Pesquisar neste blog

A principal fonte dos textos postados aqui é da Internet, meio de informação pública e muita coisa é publicada sem informações de Copyright, fonte, autor etc. Caso algum texto postado ou imagem não tenha sua devida informação ou indicação, será escrito (autoria desconhecida). Caso souberem, por favor, deixe um comentário indicando o ou no texto, ou caso reconheçam algum conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, por favor, avisar para que se possa retirá-lo do blog ou dar-lhe os devidos créditos. Se forem utilizar qualquer texto postado aqui, por favor, deem os devidos créditos aos seus autores. Obrigada!

Abençoados sejam todos!

26 de out. de 2011

Deusa Xochiquetzal

Xochiquetzal, Deusa das Flores.

Xochiquetzal é a deusa asteca das flores, da vegetação e da sexualidade. É equivalente à deusa romana Flora.

Também chamada de “A Senhora com saia de penas azuis” ou “A Mãe das Flores”. As oferendas, dadas a ela, pequenas figuras de barro, foram descobertas em várias escavações arqueológicas do México.

Conta a lenda que quando houve o Dilúvio, Xochiquetzal e Coxocox, seu marido, foram os únicos sobreviventes. Eles se agarraram a um tronco de árvore depois que as ondas gigantes passaram. Tinham como missão repovoar a terra mas seus filhos nasciam mudos. Um pombo mágico devolveu-lhes a fala só que cada um falava uma língua diferente.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aima

Aima, Mãe Celta.

Na Antiga Espanha, celebrava-se Aima, a Grande Mãe Celta que regia o céu e os planetas.
Às vezes era representada vestida com raios solares, com a Lua a seus pés e usando uma coroa dom doze estrelas.
É equivalente à Binah da Cabala. A Binah significa entendimento. É o terceiro dos dez Sephirot. É uma potência feminina que corresponde à letra Hé. Binah é denominado Aima, a Mãe Suprema e o grande Mar.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Néftis

Néftis, Irmã de Ísis.

Néftis é a deusa egípcia do pôr-do-sol, dos túmulos e da morte. Ela era irmã de Ísis e esposa do deus Seth.

Seu nome significa fim e vitória. Era conhecida como “Senhora da Casa”ou “Senhora do Castelo”. E representada como uma mulher com cabeça de cobra ou uma serpente com cabeça de mulher. Ou um escorpião no lugar da cobra. Em outras representações, como Ísis porta na cabeça o trono do mundo, Néftis porta o pilar que sustenta esse trono.

A mitologia conta que Néftis, após uma briga com Seth, fantasiou-se de Ísis. E Osíris pensando que se tratava de sua mulher, se uniu a ela por uma noite. Desse relacionamento nasceu Anúbis, deus dos embalsamadores. Quando Osíris foi morto por Seth, Néftis ajudou a irmã a recuperar o seu corpo. E ainda o reanimaram tempo suficiente para que Ísis pudesse conceber um filho.
Tanto Néftis quanto Ísis estavam incumbidas de velar pelos mortos. Néftis ficava na cabeceira dos sarcófagos reais e Ísis aos pés dos sarcófagos.
A deusa também representava as terras áridas e secas do deserto.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Amaterasu Omi Kami

 

No Japão, festija-se da deusa solar Amaterasu Omi Kami. Ela é reverenciada como a governante de todos os deuses e guardiã do povo japonês e da unidade cultural. O seu emblema está na bandeira nacional.

É representada por uma linda mulher repleta de jóias e cuja luz, que reflete no espelho, ilumina o céu e a terra. É também chamada de "Grande e augusto espírito que brilha no céu".

De acordo com o mito, a Deusa era invejada pelo seu irmão Susanowo, o deus do Tufão. Susanowo passou a desrespeitá-la e a destruir suas criações. Após tantas destruições, inclusive morte de algumas mulheres, Amaterasu ficou magoada e resolveu se enclausurar numa gruta. Com a ausência da Deusa, a vegetação feneceu e o frio e a escuridão tomaram conta da Terra. Os deuses alarmados se reuniram na frente da gruta fazendo muito barulho. Uzume, que era a deusa xamânica da alegria, começou a dançar de forma tão engraçada que o riso dos deuses atraiu a curiosidade de Amaterasu.

A Deusa Solar abriu os véus que cobriam a entrada e sua figura se refletiu num enorme espelho colocado na frente da gruta. A imagem refletida era a de uma mulher tão bonita que Amaterasu se sentiu enfeitiçada por sua própria beleza ficando estática. O deus da Montanha fechou depressa a entrada da gruta com rochas e os outros deuses cantaram tantos louvores à Amaterasu que ela comovida deixou-se conduzir de volta para o seu palácio dourado e de onde saía todas as manhãs para iluminar o dia.

Uma boa dica para hoje é saudar a Deusa invocando suas bênçãos. Os devotos de Amaterasu costumam captar a luz solar num espelho e refleti-la em todos os cômodos da casa.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Rhea

Rhea, Mãe das Montanhas.

Na Grécia, comemorava-se Rhea, a Mãe das Montanhas. Rhea era uma antiga deusa de Creta.

De acordo com a mitologia, Rhea era uma Titã, filha de Uranos, que representava o Céu, e filha de Gaia, a Terra. Era irmã e esposa de Cronos e com ele gerou seis filhos: Héstia, Hades, Deméter, Poseidon, Hera e Zeus. Por isso é também conhecida como Mãe dos Deuses. Cansada de ter seus filhos devorados pelo próprio marido, se refugiou nas montanhas para dar à luz. Zeus nasceu numa caverna do monte Dicte. Depois, Rhea deu à Cronos uma pedra enrolada em panos no lugar do filho. O marido enganado engoliu a pedra sem perceber a troca.
O nome Rhea pode ter sido derivado de “chão” ou de “fluxo”. Na mitologia romana é identificada com a Deusa Cibele.
Era reverenciada com procissões de címbalos, flautas, tambores e tochas acesas.
Se você quiser também fazer uma invocação à Deusa, então acenda uma vela verde e mentalize: “a Terra nos dá seus frutos, por isso eu louvo e agradeço à Mãe Terra.
A segunda maior lua de Saturno tem o nome de Rhea.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Sunna

Deusa do Sol.

Nos dias de hoje festeja-se Santa Sunniva, a versão medieval cristianizada da Deusa nórdica Sunna.

Para os povos nórdicos, o Sol era a força Criadora da Vida, e era representado por uma Deusa. Conta a lenda, que Sunna costumava sentar-se nas pedras uma hora antes do Sol nascer para fiar em sua roca de ouro. Ela era chamada de “Noiva Luminosa do Céu”. Sua carruagem, puxada por dois cavalos, trazia um disco brilhante do Sol. E para proteger a Terra do calor solar, ela usava um escudo mágico.

As pedras eram sagradas para essa Deusa. E os homens para honrá-la ergueram vários círculos de pedra, espalhados por toda a Escandinávia.

Na Finlândia, também celebrava-se uma Deusa solar, chamada de Virgem Dourada. Enquanto que na Noruega, para festejar a entrada do sol logo após os meses escuros do inverno, as mulheres costumavam desenhar com manteiga representações do Sol nas portas de suas casas.

Já nos países eslavos, reverenciava-se Sundy Mumy, a Mãe do Sol. Era ela quem aquecia o tempo e dava força a seu filho Sol.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aine

Aine, a Deusa das Fadas

Na Irlanda, comemorava Aine, a deusa das Fadas. Era comum os fazendeiros passarem com tochas acesas ao redor do gado e sobre os campos de cultivo. Dizia-se que o fogo invocava a proteção desta Deusa para afastar doenças e pragas.

Aine de Knockaine, como é chamada, é uma deusa Solar irlandesa. Associada ao Solstício de Verão, no hemisfério norte, sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. O seu nome significa prazer, alegria, esplendor.

Na mitologia, Aine é irmã da Rainha dos Elfos, Grian. E há uma lenda que diz que ela tinha o poder de se transformar tanto num cisne branco quanto numa égua vermelha, que ninguém conseguia alcançar.
Essa deusa também ajudava os viajantes perdidos nos bosques. Para pedir ajuda, bastava bater três vezes no tronco de uma árvore que tivesse flores brancas.
Sempre que se sentir perdido em algum lugar, procure uma árvore com flores brancas. Bata no tronco e chame por Aine. Não custa tentar!

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Ix Chel

Ix Chel, Deusa Maia.
Homenageava-se Ix Chel, a deusa Maia da Cura, também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.
Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.
Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.
É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.
O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.
A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica