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13 de nov. de 2011

Deusa Iustitia

JustitiaJustitia

Divindade romana que representa a Justiça. Não é o equivalente da Têmis grega, mas sim de Diké e também de Astreia. Apresenta-se com os olhos vendados, segurando a balança com as duas mãos, os pratos alinhados e o fiel bem no meio, às vezes sentada. Ela ficava de pé e declarava o direito (jus, significando o que a Deusa diz) quando o fiel estava completamente vertical, direito (rectum), ou seja, perfeitamente reto, de cima para baixo (de+rectum). Os olhos vendados mostram que sua concepção do direito era mais um saber agir, um equilíbrio entre a abstração e o concreto.

As representações grega e romana diferiam ainda na atitude em relação à espada. Enquanto Diké empunhava uma espada, representando a imposição da justiça pela força (iudicare), Iustitia preferia o jus-dicere, atitude em que a balança era empunhada pelas duas mãos, sem a espada; ou com ela em posição de descanso, podendo, quando necessário, ser utilizada.

No dia de Iustitia (8 de janeiro) é usual acender um incenso de lavanda para ter a justiça sempre a favor.

Deusas com os mesmos atributos:

Iustitia e Clemetia

Iustitia e Clemetia

Guia rápido de Correspondências:
Invoque Iustitia para: Justiça, julgamentos, problemas com a Lei, defesa de uma causa correta, equilíbrio
Aromas e ervas: Lavanda
Dia: Quinta-feira
Elemento: Ar
Estação do ano: Primavera
Signos:
Virgem, Libra
Símbolos:
Balança

fonte do texto e foto: http://dezmilnomes.wordpress.com/2011/04/09/iustitia/

Deusa Adikia

Dike e AdikiaDiké (a Justiça) derrotando Adikia (a Injustiça

Adikia (Ἀδικία) ou Adicia, é a Deusa grega da Injustiça, filha de Éris por si mesma, sem pai nenhum ou ainda filha de Nix (a noite), também por si mesma ou unida a Érebo (as trevas), estava sempre companheira inseparável de Disnomia, Deusa da desordem, e de outros espíritos e males que atormentam a Humanidade.

Era extremamente feia, com uma pele em tom acinzentado, cabelos pretos, encaracolados, seu corpo era marcado de tatuagens e era representada como uma mulher bárbara. Usava uma túnica negra e uma espada em sua mão com a qual espalhava a Injustiça pelo mundo.

Seu oposto era Diké, Deusa da Justiça. Muitas vezes Adikia era representada sendo agredita pela mesma.

Parentesco:

  • Há versões em que é filha de Éris sem pai, assim como filha de Nix com Érebo.

fonte do texto e foto: http://dezmilnomes.wordpress.com/2011/03/29/adikia/

Deusa Diké

Diké, Deusa grega da JustiçaDiké, Deusa grega da Justiça

Diké (Δίκη), divindade grega que representa a Justiça do caso concreto e os Julgamentos, também conhecida como Dice, é a vingadora das violações da lei. É representada descalça e com os olhos bem abertos (simbolizando a sua busca pela verdade).

Ela observava as ações do homem, e se aproximava do trono de Zeus com lamentações, sempre que um juiz violava a justiça. Diké era o inimiga da mentira, e protetora do sábio emprego da justiça. Ela é conhecida como assistente ou conselheira (paredros ou xunnedros) de Zeus. Nas tragédias, Diké aparece como uma divindade que pune severamente o que estiver errado, vigiando a manutenção da justiça, e atravessando o coração dos injustos com a espada feita para ela por Aesa. Nessa função, ela está intimamente ligada com a Erinias, embora não trate apenas de punir a injustiça, mas também premiar a virtude. Ninguém ousava a se manifestar abertamente contra ela, quem o fizesse era automaticamente taxado de louco, tal era o poder da deusa, controladora das línguas dos homens, de suas declarações por escrito, seus contratos, e muitas outras coisas. Era impossível ser encontradas proclamações contra Dikée cada Estado sobre a Terra a invocava continuamente, sabendo que não seria capaz de existir sem ela e sua Justiça.

Durante a Idade de Ouro, Diké tinha sua morada na Terra e ainda ficou entre os humanos na Era de Prata. Mas, naquela época não haviam nações em guerra e nem haviam frotas, pois ninguém sabia navegar, mas em vez disso, os homens cuidavam de seus campos. Porém aos poucos a humanidade se tornou menos preocupada com seus deveres e mais gananciosos, e assim Diké começou a ser raramente procurada, com os homens os repreendeu severamente, avisando-os:

“Vede que grande corrida s pais da Idade de Ouro deixou atrás de si! Sois muito mais fracos do que eles! De vocês virão uma  prole infame! Guerras e um cruel derramamento de sangue deverá recair aos homens e o doloroso pesar deverá ser colocada sobre eles.”
(Diké para os homens da Era de Prata. -Aratus, Phaenomena 123).

Com os homens se tornando mais e mais doentes, a Raça de Bronze nasceu. Estes foram os primeiros a forjar a espada do salteador e os primeiros a comer a carne do boi que antes apenas carregava o arado. A Justiça detestou essa corrida, e por não ser capaz de suportar mais, deixou a Terra e foi para o céu, estabelecendo-se perto perto da constelação Boieiro (tambpem identificada pela Ursa Maior) como a constelação de Virgem.

Diké & Adikia

Diké (a justiça personificada) derrotando Adikia (a injustiça) com um machado.

Diké já foi representada estando no peito de Cypselus como uma bela deusa, arrastando Adikia/Adicia (a injustiça), sua eterna inimiga, com uma mão, enquanto que na outro segurava um cajado com o qual ela batia emAdikia.

Filha de Zeus com Têmis e mãe de e Hesychia, a tranquilidade de espírito, Diké era considerada era uma das Horas, deusas  das estações. Suas irmãs eram Eunomia (Ordem) e Eirene (Paz). Como suas irmãs, ela representa o crescimento da natureza, na primavera.

Os gregos colocavam a balança com os dois pratos (representando a igualdade buscada pelo direito) na mão esquerda da deusa Diké, mas sem o fiel no meio, e em sua mão direita estava uma espada (simbolizando a força) e estando de pé com os olhos bem abertos. O fiel só iria para o meio após a realização da justiça, do ato tido por justo, pronunciando o direito no momento de “ison” (equilíbrio da balança). Note-se que, nesta acepção, para os gregos, o justo (Direito) era identificado com o igual (Igualdade). O fato de que a Deusa grega tinha uma espada e a romana não, mostra que os gregos aliavam o conhecer o direito à força para executá-lo.

O direito não é mero pensamento, mas sim força viva. Por isso, a Justiça segura, numa das mãos, a balança, com a qual pesa o direito, e na outra a espada, com a qual o defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a fraqueza do direito. Ambas se completam e o verdadeiro estado de direito só existe onde a força, com a qual a Justiça empunha a espada, usa a mesma destreza com que maneja a balança”.

Diké é a palavra grega que significa decisão justa e que se distinguia de Nomos, a norma, a formulação geral. Tem a mesma origem que a expressão latina digitus, dedo, significando inicialmente indicação, decisão, coisa que se ditava.

Parentesco:

  • Filha de Zeus e Temis (também há uma versão em que ela é relatada como filha de Astraeus e Eos)
  • Irmã de Eunomia e Eirene /Irene
  • Mãe de  Hesychia.

Deusas com os mesmos atributos:

Diké

A diferença entre a Diké Grega e a Iustitia Romana é a posição de sua espada

Guia rápido de Correspondências:

Invoque Diké para: Justiça, julgamentos, problemas com a Lei, defesa de causas justas.
Aromas e ervas: Lavanda
Dia: Quinta-feira
Elemento: Ar
Estação do ano: Primavera
Signos relacionados: Virgem, Libra
Símbolos: Balança, espada

fonte do texto e fotos: http://dezmilnomes.wordpress.com/2011/03/19/dike/

11 de nov. de 2011

Xintoísmo

2010 Copyright by NSP Hakkosha

O QUE É XINTOÍSMO?

Xinto, ou Kami-no-michi, pode ser traduzido como o Caminho para os Deuses, mas o significado é bem mais amplo. Seria o estudo filosófico do espírito, da essência e da divindade. No caso, divindade pode ter uma forma humana, animal ou qualquer elemento da natureza, como montanhas, rios, trovões, vento, ondas, árvores e pedras. Pode-se dizer que o xintoísmo está bastante ligado à natureza, no sentido de que se propaga a proteção ao meio ambiente, através do culto aos elementos da natureza.
Os textos mais antigos que falam do Japão estão nos livros "Kojiki" e "Nihon Shoki", escritos nos séculos VII e VIII. Ambos falam do xintoísmo e de seus deuses, explicando a origem do Japão, misturando folclore, lendas e história.
Muitas festividades tradicionais japonesas são do xintoísmo. Por exemplo. Tanabata Matsuri, Hanami, Seijin Shiki e Shichi-go-san.
Calcula-se que haja 119 milhões de praticantes do xintoísmo no Japão. O número é elevado porque os japoneses praticam alguns rituais do budismo em algumas ocasiões (culto aos antepassados, por exemplo), e também praticam determinados rituais do xintoísmo no seu dia-a-dia.
Uma boa fonte de informações sobre o xintoísmo, sua história, seus templos e sua prática, é o livro "Xintoísmo em Mangá", tudo explicado em forma de histórias em quadrinhos, disponível no nosso templo, em português.

Breve História do Xintoísmo

Imagine um lugar, um grande vazio, onde existiam apenas o mar e algumas formas indefinidas. Acima desse lugar havia o Takama-no-hara, ou a "Alta Planície do Céu", onde habitavam os kami (deuses). Foi passeando por uma ponte celestial que um casal de kami olhou para baixo e viu aquele lugar.

Ficaram curiosos e mergulharam uma lança no mar, que respingou água ao ser retirada. As gotas que se desprenderam da lança formaram ilhas. Estas foram as primeiras porções de terra, conforme a mitologia xintoísta.
Em seguida, o casal divino fez descer um enorme pilar até aquelas ilhas. Aquele pilar possuía significado mágico, e o kami Izanagui convidou a companheira Izanami a girar-se em torno do mastro, enquanto ele girava em sentido oposto. Depois da primeira volta, encontraram-se, puderam ver seus corpos e se admiraram mutuamente. Daquele encontro, que trouxe muito prazer, nasceram as oito ilhas que formam o Japão, os trinta espíritos majestosos da terra, do mar, das estações, dos ventos, das árvores, das montanhas, dos pântanos e do fogo. Quando Izanami deu a luz o fogo, este queimou as suas entranhas, e ela adoeceu.
Mesmo assim, continuou procriando. Do seu vômito nasceu a argila, a irrigação, o crescimento e a rica alimentação. Izanami acabou falecendo. Izanagui sentiu-se muito só e resolveu buscá-Ia no reino dos mortos. Lá, Izanami estava com o corpo coberto de vermes. Ela se sentiu envergonhada, ficou furiosa, e assumindo o aspecto da Morte, perseguiu Izanagui acompanhada de todos os espíritos infernais. Ao sair do mundo das trevas, ergueu uma rocha, separando a terra do mundo dos mortos.

A criação da deusa Sol

Não conseguindo recuperar a esposa morta, Izanagui entregou-se, inicialmente, às purificações do corpo e da mente. Para isso, ele mergulhou o corpo nas águas correntes violentas de um rio, e seu próprio corpo foi dando origem a outros kami. A grande deusa Sol, Amaterasu Omikami nasceu do seu olho esquerdo, do olho direito nasceu o deus Lua, Tsukiyomi-no-Mikoto, e o deus Tempestade, Susano-O-no-Mikoto, de um dos furos do nariz.

Amaterasu era o Sol e por isso iluminava, enquanto seu irmão Susano deveria habitar nas profundezas do mar, onde não havia claridade, mas ele não aceitou e foi punido com o exílio. Amaterasu tentou ajudar o irmão, mas este, revoltado, praticou inúmeras maldades.

Numa delas, Amaterasu ficou apavorada e resolveu se retirar do céu, escondendo-se numa caverna. A escuridão tomou conta de tudo. Veio a tristeza e, sem o Sol, a safra do arroz não mais aconteceu. Mesmo as lamentações não foram capazes de demover Amaterasu de seu auto-exílio. Foi quando milhões de kami reuniram-se diante da caverna, esperando por uma decisão favorável do kami Sol. Eles enfeitaram o local, acenderam fogueiras e conversavam entre si. Para passar o tempo, resolveram fazer uma festa e criaram os instrumentos musicais e até a dança. Oito milhões de kami dançavam e se divertiam na Alta Planície do Céu, quando Amaterasu, intrigada, resolveu espiar. Quando ela abriu a entrada da caverna, se viu refletida num espelho que haviam colocado na frente, e uma corda de palha impediu que ela se escondesse novamente.

Amaterasu voltou a iluminar, enquanto Susano foi castigado, sendo enviando para o arquipélago japonês, o único mundo que existia abaixo da Alta Planície do Céu.

O dragão de oito cabeças

No Japão, Susano encontrou um casal de velhos e uma jovem filha numa casa simples. Os velhos choravam por causa de um dragão de oito cabeças, que surgia todo ano para devorar uma de suas filhas, e aquela era a última filha viva. Já estava na época do dragão reaparecer para devorar aquela oitava filha.

Para salvar a jovem, Susano ordenou que se preparasse oito tonéis e colocasse um licor refinado oito vezes. O dragão, cujo corpo se estendia por oito vales e oito colinas, chegou e enfiou cada uma das suas cabeças nos tonéis e ficou bêbado. Nesse momento, Susano sacou sua espada e cortou todas as cabeças do dragão.

Ele construiu um castelo em Izumo e teve oitenta filhos com a jovem que ele salvou. Seus filhos passaram a povoar o país.

Houve muitas guerras entre os kami, todos eles descendentes diretos do    tempestuoso Susano. Um desses kami tornou-se o príncipe Kamu-Yamato-Iware-Hiko-no-Mikoto, que passaria a se chamar Jimmu Tenno, o primeiro imperador terrestre. Acredita-se que em linhagem direta, todos os imperadores japoneses seriam descendentes de Jimmu. Essa história, que parece um conto de fadas, está registrado no livro Kojiki, ou "Crônicas das Coisas Antigas", que é o texto japonês mais antigo sobre o Japão.

Colaborou: Francisco Handa, historiador, para www.culturajaponesa.com.br

(transcrição permitida mas é obrigatório citar a fonte)

fonte do texto: http://www.temploxintoista.org.br/historia_xinto.html

10 de nov. de 2011

Deusa Diké

DIKÉ:  divindade grega que representa a Justiça, também conhecida como Dice, ou ainda, Astreia. Filha de Zeus e Themis ela não usa vendas para julgar.
De acordo com Ferraz Júnior (2003, p. 32-33) os gregos colocavam a balança, com os dois pratos, na mão esquerda da deusa Diké, mas sem o fiel no meio, e em sua mão direita estava uma espada e estando de pé com os olhos bem abertos declarava existir o justo quando os pratos estavam em equilíbrio, ísion, origem da palavra isonomia, que para a língua vulgar dos gregos, o justo (o direito) significa o que era visto como igual. “O fato de que a deusa grega tinha uma espada e a romana não, mostra que os gregos aliavam o conhecer o direito à força para executá-lo”. (FERRAZ JÚNIOR, 2003, p. 32-33). 
Segundo IHERING, 2004 “o direito não  é mero pensamento, mas sim força viva. Por isso, a Justiça segura, numa das mãos, a balança, com a qual pesa o direito, e na outra a espada, com a qual o defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada  é a fraqueza do direito. Ambas se completam e o verdadeiro estado de direito só existe onde a força, com a qual a Justiça empunha a espada, usa a  mesma destreza com que maneja a balança.” 

Fonte: http://www.cs.utk.edu/~mclennan/BA/PT/M20-image.gifBibliografia:

FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio.  Introdução ao estudo do direito: técnicas, decisão, dominação. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2003. p.32-33.
IHERING, Rudolf Von. A luta pelo direito. 4. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. p. 27

fonte do texto e da foto: stf.gov.br

8 de nov. de 2011

Deusa Nut

Nut, a Grande Deusa do Céu egípcia. Representada como uma figura feminina, formando um arco sobre a terra.é a guardiã das estrelas. Olhe para o céu e escolha uma estrela. Fixe nela seu olhar e faça um pedido. Nut com certeza escutará seu pedido.

Ritual : Fluídos benéficos para o amor: Antes de sair para um encontro amoroso esfregue na palma de suas mãos, sete petalas de rosas vermelhas. Deposite o farelo na terra.

fonte do texto: http://www.luzemhisterio.com.br

fonte da foto: amacaca.wordpress.com

Deusa Nut

Nut, criadora da Via Láctea

Nut, criadora da Via Láctea

Nut é a Deusa Egípcia considerada Mãe dos Céus, é o céu que acolhe os mortos de seu império. Ela era, originalmente, a Deusa do céu diurno, onde nascem as nuvens, mas passou a representar o céu de uma forma geral.

Parte do hieróglifo que forma seu nome é um pote com água (pote determinative) que representa o útero. Seu nome também pode ser escrito como Neuth, Nuit e Nwt. Talvez até mesmo a Deusa Neith seja um desmembramento de Nut. É de seu nome que surgiram as palavras inglesas night (noite), nocturnal(noturno), and equinox (equinócio), e a palavra francesa nuit (noite).

Representada como uma mulher com o corpo, alongado, coberto de estrelas e a pele azul, normalmente ela está nua, com os pés e mãos tocando a terra, quando com roupas, seu vestido é escuro e coberto de estrelas. Ela também pode ser representada sob a forma de uma vaca, com cada olho representando a Lua e o Sol ou carregando em suas costas. Também há imagens dela como uma leitoa amamentando vários porquinhos.

Nut, Mãe dos céus

Nut, Mãe dos céus

Enquanto mulher, seus braços e pernas, os pilares que sustentam seu corpo, o céu.
Ao ser retratada como uma mulher carregando um vaso na cabeça que, na verdade, é um pote com água, com que era honrada, o mesmo pote presente eu seu nome representando a água, o útero e a criação.

Ao ser representada por alusão a uma metamorfose por que espontaneamente teria passado. Era representada também por uma belíssima mulher, trazendo o disco solar orlando sua cabeça.

Com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o Deus da Terra.
Filha de Tefnut e Shu, esposa de Geb e mãe de Osíris, Isis, Seth, Néftis e Hathor, Nut é considerada um da das mais antigas deusas do Panteão Egípcio, com as suas origens sendo encontrado na história da criação de Heliópolis, onde, para os egípcios, se iniciou a obra da criação do mundo.

Morte
No túmulo de Tutankhamon foi encontrado junto a sua múmia um peitoral no qual era  invocado a proteção desta deusa: “Nut minha divina mãe, abre tuas asas sobre mim enquanto brilharem nos céus as imorredouras estrelas”.

“Ó Nut do largo passo,
quando semeias a esmeralda, a malaquita,
a turquesa como estrelas!
Se tu és verde, eu também sou verde.
Verde como uma planta viva.”

Guia rápido de Correspondências:
Invoque Nut para: abundância, criação, fertilidade, geração, maternidade, morte, nutrição, proteção
Animais: Vaca, Porca
Aromas e ervas: benjoim, copo-de-leite, hissopo, jasmim, mirra, sândalo
Bebida: água, leite
Cores: azul claro, azul royal, prateado, preto
Face da Deusa: Mãe
Dia: Segunda-feira
Elemento: água
Estação do ano: Inverno
Símbolos: estrelas, Ankh, sistro, chifres, vaso

Papiro com a Deusa Nut

Papiro com a Deusa Nut

fonte do texto e fotos: http://dezmilnomes.wordpress.com/2010/10/17/deusa-egipcia-nut/

Deusa Rhiannon



Rhiannon, celebrada na Irlanda e no País de Gales.
Originariamente chamada de Rigatona. " A Grande Rainha", esta bonita deusa galesa regia tanto a alegria e o amor quanto a noite e a morte. Andava em cavalo branco veloz, vestida com um manto de penas de cisne e acompanhada por pássaros mágicos, cujo canto acordava os mortos e adormecia os vivos. Rhiannom viajava pela Terra levando aos homens os bons sonhos.

Ritual do dia: Faça uma homenagem aos seus antepassados.
Coloque flores e incensos no lugar sagrado que você tem em seu lar.

fonte do texto: http://www.luzemhisterio.com.br
fonte da foto: medievallegends.blogspot.com