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20 de nov. de 2011

Deusa Belisama

Belisama, Deusa da Água.

No panteão celta, Belisama era uma deusa ligada aos lagos e rios e ao fogo e à luz. Muito cultuada na Gália e na Bretanha. Estava identificada à Minerva e também comparada à Brigid.

Também chamada de rainha do céu e deusa da arte de viver. Tudo ao seu redor se convertia em riqueza e alegria. Belisama era tida como a grande transformadora da realidade e criadora das mudanças mágicas.

Algumas fontes interpretam seu nome como “a luminosidade do verão”. E de acordo com o mito, ela era esposa do deus Belenos, cujo nome significava “brilhante”.

Essa deusa também está associada à práticas curativas. Há um rio na Inglaterra que levava seu nome. Hoje o rio chama-se Riblle.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Atargatis

Atargatis, Deusa Síria.

Atargatis é a deusa síria do céu, do mar, da chuva e da vegetação.

Era uma deusa poderosa com atributos complexos. Como deusa celeste, surgia cercada de águias, viajando sobre as nuvens. Como regente do mar, uma deusa serpente ou peixe. E ainda, a deusa fertilizadora da chuva, com a água vindo das nuvens e das estrelas.
Conta uma lenda antiga que Atargatis desceu do céu como um ovo, do qual surgiu uma linda deusa sereia. E por ser considerada como Mãe dos Peixes, os sírios se recusavam a comer peixes ou pombos, que eram considerados animais sagrados.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Hina

Hina, Deusa Polinésia.

Na Polinésia, a deusa Hina também é conhecida com o nome de Tapa. Ela era uma deusa complexa e estava relacionada a muitos símbolos.

Às vezes era representada como uma deusa lunar ou como a rainha guerreira da Ilha das Mulheres.

Em alguns mitos, ela é descrita como sendo a primeira mulher da Terra e de cujo ventre nasceram todos os outros seres vivos do planeta. Ou então como uma mulher com dois rostos, um olhando para frente e outro para trás.

De acordo com o mito mais difundido, Hina que era filha de Navahine, deusa da Serenidade, namorava uma enguia. A comunidade em que vivia ficou enfurecida com Hina e decidiram matar o animal. Mas depois do feito descobriram que a enguia era na verdade, um deus. Hina desesperada enterrou a cabeça dele e no dia seguinte, em seu lugar, nasceu um coqueiro.

Em outra fonte, esse deus se chamava Tangaroa e era uma deidade do mar e dos peixes, exercendo também influência sobre os répteis. Tinha personalidade agressiva e suas ondas gigantes engoliam grandes porções de terra, além de matar muitas pessoas com suas tempestades. Foi casado com Hina mas esta teria abandonado-o tempos depois para ir viver com a Lua.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Chang O

A Imortalidade e Chang O.

Conta a lenda que Chang O vivia na Terra com seu marido, um homem forte e considerado pelo povo como o melhor caçador da região. Os Deuses para recompensar sua destreza, lhe enviaram um elixir da imortalidade. Mas um dia, Chang O estava arrumando a casa e encontrou a bebida. A tomou sozinha sem compartilhá-la. Depois se deu conta do que fez e se sentindo envergonhada foi se esconder na Lua, onde passou a viver com uma lebre.

Em outra versão, Chang O é considerada a guardiã do elixir da imortalidade. E o seu marido com ciúmes, tentou roubá-la. A Deusa ficou enfurecida e resolveu ir morar na Lua abandonando-o. De lá, diz-se que Chang O cuida das mulheres para que estas não deixem seus maridos “roubarem” seu poder.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Fulla

Fulla, Deusa da Abundância.

Fulla é a deusa nórdica da Terra e da Abundância. Seu nome deu origem à palavra inglesa full cujo significado é “cheio”.

Fulla era considerada equivalente à deusa celta Habonde e à deusa romana Abundita. As descrições feitas dessa deusa se referem a uma mulher linda e robusta com longos cabelos louros presos por uma tiara de ouro. Fulla também é retratada segurando um cofre de riquezas da terra.
Alguns historiadores dizem que ela era irmã da deusa Frigga. Todas as orações dirigidas à Frigga, passavam antes por Fulla, pois esta conhecia todos os segredos dos poderes da irmã. Também há indicação de que Fulla simbolizava os mistérios encerrados num pequeno baú e só ela poderia abri-lo. Nesse baú estariam os segredos ocultos que nenhum outro homem poderia ter acesso.
Considerada a protetora das economias e dos investimentos.
Essa Deusa também é conhecida como ninfa das montanhas aparecendo com sua cabra dourada e trazendo nas mãos iogurte e mel.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Mãe do Tempo

De todos os pensamentos e formas de cultos encontrados na pré-história, o de uma Divindade criadora feminina, a Deusa, parece ter sido o mais central e desenvolvido.

Estatuetas de Vênus é um termo amplo para um número de itens pré-históricos, principalmente em forma de estátuas de mulheres obesas ou grávidas, esculpidas no período Paleolítico Superior e achadas na Europa. Estão entre os objetos de cerâmica mais antigos já conhecidos. São consideradas por muitos estudiosos ícones da fertilidade e representações do arquétipo da Grande Mãe. Elas são feitas de pedra, osso, barro e foram descobertas perto dos restos de paredes das primeiras habitações humanas. Estas estátuas foram encontradas na Espanha, França, Alemanha, Áustria, Checoslováquia e Rússia e a maioria delas tem mais de dez mil anos.

A Vênus de Laussel é uma estatueta da Deusa datada do período Paleolítico. Ela aparece com um chifre nas mãos com treze marcas, numa alusão aos 13 meses do antigo calendário lunar das culturas ancestrais.

Vênus de Willendorf

A Vênus de Willendorf é talvez a estatueta Pleistocena mais famosa. Esta pequena estatueta é representada com seios e nádegas exagerados. Esta figura foi feita na Idade da Pedra há mais de 20.000 anos e forma nossas impressões da primeira Deusa Mãe Primordial. O acento sexual nos seios femininos e nádegas é considerado, por muitos, um sinal de fertilidade. Estas estatuetas sem forma são predominantes nas esculturas Pleistocenas. Há mais de cinquenta figuras deste período encontradas e entre elas somente aproximadamente cinco masculinas são conhecidas. Nem todas as estatuetas femininas são protuberantes e gordas, mas a maioria se assemelha a Vênus de Willendorf. É comum que a barriga e seios sejam desproporcionais. A cabeça e braços são demonstrados relativamente sem importância em relação ao meio do tronco. As coxas tendem a ser exageradas com pernas menores. As Deusas Primordiais do Pleistoceno só podem representar símbolos de fertilidade. O mundo Pleistoceno representa a mudança do Homo Neanderthalensis para Homo Sapiens. É um mundo que desperta com a arte das cavernas e expansão geográfica.

O culto à Deusa Mãe é muito anterior à Era de Touro (4000 AEC à 2000 AEC), tempo em que os homens viviam da caça e pesca e as mulheres eram as grandes Sacerdotisas, Xamãs e detentoras do poder religioso. Nesta época o respeito ao feminino e aos mistérios da procriação estavam em seu apogeu. Os homens ainda não tinham associado o ato sexual à concepção e viam a gravidez e o nascimento como algo sagrado, recebido diretamente dos Deuses. Os homens ancestrais acreditavam que as mulheres engravidavam deitadas ao luar, através da Grande Deusa personificada como a própria Lua.

Foi à partir daí, que o conceito do Sagrado Feminino passou a existir e prevaleceu durante milênios. Nossos ancestrais acreditavam que o poder que conspirou para que o Universo existisse era feminino e por isso cultuavam a Deusa como a Criadora do mundo e de tudo aquilo que existe nele. Segundo as crenças Pagãs primitivas, essa Deusa geralmente simbolizada pela Terra e/ou pela Lua teria criado tudo e todos, até seu próprio complemento, o Deus, que era personificado através do Sol.

A Deusa seguiu sendo reverenciada ao redor do mundo por milhares de anos até que foi silenciada através das religiões patriarcais. Em anos recentes a Deusa e seus cultos tiveram ressurgimento e hoje contam com grande popularidade entre as feministas, que buscam uma dimensão espiritual para as suas causas políticas aqueles que se interessam pelas religiões antigas, abrangendo aqui todas as manifestações Pagãs pelas mulheres e homens comuns que sentem que algo está se perdendo nas proeminentes religiões organizadas de hoje.

É difícil definir a Deusa em alguns parágrafos, mas a versatilidade é uma de Suas características mais interessantes. Para alguns Ela é a única Divindade existente. A Deusa não é necessariamente vista como uma pessoa, mas uma força multifacetada de energia que se expressa em uma variedade de formas e pode ter inúmeros nomes diferentes.

Ela foi chamada Ishtar, Astarte, Inanna, Lillith, Isis, Maat, Brigid, Cerridwen, Gaia, Demeter, Danu, Arianhod, Ceridwen, Afrodite, Vênus, Artemis, Athena, Kali, Lakshmi, Kuan-Yi, Pele e Mari, entre muitos outros nomes. A Ela foram atribuídos muitos símbolos, como serpentes, pássaros, a Lua e a Terra.

A Deusa é a Criadora de todas as coisas e ao mesmo tempo a Destruidora. Tudo vem Dela e tudo retornará à Ela. A Deusa está contida em tudo e vive na Terra, nós céus, no mar, em cada botão de flor, em cada pingo d’água e em cada grão de areia. Ela não é um Ser distante e intocável, mas sim uma Divindade que está aqui conosco, vive e se manifesta em cada um de nós. Ela é Donzela, a Mãe e a Anciã. Ela é você, Ela sou eu, Ela é tudo e todos.

Nas praticas Pagãs a Deusa possui três aspectos distintos. A Triplicidade da Deusa é muito anterior ao Cristianismo e não é difícil que seja ela quem deu origem ao pensamento da Trindade Cristã. Porém na Wicca, a Triplicidade se refere a três estados distintos da mesma divindade.

Cada um destes aspectos tem suas características particulares, distintas das outras e cada uma delas traz a possibilidade de serem relacionados com aspectos internos de nossa psique. Suas três faces são a Donzela, Mãe e Anciã, os seus aspectos reverenciados por toda a humanidade desde tempos imemoráveis.

A Donzela representa os impulsos, os começos e está relacionada a Lua

Crescente.

A Mãe é a Doadora da Vida, a Grande Nutridora e está associada à Lua Cheia.

A Anciã é a detentora da sabedoria, A Grande Conhecedora e Transformadora e está associada a Lua Minguante.

A Deusa teve grande popularidade e proeminência até as religiões patriarcais como Judaísmo, Cristianismo e Islamismo silenciarem-na. A mudança para o patriarcado foi gradual e procedeu de uma reformulação nos sistemas de parentesco que se tornou de matrilinear a patrilinear. A ênfase na paternidade e no homem é clara e evidente nas principais religiões praticadas até hoje. A relação de pai/filho e Deus/Jesus é a chave do Cristianismo, embora a figura da mãe tenha conseguido persistir e aparecer no Catolicismo como Maria, que curiosamente é chamada de “A Mãe de Deus”.

A maioria das religiões atuais da humanidade são baseadas em figuras e princípios divinos masculinos, com Deuses e Sacerdotes ao invés de Deusas e Sacerdotisas. Durante milênios, os valores femininos foram colocados em segundo plano e em muitas culturas as mulheres fora subjugadas e passaram a ocupar uma posição inferior aos homens, quer seja no nível social ou espiritual.

A Wicca busca recuperar o Sagrado Feminino e o papel das mulheres na religião como Sacerdotisas da Grande Mãe, além da complementaridade e equilíbrio entre homem e mulher, simbolizados através da Deusa e do Deus, que se complementam.

O Deus é representa os aspectos masculinos da criação. Ele é o Deus Cornífero, o protetor das florestas e dos animais que presidia principalmente a caça. Ele é considerado o primeiro nascido, sendo ao mesmo tempo filho e amante da Deusa.

Para alguns isso pode parecer incestuoso, mas o simbolismo é fácil de ser compreendido: o Deus é ao mesmo tempo filho e consorte da Grande Mãe porque ele expressa o Sagrado Masculino e simboliza analogamente os homens, que nascem de uma mulher para se unir com outra. Simbolicamente, ao final, todos os homens se unirão em casamento ao mesmo princípio que os gerou, o Feminino.

O reconhecimento e reverência ao Deus Cornífero surgem tempos depois do culto à Deusa e ele foi proeminente no Paleolítico, aproximadamente 12 mil anos atrás, onde os homens o representaram nas paredes das cavernas.

 Representações que simbolizam o Sagrado Masculino são muito mais recentes na história da humanidade. Uma das figuras mais antigas simbolizando os aspectos masculinos do divino foi encontrada na caverna de Trois Frere e é nomeada de “Xamã” ou “Feiticeiro”. Ela data apenas de 10 mil anos AEC aproximadamente, enquanto a maioria das estatuetas da Deusa esta datada em 40 mil AEC anos ou mais.

Assim, mesmo sendo considerada uma religião centrada no Sagrado Feminino, a Wicca é baseada na dualidade que reflete o equilíbrio e energia da natureza. A Deusa é considerada a doadora da vida enquanto o Deus é o fertilizador. A Deusa é todas as mulheres e o Deus é todos os homens.

Deusa é todas as mulheres e o Deus é todos os homens. É necessário deixar claro que a visão do Deus para a Wicca em nada se parece com o Deus patriarcal expresso pelas religiões judaico-cristãs. O Deus da Wicca é vivo, forte, sexual, ligado aos animais, não sendo em nada semelhante ao assexuado e transcendental Deus monoteísta. Ele representa tudo o que é bom e prazeroso como a vida, o amor, a luz, o sexo, a fertilização.

 

Com a chegada do Cristianismo na Europa com todo o seu conjunto de pecados, proibições e tabus sexuais, o Deus Cornífero foi transformado na figura do Demônio e do mal pelos primeiros Cristãos. Até então o Diabo jamais tinha sido representado com chifres na cabeça e isso só aconteceu para denegrir a imagem do Deus dos Bruxos.

O Deus Cornífero orna chifres em sua cabeça não por ser o Diabo, pois Bruxos nem nele acreditam, mas por causa da sua ligação com os animais e a caça. Ele não é de nenhuma forma o Demônio e muito menos é o Deus Cristão. Ele é, sim, o Deus Pagão da natureza e da vida.

O Deus Cornífero é geralmente representado ornando chifres de veado. Nas culturas antigas o veado é um importante animal simbólico. Parece que na arte das cavernas ele teria constituído, junto com um touro, do mesmo modo que o cavalo e o boi selvagem, um sistema dualístico mítico-cosmológico, de acordo com historiadores. Por causa de seus chifres serem semelhantes às árvores e se renovarem periodicamente, o veado era considerado símbolo da vida que rejuvenesce de modo contínuo, do renascimento e do decorrer do tempo. Na mitologia nórdica antiga, quatro veados teriam se alimentado dos ramos da árvore do mundo, a Yggdrasil, comendo seus frutos (horas), flores (dias) e ramos (estações do ano). Na Antiguidade ele era considerado inimigo da serpentes venenosas, sua pele era um amuleto contra mordidas de cobra, e o pó do chifre defendia sementes de sortilégios.

Na cultura celta o veado é o primeiro dos quatro animais sagrados a ser mencionado no poema de Amergin. Existe uma relação próxima entre o veado e o javali na mitologia céltica. É a relação da luz crescente e minguante no ciclo do ano. Ambos são criaturas do “Outro mundo”, que cruzam os limites entre os mundos servindo como mensageiros ou guias através destes limites. Um é associado com o "Dia" e o outro com "Noite" do ano. Depois de Beltane, o javali se torna um animal solar talentoso com sabedoria poética e a potência do veado está nos limiar do verde, crescendo terra abaixo. E depois de Samhain, é quando o Javali que agora é um leitão, vaga sobre a Terra estéril disfarçada em uma Deusa medrosa, enquanto o veado mora nos reinos celestiais como uma presença brilhante, oferecendo esperança.

O veado é um mensageiro apropriado para a grande mudança que está para acontecer depois do Solstício de Inverno. Embora a Terra permaneça escura e infrutífera, as noites são muito mais longas que os dias, a luz começou a crescer, mas é ainda imperceptível. Estamos ainda envolvidos na escuridão dos tempos, mas uma centelha começa a arder diante de nós, lembrando-nos para ficar em contato com a energia vital, pois em breve estaremos na luz. O "veado de sete galhos," que tem sido forte, por muitos ciclos de crescimento e minguamento, sempre lutou em busca de uma vida triunfante, é um guia no qual podemos confiar.

O veado é flexível, tenso, indiferente e incrivelmente forte. Personifica o espírito selvagem e é o emblema antigo não só do Deus, mas da Deusa como doadora do nascimento. Por outro lado, seus chifres ramificados estão ligados aos raios do sol. Cervo, outro nome pelo qual os veados são chamados, quer dizer "fogo brilhante", ou seja, o próprio sol.

O sol sempre esteve ligado ao Deus. Por ser simbolizado pelo sol, o Deus mostra suas diferentes faces através da viagem do astro pelas 4 estações do ano. Isto reflete as mudanças dos ciclos sazonais. Ele nasce no Solstício de inverno como um jovem bebê, cresce na Primavera se tornado um jovem viril. No verão ele atinge sua maturidade e no outono torna-se o sábio Ancião, se preparando para retornar ao ventre da Deusa e renascer no primeiro dia do inverno.

A união da Deusa e do Deus traz vida e luz à Terra e por isso é sagrada. Eles são considerados parte de nós e estão vivos em todas as coisas e em todos os lugares.

Os Wiccanianos cultuam seus Deuses para pedir por saúde, paz, harmonia, sucesso e prosperidade da mesma forma que os praticantes de quaisquer outras religiões fazem. No nosso dia a dia desenvolvemos uma prática constante de meditações, rituais e invocações que possibilitam o desenvolvimento de nossa relação com o Sagrado. Qualquer pessoa pode e deve explorar a energia e poder da Deusa e do Deus em sua vida.

Sua lei é o amor em suas múltiplas formas.

Se você for capaz de amar você poderá alcançá-los. Eles estão dentro de todos nós, esperando o nosso chamado para que possamos nos tornar um reflexo do seu amor.

Que os Deuses lhe abençoem!

Que a luz do Sol (de dia) e da Lua (a noite) lhe guiem!

fonte do texto e fotos: http://wiccaanalua.blogspot.com/2011/06/parte-i-mae-do-tempo-estatuetas.html

fonte foto Vênus de Willendorf: artenormal.blogspot.com

17 de nov. de 2011

Deusa Etain

MIDHIR E ETAIN

Etain dos Tuatha da Danann era a heroína da grande história de amor feérica, MIDHIR e ETAIN, que já inspirou muitos poemas e obras dramáticas.
A narração original está bem contada por Lady Gregory em "Gods and Fighting Men".
Etain foi a segunda esposa de Midhir, o rei da Colina Feérica de Bri Leith. A primeira esposa do rei, Fuamach, estava terrivelmente furiosa e, com a ajuda do druida Bresal Etarlain, logrou finalmente transformar Etain em uma mariposa e com um forte sopro, a expulsou da terra mortal da Irlanda, o que resultou um sofrimento para ambos lados durante sete longos anos.
Quando as malvadas ações de Fuamach foram descobertas, Angus Mac Og, filho de Dagda, lhe cortou a cabeça.
Ao cabo de sete anos de desgraça, Etain foi para no palácio onde Etar, de Inver Cechmaine, estava celebrando um banquete, e caiu dentro da taça dourada da esposa de Etar, que a engoliu junto com o vinho.
Nove meses depois, nasce como filha de Etar, e de novo recebe o nome de Etain. Ao crescer, tornou-se a mulher mais bela de toda a Irlanda. Com a maioridade, casou-se com o rei Eochaid, que tinha sua corte em Temhair (Tara).
Durante a festa do casamento, o irmão menor de Eochaid, Aillel, acabou subitamente preso ao amor e um desejo desesperado por Etain. Ao ser rejeitado, uma enfermidade mortal se apoderou dele. O médico do rei que ele sofria do mal de amor, mas Eochaid estava muito preocupado com o irmão.
Chegou um dia em que Eochaid teve que partir para fazer uma jornada por toda a Irlanda para receber a homenagem dos reis tributários, e entregou Ailell aos cuidados de Etain enquanto durasse a sua ausência. Etain fez tudo o que pode por Ailell, mas ele já estava às portas da morte. Ao fim descobriu descobriu que era o amor não correspondido por ela que o tornava enfermo. Então, muito triste, convenceu-se que o único modo de curá-lo seria ceder ao seu desespero, por isso marcou um encontro na manhã seguinte em uma colina fortificada fora da cidade.
Ailell estava em êxtase e passou quase toda a noite sem dormir, mas quase ao amanhecer o sono apoderou-7se dele e não acordou não conseguiu acordar para o encontro. Entretanto, Etain acordou cedo e foi para colina esperá-lo. E, no momento que havia combinado de encontrar-se com Ailell, viu um homem parecido com ele e que avançava até ela demonstrando muita dor e debilidade, mas quando ele chegou mais perto viu que não era Ailell. Se olharam um ao outro em silêncio, e o homem foi em seguida embora.
Etain aguardou mais um pouco e logo decidiu voltar à sua residência, onde encontro Ailell recém acordado e furioso consigo mesmo. Explicou a Etain o que tinha acontecido e marcaram novo encontro para a manhã seguinte, mas no dia seguinte ocorreu o mesmo. E na terceira manhã Etain falou com o estranho.
-"Tu não és o homem com o qual estou aqui para me encontrar", disse, "eu não venho aqui pelo passeio, mas sim para curar um homem que está enfermo por minha causa."
-"Seria melhor que venhas comigo, pois eu fui teu primeiro marido faz muito tempo." -"Qual teu nome?", perguntou ela
-"Isso é fácil de dizer. Sou Midhir de Bri Leith"
-"E como é que fui afastada de teu lado?"
-"Fuamach, minha primeira esposa, te lançou um feitiço e te expulsou da Terra de TIR NANOG. Queres voltar comigo Etain?"
-"Não posso abandonar Eochaid, o Rei Supremo, para partir com um estranho', afirmou Etain.
-"Fui eu quem colocou o desespero em Ailell e fui eu que o enfeitiçou para que ele não acorde, assim tua honra ficará a salvo."
E era fato, pois quando Etain voltou a encontrar-se com Ailell, o desespero lhe havia abandonado e estava totalmente curado. Contou-lhe então o que tinha acontecido e ambos alegraram-se por terem evitado uma traição contra Eochaid. Porém, depois que este regressou e lhe contaram tudo o que se sucedeu, ele agradeceu muita a Etain por sua bondade para com Ailell.
Mdhir apareceu mais uma vez a Etain e pediu-lhe mais uma vez para regressar com ele. Ela se negou a abandonar Eochaid.
-"Se ele te entregar a mim? Virás comigo?"
"Sim, irei", respondeu Etain.

Pouco depois, o estrangeiro se apresentou a Eochaid e o desafiou a três partidas de xadrez. Jogaram com apostas, porém, de acordo com o costume, àquelas eram fixadas pelo ganhador depois da partida.
Eochaid ganhou duas vezes, e impôs prêmios muito altos, o primeiro um grande tributo de cavalos, o segundo três tarefas cuja realização Midhir necessitou de todas suas tropas feéricas. Mas a terceira partida foi ganha por Midhir que pediu a esposa de Eochaid. Este se negou e Midhir modificou a proposta, pedindo somente o direito de abraçá-la e lhe dar um beijo. Eochaid concordou, mas lhe pediu um mês para satisfazer sua petição.
Ao finalizar esse tempo, Midhir se apresentou. Eochaid havia reunido ao seu redor todas as suas forças e guardou as portas, enquanto Midhir ia entrando, para evitar que se aproximasse de Etain. Midhir sacou sua espada com a mão esquerda e abrindo caminho chegou até Etain. Com o braço direito abraçou-a e a beijou. Logo ambos elevaram-se do chão e transformados em cisnes brancos, ligados por uma corrente de ouro, voaram sobre o Palácio de Tara até Bri Leith, (A Terra da Juventude).
Esse não foi o final da história, pois Eochaid não conseguia viver sem Etain e recorreu ao chefe dos druidas, que utilizando-se de toda a sua magia, descobriu que a jovem estava no centro da Irlanda, dentro da fortaleza do rei Midhir. Eochaid declarou guerra ao reino das fadas e dos elfos, causando grandes destruições, até que Etain lhe foi devolvida. Porém a cólera dos Tuatha de Danann contra Eochaid e todos os seus descendentes seguiu viva a causa do grande dano que haviam infligido a terra de Tir Nan Og (A Terra da Juventude).
Essa história é um exemplo do tratamento sutil e poético que recebem os temas dos Seres Feéricos Heroicos nas lendas irlandesas. O desafio em partidas de xadrez aparecem em muitas lendas e contos de fadas célticos. O tema da reencarnação também é bem frequente, nas lendas antigas.

DEUSA DA SOBERANIA E DA BELEZA

Etain é a Deusa da graça, beleza e soberania. Heroína de um antigo mito, é um exemplo de reencarnação, renascida com a mesma identidade do seu "eu" original. Está associada com o Outro Mundo, uma portadora de éguas brancas, com olhos azuis e flores de maça
Ela, em sua primeira vida foi a segunda esposa de Midhir, um Deus Gaélico do Mundo Inferior. Midhir era
• Filho de Dagda e Boann, irmão de Angus, O Vermelho, Ogma e Bridgit. Era um "bard", ou seja, um jogador de xadrez que gostava de jogar com apostas altas. Rei das Terras Encantadas de Bri Leith, possuía três vacas, um caldeirão mágico e as "Três Garças da Negação e Rudeza". As três garças ficavam ao lado da porta de Midhir, e quando alguém viesse pedir abrigo, a primeira dizia:
-"Não venha! Não venha!".
Então a segunda garça dizia:
-"Vá embora! Vá embora!".
A terceira acrescentaria:
-"Passe ao largo da casa! Passe ao largo da casa!".
Etain é uma Deusa Celta, cujo nome significa "A Brilhante". De acordo com os mitos era extremamente linda e, por causa desse excesso de beleza foi punida e teve que passar por muitas transformações, pois era uma ameaça para as outras mulheres. Foi expulsa de Tir Nan Og (A Terra da Juventude) na forma de uma borboleta e em uma terra distante, começa uma nova vida com uma outra forma, agora no tempo linear mortal.. No entanto, nunca perdeu sua beleza ou deixou de "brilhar".

ARQUÉTIPO DA TRANSFORMAÇÃO

Essa é uma história que nos dá a percepção da admirável maneira com que o tempo eterno está entrelaçado com o nosso tempo humano. Sugere ainda, que há um ritmo diferente no tempo eterno que habita nossas almas e onde não estamos sujeitos às devastações do tempo normal. Esse pensamento já nos proporciona um grande consolo, pois os acontecimentos da nossa vida não desaparecem. Nada jamais será perdido ou esquecido. Tudo será armazenado dentro da alma no templo da memória.
Para todos nós, existiu a primeira infância, quando somos crianças e ela se baseia na confiança ingênua e o desconhecimento. A segunda infância surge bem mais tarde, quando já tivemos a oportunidade de vivermos intensamente. É aqui que conhecemos a desolação da vida, sua incrível capacidade de decepcionar e; muitas vezes, de destruir.

No entanto, apesar desse reconhecimento realista do potencial negativo da vida, ainda devemos conservar um modo de ver sadio, esperançoso e animado. É importante vislumbramos nosso passado com uma perspectiva integradora, uma forma de recuperar tesouros que estavam ocultos nas dificuldades passadas.
Podemos, encarar ainda, a vida, como um tempo de semear experiências, mas nunca deixando de colher essas experiências, extrair seu significado e fazer os devidos melhoramentos ou as devidas e necessárias transformações.
Todos nós carregamos um pouco da saga de Etain, pois também resistimos as transformações que ocorrem em nossas vidas. Muitas vezes, a dificuldade é a melhor amiga da alma, pois em tudo de negativo que nos acontece, sempre haverá algo luminoso escondido.
Entretanto, muitas de nossas dificuldades não nos dizem respeito. São dificuldades que atraímos por intermédio da nossa atitude taciturna.
A sabedoria natural nos diz que a maneira como somos para com a nossa vida é a maneira como a vida será para conosco. Somente uma atitude compassiva e esperançosa trará até nós as coisas que realmente necessitamos.

ETAIN - MUDANÇA E CRESCIMENTO PESSOAL

Etain chega em nossas vidas, para nos dizer que não importa como as tempestades da vida são lançadas em torno da nós, pois no fundo de nossa alma, sempre brotará uma voz a nos dizer que ainda há esperança.
A vida pode nos transformar, nos balançar e até nos refazer. Mas a Deusa lembra-nos que sempre seremos tão brilhantes quanto ela, física e espiritualmente. Nada que nos aconteça poderá mudar nossa essência interna, a nossa individualidade.
A mariposa ou borboleta que aparece na história de Etain é muito significativa, pois ela é símbolo de ressurreição e de transmutação, equivalente a saída do túmulo ou da prova morte-renascimento, nos ritos
Etain chega em nossas vidas, para nos dizer que não importa como as tempestades da vida são lançadas em torno da nós, pois no fundo de nossa alma, sempre brotará uma voz a nos dizer que ainda há esperança.
A vida pode nos transformar, nos balançar e até nos refazer. Mas a Deusa lembra-nos que sempre seremos tão brilhantes quanto ela, física e espiritualmente. Nada que nos aconteça poderá mudar nossa essência interna.. a nossa individualidade.
A mariposa ou borboleta que aparece na história de Etain é muito significativa, pois ela é símbolo de ressurreição e de transmutação, equivalente a saída do túmulo ou da prova morte-renascimento, nos ritos iniciáticos.
A crisália, "ovo" que contém toda a potencialidade do ser, realiza uma metamorfose invisível e misteriosa, chegando assim ao simbolismo da própria vida: a borboleta que sai dele é um ser novo, o qual pode encarnar o renascimento da primavera, depois do inverno, de suas germinações subterrâneas e misteriosas.
A saída da borboleta de sua crisália é a subida do abismo, a passagem de um estado de existência para outro.
Não somente nosso corpo físico, assim como nossa alma, mas também os projetos que fazemos na vida, passam por vários estágios.
Podemos usar este mesmo cronograma da borboleta para determinarmos exatamente onde nós estamos. Por exemplo, nós temos uma ideia. Como ponto de partida, a ideia seria o "ovo".
Entraremos no estágio larva] quando nos decidirmos a colocar a ideia em prática;
a fase do casulo iniciaria quando começássemos a fazer algo para torná-la realidade;
e o estágio de borboleta seria quando trouxéssemos a ideia realizada e compartilhássemos com os outros. Todos os quatros desses estágios são as etapas necessárias que devem ser empreendidas para chegarmos a
transformação.
Hoje ou amanhã uma mudança inevitavelmente acontecerá em nossas vidas, o melhor que temos a fazer é aceitá-la.
A maioria das vezes, a mudança ocorre de forma consciente, ou seja, nos dá a oportunidade da decisão. Entretanto, outras vezes, quanto trata-se da realização de um sonho, ou escolha de um objetivo, um relacionamento ou ainda, da escolha de uma profissão, por exemplo, atitude essa, que pode mudar totalmente nossa vida, poderemos de repente, nos sentirmos incapazes de tomarmos uma decisão. Pisar em terreno desconhecido sempre envolve riscos e nossa resistência a esses risco podem se demonstrar de diversas maneiras: nos sentirmos inaptos para assumir a grandiosidade do compromisso, termos decréscimo da nossa auto-estima, cairmos em profunda depressão, etc..
Quando isso acontece, nós usamos essa falta de resistência como uma desculpa para não mudar ou seguir em frente. Essa é uma característica do povo brasileiro que sempre alega que "não se mexe em time que está ganhando", ou seja, cria resistência às mudanças, preferindo a comodidade. Mas o que se faz realmente, é criar uma ilusão de segurança. Usamos a resistência para mascarar o nosso medo.
Como seres humanos todos nós temos medos, alguns muito reais, outros fantasiosos. Mas quando nos rendemos ao medo, paralisamos nossa vida.
Não encarando e partindo para a luta contra nossos medos, ficaremos sentados na janela "vendo a banda passar", como já cantou nosso amigo Chico, deixando de apreciar diferentes panoramas através de outras janelas do assombro e da possibilidade.
Nós sabemos, que no mundo atual, a segurança é realmente só uma ilusão e não podemos viver à sombra de falsas garantias.
Um dos aspectos essenciais para que se opere uma mudança em nossa vida é despertar a capacidade de aceitar o que é difícil e deixarmos de sermos o maior obstáculo de nós mesmos.

"Uma dificuldade é uma luz: uma dificuldade intransponível é o sol". Paul Valéry

ETAIN E O CISNE

O cisne é também uma presença simbólica na história de Etain. Os cisnes são símbolos de amor, da beleza, das transições, da evolução espiritual e da fidelidade. O cisne ensina-nos a sermos fiéis a quem verdadeiramente somos e como uma ave de luz, traz primavera e renovação às nossas vidas.
Na mitologia celta, o cisne é um dos aspectos mais frequentes tomados pelos seres do Outro Mundo, particularmente pelas mulheres de Sidhe. Além de Midhir, Fand, Libânio e Derbforgail, entre outros, recorreram a essa aparência. Esses seres do Outro Mundo, na forma de cisnes, viajam, a maioria das vezes, aos pares, sempre ligados por uma corrente de ouro ou prata.
Em muitas obras da arte celta figuram dois cisnes, cada qual de um lado da barca solar, que eles guiam e acompanham pelo mar celeste.

CONVITE À DEUSA

Convide a Deusa Etain para participar de sua vida sempre:
Quando você estiver muito cansada ou chateada com a vida;
Quando você esquecer quem você realmente é.
Convide a Deusa Etain, quando a única força que lhe restar servirá para balbuciar seu nome. Etain jamais a abandonará e virá para trazer à sua vida todo seu poder de transformação.

CONVIDE ETAIN!

Seu grande e solidário amor a cercará e lhe dará muita paz.

fonte do texto: pesquisado e desenvolvido por Rosane Volpatto.

fonte das fotos: (1) shee-eire.com; (2) confrariadebruxos.blogspot.com; (3) caminhocelta.blogspot.com; (4) mulherquemaravilha.blogspot.com.

Deusa Diana

Diana, a Senhora da Floresta

Diana

Eu caminho pelo Céu e a chuva cai
Eu caminho pela Terra e os brotos e as ervas germinam
Fluo para Mim mesma, pois muitas são as minhas faces, muitas são as minhas formas
Mas eu sou a Única.
Solte tudo, solte tudo que lhe prende e venha até Mim
E eu lhe ensinarei o grande mistério:
Eu não sou outra senão você mesma.

Em Roma, Diana (a Artêmis grega) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gêmea de Apolo. Era muito ciosa de sua virgindade. Na mais famosa de suas aventuras, transformou em um cervo o caçador Acteão, que a viu nua durante o banho. Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Na mitologia romana, Diana era deusa dos animais selvagens e da caça, bem como dos animais domésticos. Filha de Júpiter e Latona, irmã gêmea de Apolo, obteve do pai permissão para não se casar e se manter sempre casta. Júpiter forneceu-lhe um séquito de sessenta oceânidas e vinte ninfas que, como ela, renunciaram ao casamento. Diana foi cedo identificada com a deusa grega Ártemis e depois absorveu a identificação de Artêmis com Selene (Lua) e Hécate (ou Trívia), de que derivou a caracterização triformis dea ("deusa de três formas"), usada às vezes na literatura latina. O mais famoso de seus santuários ficava no bosque junto ao lago Nemi, perto de Arícia.
Diana e as ninfas, surpresa pelo sátiro.
Pela tradição, o sacerdote devia ser um escravo fugitivo que matasse o antecessor em combate. Em Roma, seu templo mais importante localizava-se no monte Aventino e teria sido construído pelo rei Servius Tulius no século VI a.C. Festejavam-na nos idos (dia 13) de agosto. Na arte romana, era em geral representada como caçadora, com arco e aljava, acompanhada de um cão ou cervo. No centro de Éfeso, na Ásia Menor, havia um enorme templo dedicado à Diana com centenas de sacerdotisas virgens, as quais praticavam a abstinência sexual e artes mágicas, acreditando na superioridade feminina. Este templo foi considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Quando invocá-la use incenso de ervas e deixe um copo com água ao lado. Peça-lhe socorro nas direções, peça-lhe que lhe ensine a ser bela e sensual. Quando precisar buscar algo, seja um emprego ou um amor ou até uma ideia para um feitiço, assim como metas e proteção.
Amada Diana, senhora das Florestas, vinde ao meu encontro, chega perto de mim. Pegue minha mão e guie meus caminhos, cura-me com ervas, remove meus espinhos. Senhora dos Animais, afasta aqueles que me querem mau, me ensina a pular as pedras, acender a fogueira que da luz, o amor divino e faz-me bela (belo) como vós. Para cura de animais, invoque sempre Diana. Ela virá em consolo, trará o auxílio, guiará os espíritos.

Eu caminho pelo Céu e a chuva cai
Eu caminho pela Terra e os brotos e as ervas germinam
Fluo para Mim mesma, pois muitas são as minhas faces, muitas são as minhas formas
Mas eu sou a Única.
Solte tudo, solte tudo que lhe prende e venha até Mim
E eu lhe ensinarei o grande mistério:
Eu não sou outra senão você mesma.

 

Festival Romano de Diana, originariamente a Rainha do Céu e da Luz da mitologia pré- helênica, posteriormente transformada na deusa grega da lua crescente. Diana era representada de três formas: como Senhora dos Animais protegia os animais prenhes e os filhotes, como
a Rainha das Ninfas cuidava das florestas e da vegetação e como Deusa Lunar cuidava das mulheres, das gestantes e das crianças. Neste festival devemos pedir proteção e força, devemos fazer isso após pronunciar o seguinte encanto: "Deusa das florestas e da Lua, Diana do Crescente Prateada. Proteja-me de todo mal. Amada Diana, Senhora dos Bosques, lhe por mim."

Ritual: Honre a Senhora dos Animais, alimentando os pássaros de sua vizinhança, recolhendo algum animal abandonado ou ferido, participando de algum projeto ecológico ou de proteção do meio ambiente. Também reverencia-a conectando-se ao seu animal de poder ou ao seu lado selvagem e instintivo de sua própria natureza.

fonte do texto e foto (1): http://www.luzemhisterio.com.br

fonte foto (2): blog.buffetyamada.com.br