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Abençoados sejam todos!

24 de jan. de 2012

Deus Lugh

No dia 02 de fevereiro é dedicado ao Festival da Colheita que tem como deus regente Lugh. Na mitologia celta, esse é o deus que garante a maturação das sementes, sua colheita e o fornecimento dos grãos para o próximo plantio.
Lugh era sábio, feiticeiro e músico. Era o deus de todas as artes e artesanatos. Mas acima de tudo era um guerreiro divino. Foi ele quem levou os Deuses da Luz e da Bondade à vitória sobre os gigantes grotescos e violentos.
Conta a lenda que seu avô, Balor, quase o matou quando ele nasceu. Existia uma profecia de que Balor seria morto por um neto e como ele só tinha uma filha, tratou de aprisioná-la numa caverna. Mas tempos depois, ela foi seduzida e deu à luz a trigêmeos. Lugh conseguiu escapar do afogamento e cresceu protegido pelo deus ferreiro, Goibnu. Se tornou um rapaz bonito e inteligente.
A fama de Lugh, dentre outras coisas a de habilidoso, chegou até os ouvidos do rei Nuanda, que mandou lhe chamar. O Rei confia então o trono à Lugh para que este vença a batalha final entre os Tuatha de Danann e os Fomore, liderados por Bolor. Uma luta entre o bem e o mal.
Lugh vence a batalha e no final atira uma pedra em seu avô, que ferido no olho é morto. Concretiza-se a profecia tão temida pelo líder dos guerreiros maus.
E assim começa Agosto (no HN) e fevereiro (no HS). Um mês favorável para avaliar a sua colheita a partir daquilo que foi plantado nos meses anteriores. A árvore sagrada de Agosto é a macieira, cujo fruto está sempre presente em rituais mágicos e ligados à veneração da deusa.
Esse dia também é chamado no hemisfério norte de Festival de Lammas, que em inglês arcaico significa a Missa do Pão, a festa do pão fresco feito dos primeiros grãos de trigo. No hemisfério sul, esse festival acontece no primeiro dia do mês de fevereiro.
É um tempo em que devemos meditar a respeito das sementes que não vingaram e das ervas daninhas que de alguma forma prejudicaram seus esforços. Remova ou fortaleça a terra de sustento de seus projetos.
Pense em Lugh, que mesmo antes de nascer já existia uma força contrária à sua existência. No entanto, ele trilhou o caminho do bem e mereceu o trono que lhe foi ofertado.
O lema é “descanse, mas não descuide de seu desenvolvimento interior.”

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deus Lugh

Autoria: Marco Antônio

Lugh é um Deus Celta representado em muitas lendas irlandesas como sendo o triunfo da luz sobre a escuridão. Ele era o guardião legítimo da lança mágica de Gorias, e era particularmente associado com o uso do estilingue, com o qual matou seu adversário terrível: Balor.

Lugh é um Deus que está presente em todos os panteões Célticos com sutis variações em seu nome. Na Irlanda é conhecido como Lugh, em Gales ele é conhecido como Llew Llaw Gyffes, que quer dizer "O pequeno de muitas qualidades". Em gaulês antigo, foi chamado de Lugos, e ao longo do resto da Ilha Britânica, ele é conhecido como Lug. As histórias e mitos sobre ele diferem em cada região onde é reverenciado de inúmeras formas e através de diferentes ritos.

Principalmente conhecido como o Deus Sol, Lugh também é um Deus Guerreiro, Médico, Druida, Bardo, Ferreiro, Cervejeiro, entre outras inúmeras coisas. Suas funções o identificam como um Deus da guerra e das artes mágicas, mas os poetas e todos os artistas também são por ele beneficiados, juntamente como os guerreiros e os magos. Suas armas sagradas em todas as tradições são o estilingue e a lança. No folclore irlandês ele é pai do grande herói Cuchulain.

Lugh é um Deus do céu e está fortemente conectado com o fogo, com o Sol e com o tempo. Em inúmeras representações suas, ele aparece com um Torc e uma lança brilhante que às vezes é vista na forma de um raio. Ele é o Deus de todas as habilidades, artes e da excelência em todo empenho imaginável. Ele é visto como o protetor e guia de seu povo.

Os animais ligados a ele são as águias e os corvos que mantêm os olhos atentos sobre tudo aquilo que acontece na Terra. Sua árvore sagrada é o freixo.

Embora ele seja representando de formas variadas e com atributos diferentes, existem alguns pontos em comum encontrados nos mitos sobre Lugh em diferentes tribos célicas:

- é um Deus jovem com longos cabelos e com a face brilhante como o Sol
- é qualificado em inúmeras artes
- é o sobrevivente dos gêmeos no nascimento
- é adotado como uma criança (Na Irlanda por Tailtu e em Gales por Gwydion)
- a associação dele com pássaros e a capacidade de se transformar em uma ave. Ele, assim como Morrigú, está associado com corvos e gralhas, embora no conto galês, ele se transforme em uma águia.

Lugh é o Deus celebrado em Lammas

fonte do texto e foto: http://acasadomago.wordpress.com/?s=Lammas

28 de dez. de 2011

Um Ótimo 2012

 

ANO NOVO

Celebração universal, festejada nas mais variadas formas em várias culturas e tradições.

A renovação individual acompanha a do ano novo, permitindo um novo começo, virando a página, um prenúncio de que aquilo que começa bem, acaba bem. Para garantir o sucesso e a abundância, antigamente eram feitos rituais e chamamentos às divindades, purificando-se e expulsando o mal, pois este momento era propício às interferências das forças negativas e às atuações de seres malignos e de fantasmas.

Os antigos gregos celebravam, no início do ano, a Deusa Hera – a padroeira dos casamentos – , com o festival de Gamélia. Oferecia-lhe figos de mel e guirlanda de ouro, chamando seus bênçãos durante os inúmeros casamentos feitos neste dia.

Na antiga Babilônia, festeja-se a Deusa Nashe com procissões de barcos enfeitados de flores e repletos de oferendas, similares aos festejos atuais de Yemanjá no Brasil. Acendiam-se fogueiras e lamparinas, as famílias vestidas com roupas novas reuniam-se, trocavam presentes e festejam com comidas tradicionais e vinho. Nos templos, havia cerimônia de purificação com fogo, oferendas e libações para as divindades e adivinhações sobre as perspectivas do próximo ano.

Na Roma antiga, comemorava-se a Deusa Anna Perenna com o Festival Strenia, durante o qual trocavam-se presentes – chamados "strenea" – entre amigos e familiares. Neste dia, faziam-se também oferendas para a Deusa Fortuna, chamando suas bênçãos de boa sorte e de prosperidade para todo o ano.

O dia 1º - Este dia é consagrado às Deusas gregas e romanas do destino - às Parcas e as Moiras, à Deusa tríplice celta Morrigan, a Deusa-Mãe saxã, aos Deuses romanos Janus e Jana e às divindade japonesas protetoras das casas e das famílias - Shichi Fukujin.
Inspire-se nestas antigas tradições costumes populares e crie um ritual diferente para
chamar e fixar bons influxos e energias positivas para o Novo Ano.
Na véspera, limpe sua casa, retirando todas os objetos e roupas que estejam impregnados com lembranças dolorosas ou energias negativas. Purifique-os com incenso ou com água com sal grosso, levando-os para os menos favorecidos pela sorte. Lembre-se de que descartando o velho, abre-se espaço para o novo. Toque um sino ou um chocalho por toda a casa para espantar os maus fluídos, "varra" as paredes, os móveis e o chão com uma vassourinha de galhos de eucalipto retirando as "teias" da estagnação. Abra as portas e as janelas e defume todos os quartos com unia mistura de ervas aromáticas (eucalipto, arruda, guiné, manjericão, sálvia, alecrim e alfazema), visualizando uma chama violeta purificando e transmutando os resíduos do ano que findou.
No dia seguinte, acenda sete velas brancas e sete varetas de incenso de verbena, orando para as divindades da boa sorte. Decore sua casa com flores brancas e faça um pequeno altar com as fotografias de seus antepassados, alguns cristais e uni prato com frutas, cereais e trigo.
Confeccione um "barquinho dos tesouros", colocando nele sete símbolos que representem para você sorte, prosperidade, saúde, felicidades, criatividade, habilidade e harmonia. Enfeite o barquinho com fitas vermelhas e douradas e alguma imagem de dragão. Escreva uma carta com seus pedidos para o Ano Novo e uma invocação para as Deusas do destino e divindades da boa sorte, pedindo proteção, ajuda e orientação na escolha e na realização de seus objetivos ou intenções.
Comemore comendo bolinhos de arroz, maçãs assadas com mel, nozes, passas e uvas. Brinde com sidra, saquê ou vinho tinto para as sete divindades da boa sorte e para os ancestrais, agradecendo-lhes o legado que deixaram. Ofereça um pouco da comida e da bebida para a Terra, perto de uma árvore e guarde  Barquinho da Sorte em seu altar.
Se você quiser fazer um ritual específico, dedicado uma Deusa determinada ou para algum projeto ou propósito, na véspera do Ano Novo, prepare um pequeno altar com flores, incenso, cristais, frutas e imagens de Deusas ou elementais. Pegue uma vela prateada (ou passe purpurina em uma vela branca), segure-a entre suas mãos e, sem acende-la, concentre-se em seus projetos para o Ano Novo, em decisões e resoluções que você quer colocar em prática para melhorar sua expressão pessoal e seu relacionamento com o mundo. Projete essas formas-pensamento na vela ou inscreva algumas palavras ou símbolos em sua superfície, com a ajuda de uma agulha virgem.
Quando sentir que a vela absorveu sua energia, unte-a com algumas gotas de essência de jasmim, passando o óleo na vela do meio para a ponta e depois do meio para baixo, sem encharcá-la. Continue se concentrando em seus propósitos durante a unção, magnetizando assim a vela com suas energias mentais e seu desejo. Acenda a vela e eleve-a para o céu, visualizando uma Deusa lunar de sua preferencia ou a Grande Mãe.
Recite a seguir estas palavras mágica: "Dedico esta vela na véspera de um Ano Novo para meu compromisso e minhas resoluções. Tomando a Deusa lunar (diga o nome da Deusa) como testemunha, eu (diga seu nome) faço essa promessa para mim mesma. Eu me comprometo a colocarem prática minhas decisões, sem me deixar desviar deste objetivo (diga o objetivo). Prometo não desistir e manter a minha promessa, continuando firme em meu propósito, usando toda minha força de vontade, determinação e perseverança, honrando, assim, a mim mesma (o). O poder está em mim e, se por acaso ele diminuir, tenho confiança de que chamando os poderes da Deusa (diga novamente o nome), ele aumentará, permitindo-me aprender com as lições do passado, sem incorrer nos mesmos erros e olhar com fé, confiança  e esperança para o Ano Novo.
Coloque a vela de volta em seu lugar e deixe-a queimar até o fim. Jamais apague uma vela dedicada a um propósito pois, dessa maneira, você apaga sua intenção mágica.
Durante o ano, se sentir um enfraquecimento de sua vontade para manter seu compromisso, repita esse ritual durante a lua nova, usando as mesmas palavras ou outra criada por você.

fonte: O Anuário da Grande Mãe, Mirella Faur.

fonte da foto: v4orkut.com

16 de dez. de 2011

Deusa Celeste Mama Occlo

Antigamente no Perú, festejava-se a deusa celeste Mama Occlo. Ela também foi deificada como mãe e deusa da fertilidade.

Em uma lenda, ela era tida como filha do Deus-Sol Inti e de Mama Quilla. Mamma Occlo seria irmã e esposa de Manco Cápac. Occlo e Cápac teriam emergido das águas do Lago Titicaca em seu barco de junco e imediatamente começado a trabalhar.
Mamma Occlo teria inventado a tecelagem e ensinado às outras mulheres. Juntos, os dois teriam ajudado a povoar e a civilizar o mundo. Foram considerados como fundadores da cidade de Cuzco, capital do império Inca.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusas Górgonas

As Górgonas, deusas gregas que detinham o poder oculto. Elas eram três: Euryale, Stheno e Medusa.
Seus rostos eram lindos e elas também tinham asas douradas. Mas seus corpos eram cobertos por escamas de lagartos e os cabelos formados por ninhos de cobras.
De acordo com o mito, elas eram dotadas de presas afiadas e garras metálicas. O olhar era tão terrível que petrificava quem ousasse encará-las.
As Górgonas viviam juntas além-mar, no mundo da noite. Suas irmãs mais velhas eram quem as protegia. Elas se chamavam Greas e tinham apenas um olho e uma presa.
Alguns estudiosos no assunto, acreditam que as Górgonas eram sacerdotisas lunares e que costumavam usar máscaras para assustar os visitantes indesejáveis. Outra hipótese, elas fariam parte de uma tribo de Amazonas da Líbia, que foram denegridas pelos gregos como sendo monstros.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aibel

Deusa fada irlandesa

Aibel ou Aoibhell era a Rainha das Fadas na mitologia irlandesa e a deusa principal delas na dinastia O’Brien. Era também chamada de “A Encantadora” e morava nas colinas sagradas chamadas Sidhe, morada das Fadas.

Diz a lenda que Aibel teria dado uma harpa de ouro para Meardha, filho de Murchadh, quando ele estava em Sidhe e soube da morte do pai. Quem ouve o som da harpa sabe que uma morte se aproxima.

Acreditava-se que as Fadas eram espíritos guardiães das pedras de Killaloe, cidade berço do rei Brien Boru, e onde os viajantes que ouviam o som de sua harpa mágica encontravam a morte. Para os irlandeses as fadas protegiam os bardos e os cantores, pois elas gostavam de ouvir e ensinar a tocar harpas.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Os Anões Mágicos e Loki

 

Ivaldi era um anão, um mestre-ferreiro do mundo subterrâneo, que junto com gnomos teria feito uma espada encantada para Cheru, deus da guerra na mitologia nórdica.

Os anões são muito frequentes nos mitos e lendas nórdicas e germânicas. Eles não são bonitos mas têm uma inteligência superior. E de acordo com o mito, alguns conseguiam prever o futuro.

Os quatro filhos de Ivaldi teriam também fabricado a lança mágica do deus Odin, deus da Guerra, o navio mágico de Frey, deus da Agricultura, e os cabelos de ouro de Sif, deusa da Excelência e esposa de Thor.

Loki, o deus do fogo, da trapaça e da travessura apostou sua cabeça com o anão Brokk que seu irmão Eitri não conseguiria construir objetos com a mesma qualidade dos filhos de Ivaldi. Eitri fabricou então um porco-do-mato dourado para Frey, um anel dourado para Odin e um martelo para Thor. Durante a fabricação desses objetos, Loki se transformou numa mosca e tentou ferroar o anão para distraí-lo e errar. Só o martelo que ficou um pouco menor do que deveria ser, o que fez com que Thor tivesse que usar luvas para empunhá-lo.

Os deuses ficaram maravilhados com os objetos e os consideraram melhores que os dos filhos de Ivaldi. Loki perdeu a aposta mas não deixou que lhe cortassem a cabeça, conforme a aposta, pois esse ato feriria sua garganta que não estaria no combinado. Os deuses permitiram então que Brokk costurasse a boca de Loki para que este não se gabasse enquanto a linha não se desfizesse.

fonte do texto e fotos: Agenda Esotérica

Deusa Gula

Na Babilônia a deusa Gula era a Grande Mãe doadora e destruidora da vida. Também era chamada de Grande Curadora pois tinha tanto o poder de curar doenças quando infligi-las.

Em algumas representações estava cercada por uma aura de oito raios de calor vital. O calor que tanto sustenta quando destrói a vida.
Gula vivia num jardim no centro do universo cuidando da Árvore do Mundo e distribuindo seus frutos com os que a reverenciavam. Às vezes estava acompanhada de um cachorro que representava a guarda de seu espaço. E quando aparecia com as duas mãos levantadas em prece, estava mostrando a postura apropriada para lhe pedir ajuda.
Hoje é uma boa data para avaliar suas limitações de espaço e seus hábitos compulsivos.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica