Pesquisar neste blog

A principal fonte dos textos postados aqui é da Internet, meio de informação pública e muita coisa é publicada sem informações de Copyright, fonte, autor etc. Caso algum texto postado ou imagem não tenha sua devida informação ou indicação, será escrito (autoria desconhecida). Caso souberem, por favor, deixe um comentário indicando o ou no texto, ou caso reconheçam algum conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, por favor, avisar para que se possa retirá-lo do blog ou dar-lhe os devidos créditos. Se forem utilizar qualquer texto postado aqui, por favor, deem os devidos créditos aos seus autores. Obrigada!

Abençoados sejam todos!

13 de set. de 2011

Deusa Domna

Deusa Pedra.

Na tradição irlandesa, acreditava-se que a Deusa Domna transformava-se em pedra. Ela era a Deusa de todas as pedras sagradas, como os cristais, por exemplo.

Era homenageada com procissões e rituais nos círculos de pedras.

Para entrar em sintonia com a energia dessa Deusa, ao sair de casa procure entre cristais ou qualquer outra pedra que encontrar no seu caminho e que lhe chame a atenção. Leve-a para casa, lave-a com água e sal grosso e depois a coloque num altar ou em um lugar que seja do seu agrado. Acenda uma vela azul e deixe-a queimar até o final. Mentalize que esta pedra é um grande talismã com um poder sem igual.

fonte: Agenda Esotérica

Deusa Kamadhenu

Kamadhenu, a Vaca Sagrada.

No budismo, realizava um ritual para a benção das meninas, dedicado à Deusa Surabhi ou Kamadhenu, “a vaca da plenitude que realiza todos os desejos”. Essa Deusa representava a maternidade e a reprodução. Era invocada para proteger as crianças.

Kamadhenu é uma deusa bovina da mitologia hindu. É vista como a mãe de todas as vacas. E segundo o mito, ela dá ao seu dono tudo o que ele deseja. Todas as vacas são veneradas como a encarnação terrena da deusa Kamadhenu.
Ainda hoje existem casas que possuem imagens de Kamadhenu. Mas essa deusa nunca teve um templo dedicado a ela para adoração. Embora seja considerada uma das divindades principais do panteão hindu. A verdade é que o próprio animal vivo, a vaca, é o objeto permanente de adoração.

fonte: Agenda Esotérica

Deusa Cardea

Deusa da Fechadura.

Cardea é a deusa romana da vida doméstica e das trancas e fechaduras.
Além de zelar pelas portas e janelas das casas, Cardea também cuidava da harmonia familiar.
Detentora dos segredos de tudo o que se quer guardar, seja para proteger ou eternizar, e de tudo que se abre para a vida ou para o mundo, Cardea era a chave para o conhecimento oculto. Chama-la também era pedir que lhe abrisse as portas para um novo aprendizado ou que lhe resguardasse de um perigo iminente.
Aproveite esta data e faça um talismã de proteção. Escolha entre uma mandala, uma figa, uma ferradura, runas ou imagens de anjos e a coloque na porta ou janela de sua casa como proteção.

fonte: Agenda Esotérica

6 de set. de 2011

Deusa Maeve

Rainha Celta.
Celebrava-se Maeve, a Rainha que se transformou em deusa celta da Sabedoria da Terra. Muito cultuada em Tara, na Irlanda. De Rainha passou a Deusa por ter exercido grande poder e fascínio entre seus súditos na terra. Difícil era não olhar para ela e se apaixonar. Tanto que seu nome em celta era Medhbh, ou “aquela que intoxica”.
Reinou sobre Connacht e participou efetivamente de combates. Na sua época, as mulheres não eram vistas como seres frágeis ou incapazes. Elas iam literalmente à luta. E ainda tinham o poder de escolher seus maridos e o direito de optar pelo divórcio, separação, caso estivessem insatisfeitas ou sentindo-se infelizes. Naturalmente, esse foi um período anterior ao Cristianismo, onde as mulheres exerciam um outro papel na sociedade.
Ficou para a posteridade como uma deusa guerreira pois costumava montar cavalos selvagens e vivia cercada por animais.
Se quiser entrar em sintonia com a energia dessa Deusa Celta, medite e procure visualizar Maeve. Pergunte a seus pássaros mensageiros o que precisa combater na sua vida e como absorver sua energia para alcançar seus objetivos.

fonte do texto: Agenda Esotérica, 
fonte da foto: reginaminas-tarot.blogspot.com

Deusa Maia

Maia e as Plêiades.

Na Grécia se comemorava a deusa Maia e seu filho Hermes. A Maia grega é a versão ocidental de Maya, mãe de Buda.

Maia era uma deusa antiga e pré-helênica. Tida como sábia e na versão anciã. Seria guardiã da noite simbolizada pela maior estrela das Plêiades. Mas com as mudanças sociais e o crescimento do patriarcado, Maia foi perdendo seus atributos e considerada apenas uma deusa do verão, do calor e do crescimento.

Conta a mitologia, que ela e suas irmãs fugiram de Órion, o gigante, e se refugiaram no céu formando assim, o aglomerado das Plêiades.
O nome deste mês se chama Maio em homenagem à Maia.

fonte: Agenda Esotérica, fotos: internet

Deus Shashti

Festival de Shashti.

Na Índia comemora-se o Festival de Shashti.

Na mitologia hindu, Shashti era um Deus das Florestas. Ele as protegia dos saqueadores e caçadores de animais que lá viviam.

Shashti se assemelha ao Deus Pã, cultuado na mitologia grega e romana.

Se você puder, queime um incenso de ervas e depois jogue as cinzas num jardim. Esse ato simboliza o encontro de Shashti com a mãe natureza.

fonte: Agenda Esotérica, fotos: internet

Deusa Tian Hou

Rainha do Céu.

Na China, celebrava-se a Rainha do Céu, a Deusa do Oceano e da Estrela do Norte, Tian Hou.

Essa deusa também é protetora dos marinheiros e dos pescadores. E apesar de ser uma deusa que rege a água, ela flutuava com as nuvens, consultando os ventos para descobrir e salvar os marinheiros que estivessem em perigo.

Conta a mitologia que Tian Hou foi uma mortal chamada Lin Moniang e que seus quatro irmãos eram todos marinheiros, cada um tinha seu próprio barco. Um dia Lin teria entrado em coma e sua mãe tentado reanimá-la, conseguindo. Mas a deusa não gostou de ser acordada. Naquele mesmo dia, ao final da tarde, só retornaram para casa três dos seus irmãos. Eles disseram que seus barcos tinham sido quase destruídos pela tempestade no mar mas que uma visão da irmã os levara para um lugar seguro. Mas o quarto irmão, nunca mais voltou. Talvez se Lin não tivesse sido acordada antes da hora.
Hoje os marinheiros costumam jogar flores ao mar para pedir a proteção de Tian Hou. Se você puder, jogue também flores ao mar ou num rio e peça à Deusa que afaste as névoas de seu caminho mostrando um porto seguro.

fonte: Agenda Esotérica; fotos: internet

Deusa Anuket

A Deusa do Abraço.

No Egito Antigo, celebrava-se Anuket, antiga Deusa das águas e da fertilidade da Terra. O seu culto estava centrado na primeira catarata do Rio Nilo.

Inicialmente, era uma divindade ligada à água. Mais tarde foi associada à sexualidade. O seu nome significa “aquela que aperta, abraça”. E é com seu abraço, durante a inundação, que Anuket fertilizava os campos.

Seu emblema era o búzio, sendo representado com quatro braços. Significava o símbolo da união da polaridade masculina e feminina. Chamava-se Una.

Anuket aparece sempre com um toucado formado por plumas ou vegetais. Às vezes, surge como uma gazela, animal sagrado associado à Anuket.

Essa Deusa era virgem e fora criada por si mesma. Mesmo assim, gerou o deus solar Ra.

fonte: Agenda Esotérica