelos ventos, esmagando qualquer objeto que estivesse entre elas. Por isso eram chamadas de Simplegades, ou ilhas da Colisão. Frineu instruiu os argonautas sobre o modo de atravessar aquele estreito perigoso, e quando eles chegaram às ilhas, soltaram uma pomba que passou são e salva entre os rochedos, perdendo só algumas penas da cauda.

Os marinheiros aproveitaram-se, então, do momento favorável em que as ilhas se afastavam uma da outra, remaram com vigor e passaram a salvo enquanto elas se chocavam de novo, atingindo levemente a popa do barco.

27 de jul. de 2011

Celtas–Símbolos Solares e Cavalos Celtas

(autoria e fonte desconhecida)

Símbolos solares

Os celtas viam as forças da natureza

como expressões divinas. O sol era um dos fenômenos naturais mais venerados na cultura celta, principalmente por seus atributos de cura (frequentemente associado à água) e de vida (relacionado à germinação das sementes e crescimento das plantas, particularmente os cereais).

A roda era o símbolo solar mais frequentemente associado ao sol. Imagens de rodas eram atiradas na água de santuários como oferendas votivas (como Bourbonne-les-Bains, Gália atual França), e também usadas por pessoas como talismãs. Rodas também eram esculpidas em rochas (como no Vale Camonica, no norte da Itália), em moedas e em tumbas (como na Alsácia). Tiaras e pingentes com rodas foram usados por oficiantes ou sacerdotes em cerimônias na Bretanha (Inglaterra e Gales) e deuses solares foram representados com rodas, carros, cavalos e cornucópias - todos símbolos solares de fertilidade e abundância.

Cavalos eram reverenciados pelos celtas como símbolo de virilidade, fertilidade, força, riqueza, status. Também eram associados ao sol e seus atributos de beleza, saúde, força, velocidade, riqueza (abundância) e relacionados com as elites guerreiras celtas.

 

 

 

 

 

Deuses celestes celtas e romanos eram frequentemente representados com rodas, discos solares e cavalos ou carros. Deusas equinas como Epona também eram muito cultuadas e associadas a cultos solares, santuários de cura, abundância e aristocracia. Cavalos também eram frequentemente parte de atividades religiosas e ritos funerários, o que revela a importância e a reverência dada pelos celtas ao animal.

 

Esse simbolismo já se apresentava na cultura celta desde o período Hallstatt, estendeu-se durante o sincretismo céltico-romano e sobreviveu nas lendas medievais, particularmente no ciclo arturiano - as fascinantes histórias do Rei Artur e seus "Cavaleiros da Távola Redonda".

 

Cavalos dos celtas

Cavalos de Tronco Celta (Equus caballus celticus): Asturcón (Astúrias) , Pottock (País Basco), Pura Raça Galega (Galiza), Exmoor, Dartmoor, Highland, Connemara e Shetland (Reino Unido).
Bretanha
O Pônei Exmoor é uma das raças equinas mais antigas do mundo. Uma espécie pré-céltica, talvez tenha habitado as montanhas e charnecas da Bretanha desde a Era do Bronze. Era bem conhecido dos celtas e romanos, e usado para puxar carruagens.

Um cavalo pequeno, de pelo marrom, ossos largos e pescoço grande, o Pônei Exmoor é forte, ativo e resistente ao clima inóspito das montanhas e a várias doenças equinas. Mas teve sua sobrevivência ameaçada de extinção nos últimos séculos. No início do século XIX, a espécie quase se extinguiu devido a cruzamentos realizados para “melhorar” a raça. E durante a Segunda Guerra Mundial, a região de Exmoor se tornou área de treinamento para as tropas inglesas, que praticavam tiro em alvos vivos, inclusive nos pôneis. Muitos pôneis também foram roubados de fazendas e levados para as cidades para alimentação de famintos.
Desde a década de 80, felizmente, esse quadro tem mudado. Muitos criadores têm investido na preservação da espécie, com o apoio de associações como a Exmoor Pony Enthusiasts, a Exmoor Pony Society e a Exmoor Ponies in Conservation.

Península Ibérica
O cavalo domesticado já era usado na Península Ibérica antes mesmo do Neolítico. Em tumbas de guerreiros no sul da Península, achados arqueológicos apontam para a possível existência, na Idade do Bronze, de grupos de guerreiros que combatiam montados. A infantaria do período também fazia uso de alabardas, que são armas próprias para derrubar cavaleiros. Freios, ferraduras e armas de ferro datando das invasões celtas (séc. X e V a.C.) também revelam o uso de cavalos por esses povos.
Homero na Ilíada (Canto XVI), Tucidides e Xenofonte (séc. IV a.C.), Estrabão (séc III a.C.), Políbio (séc. II a.C) e Tito Lívio (I a. C) fizeram menção aos cavalos ibéricos.
Raça de cavalo nativa do Norte de Portugal, o Garrano é utilizado há muitos séculos como animal de carga e trabalho. Já no Paleolítico encontram-se pinturas rupestres com representações de cavalo com configuração e estatura muito semelhante ao Garrano atual. Estes cavalos, cruzados depois com os pequenos cavalos dos celtas, resultaram no cavalo que é conhecido atualmente como “tipo celta”: pêlo de cor castanha, com rabada e crina preta, cabeça de perfil reto ou côncavo, pequeno, não ultrapassando 1,35m (e sendo por isso considerado um pônei).

O Garrano, propriamente dito, é a mais antiga raça por entre as raças irmãs celtas do norte da Península Ibérica, nomeadamente o Cavalo do Monte da Galiza, o Asturcón das Astúrias ou o Potrok Basco.
A palavra garrano se origina da raiz indo-europeia gher, que significa "baixo, pequeno". Daí também se originou guerran, a palavra galesa para “cavalo”. Na Inglaterra, usa-se a palavra pony; na Irlanda, gearron; na Escócia, garron e em Portugal, garrano.
Oriundo das regiões do Minho e Trás-os-Montes, o Garrano habita em estado semi-selvagem nas regiões serranas do Geres e da Cabreira, bem adaptado às zonas frias e úmidas das montanhas. Assim como sua contrapartida inglesa Exmoor, o Garrano também é uma raça protegida, devido ao risco de extinção a que esteve sujeito até pouco tempo atrás. É um animal trabalhador, inteligente e muito dócil com crianças. Também é muito utilizado atualmente em “travado”, um tipo de corrida popular em sua região de origem.

26 de jul. de 2011

O Dragão e a Serpente

Na mitologia dos mais diversos povos e civilizações, os Dragões estão sempre presentes. São animais de grandes dimensões, quase sempre de aspecto reptiliano, parecem lagartos imensos ou até serpentes.
Alguns têm asas, plumas e até poderes mágicos. E o mais importante, um hálito de fogo. São labaredas enormes que saem da sua boca, como um “lança chamas”.
A palavra Dragão vem do grego Drákon e significa “ver claramente”. Drakon era um termo usado na Grécia Antiga para definir grandes serpentes. As serpentes tinham esse poder de nada lhes escapar a atenção.
De acordo com a lenda, o herói grego Cadmo matou um dragão que havia devorado seus soldados. A deusa Atena apareceu no local logo depois e aconselhou Cadmo e extrair os dentes do dragão e depois os enterrar. Os dentes continham um grande poder tanto que, depois de semeados deram origem à gigantes. Esses seres ajudaram Cadmo a fundar a cidade de Tebas.
Na representação de uma Fera Heráldica, geralmente esculpida em brasões de armas ou escudos, o Dragão tem a cabeça de uma serpente com orelhas e língua pontudas. O corpo é de leão coberto de escamas, grandes asas e garras ligadas por membranas no lugar de patas.
Esse animal, mitológico, é o defensor absoluto de tudo que é considerado precioso. A sua força está na cauda que ele projeta em todas as direções. Dragão também significa o próprio universo, o qual ninguém pode dominar completamente.
Quando invocar seu Dragão Interior solicite que queime todos os obstáculos na sua vida. E se puder, acenda três velas verdes e mentalize seus obstáculos sendo destruídos.

Texto e fonte: Agenda esotérica

Foto maior: internet