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4 de dez. de 2011

Deusa Lilith

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Lilith, em gravura de John Collier(1892).

 

 

 

 

 

 

Estátua babilônica em terracota atribuída a Lilith de 1.500-2000a.C

 

Lilith como serpente em pintura de Michelangelo em 1510 d.C

Lilith (ou Lilit) (em hebraico: לילית) é um demônio feminino da mitologia Babilônica que habitava lugares desertos. Esta é referida em diversos textos antigos sendo o mais notável o Antigo Testamento.

Lilith é também referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai 81: 455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. Esta afirmação, no entanto, surge apenas, pela primeira vez, no Talmude Babilónico composto por volta do Século VI, sendo que nunca antes havido existido esta conexão a Adão e Eva nem tão pouco à Criação.

Mais recentemente, esta história, tem sido cada vez mais adotada sendo até discutida se é ou não contada na Bíblia. Porém, além da passagem referida abaixo, esta não é mais referida.

 

Na Bíblia

Lilith como a serpente em pintura de Rafael Sanzio em 1508 d.C

 

 

 

 

 

 

Lilith como serpente na fachada da Catedral de Notre-Dame de Paris (1163 d.C)

No primeiro capítulo do Livro de Gênesis, versículo 27, está escrito que: "Deus criou o homem à sua imagem e semelhança; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher." porém no segundo capítulo versículo 18: '"O Senhor Deus disse: "Não é bom que o homem esteja só; vou dar-lhe uma ajuda que lhe seja adequada." e é apenas no versículo 22 do segundo capítulo que Eva é criada: "E da costela que tinha tomado do homem, o Senhor Deus fez uma mulher, e levou-a para junto do homem.".[1] É possível que no primeiro capítulo a mulher criada seja Lilith e levando em consideração o versículo 23: "Disse então o homem: Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada." podemos verificar na expressão de Adão "...esta sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne!..." a afirmativa de existência de outra criatura que não era qualificada como mulher e que não se podia se submeter a ele pois era independente, estava no mesmo nível de criação, a mesma altura de Adão. Em algumas traduções o texto "esta sim..." aparece como"agora sim, esta ..." o que não parece ser um erro de tradução mas uma evidência da afirmação na narrativa.

Lilith pode ter sido retirada da Bíblia durante algum dos Concílio de Trento, a interesse da Igreja Católica, para reforçar o papel das mulheres como devendo ser submissas, e não iguais, ao homem. Porém muitas pinturas e esculturas a retratam como a serpente que tentou Eva a comer o pomo do conhecimento.

Uma interpretação possível é de que ela seja a mulher que Caim encontrou depois de ser expulso e, portanto, tendo com ele seu primeiro filho, Enoque e fundando uma cidade de mesmo nome.

Em Isaías

Nas bíblias atuais seu nome aparece uma única vez, em Isaías 34:14: "E as feras do deserto se encontrarão com hienas; e o sátiro clamará ao seu companheiro; e Lilith pousará ali, e achará lugar de repouso para si." Nas traduções recentes da Bíblia a palavra Lilite é substituída por demônio ou bruxa do deserto. Fantasma, na Revista e Atualizada.

Judit Blair (2009) demonstra que todos as oito criaturas, que são mencionadas, são animais naturais.[2]

Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominação screech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Versão da Bíblia do Rei James. Ali está escrito, em Isaías 34:14 que … the screech owl also shall rest there (a coruja também deve descansar lá). É preciso salientar, comparativamente, que em uma renomada versão em língua portuguesa da bíblia, traduzida por João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que … os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja, como é frequentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).

Alfabeto de Ben-Sira

Lady Lilith por Dante Gabriel Rossetti (1828-1882)

No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira mulher criada por Deus junto com Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, passando depois a ser descrita como um demônio.

De acordo a interpretação da criação humana no Gênesis feita no Alfabeto de Ben-Sira, entre 600 e 1000 d.C, Lilith foi criada por Deus com a mesma matéria prima de Adão, porém ela recusava-se a "ficar sempre por baixo durante as suas relações sexuais". Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal e a primeira feminista.

Segundo este manuscrito milenar, Ben Sira conta a história de Lilith para Nabucodonosor:

Depois que Deus criou Adão, que estava sozinho, Ele disse: 'Não é bom que o homem esteja só "(Gênesis 2:18). Ele então criou a mulher para Adão, da terra, como Ele havia criado o próprio Adão, e chamou-a de Lilith. Adão e Lilith imediatamente começaram a brigar. Lilith disse: "Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti?" Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual." Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou: "Eu não vou me deitar abaixo de você, apenas por cima. Pois você está apta apenas para estar na posição inferior, enquanto eu sou um ser superior." Lilith respondeu: "Nós somos iguais um ao outro, considerando que ambos fomos criados a partir da terra". Mas eles não deram ouvidos um ao outro. Quando Lilith percebeu isso, ela pronunciou o Nome Inefável e voou para o ar. Adão permaneceu em oração diante do seu Criador: "Soberano do universo! A mulher que você me deu fugiu!". Ao mesmo tempo, o Senhor, bendito seja Ele, enviou três anjos para trazê-la de volta.

Os três anjos foram insistiram que ela voltasse e ameaçaram afogá-la, porém ela se recusou a voltar, sendo assim condenada por Deus a perder cem filhos por dia. Desde então, para proteger os recém-nascidos da influência de Lilith, seria necessário colocar amuletos com o nome dos 3 anjos (Snvi, Snsvi, and Smnglof), lembrando-a de sua promessa.

Eva teria então sido criada a partir de Adão. Como outra interpretação diz que ela (lilith) juntou-se aos anjos caídos quando se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então passou a perseguir os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar. Outras histórias referem-se a ela como surgida das trevas ou como um demônio do mar e não como igual ao homem.

Infere-se pelos textos e por amuletos medievais que ela era uma superstição comum entre os camponeses. Deixar esculturas dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf, protegeria os bebês recém-nascidos (uma proteção necessária por 8 dias para homens e 20 dias para mulheres) e impediria que seus maridos fossem seduzidos por Lilith a cometer adultério.

Mitologia Suméria

A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.C.

Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas.

Mitologia Mesopotâmica

Ela é também associada a um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo. Também nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash) ela é referida como uma espécie de demônio.

Mitologia Hebraica

A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que vissem Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas: Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubos quando mulheres e íncubos quando homens, ou simplesmente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por uma súcubos, dificilmente um homem saía com vida.

Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aperto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com sua vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.

Pensa-se que o Relevo Burney (ver alusões à coruja na reprodução do Relevo de Burney, nesta página), um relevo sumério, represente Lilith; muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.

Mitologia grega

Algumas vezes Lilith é associada com a Deusa grega Hécate, "A mulher escarlate", uma Deusa que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.

Era contemporânea

Nos dois últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma notável transformação em certos círculos intelectuais seculares europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith (ver a reprodução do quadro Lilith de John Collier, pintada em 1892), e aos seus atributos considerados impossíveis de serem obtidos, em um contraste radical à sua tradicional imagem demoníaca, noturna, devoradora de crianças, causadora pragas, depravação, homossexualidade e vampirismo (ver texto gnóstico na seção de links externos). Podendo ser citados também os nomes de Johann Wolfgang von Goethe, John Keats, Robert Browning, Dante Gabriel Rossetti, John Collier etc.. Lilith também é considerada um dos Arquidemônios símbolo da vaidade.

fonte do texto e fotos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lilith

Deus Hórus

horus

Hórus (ou Heru-sa-Aset, Her'ur, Hrw, Hr ou Hor-Hekenu) é o deus dos céus.
Muito embora sua concepção tenha ocorrido após a morte de Osíris.
Tinha cabeça de falcão e os olhos representavam o sol e a lua.
Matou Seth, tanto por vingança pela morte do pai, Osíris, como pela disputa do comando do Egito.
Após derrotar Seth, tornou-se o rei dos vivos no Egito. Perdeu um olho lutando com Seth, que foi substituído por um amuleto de serpente, (que os faraós passaram a usar na frente das coroas), o olho de Hórus, (anteriormente chamado de Olho de Rá, que simbolizava o poder real e foi um dos amuletos mais usados no Egito em todas as épocas.
Depois da recuperação, Hórus pôde organizar novos combates que o levaram à vitória decisiva sobre Seth.
O olho que Hórus feriu (o olho esquerdo) é o olho da lua, o outro é o olho do sol.
Esta é uma explicação dos egípcios para as fases da lua, que seria o olho ferido de Hórus.
Alguns detalhes do personagem foram alterados ou mesclados com outros personagens ao longo das várias dinastias, seitas e religiões egípcias.
Por exemplo, quando Heru (Hórus) se funde com Ra, O Deus Sol, ele se torna Ra-Horakhty.
O Olho de Hórus egípcio tornou-se um importante símbolo de poder.

horus-oog

fonte do texto e fotos: http://www.luzemhisterio.com.br

Deusa Freya

Freya é a Deusa-Mãe na mitologia nórdica.

FREYA2

Houve um tempo no início
um tempo em que não havia nada
um tempo em que eu dançava
minha dança da sexualidade
a energia da criação
e com essa dança
oferecia ao Todo a minha dádiva
A sexualidade trouxe união comigo com a Deusa
com o êxtase espiritual
A sexualidade curou e integrou regenerou e revigorou
A sexualidade entrelaçou você na rede de todos os seres vivos
Pois a vida existe para expressar a si mesma
Nova vida
Vitalidade
Ritos de prazer
possibilidade ilimitada
o que quer que você escolha
a sexualidade é a dança expressiva da vida
e sua maior dádiva.

Freya é a Deusa-Mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Njord e Skade (Skadi), o deus do mar, e irmã de Frey, ela é a deusa do sexo e da sensualidade, fertilidade, do amor da beleza e da atração, da luxúria, da música e das flores.
É também a deusa da magia e da adivinhação, da riqueza (as suas lágrimas transformavam-se em ouro) e líder das Valquírias (condutoras das almas dos mortos em combate).
De carácter arrebatador, teve vários deuses como amantes e é representada como uma mulher atraente e voluptuosa, de olhos claros,baixa estatura,sardas,trazendo consigo um colar mágico, emblema da deusa da terra.
Diz a lenda que ela estava sempre procurando, no céu e na terra, por Odur, seu marido perdido, enquanto derramava lágrimas que se transformavam em ouro na terra e âmbar no mar.
Na tradição germânica, Freya e dois outros vanirs (deuses de fertilidade) se mudaram para Asgard para viver com os aesirs (deuses de guerra) como símbolo da amizade criada depois de uma guerra. Ela usava o colar de Brisingamen, um tesouro de grande valor e beleza que obteve dormindo com os quatro anões que o fizeram.
Ela compartilhava os mortos de guerra com Odin. Metade dos homens e todas as mulheres mortos em batalha iriam para seu salão Sessrumnir.
O seu nome tem várias representações (Freia, Freja, Froya, etc.) sendo também, por vezes, relacionada ou confundida com a deusa Frigga, mas ela também foi uma grande fiandeira na antiguidade.
Freya também tinha uma suposta paixão pelo deus Loki, o deus do fogo.

Freya (Mitologia germanica) tem o poder do amor e da magia. Utilize a oração a seguir para pedir auxilio no desenvolvimentode poderes mágicos: " Freya! Senhora das Valquirias! Dama da Magia por quem eu chamo agora! Ajude-me a encontrar o caminho encantado. Senhora das lágrimas de âmbar, mostre-me a chave da mais profunda magia."

Sachê Mágico -(para atrair sorte e dinheiro)

Ingredientes:
1 pedaço de tecido amarelo, em forma de quadrado
8 sementes Girassol
8 moedas douradas
Gotas de seu perfume preferido
Pedaço de cordão dourado e algodão

Colocar os ingredientes no tecido, com um punhado de algodão,  derramando as gotas do seu perfume preferido, verbalizando seus desejos e objetivos para sua prosperidade de forma específica. Feche seu sachê com um cordão dourado e pendure-o  na porta de entrada de sua casa, saudando o Ano Novo, com vibrações positivas!

fonte do texto e foto: http://www.luzemhisterio.com.br

3 de dez. de 2011

Deusa Cliodhna

Cliodhna, a deusa irlandesa da beleza, moradora da Terra Prometida e que legou aos celtas o dom da eloquência.

Ritual: Coloque muitas flores em seu lar, elas possuem positiva frequência vibratória, elementos fluídicos em sua cor e perfume. Escolha a vibração que mais lhe agrada e energize seu ambiente:

Angélica:resgata auto-estima e qualidades;

Cravos: facilitam conquistas e realização de sonhos;
Crisântemos: protegem contra inveja e trazem abundância;
Dália: realização profissional;
Lírios: união familiar - energia do compartilhar;
Rosas: embelezam e limpam ambientes;
Tulipa: traz fama;
Violeta: desperta lealdade.

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Cliodhna, segundo a lenda, todo aquele que beijasse a Blarney Stone, sua pedra sagrada em Cork, na Irlanda, adquiria o dom da oratória. O desafio era a difícil localização da pedra, que deveria ser beijada com a pessoa de cabeça para baixo, pendurada à margem de um barranco. Outra deusa irlandesa, com nome similar, era Clidna, uma das Tuatha de Danaan, as divindades dirigidas pela Deusa Danu. Clidna aparecia como um pássaro marinho regendo a nona onda de cada série de ondas. Esta onda, por ser maior que as outras, detinha poderes mágicos, sendo chamada de " a onda de Clidna". Quando assumia forma humana, Clidna aparecia como uma mulher de extraordinária beleza.

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Deusas do Destino Norns (Escandinávia)

Norns (Escandinávia). Deusas do Destino. Cuidavam do poço sagrado que ficava sob as raízes de Yggdrasil, a "Árvore  da Vida". Diante das raízes de uma árvore peça às Norns que revelem a você lampejos do seu Destino, que iluminem os caminhos a seguir.

deusasdestino

Deusas Nornes – Urd, Verdandi e Skuld: As Nornes são um clã de deuses da mitologia nórdica. A sua função é controlar a sorte, o azar e a providência. Elas também zelam pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos deuses, dos elfos/duendes, dos anões, dos dragões e de todos os seres míticos. Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago(ou poço). O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:Urd, Verdandi e Skuld. Elas representam o passado, o presente e o futuro, respectivamente. Urd é a guardiã do passado e é representada por uma criatura humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não fornecer as chaves dos segredos antigos. Verdandi era encarregada do presente. É representada na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade. Skuld é a guardiã do futuro. Ela é representada na forma de uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas à ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. As três têm poder sobre o destino.

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Deusa Kore

Kore, na antiga Grécia, uma manifestação da Deusa como Virgem ou Donzela. Celebrada como a deusa dos campos verdes e dos brotos, suas estátuas eram adornadas com joias e carregadas sete vezes ao redor das cidades e das casas, pedindo proteção e boa sorte.

Ritual: Acenda em seu jardim um incenso de canela, escolha uma flor e, segurando o incenso faça com que as cinzas caiam formando um círculo em volta da flor escolhida  - Por sete vezes –. Peça então que Kore  oriente seus caminhos e traga proteção e boa sorte.

fonte do texto: http://www.luzemhisterio.com.br

fonte da foto: paintingsilove.com

Deus Tsai Shen

Tsai Shen (China)- Deus da saúde da mitologia chinesa. Sua vibração consagra-nos com vitalidade e energia em nossos corpos.

Ritual: A colher de pau da cozinha pode e deve transformar-se num potente instrumento mágico. Escolha uma colher nova e passe-a nove vezes pelo fogo. Depois mergulhe-a na água e por fim jogue sobre ela três pitadas de sal. Use-a normalmente na cozinha impregnando seus alimentos com muito amor. E não pense duas vezes antes de usa-la como "varinha de condão"

fonte do texto: www.luzemhisterio.com.br

fonte da foto: nationsonline.org

Deusa Skhmet

Sekhmet - Deusa Solar Egipcia.
Na mitologia egípcia a Deusa Sekhmet, Sachmet, Sakhet, Secmet ou
Sakhmet, é uma deidade solar. Sekhmet é representada por uma mulher coberta por um véu, cabeça de leoa, e um disco solar. Também era conhecida como “a Terrível”, “a Poderosa”, “a Amada de Ptah”. A Deusa é qualificada como "aquela cujo poder é tão grande quanto o infinito". A cabeça de leoa é símbolo de força e poder de destruição de inimigos.

Ritual: A arte de contemplar seja uma flor, um quadro, um sorriso.
Acomoda a paz em sua vivencia cotidiana. Contemple por 10 minutos um pequeno pedaço de sua vida.

fonte do texto: http://www.luzemhisterio.com.br

fonte da foto: sagrado-feminino.blogspot.com