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Abençoados sejam todos!

19 de ago. de 2011

Deusa Héstia

 

Deusa greco-romana Héstia ou Vesta. Ela era a guardiã da chama sagrada e protetora da família e da comunidade. Os gregos costumavam nesse dia renovar o fogo perpétuo de suas lareiras invocando a proteção de Héstia para seus lares.

Faça também uma invocação de proteção para sua casa e seus familiares. Primeiro acenda uma vela branca e ofereça à Deusa um pão e um pouco de sal num prato branco. Purifique também sua casa espalhando pedacinhos de cânfora por ela e mentalize a queima no astral de toda energia negativa que possa estar próxima a você e aos seus. Por fim, reúna seus familiares e de mãos dadas peça harmonia e proteção. Depois compartilhe o pão e o sal deixando um pedaço para colocar na terra.

fonte: Agenda Esotérica

16 de ago. de 2011

Deus Thot

A Magia do Conhecimento.

Thot é o Deus da Magia e da Escrita. Mas antes disso, é o Deus do Tempo, do decurso do tempo que leva de uma vida à outra. Ou, do tempo que leva da vida terrena ao limiar de uma esfera astral. É o guardião desse limite.

Isso quer dizer no mito de Thot, que não há julgamento dos Mortos que aconteça sem a sua presença.

A cabeça de Thot quase sempre é retratada com a cabeça de uma Íbis.

É precursor do Deus grego Cronos, e do romano Saturno.

É também considerado um Deus de Sabedoria. Mas não a sabedoria que registra todos os fatos. É a sabedoria da magia da vida que compreende tanto o bem quanto o mal. Segundo os ocultistas, Thot é quem determina quem fica preso às amarras de uma Magia feita sem o discernimento necessário.

É ele quem sabe o tempo certo de tudo que deve acontecer. Ele diz: "Quem não tem tempo, não merece tê-lo!" Só pode aprender quem se dedica ao estudo.

Thot nos leva ao escuro para que possamos valorizar a claridade. Pois o que seria da luz se não houvesse as trevas? Que seria do tempo se ele não tivesse uma duração? O que seria da sabedoria sem um conhecimento?

É o que se chama de polaridade no aprendizado. Para Thot, aí estava o verdadeiro caminho para se obter o desenvolvimento da cada mortal.

fonte: Agenda Esotérica

Deus Osíris

Deus Sol.

Osíris está a associado ao Sol e à Lua. Sua vida terrena relacionava-se ao Sol e a sua vida após a morte, à Lua.

Durante sua vida terrena, Osíris tomou o poder e introduziu diversas reformas, o que gerou a inveja do seu irmão Seth. Tal qual no mito grego, Zeus (Osíris) em polaridade com Hades (Seth).

Seth era o deus do Deserto e do Calor. Era visto como acompanhante do Sol, seu irmão. Seth estava associado também à Estrela do Cão, considerada responsável pelo calor.

Por esta associação, Seth era representado com a cabeça de cão. Mas tinha um lado positivo, era ele quem anunciava a inundação do rio Nilo por meio da Estrela do Cão. A cheia do Nilo que acontecia todo o ano, tornava as terras do Egito férteis. Por isso, este sinal, era ansiosamente aguardado.

Mas Seth não estava satisfeito em ser a "sombra" do irmão. Ele queria o seu trono e para isso, contratou 72 homens para matar o irmão. Após o trabalho, Seth tomou finalmente o trono que sempre desejou. O que ele não esperava é que Ísis, com a ajuda da irmã Néftis e do deus Thot, conseguiriam ressuscitá-lo.

Osíris, o Deus Sol, demonstrou com isso que nenhuma vida acaba após a morte. Pois se até mesmo ele, um deus, que fora morto, ressuscitou, outros também teriam esse direito. A exemplo desse mito egípcio, outras religiões também procuraram ensinar a ressurreição.

fonte: Agenda Esotérica

Geirahod, uma das Valquírias.

 

Na mitologia nórdica, Geirahod é uma das Valquírias, deusas guerreiras. Ela que decidia a vitória nos combates junto com “As Luzes do Norte”, grupo de guerreiras que tinham esse nome porque usavam armaduras luminosas.

Pode se recorrer a essas deusas para pedir ajuda numa promoção de trabalho, aumento de salário, ganhos judiciários ou vitória em debates.

Se puder, crie um altar com os quatro elementos: água, terra, fogo e ar. A água pode estar depositada numa taça, a terra na forma de uma pedra, o fogo numa vela acesa e o ar num incenso ou óleo aromático. Invoque a energia, a bravura, o destemor e a vitória dessas deusas ou das Valquírias e queime mentalmente a imagem de seu obstáculo ou fracasso em sua vida. Sopre as cinzas ao vento chamando-as para ajudar em sua luta e para aumentar sua força mágica.

fonte: Agenda Esotérica

Deusa Spenta Armaiti

Deusa da Terra.

As mulheres persas faziam festa e cultivam a terra pois celebra-se a Deusa Spenta Armaiti, a Deusa da Terra e da Fertilidade.

Antigamente, as sacerdotisas de seus templos, realizavam rituais de fertilidade invocando as forças da terra e o poder da Deusa.

No Zoroastrismo, Spenta Armaiti é o dom da sabedoria nascida da Piedade e da Devoção. Posteriormente passou a ser identificada com a Terra e adorada como a Deusa da Terra.

Se você tem um projeto a longo prazo, faça um encantamento com a terra para que ele se torne realidade e tenha êxito. Escolha primeiro algumas sementes. Depois, prepare um vaso com terra e segure as sementes em suas mãos mentalizando seus objetivos e necessidades para alcançá-los. Plante as sementes com carinho e cuide para que não lhe falte água ou luz. Se a planta se desenvolver, é sinal de que seu projeto será realizado. Caso contrário, seria talvez melhor você mudar de projeto ou trocar as sementes.

Mas lembre-se, a natureza é sábia e sempre os manda sinais.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Mitologia Egípcia

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Osíris, deus da ressurreição e da vida eterna nos Campos de Paz

Os egípcios, de todos os períodos dinásticos, acreditavam em Osíris que, sendo de origem divina, padeceu a morte e a mutilação sob as potências do mal, após grande combate com essas potências e voltou a levantar-se tornando-se, dali para adiante, rei do mundo inferior e juiz dos mortos e acreditavam que, por ele ter vencido a morte, os virtuosos também poderiam vencê-la. Osíris é a união do Sol e da Lua e foi morto e esquartejado em 14 pedaços por seu irmão Set, filho de Seb e Nut e marido de Néftis, que espalhou seus membros por todo o Egito, isto é, todo o Universo pois, ao separar a dupla original, o Sol e a Lua, Set dá origem aos planetas, às estrelas fixas, a todos os seres da Natureza, tudo isso nascido dos membros de Osíris, que foram arrancados e disseminados por todo o Universo, o Egito. Entretanto Osíris, ligado à morte, é o mundo atado, petrificado, privado da liberdade e submetido às leis da Natureza e aos ritmos implacáveis do Destino. Sua irmã, e esposa, Ísis, o trouxe de volta à vida depois de muito trabalho e esforço utilizando as fórmulas mágicas que lhe dera Tot, e teve um filho dele, Horo, que cresceu e combateu Set venceu-o e assim vingou o pai. Osíris passou a ser igual, ou maior, que Rá. Ele representa para os homens a ideia de um ser que era, ao mesmo tempo, deus e homem, e tipificou para os egípcios, de todas as épocas, a entidade capaz, em razão de seus padecimentos e de sua morte como homem, de compreender- lhes as próprias enfermidades e a morte. Originalmente, encaravam Osíris como um homem que vivera na terra como eles, comera e bebera, sofrera morte cruel e, com a ajuda de Ísis e Horo (seu filho), triunfara da morte e alcançara a vida eterna ao subir aos céus (Jesus Cristo). Por mais que se recue no tempo das crenças religiosas egípcias sempre há a crença na ressurreição e a morte física pouco importava, pois o morto atingia o Além que é a representação da terra ideal no céu e, por isso, era importante a conservação do corpo, pois o morto renascia no além. O centro do culto de Osíris, durante as 1as dinastias, foi Abidos capital do Antigo Egito e que recebe as tumbas dos 1os Faraós e lá onde estaria enterrada a cabeça do deus quando fora esquartejado pelas potências do mal e aonde, a partir o Reino Médio, se fazem peregrinações anuais com milhares de peregrinos, inclusive com a participação do próprio Faraó, para celebrar a ressurreição de Osíris. Os vários episódios da vida do morto se constituíram em representações no templo de Abidos (Via Sacra). Há outros templos, Ahmose, Senusret III, Seti I, Ramses II, cujas construções se sucedem desde as 1as Dinastias, continuam pelo Reino Médio (1975-1640 a.C.) atravessam o Reino Novo (1539-1075 a.C.) até o Último Período (715-332 a.C.). Com o tempo, Osíris passa de exemplo de ressurreição para a causa da ressurreição dos mortos e Osíris se torna um deus nacional igual e, em alguns casos, maior que Rá. Nas XVIII e XIX dinastias (1600 a.C.), ele parece ter disputado a soberania das 3 companhias de deuses, o que quer dizer, a trindade das trindades das trindades. Durante 5.000 anos no Egito, mumificaram- se os homens à imitação da forma mumificada de Osíris e eles foram para os seus túmulos crentes que seus corpos venceriam o poder da morte, o túmulo e a decomposição, porque Osíris os vencera.
A principal razão da persistência do culto de Osíris no Egito foi, provavelmente, ele prometer a ressurreição e a vida eterna aos fiéis. Mesmo depois de haver abraçado o cristianismo, os egípcios, continuaram a mumificar os seus mortos e a misturar os atributos de Osíris aos de Cristo e as estátuas de Ísis, amamentando seu filho Horo, são o protótipo da Virgem Maria e seu Filho.
Outros Deuses do Egito
Além dos deuses da família e da aldeia havia os deuses nacionais, deuses dos rios das montanhas, da terra, do céu formando um número formidável de seres divinos. Os egípcios tentaram estabelecer um sistema de deuses incluindo-os em tríades , ou grupos de 9 deuses e, nos últimos anos, se aprendeu que houve diversas escolas teológicas no Egito; Heliópolis, Mênfis, Abido, Tebas e, de todas essas, a que mais perdurou foi a de Heliópolis (V e VI dinastias) com sua grande companhia dos deuses, tendo Temu como deus maior mas que se funde em um único deus com Rá e Nu. Havia uma grande quantidade de deuses, mas apenas os que lidavam com o destino do homem, obtinham o culto e a reverencia do povo e, pode-se dizer que, eram os deuses que se constituíam na grande companhia de Heliópolis, ou seja, nos deuses pertencentes ao ciclo de Osíris.
São esses os 9 deuses, da grande companhia de Heliópolis.
Seb é a terra, era filho de Xu e é o pai dos deuses: Osíris, Ísis, Set e Néftis, passou, mais tarde, a ser o deus dos mortos.
Nut é o céu, é esposa de Seb e mãe de: Osíris, Ísis, Set e Néftis é considerada mãe dos deuses e de todas as coisas vivas.
Seb e Nut existiam no aquífero primevo ao lado de Xu e Tefnut.
Osíris, filho de Seb, e de Nut, marido de Ísis, e pai de Horo, é o Deus da Ressurreição e sua história já foi retro citada.
Ísis esposa e irmã de Osíris e mãe de Horo, é a deusa da natureza, a divina mãe, nessa qualidade tem milhares de estátuas onde está sentada amamentando o filho Horo, (Virgem Maria e Jesus Cristo) suas peregrinações em busca do corpo de Osíris, a tristeza ao dar a luz e educar o filho, Horo, no pântano de papiro do Delta do Nilo, a perseguição que sofreu dos inimigos do marido são citados em textos de todas as dinastias.
Set, filho de Seb e Nut, é marido de Néftis sua irmã, e é irmão de Osíris e Ísis, representa a noite, e estava sempre em guerra com Horo, o dia e é a personificação de todo o mal.
Néftis, mulher, e irmã, de Set, irmã de Osíris e Ísis, e é mãe de Anúbis filho dela e de Osíris; ela ajudava os mortos a superar os poderes da morte e do túmulo.
A seguir, os principais deuses das outras companhias:
Nu, pai dos deuses, e progenitor da grande companhia dos deuses, era a massa aquífera primeva.
Ptá, é uma forma de Rá e é tipificado como o abridor do dia.
Ptá-Sequer, é o deus duplo da encarnação do Boi Ápis de Mênfis com Ptá.
Ptá-Sequer-Ausar, três deuses em um, simbolizava: a vida, a morte e a ressurreição.
Cnemu, foi quem modelou o homem numa roda de oleiro, ajudava Ptá a cumprir as ordens de Tot (o homem moldado no barro por Deus).
Quépera, é o tipo da matéria que contem em si o germe da vida em vias de aflorar numa nova existência, significava o corpo morto que estava preste a fazer surgir o corpo espiritual.
Amon, era um deus local de Tebas com seu santuário fundado na XII dinastia (2500 a.C.), significa oculto, e passou a ser um deus de primeiríssima importância nas XVIII, XIX e XX dinastias e, a partir de 1700 a.C. foi declarado representante do poder oculto e misterioso que criou e sustenta o universo e o fundiram com os deuses mais antigos e ele usurpou os poderes de Nu, Cnemu, Ptá e vira um deus sagrado senhor de todos os deuses, Amon Rá, como está no papiro da princesa Nesi-Quensu de 1000 a.C.. A partir de 800 a.C. declina o poder de Amon.
Maât, grande deusa, tipifica a Verdade/Justiça. Presente no julgamento dos mortos, dela dependia a salvação.
Horo, simbolizado pelo falcão, que parece ser a 1a coisa viva que os egípcios adoraram, era o deus sol como Rá que em épocas mais recentes foi confundido com Horo filho de Osíris e Ísis. Ele estava associado aos deuses que sustentam o céu nos 4 pontos cardeais, os 4 espíritos de Horo, que são: Hapi, Tuamutef, Amset e Quebsenuf. É, também, tipificado como o dia sempre em luta contra Set.
Anúbis, filho de Osíris com Néftis que presidia a morada dos mortos, era o condutor dos mortos e protetor dos cemitérios.
Tot, deus da Palavra criadora e mágica, divindade lunar, encarnação da sabedoria, toda a cultura humana era obra de suas inspirações.
Ápis, touro que recebia culto, pois acreditavam que a alma de Osíris tivesse habitado o seu corpo, tinha uma mancha branca, em forma de crescente, na testa.
Rá, o deus Sol, é, provavelmente, o mais antigo dos deuses adorados no Egito, ele velejava pelo céu em 2 barcos o Atet, desde o nascer do sol até o meio dia, e o Sectet, do meio dia até o por do sol. Visto ser Rá o pai dos deuses nada mais natural que cada deus representasse uma fase dele e que ele representasse cada um dos milhares de deuses egípcios, numa explícita alegoria do fundamento monoteísta da religião egípcia.
A trindade Egípcia:
Temu ou Atmu, isto é, o que fecha o dia, seu culto vem da V Dinastia e é o fazedor dos deuses, criador de homens.
Xu, é o primogênito de Temu e tipifica a luz. Ele colocava um pilar em cada ponto cardeal para sustentar o céu, os suportes de Xu são os esteios do céu.
Tefnut, era irmã gêmea de Xu e tipificava a umidade, seu irmão Xu é o olho direito, e ela é o olho esquerdo de Temu.
Os deuses Temu, Xu e Tefnut formavam uma trindade e Temu na história da criação diz:
"Assim, sendo um deus, tornei-me 3" (a Santíssima Trindade católica).
O Barco do Sol representa a lua, seu quarto crescente, tendo o disco do Sol sobre ele e, essas 2 luminárias, formam essa imagem que é o núcleo central da religião egípcia, a Lua é fria e úmida, sempre em eterna mutação, governa a afeição, os amores, é feminina. O Sol é quente e seco e governa a razão de modo impessoal e objetivo, é masculino. Essas duas forças são equipotentes, com naturezas opostas, é o Yin e Yang da religião chinesa, o Enxofre e o Mercúrio da Alquimia, o Positivo e o Negativo da Eletricidade, a eterna oposição do bem e do mal,do amor e do ódio, do dia e da noite, a sublime dualidade de todas as coisas, desde sua Criação do aquífero primevo, na gênese do mundo contada pelos egípcios, há 6.000 anos atrás, através dessa religião e sistema moral complexo e maduro, que nada fica a dever às concepções desenvolvidas pela Grécia que dizia que: a matéria era uma carga muito pesada para o espírito, nascido no Céu e, consequentemente, a vida consistia em viver morrendo, enquanto a morte era, para a alma, a porta da Liberdade.

12 de ago. de 2011

Deusa Ishtar

Ishtar, Rainha das Estrelas.

Hoje é o dia da Rainha das Estrelas, Ishtar, a personificação da complexidade feminina.

É uma das deusas mais poderosa do panteão Assírio. Sua figura surgiu da união das lendas e dos atributos de várias deusas com características semelhantes.

Era representada ora como mãe benevolente, virgem guerreira, amante exigente de vários deuses e mortais, e ora como anciã, conselheira, invocada nos julgamentos e nas decisões.

Quando regia a Lua e o planeta Vênus, se apresentava como guerreira destemida, na forma de estrela matutina ou como cortesã sedutora, na forma de estrela vespertina. Às vezes, as duas formas se fundiam e emergia a Senhora da Vida e da Morte.
Conta a lenda, que na juventude, Ishtar amava Tamuz, o Deus da Colheita. Dizia-se que esse amor causara-lhe a morte. Triste, a Deusa teria descido ao mundo dos espíritos na esperança de salvar o amado. Em cada um dos portões que passava, deixava uma peça da sua vestimenta. Quando chegou ao mundo dos espíritos, foi aprisionada. Durante esse tempo em que ficou presa, nenhuma criatura na face da terra deu à luz. Isso causou uma desolação no céu e na terra.
O pai de Ishtar, Sin, o Deus Lua, pediu então ajuda à Ea, Guardião da Sabedoria e encarregado de velar pelo Destino, para salvá-la. Ea prepara um encantamento que a Rainha do mundo dos espíritos se vê forçada a libertar Ishtar. A deusa presa é aspergida com a água da vida e tendo recolhido suas roupas em cada um dos portões, retornou para a liberdade.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deus Apolo

Apolo, Deus Grego.

Ele era a melhor e mais brilhante divindade grega. Era tão habilidoso quanto belo. Resplandecente. Sua imagem era de um jovem atraente e viril.

Ele e sua irmã gêmea, Ártemis, eram filhos de Zeus com uma Titã, Leto. Conta a lenda, que para dar à luz, Leto teve que fazê-lo na Ilha de Delos, pois todos os outros lugares temiam o poder do filho de uma Titã. Quando nasceu, Apolo jurou lealdade à sua lira e ao arco e prometeu revelar a vontade de Zeus através dos oráculos. Quatro dias depois, Apolo viajou para Delfos e matou um dragão que tentara contra sua mãe enquanto ela estava grávida. Essa batalha aconteceu no centro do mundo grego e tornou-se depois um dos principais templos de Apolo.

Ele era um dos doze principais deuses do Olimpo. Mas tal como os outros deuses, também tinha o seu lado obscuro. Embora ele fosse o patrono da medicina, suas flechas provocavam doenças nos seres humanos e ele podia ser cruel quando irritado.
Apolo era conhecido pelos seus casos amorosos. Mas não tinha muita sorte no amor. Dafne, uma ninfa da montanha, por exemplo, preferiu virar uma árvore de louro do que render-se ao Deus. Cassandra, filha de Príamo, Rei de Tróia, foi uma mortal que resistiu às investidas de Apollo mesmo ele tendo lhe concedido o dom da visão. Furioso, mas incapaz de lhe retirar o dom, fez com que suas profecias, embora se cumprissem, ninguém acreditasse nelas.

texto e fonte: Agenda Esotérica