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Abençoados sejam todos!

31 de ago. de 2011

Deusa Chloris

Deusa dos Brotos.

Celebrava-se Chloris, a jovem deusa grega dos Brotos e das Sementes. Ela era namorada de Zéfiro, o deus do Vento do Oeste.

Eles formavam um belo casal de jovens e alegres deuses que deslizavam pelo céu, enfeitados com coroas de flores. Costumavam tocar com suas asas os casais de namorados nos dias frescos de primavera. No Hemisfério Norte, a estação é das flores.

Aproveite a energia dessa deusa e colha algumas flores para presentear alguém ou mesmo para enfeitar a sua casa.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Pales

Pales e os Animais Domésticos.

Pales é deusa romana protetora do gado e dos animais domésticos. Seus cabelos parecem coroados de louro e nas mãos possui um punhado de palha.

No Festival chamado Palília, para se reverenciar esta deusa, enfeitavam-se os animais com galhos verdes. Depois eles eram passados pela fumaça das fogueiras com o objetivo de afugentar as más vibrações. E ainda oferecia-se leite e bolo à Pales pedindo suas bênçãos.
No seu dia (20 de abril), é um bom dia para dar um banho nos seus animais domésticos e mentalizar a purificação deles. Limpe também o cantinho deles e coloque essência e galhos de eucalipto. Depois invoque a proteção da deusa para que zele por eles.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Ranu Bai

Ranu Bai e a Chuva.

Celebrava-se a deusa hindu da chuva, da fertilidade e da primavera chamada Ranu Bai.

As mulheres que não conseguiam ter filhos reverenciavam esta deusa na esperança de um dia engravidarem. Levavam vasilhas com água de chuva para suas estátuas e pediam-lhe que fertilizasse seus ventres.
Na Austrália, a deusa aborígine da chuva chamava-se Wonambi. Era vista como uma serpente guardiã do arco-íris.
Celebre este dia usufruindo do poder purificador da chuva. Caso não chova neste dia, mentalize um passeio sob a chuva em que a água lava sua alma e leva embora os aborrecimentos que por ventura possam estar lhe tirando o equilíbrio.
Se puder, recolha um pouco de água da chuva e a guarde para lavar seus objetos esotéricos, cristais, pedras etc.

texto e fonte: Agenda Esotérica

A Asteca Coatlicue.

 

Coatlicue é a deusa asteca da vida e da morte. Também mãe dos deuses da Lua, das Estrelas e do Sol.
É também chamada de Saia de Serpente. Recebeu esse nome porque usa uma saia de cascavéis que balançam.  Sua representação traz além das serpentes, penas e colares de caveira .

Conta a mitologia asteca que certo dia a deusa encontrou plumas com penugem branca e as colocou sobre seu peito. Apenas com esse gesto, Coatlicue ficou grávida. Os outros deuses, seus filhos, descobriram e juraram matá-la para impedir que o recém-nascido os suplantasse.

Apenas sua filha, Coyolxauhqul, a deusa da Lua, a avisou do perigo que corria. Por ter dedurado os irmãos, Coyolxauhqul foi decapitada pelo deus do Sol. Em sinal de luto, Coatlicue colocou a cabeça luminosa da filha no céu.

É considerada a criadora primordial, preexistente a qualquer outra criação. Coatlicue também governava a morte definindo o prazo de vida de todas as criaturas.

Texto e fonte: Agenda Esotérica

27 de ago. de 2011

Deusa Bau

Deusa do Céu.

Na Babilônia reverenciava-se a Deusa Bau, deusa do Céu, da Terra e do mundo subterrâneo. Ela era mãe de Ea, o deus das Águas.
O Termo Ba significa “dar, oferecer, repartir”. E a letra U, significa capim, pasto que implica em generosidade de alimentos para o homem primitivo
Conta a mitologia, que Bau era a Mãe Primordial na Babilônia e na Fenícia. Ela era descrita como a criadora de todos os seres vivos. Tempos depois, teria sido fragmentada em outras deusas das quais apenas uma continuou sendo cultuada como Deusa Mãe, a deusa Gula. Essa Deusa era detentora do poder de sustentar a vida, de provocar ou curar doenças. A fornecedora de alimentos e da boa colheita.
Ela também foi Baba, a parteira, a que ajuda a trazer a vida ao mundo.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Tara

Deusa das Estrelas.

Celebra-se Tara, a deusa hindu das Estrelas. Tara é uma das manifestações de Kali, a Senhora do Tempo. E é a deusa mais importante do Budismo Tibetano.

É conhecida por ajudar as pessoas que estão passando por uma fase tumultuada e de necessidade. Ela orienta indicando um caminho mais claro para encontrar o silêncio e a força interior. Também chamada de Deusa do Autocontrole e do Misticismo.
O simbolismo dessa deusa é uma estrela vista como um elemento de auto-combustão. Representa a fome insaciável, espiritual e física, que dá sentido à vida.
É invocada em 108 nomes através de um rosário com 108 contas.
De acordo com o mito, “da primeira lágrima de compaixão formou-se um lago. No meio deste lago surgiu lótus. Quando floresceu, Tara emergiu.”
A Deusa também aparece como uma adolescente ou barqueira que leva os homens do mundo da ilusão ao do conhecimento. Tara possui inúmeras personalidades que se expressam de acordo com a necessidade, e a diferença entre essas manifestações está na cor, que pode ser branca, verde, vermelha, amarela ou azul.

texto e fonte: Agenda Esotérica

Deusa Cibele

Cibele e Attis.

Celebra-se a Deusa Cibele, a Grande Mãe, deusa da Vegetação e da Fertilidade.

Seu culto teve origem na Frigia, em Anatólia.

Cibele era representada como uma mulher madura, coroada de flores e espigas de cereais. Também vestida com uma túnica multicolorida e carregando um molho de chaves na mão.

Em algumas representações, ela está cercada por leões ou segurando nas mãos várias serpentes.

De acordo com a lenda, Cibele se apaixonou por Attis. Mas ele a traiu e sem perdão, a deusa o castigou deixando-o louco. Em uma de suas loucuras, Attis mutilou a si próprio sangrando até morrer. No entanto, Cibele ficou condoída com sua morte e resolveu transformá-lo num pinheiro e de seu sangue nasceram violetas.

O templo de Cibele, que existia em Roma, foi transformado na Basílica de São Pedro. Isso aconteceu no século VI quando uma seita de cristãos montanheses que veneravam ainda a Deusa e admitiam mulheres como sacerdotes, foi declarada herética. A seita foi abolida e seus seguidores queimados vivos.

texto e fonte: Agenda Esotérica

24 de ago. de 2011

Deusa Ilmatar ou Luonnotar

Para aqueles que gostam de mitologia, deem uma olhada no blog Mitos + Graphos (http://mitographos.blogspot.com). Recomendo. Abraços, Sofya.

Luonnotar, pintura de Robert Wilhelm Ekman (1808-1873)
Luonnotar ("espírito feminino da natureza") era a jovem do ar, a deusa que criou o mundo ao longo de milhares de anos. Dia a lenda que um dia uma pata selvagem pousou em seu joelho, fez um ninho e colocou sete ovos. Quando estes começaram a se abrir, o calor foi insuportável para a jovem que se mexeu e derrubou os ovos no mar. Eles foram se transformando em ilhas, continentes, no sol, na lua e nas estrelas.
Em uma outra lenda, a pata teria colocado apenas um ovo. A parte de cima da casca tornou-se o céu. As estrelas teriam se formado de pequenos pedaços da casca. Da gema, fez-se o sol e, da clara, fez-se a lua.
Arte de Lisa Hunt
Mesmo mantendo seu status virginal, ficou grávida dos céus e dos oceanos e teve Väinämöinen - personagem central da mitologia finlandesa -, Lemminkäinen eIlmarinen.
É também chamada de Ilmatar, "espírito feminino do ar". Raramente é retratada como homem, como um grande herói.