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Abençoados sejam todos!

28 de dez. de 2011

Um Ótimo 2012

 

ANO NOVO

Celebração universal, festejada nas mais variadas formas em várias culturas e tradições.

A renovação individual acompanha a do ano novo, permitindo um novo começo, virando a página, um prenúncio de que aquilo que começa bem, acaba bem. Para garantir o sucesso e a abundância, antigamente eram feitos rituais e chamamentos às divindades, purificando-se e expulsando o mal, pois este momento era propício às interferências das forças negativas e às atuações de seres malignos e de fantasmas.

Os antigos gregos celebravam, no início do ano, a Deusa Hera – a padroeira dos casamentos – , com o festival de Gamélia. Oferecia-lhe figos de mel e guirlanda de ouro, chamando seus bênçãos durante os inúmeros casamentos feitos neste dia.

Na antiga Babilônia, festeja-se a Deusa Nashe com procissões de barcos enfeitados de flores e repletos de oferendas, similares aos festejos atuais de Yemanjá no Brasil. Acendiam-se fogueiras e lamparinas, as famílias vestidas com roupas novas reuniam-se, trocavam presentes e festejam com comidas tradicionais e vinho. Nos templos, havia cerimônia de purificação com fogo, oferendas e libações para as divindades e adivinhações sobre as perspectivas do próximo ano.

Na Roma antiga, comemorava-se a Deusa Anna Perenna com o Festival Strenia, durante o qual trocavam-se presentes – chamados "strenea" – entre amigos e familiares. Neste dia, faziam-se também oferendas para a Deusa Fortuna, chamando suas bênçãos de boa sorte e de prosperidade para todo o ano.

O dia 1º - Este dia é consagrado às Deusas gregas e romanas do destino - às Parcas e as Moiras, à Deusa tríplice celta Morrigan, a Deusa-Mãe saxã, aos Deuses romanos Janus e Jana e às divindade japonesas protetoras das casas e das famílias - Shichi Fukujin.
Inspire-se nestas antigas tradições costumes populares e crie um ritual diferente para
chamar e fixar bons influxos e energias positivas para o Novo Ano.
Na véspera, limpe sua casa, retirando todas os objetos e roupas que estejam impregnados com lembranças dolorosas ou energias negativas. Purifique-os com incenso ou com água com sal grosso, levando-os para os menos favorecidos pela sorte. Lembre-se de que descartando o velho, abre-se espaço para o novo. Toque um sino ou um chocalho por toda a casa para espantar os maus fluídos, "varra" as paredes, os móveis e o chão com uma vassourinha de galhos de eucalipto retirando as "teias" da estagnação. Abra as portas e as janelas e defume todos os quartos com unia mistura de ervas aromáticas (eucalipto, arruda, guiné, manjericão, sálvia, alecrim e alfazema), visualizando uma chama violeta purificando e transmutando os resíduos do ano que findou.
No dia seguinte, acenda sete velas brancas e sete varetas de incenso de verbena, orando para as divindades da boa sorte. Decore sua casa com flores brancas e faça um pequeno altar com as fotografias de seus antepassados, alguns cristais e uni prato com frutas, cereais e trigo.
Confeccione um "barquinho dos tesouros", colocando nele sete símbolos que representem para você sorte, prosperidade, saúde, felicidades, criatividade, habilidade e harmonia. Enfeite o barquinho com fitas vermelhas e douradas e alguma imagem de dragão. Escreva uma carta com seus pedidos para o Ano Novo e uma invocação para as Deusas do destino e divindades da boa sorte, pedindo proteção, ajuda e orientação na escolha e na realização de seus objetivos ou intenções.
Comemore comendo bolinhos de arroz, maçãs assadas com mel, nozes, passas e uvas. Brinde com sidra, saquê ou vinho tinto para as sete divindades da boa sorte e para os ancestrais, agradecendo-lhes o legado que deixaram. Ofereça um pouco da comida e da bebida para a Terra, perto de uma árvore e guarde  Barquinho da Sorte em seu altar.
Se você quiser fazer um ritual específico, dedicado uma Deusa determinada ou para algum projeto ou propósito, na véspera do Ano Novo, prepare um pequeno altar com flores, incenso, cristais, frutas e imagens de Deusas ou elementais. Pegue uma vela prateada (ou passe purpurina em uma vela branca), segure-a entre suas mãos e, sem acende-la, concentre-se em seus projetos para o Ano Novo, em decisões e resoluções que você quer colocar em prática para melhorar sua expressão pessoal e seu relacionamento com o mundo. Projete essas formas-pensamento na vela ou inscreva algumas palavras ou símbolos em sua superfície, com a ajuda de uma agulha virgem.
Quando sentir que a vela absorveu sua energia, unte-a com algumas gotas de essência de jasmim, passando o óleo na vela do meio para a ponta e depois do meio para baixo, sem encharcá-la. Continue se concentrando em seus propósitos durante a unção, magnetizando assim a vela com suas energias mentais e seu desejo. Acenda a vela e eleve-a para o céu, visualizando uma Deusa lunar de sua preferencia ou a Grande Mãe.
Recite a seguir estas palavras mágica: "Dedico esta vela na véspera de um Ano Novo para meu compromisso e minhas resoluções. Tomando a Deusa lunar (diga o nome da Deusa) como testemunha, eu (diga seu nome) faço essa promessa para mim mesma. Eu me comprometo a colocarem prática minhas decisões, sem me deixar desviar deste objetivo (diga o objetivo). Prometo não desistir e manter a minha promessa, continuando firme em meu propósito, usando toda minha força de vontade, determinação e perseverança, honrando, assim, a mim mesma (o). O poder está em mim e, se por acaso ele diminuir, tenho confiança de que chamando os poderes da Deusa (diga novamente o nome), ele aumentará, permitindo-me aprender com as lições do passado, sem incorrer nos mesmos erros e olhar com fé, confiança  e esperança para o Ano Novo.
Coloque a vela de volta em seu lugar e deixe-a queimar até o fim. Jamais apague uma vela dedicada a um propósito pois, dessa maneira, você apaga sua intenção mágica.
Durante o ano, se sentir um enfraquecimento de sua vontade para manter seu compromisso, repita esse ritual durante a lua nova, usando as mesmas palavras ou outra criada por você.

fonte: O Anuário da Grande Mãe, Mirella Faur.

fonte da foto: v4orkut.com

16 de dez. de 2011

Deusa Celeste Mama Occlo

Antigamente no Perú, festejava-se a deusa celeste Mama Occlo. Ela também foi deificada como mãe e deusa da fertilidade.

Em uma lenda, ela era tida como filha do Deus-Sol Inti e de Mama Quilla. Mamma Occlo seria irmã e esposa de Manco Cápac. Occlo e Cápac teriam emergido das águas do Lago Titicaca em seu barco de junco e imediatamente começado a trabalhar.
Mamma Occlo teria inventado a tecelagem e ensinado às outras mulheres. Juntos, os dois teriam ajudado a povoar e a civilizar o mundo. Foram considerados como fundadores da cidade de Cuzco, capital do império Inca.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusas Górgonas

As Górgonas, deusas gregas que detinham o poder oculto. Elas eram três: Euryale, Stheno e Medusa.
Seus rostos eram lindos e elas também tinham asas douradas. Mas seus corpos eram cobertos por escamas de lagartos e os cabelos formados por ninhos de cobras.
De acordo com o mito, elas eram dotadas de presas afiadas e garras metálicas. O olhar era tão terrível que petrificava quem ousasse encará-las.
As Górgonas viviam juntas além-mar, no mundo da noite. Suas irmãs mais velhas eram quem as protegia. Elas se chamavam Greas e tinham apenas um olho e uma presa.
Alguns estudiosos no assunto, acreditam que as Górgonas eram sacerdotisas lunares e que costumavam usar máscaras para assustar os visitantes indesejáveis. Outra hipótese, elas fariam parte de uma tribo de Amazonas da Líbia, que foram denegridas pelos gregos como sendo monstros.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aibel

Deusa fada irlandesa

Aibel ou Aoibhell era a Rainha das Fadas na mitologia irlandesa e a deusa principal delas na dinastia O’Brien. Era também chamada de “A Encantadora” e morava nas colinas sagradas chamadas Sidhe, morada das Fadas.

Diz a lenda que Aibel teria dado uma harpa de ouro para Meardha, filho de Murchadh, quando ele estava em Sidhe e soube da morte do pai. Quem ouve o som da harpa sabe que uma morte se aproxima.

Acreditava-se que as Fadas eram espíritos guardiães das pedras de Killaloe, cidade berço do rei Brien Boru, e onde os viajantes que ouviam o som de sua harpa mágica encontravam a morte. Para os irlandeses as fadas protegiam os bardos e os cantores, pois elas gostavam de ouvir e ensinar a tocar harpas.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Os Anões Mágicos e Loki

 

Ivaldi era um anão, um mestre-ferreiro do mundo subterrâneo, que junto com gnomos teria feito uma espada encantada para Cheru, deus da guerra na mitologia nórdica.

Os anões são muito frequentes nos mitos e lendas nórdicas e germânicas. Eles não são bonitos mas têm uma inteligência superior. E de acordo com o mito, alguns conseguiam prever o futuro.

Os quatro filhos de Ivaldi teriam também fabricado a lança mágica do deus Odin, deus da Guerra, o navio mágico de Frey, deus da Agricultura, e os cabelos de ouro de Sif, deusa da Excelência e esposa de Thor.

Loki, o deus do fogo, da trapaça e da travessura apostou sua cabeça com o anão Brokk que seu irmão Eitri não conseguiria construir objetos com a mesma qualidade dos filhos de Ivaldi. Eitri fabricou então um porco-do-mato dourado para Frey, um anel dourado para Odin e um martelo para Thor. Durante a fabricação desses objetos, Loki se transformou numa mosca e tentou ferroar o anão para distraí-lo e errar. Só o martelo que ficou um pouco menor do que deveria ser, o que fez com que Thor tivesse que usar luvas para empunhá-lo.

Os deuses ficaram maravilhados com os objetos e os consideraram melhores que os dos filhos de Ivaldi. Loki perdeu a aposta mas não deixou que lhe cortassem a cabeça, conforme a aposta, pois esse ato feriria sua garganta que não estaria no combinado. Os deuses permitiram então que Brokk costurasse a boca de Loki para que este não se gabasse enquanto a linha não se desfizesse.

fonte do texto e fotos: Agenda Esotérica

Deusa Gula

Na Babilônia a deusa Gula era a Grande Mãe doadora e destruidora da vida. Também era chamada de Grande Curadora pois tinha tanto o poder de curar doenças quando infligi-las.

Em algumas representações estava cercada por uma aura de oito raios de calor vital. O calor que tanto sustenta quando destrói a vida.
Gula vivia num jardim no centro do universo cuidando da Árvore do Mundo e distribuindo seus frutos com os que a reverenciavam. Às vezes estava acompanhada de um cachorro que representava a guarda de seu espaço. E quando aparecia com as duas mãos levantadas em prece, estava mostrando a postura apropriada para lhe pedir ajuda.
Hoje é uma boa data para avaliar suas limitações de espaço e seus hábitos compulsivos.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusas: Maat e Têmis

 

Maat é a deusa da verdade, da justiça, da lei e da ordem.

Conta a mitologia que Maat nasceu da pena de uma andorinha que havia se apaixonado pelo deus Rá, e dele recebido um Raio. Se Maat não tivesse nascido, toda a criação divina como a Terra e seus habitantes, por exemplo, teriam sido consumidos pelo caos.

O número de sorte para os regidos por Maat é o 6. A cor é azul e a flor rosa. O dia da semana é sexta-feira.

Têmis é a deusa grega da justiça.

Conta a lenda que Têmis desgostosa com o comportamento humano, ascendeu ao céu se transformando numa Constelação. Em outra versão, a Constelação é identificada com Astrea, filha de Zeus e Têmis. Astrea teria vivido entre os homens durante a Idade de Ouro, mas com a decadência da humanidade, retirou-se para o céu onde foi transformada em Constelação. A balança, o símbolo da deusa, se transformou na Constelação de Libra.

fonte do texto: Agenda Esotérica

Deusa Daena

Daena, a Guardiã.

Daena é a deusa persa da justiça, protetora das mulheres.

É também vista com protetora das almas. Está sempre na companhia de um cão mágico que sabe distinguir entre o bem e o mal. A deusa conduz as almas, ora para o céu, ora para o mundo subterrâneo. Quando almas boas, as conduz para a Câmara dos Song, paraíso de Zoroastro, e quando almas ímpias, vão para a Casa das Mentiras, um lugar de castigo.
Daena é um substantivo feminino que significa “aquilo que é visto ou observado”. Daena é a Lei Eterna. E tem sido usada para designar a religião, a fé e a lei. É vista até mesmo como uma tradução para o hindu e o budista do termo Dharma, interpretado como “dever”, conduta correta, virtude.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica