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Abençoados sejam todos!

1 de nov. de 2011

Deusa Coylxauhqui

Deusa Lunar Asteca Coylxauhqui

(Em 1978 nas escavações da cidade do México, foi encontrada uma
grande pedra com uma inscrição. Era uma antiga lenda descrevendo a disputa entre Coyolxauhqui e Huitzilopocchtli, seu irmão e deus do Sol.)

Na Mitologia Asteca Coyolxauhqui é uma deusa símbolo da lua.
Seu nome significa "Mulher com sinos de cobre em seu rosto", é quando a lua cheia sobe e fica vermelha, você pode vê-los.
Sua mãe, Coatlicue, tornou-se magicamente grávida quando uma coroa de penas caiu no colo. Acreditando que sua família tinha sido desonrada, o Coyolxauhqui irritado pretendia matá-la, mas a criança Huitzilopochtli, cujo nome significa "Colibri à Esquerda" (ao sul, ou seja, o Sol), surgindo desde o ventre totalmente blindado, defendeu sua mãe e matou Coyolxauhqui. Cortou sua cabeça e atirou-a no céu, onde tornou-se a lua. O combate entre Coyolxauhqui Huitzilopochtli da Lua e do Sol representa a alternância de dia e de noite.
Coyolxauhqui em um nível pragmático pode indicar a rivalidade entre irmãos.  Em um maior nível, este dia representa a energia necessária para transcender as diferenças e ser capaz de mover o espírito para um plano superior.

fonte do texto e foto: http://www.luzemhisterio.com.br

Deusa Héstia

Vesta

Héstia era a deusa da lareira, ou mais especificadamente, do fogo queimando numa lareira redonda. É a menos conhecida dos deuses olímpicos. Héstia e sua equivalente romana, Vesta, não foram representadas em forma humana por pintores e escultores da época.
Ao contrário, esta deusa se fazia representar pela chama viva no centro do lar, do templo ou da cidade. O símbolo de Héstia era um circulo. Suas primeiras lareiras eram redondas, assim como seus templos. Nem o lar nem o templo ficam santificados até que Héstia entrasse. Ela santificava ambos os lugares quando estava lá. Héstia era tanto uma presença espiritual como um fogo sagrado que proporcionava, calor e aquecimento para o alimento.

hestia

Ritos e Cultos

Ao contrário dos outros deuses e deusas, Héstia não era conhecida através de seus mitos e representações. Sua importância é encontrada em rituais, simbolizada pelo fogo. Para que uma casa se tornasse um lar, a presença de Héstia era solicitada. Quando um casal se unia, a mãe da noiva acendia uma tocha e a transportava diante do casal recentemente casado até sua nova casa, para que acendessem a primeira chama em seu lar. Esse ato consagrava o novo lar.

Depois que uma criança nascia, acontecia um segundo ritual. Quando a criança tinha cinco dias de idade, era levada ao redor da lareira para simbolizar sua admissão na família. Então seguia-se um festivo banquete sagrado. Da mesma forma, cada cidade-estado grega tinha uma lareira comum com um fogo sagrado no edifício principal, onde os convidados se reuniam oficialmente. Cada colônia levava o fogo sagrado de sua cidade natal para acender o fogo da nova cidade.
Posteriormente, em Roma, Héstia foi venerada como a Deusa Vesta.
Lá o Fogo Sagrado de Vesta uniu todos os cidadãos de Roma numa só família. Em seus templos, o fogo sagrado era cuidado pelas virgens vestais, que eram solicitadas a personificar a virgindade e anonimidade da deusa. Em certo sentido, elas eram representações humanas da deusa; eram imagens vivas de Héstia, transcendendo a escultura ou a pintura. As meninas escolhidas para  serem as Virgens Vestais eram levadas ao templo quando eram bem jovens, em geral com menos de seis anos. Vestidas de forma igual, o cabelo aparado como novas iniciadas, o que quer que fosse distinto e individual quanto a elas era apagado. Eram deixadas à distância de outras pessoas, honradas, e esperava-se que vivessem como Héstia, com terríveis consequências se não permanecessem virgens. Uma Virgem Vestal que tivesse relações sexuais com um homem tinha profanado a deusa. Como punição devia ser enterrada viva, sepultada numa área pequena e sem ar no subsolo, com luz, óleo, alimento e um lugar para dormir. A terra acima dela seria nivelada, como se nada estivesse embaixo. Portanto, a vida de uma Virgem Vestal como personificação da chama sagrada de Héstia era extinta quando ela parava de personificar a deusa. Era coberta com terra como carvão que se extingue numa lareira.

Héstia era frequentemente parceira de Hermes, o deus mensageiro, conhecido pelos romanos como Mercúrio. Ele era uma divindade eloquente e astuciosa, protetor e guia dos viajantes, deus do discurso e patrono dos homens de negócio e dos ladrões. Sua representação primitiva foi uma pedra em forma de pilar chamada de "Herma". Nas casas, a lareira redonda de Héstia ficava no interior, enquanto o pilar fálico de Hermes ficava na entrada. O fogo de Héstia proporcionava calor e santificação a casa, enquanto Hermes permanecia à porta para
trazer a fertilidade e manter fora o mal. Nos templos, essas divindades
também apareciam ligadas. Em Roma, por exemplo, o santuário de Mercúrio ficava à direita dos degraus que conduziam ao templo de Vesta. Portanto, nos lares e templos Héstia e Hermes estavam relacionados, mas separados. Cada um desempenhava uma função separada, altamente considerada. Héstia ministrava o santuário, onde as pessoas se uniam numa família, lugar considerado lar. Hermes era o protetor na porta, o guia e companheiro no mundo, onde a comunicação, o saber se virar e ter boa sorte fazem muita diferença.

fogo_sagrado

fonte do texto e fotos: http://www.luzemhisterio.com.br

Deusa da Fortuna

(Roma)

fortuna

Deusa Fortuna
Fortuna era a deusa romana da sorte (boa ou má), da esperança. Corresponde a divindade grega Tyche. Era representada com portando uma cornucópia e um timão, que simbolizavam a distribuição de bens e a coordenação da vida dos homens, e geralmente estava cega ou com a vista tapada (como a moderna imagem da justiça), pois distribuía seus desígnios aleatoriamente.
Era considerada filha de Júpiter. Roma dedicava a ela o dia 11 de Junho, e no dia 24 do mesmo mês realiza um festival em sua homenagem, o Fors Fortuna. Seu culto foi introduzido por Sérvio Túlio, e Fortuna possuía um templo nos tempos de Roma republicana próximo ao Capitólio chamado de templo de Fortuna Virilis.

Ritual de prosperidade
Separe onze moedas, unte cada uma com óleos aromáticos e deposite-as em um saquinho. Medite então à Deusa Fortuna pedindo prosperidade material e espiritual. Leve o saquinho com você durante todo o dia. Ao amanhecer dê estas moedas a alguém necessitado.

firme

Algumas coisas estão entrando em colapso na sua frente?
Esta enfrentando traumas,doença repentina ou perda?
É como se o negativo invadisse o seu dia a dia?
Fique tranquilo... Não seu mundo não está desmoronando, nem os "deuses" estão zangados com você - embora possa parecer.
O que está desmoronando são apenas aqueles elementos de sua vida que foram construídos em solo instável: crenças sociais, preconceitos, paradigmas, etc..
Acredite: O que for verdadeiro vai emergir da poeira e o que for falso vai mesmo se desfazer... Veja suas perdas não como o seu pior pesadelo, mas como uma libertação. Sinta a liberdade que vem do fato de não viver mais em negação e tentando sustentar algo imperfeito.

fonte do texto e fotos: http://www.luzemhisterio.com.br

Deusa Anahita

ritual_arco_iris

Anahita (Persia), a deusa do amor,  uma das deusas governantes do Império. Ela personificava o poder fertilizador da Lua, da água e da chuva - a água que  vinha das estrelas - e era regente do planeta Vênus. Por isso, era considerava a padroeira da reprodução, aquela que purificava o sêmen do homem e abençoava o ventre e os seios da mulher. Ela aparecia ora como mãe(nutridora), ora como guerreira (defensora) de seu povo.
Ritual:  mentalize o cálice sagrado dessa deusa derramando sobre você uma chuva luminosa, nas cores do arco-íris. Abra seus canais sutis e atraia aquela cor que lhe é mais necessária neste momento de sua vida. Recolha a água da chuva e use-a para limpar os objetos de seu lugar sagrado e seus cristais ou para purificar seus centros energéticos. Conecte-se às qualidades de Anahita relacionadas ao seu
momento atual. Cuide-se, lute por seus objetivos ou, simplesmente, abra-se para o amor entrar em sua vida.

fonte do texto e foto: http://www.luzemhisterio.com.br

26 de out. de 2011

Deusa Xochiquetzal

Xochiquetzal, Deusa das Flores.

Xochiquetzal é a deusa asteca das flores, da vegetação e da sexualidade. É equivalente à deusa romana Flora.

Também chamada de “A Senhora com saia de penas azuis” ou “A Mãe das Flores”. As oferendas, dadas a ela, pequenas figuras de barro, foram descobertas em várias escavações arqueológicas do México.

Conta a lenda que quando houve o Dilúvio, Xochiquetzal e Coxocox, seu marido, foram os únicos sobreviventes. Eles se agarraram a um tronco de árvore depois que as ondas gigantes passaram. Tinham como missão repovoar a terra mas seus filhos nasciam mudos. Um pombo mágico devolveu-lhes a fala só que cada um falava uma língua diferente.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aima

Aima, Mãe Celta.

Na Antiga Espanha, celebrava-se Aima, a Grande Mãe Celta que regia o céu e os planetas.
Às vezes era representada vestida com raios solares, com a Lua a seus pés e usando uma coroa dom doze estrelas.
É equivalente à Binah da Cabala. A Binah significa entendimento. É o terceiro dos dez Sephirot. É uma potência feminina que corresponde à letra Hé. Binah é denominado Aima, a Mãe Suprema e o grande Mar.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Néftis

Néftis, Irmã de Ísis.

Néftis é a deusa egípcia do pôr-do-sol, dos túmulos e da morte. Ela era irmã de Ísis e esposa do deus Seth.

Seu nome significa fim e vitória. Era conhecida como “Senhora da Casa”ou “Senhora do Castelo”. E representada como uma mulher com cabeça de cobra ou uma serpente com cabeça de mulher. Ou um escorpião no lugar da cobra. Em outras representações, como Ísis porta na cabeça o trono do mundo, Néftis porta o pilar que sustenta esse trono.

A mitologia conta que Néftis, após uma briga com Seth, fantasiou-se de Ísis. E Osíris pensando que se tratava de sua mulher, se uniu a ela por uma noite. Desse relacionamento nasceu Anúbis, deus dos embalsamadores. Quando Osíris foi morto por Seth, Néftis ajudou a irmã a recuperar o seu corpo. E ainda o reanimaram tempo suficiente para que Ísis pudesse conceber um filho.
Tanto Néftis quanto Ísis estavam incumbidas de velar pelos mortos. Néftis ficava na cabeceira dos sarcófagos reais e Ísis aos pés dos sarcófagos.
A deusa também representava as terras áridas e secas do deserto.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Amaterasu Omi Kami

 

No Japão, festija-se da deusa solar Amaterasu Omi Kami. Ela é reverenciada como a governante de todos os deuses e guardiã do povo japonês e da unidade cultural. O seu emblema está na bandeira nacional.

É representada por uma linda mulher repleta de jóias e cuja luz, que reflete no espelho, ilumina o céu e a terra. É também chamada de "Grande e augusto espírito que brilha no céu".

De acordo com o mito, a Deusa era invejada pelo seu irmão Susanowo, o deus do Tufão. Susanowo passou a desrespeitá-la e a destruir suas criações. Após tantas destruições, inclusive morte de algumas mulheres, Amaterasu ficou magoada e resolveu se enclausurar numa gruta. Com a ausência da Deusa, a vegetação feneceu e o frio e a escuridão tomaram conta da Terra. Os deuses alarmados se reuniram na frente da gruta fazendo muito barulho. Uzume, que era a deusa xamânica da alegria, começou a dançar de forma tão engraçada que o riso dos deuses atraiu a curiosidade de Amaterasu.

A Deusa Solar abriu os véus que cobriam a entrada e sua figura se refletiu num enorme espelho colocado na frente da gruta. A imagem refletida era a de uma mulher tão bonita que Amaterasu se sentiu enfeitiçada por sua própria beleza ficando estática. O deus da Montanha fechou depressa a entrada da gruta com rochas e os outros deuses cantaram tantos louvores à Amaterasu que ela comovida deixou-se conduzir de volta para o seu palácio dourado e de onde saía todas as manhãs para iluminar o dia.

Uma boa dica para hoje é saudar a Deusa invocando suas bênçãos. Os devotos de Amaterasu costumam captar a luz solar num espelho e refleti-la em todos os cômodos da casa.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica