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6 de mar. de 2012

Deusa Aine

 

Na Irlanda se comemorava Aine, a deusa das Fadas. Era comum os fazendeiros passarem com tochas acesas ao redor do gado e sobre os campos de cultivo. Dizia-se que o fogo invocava a proteção desta Deusa para afastar doenças e pragas.

Aine de Knockaine, como é chamada, é uma deusa Solar irlandesa. Associada ao Solstício de Verão, no hemisfério norte, sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. O seu nome significa prazer, alegria, esplendor.

Na mitologia, Aine é irmã da Rainha dos Elfos, Grian. E há uma lenda que diz que ela tinha o poder de se transformar tanto num cisne branco quanto numa égua vermelha, que ninguém conseguia alcançar.
Essa deusa também ajudava os viajantes perdidos nos bosques. Para pedir ajuda, bastava bater três vezes no tronco de uma árvore que tivesse flores brancas.
Sempre que se sentir perdido em algum lugar, procure uma árvore com flores brancas. Bata no tronco e chame por Aine. Não custa tentar!

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Kupala

A Deusa do Verão.

Os países eslavos festejavam Kupala, a deusa do auge do Verão. Também era chamada de Deusa da Água, da Magia e das Ervas.

Na festa de Kupala, que se chamava-se Sobótka, costumava-se fazer uma efígie de mulher com a palha dos campos de trigo. Os casais jovens então pulavam as fogueiras segurando essa efígie e depois tomavam banho nos rios. No dia seguinte jogava-se a efígie na água do rio pedindo para que ela levasse consigo todos os males das pessoas.

É uma celebração feita durante o Solstício de Verão, no Hemisfério Norte, em que se honravam os dois elementos mais importantes: o fogo e a água.

Nos Bálcãs, também se reverenciava Kupala. Mas a efígie era feita com galhos de bétula e vestida com roupas de mulher. Já na Rússia, o nome dessa deusa era Kupal’nitsa e o seu par era Ivan Kupalo.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Ix Chel

Ix Chel era a deusa Maia da Cura. Também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.

Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.

Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.

É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.

O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.

A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Fand

Fand, a deusa celta do mar, era também chamada de “A Pérola da Beleza”. Mais tarde foi descrita como Rainha das Fadas na mitologia irlandesa.

De acordo com o mito, Fand era casada com Manannan, Deus do Mar. Fand regia a saúde, a cura, a beleza, a sedução e o prazer. Dizia-se que ela se transformava nesse dia em gaivota e saindo do seu reino das águas, sobrevoava o mar e a terra à procura de um amante. Quando o encontrava, raptava-o para junto de si.

fonte do texto e foto: http://agendaesoterica.blogspot.com/2011/06/fand-deusa-celta.html

Deusa Epona

Protetora dos Cavalos.

Na Gália, comemorava-se hoje a Deusa equina chamada Epona. Ela era protetora dos viajantes, dos cavaleiros e dos cavalos.

Epona era considerada um símbolo da fertilidade. Era fruto da união de uma égua com um Deus.

Nas coroações dos antigos reis celtas, Epona era invocada para garantir a soberania do novo rei. E até o século XI, as cerimônias de casamento dos reis irlandeses eram feitas como se eles estivessem se casando com a deusa por meio de suas sacerdotisas.

Quando Gália foi ocupada pelo exército romano, o culto à deusa foi adotado por eles.

De acordo com a lenda, quando os seguidores dessa deusa lhe faziam oferendas na beira dos rios e entoavam cânticos em seu louvor, Epona surgia na correnteza segurando um cálice e acenando para eles dando a certeza de que seus desejos seriam atendidos.

Fonte do texto e foto: http://agendaesoterica.blogspot.com/2011/06/epona-protetora-dos-cavalos.html

5 de mar. de 2012

Deus Sokar

Fonte: Wikipédia

Sokar, Seker ou Sokaris (sendo esta última forma oriunda da versão grega do nome, Σωχαρης Soc'haris) era um deus funerário da mitologia egípcia. O seu nome significa "o que está encerrado".

Era representado como um falcão ou como um homem mumificado com cabeça de falcão com uma coroa atef (coroa branca do Alto Egipto com duas plumas).

Era o deus de Sakara, a necrópole da cidade de Mênfis, uma das várias capitais que o Antigo Egipto teve. Já era adorado nesta região na época pré-dinástica, acreditando-se que nestes tempos teria associações com a fertilidade.

Desde a V dinastia (Império Antigo) foi identificado com Ptah, deus principal de Mênfis, dando origem a uma fusão das duas divindades conhecida como Ptah-Sokar.

Foi também associado a Osíris; os Textos das Pirâmides mostram que Sokar era visto como uma forma de Osíris após este ter sido assassinado pelo seu irmão Set.

Na Época Baixa um deus sincrético, que era a fusão dos três deuses, Ptah-Sokar-Osíris, foi bastante popular. Esta sincrética apareceu contudo na época do Império Médio, como revelam várias estelas em Abidos.

Sokar era também visto como o patrono dos artesãos, talvez por influência da sua identificação com Ptah. Acreditava-se que o deus fazia os ossos do soberano, bem como os perfumes utilizados nas cerimónias dedicadas aos deuses.

Guardava a porta do mundo subterrâneo e habitava numa caverna chamada Imhet, alimentando-se do coração dos defuntos. O deus era o grande responsável pela transformação destes.

Na cidade de Mênfis ocorria todos os anos um grande festival dedicado ao deus que tinha lugar no dia 26 de Khoiak (mês egípcio que corresponde a Outubro/Novembro). O deus era transportado na sua barca sagrada, cujo nome era henu, aos ombros de dezesseis sacerdotes. Esta barca tinha uma forma peculiar, com uma proa na qual se encontrava representada a cabeça de um antílope ou de um boi, e onde também figuravam o peixe-inet e aves; na popa existiam dois ou três pequenos remos.

Na cidade de Tebas acontecia também uma grande celebração, como atestam os relevos do templo de Ramsés III no complexo funerário de Medinet Habu, que se julga ter rivalizado com o grande festival local de Opet.

O deus tinha uma versão feminina, Sokaret, que tinha as mesmas funções funerárias. Poderia também ter como consorte a deusa Sekhemet.

Sokar

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Sokar-Osíris

Outros nomes: Ptah-Sokar-Osíris

Nascimento: Sakara

Sokar.Túmulo de Ramsés VII

Deus Sokar

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No Egito  as pessoas deixam lamparinas acessas nos túmulos em homenagem aos familiares falecidos.
Vamos conhecer um pouco de Arqueologia e sobre o Deus da Morte e Ressurreição:

Sokar foi um dos mais antigos deuses do Egito antigo. Ele presidia a morte e a ressurreição, assim como a escuridão do túmulo em que o morto repousava. Sokar era geralmente representado como uma deidade com cabeça de falcão, tanto sentado em um trono como enfaixado como uma múmia. Ele era o guardião da necrópole que servia à antiga cidade de Memphis e, em particular, à zona de Rostau, a Gizé antiga onde outrora se encontrava um santuário de Sokar, conhecido como Shetayet. Embora a localização desse santuário nunca tenha sido determinada, alguns egiptólogos acreditam que estava localizado nas proximidades de Gebel Ghibli, em cujo sopé se encontra o poço “Beer es-Samman”. Sokar foi identificado com o líder mítico dos textos Edfu, conhecido como O Falcão, cujos precursores, Os Primordiais, foram responsáveis pela construção de primeiro templo do Egito, às margens do lago que continha a ilha sagrada de criação.

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O maior rival de Sokar, até mesmo à época da construção das pirâmides, era Osíris, o deus da morte e da ressurreição. Seu culto absorveu os atributos e locais de culto do deus falcão, até Sokar acabar tornando-se apenas Sokar-Osíris ou, até mesmo, Ptah-Sokar-Osíris. Ptah era o deus criador de Memphis, cujo culto também absorveu o de Sokar. Apesar de Osíris muito provavelmente ter se originado apenas como um deus da vegetação do Delta do Nilo associado aos ciclos de regeneração, ele rapidamente usurpou o papel de Sokar como “Senhor do Rotau”. Até mesmo o Shetayet, o santuário perdido de Sokar, transformou-se no “Túmulo de Osíris”.
Entretanto, um lugar em que Sokar ainda continuou governando foi o Duat, o Submundo da Alma egípcio, ou Mundo do Além, visto tanto como um reino físico debaixo da terra, como uma região do céu noturno associada ao pós-vida egípcio. Textos funerários antigos, especificamente o Am-Duat, o “Livro do que está no Submundo”, gravado em papiros funerários e nas paredes de túmulos do período do Império Novo, falam de Sokar como o governante do reino subterrâneo de Rostau. O falecido faraó, na forma de deus-sol, teria de navegar através do Duat a fim de alcançar a vida após a morte entre as estrelas.
Os antigos egípcios acreditavam que as provações e tribulações que a alma do faraó morto teria de enfrentar em sua viagem através da escuridão do Submundo, eram reflexos da jornada do sol durante as horas da noite. Acreditava-se que o sol em sua órbita entrasse no Duat-Submundo ao pôr-do-sol e que viajasse através de um túnel imaginário por debaixo da terra, antes de emergir novamente ao alvorecer, no horizonte leste. Pensava-se que esse estranho reino catatônico fosse habitado por uma multidão de serpentes, demônios e espíritos, e que fosse dividido em doze “Horas”, refletindo, assim, a passagem da alma do defunto pelas horas da madrugada.

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Aparência da Quinta Hora do Duat no texto do Am-Duat. Observe Sokar em pé sobre uma serpente em uma ilha de forma oval, debaixo de uma colina coroada pela cabeça da deusa Ísis (Copyright da imagem: Andrew Collins, 2009).

Sokar em uma mortalha no monte da criação. O sol aparece no meio de sua jornada de doze horas através do Duat, entre as Horas de Quinta e Sétima, conforme se infere dos doze passos da colina-pirâmide (Copyright da imagem: Andrew Collins, 2009).
Horas Quarta e Quinta do Duat, que ocorriam quando o faraó, como deus-sol, aproximava-se da meia-noite, eram o domínio da Sokar. Elas ostentavam, ainda, os títulos de “Casa de Sokar”, “Terra de Sekri” (outra forma do nome Sokar) e, mais significativamente, Rostau, ou seja, Gizé. Tão diferentes das outras dez Horas eram as descrições da navegação dos falecidos através das Horas Quarta e Quinta do Duat que o egiptólogo egípcio Selim Hassan (1893-1961) escreveu que elas deviam ser aquisições provenientes de uma tradição separada que tratava exclusivamente do submundo de Gizé-Rostau. Hassan escreveu que uma representação física do Duat-Submundo pode ter existido em Gizé, já que as representações das Horas Quarta e Quinta pareciam refletir a maneira como o platô descia de noroeste a sudeste, como ainda hoje pode ser visto a partir de sua extremidade sudeste, ou seja, das imediações do “Aish el-Ghorab”, o cemitério mulçumano atual situado à sombra de Gebel Ghibli.

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Na Quinta Hora Sokar é retratado em pé, de asas abertas, sobre uma serpente de cabeça dupla. Ambas as figuras aparecem em uma ilha de formato oval que é guardada por uma esfinge de duas extremidades, conhecida como Aker-Leão (Akeru, no plural). Inquestionavelmente, essa ilha é uma representação do monte da criação nas águas primordiais. Os Akeru-Leões são tidos como protetores da entrada e da saída do Duat-Submundo, os pontos em que o sol desaparece ao pôr-do-sol e em que ressurge ao amanhecer. Selim Hassan equiparou o Aker-Leão à Esfinge de Gizé, que guarda a entrada oriental do platô, ao passo que o local mítico conhecido nos textos funerários como “Terras Altas do Aker”, foi identificado com as colinas que circundam Gizé.
Nem mesmo o deus-sol estava autorizado a penetrar na câmara secreta de Sokar durante sua viagem noturna em direção à vida após a morte. A alma do falecido, em seu barco noturno, era atraída para o topo de uma colina-pirâmide cônica frequentemente representada sobre uma ilha oval na qual estava Sokar.Seria a ilha da Terra de Sekri o mesmo monte primordial dos textos de Edfu? Se o Shetayet de Sokar estava localizado nas proximidades de Gebel Ghibli, então é do maior interesse a presença do poço Beer es-Samman na face norte da colina. O poço marcaria a localização do Shetayet de Sokar, onde a entrada ou a saída do Rostau, a “boca das passagens”, estaria apenas aguardando para ser encontrada.

fonte do texto e fotos: http://www.luzemhisterio.com.br

17 de fev. de 2012

Glossário de Deusas e Deuses

Adit (hindu) Mãe de Adytas, Mitra e Varnuak, Aditi significa, literalmente, "livre de laços" . Não há dúvida de que a expressão se refere ao céu infinito, que é o domicílio de seus "filhos": o sol, alua, a noite e o dia. Aditi é o céu, o ar, todos os deuses, as cinco nações, é o passado e o futuro.

Afrodite (grega) Deusa do amor, tanto no que tem de mais nobre quanto de degradado. Na sua origem foi também a Deusa da fertilidade. A lenda conta que é a filha de Zeus e Dione, mas a tradição homérica criou outra história bem mais interessante para seu nascimento: quando Cronos castrou o pai, Urano, jogou seus órgãos genitais no mar. Eles flutuaram, formaram uma espuma branca e dela saiu Afrodite, a essência da beleza feminina.

Amaterasu (japonesa) Deusa do Sol, a lenda conta que Amaterasu nasceu do olho de Izanagi e é adorada tanto como um corpo celestial quanto como divindade espiritual, e também como ancestral da família imperial.

Ambika (hindu) é um aspecto da Deusa Kali. É chamada de "Pequena mãe" e considerada a geradora, localizando-se junto a outras deusas que personificam vários aspectos da divindade. Ambika tem o lado destruidor que aparece em suas batalhas contra os demônios.

Ananke (grega) Chamada também de Necessidade, ela é mãe das Parcas. O Fuso da necessidade repousa em seu colo.

Angeborda (nórdica) Deusa escandinava gigante, tem três filhas: a cobra gigante, a que traz o fim do mundo e a rainha da morte.

Anu (celta) Os deuses celtas na Irlanda são frequentemente chamados de Povo da deusa Danu, mas isso não significa que ela tenha dado à luz todos. A Deusa Anu (ou Ana) era confundida com ela. Anu foi uma antepassada primitiva.

Ariadne (grega) Filha de Minos, Ariadne foi trazida por Teseu para Creta e abandonada. Ela dormiu á beira da água, em Naxos, e, quando acordou e percebeu que Teseu fora embora, pôs-se a chorar. Dionísio a viu, casou-se com ela, pouco depois tiveram três filhos. É ela que conduz os seres humanos através do labirinto.

Arinrhod (britânica) Filha de Don, mãe de Llew, Arianrhod tem o aspecto da Iniciadora.

Ártemis (grega) A Caçadora, a princípio era uma divindade agrícola, adorada especialmente na Arcadia. Ártemis é deusa da caça e da floresta, seu caráter é lunar e ela é representada como uma jovem virgem.

Astarte (babilónica) Seus ritos envolviam o oferecimento da virgindade das jovens a estranhos. Astarte personificou o mais belo dos corpos celestes, o planeta Vénus. Deusa do amor e da guerra, é raramente mencionada.

Atena (grega) Patrona de Atenas, foi objeto de um culto especial. Adorada como deusa da guerra, das artes, da paz e da inteligência prudente. Nos primórdios de se culto, era venerada como noite de tempestade e tinha um culto meteorológico.

Atropos (grega) Atropos era uma da Moiras (terminologia grega), chamadas de Parcas pelos romanos. Para Homero, representava o destino individual, do qual nenhum mortal escapa. As Parcas eram em número de três e filhas da noite. Era Atropos quem media o fio da vida.

Bagala (hindu) Protetora, ela é uma das Dasa - Mahavidya. Destrói as formas negativas e é representada com cabeça de garça.

Baubo (grega) A energizadora Baubo era conhecida por sua irreverência e maus modos. Quando ofereceu uma bebida especial que tinha preparado para Deméter e esta recusou, fez gestos obscenos para a deusa, que achou muita graça, ao invés de se zangar.

Beltia (babilônica) Era "A Senhora", reinando  nos céus. Seus  adoradores a exaltavam, dizendo que ela estava acima de todos os deuses  e tinha  a capacidade de aliviar sofrimentos, dar vida, alegria e prazer.

Bhairavi (hindu) Umas das Dasa-mahavidyas, Bhairavi é outro nome pelo qual Parvati, a personificação do "poder"de Shiva, é conhecida. O nome dessa deusa tem um adendo: a terrível. Ela está sempre ligada ao poder, à destruição  e ao sangue, embora tenha aspectos da Preservadora e da Criadora de Tudo.

Bona Dea (romana) Ela é a "A Boa Deusa", patrona dos ritos femininos. Seu culto era administrado pelas vestais virgens e só era frequentado por mulheres.

Brígida (irlandesa) Foi frequentemente confundida e portanto, encarada, como a  deusa tripla. Sua adoração difundiu - se  mais do que a de Anu e sobreviveu no cristianismo como Santa Brígida (ou Brida). Parece provável que ela tenha sido uma divindade que encarnava o conceito e a figura da deusa-mãe. Brígida era protetora da cura, do artesanato e da poesia.

Cailleach (celta) A deusa céltica tem um aspecto sombrio, o que não a impede de se metamorfosear numa linda mulher quando deseja agradar o homem amado. Mas que ele  se acautele, pois ela sempre que o domínio, o poder.

Ceres (romana) Ceres veio da Campanhia, mas seu templo era em Roma. Paradoxalmente, seu templo e ritos eram gregos. Deusa da agricultura, protegia plantações e oferecia fartas colheitas.

Ceridwen (britânica) Na lenda celta, Cerridwen é chamada de A Mulher Sombria do Conhecimento. Tem grande habilidade em mudar de forma e guarda aspectos da Iniciadora e da Tecelã.

Cessair ( irlandesa) é considerada uma antepassada primitiva, tem o aspecto de Preservadora, sua cor é verde e seu símbolo o navio.

Chinnamasta (hindu) Uma das Dasa - Mahavidyas, também  Varjayogini, Chinnamasta é Iniciadora, domina o conhecimento tântrico e possui elementos altamente destruidores em seus aspectos.

Cibele (traciana) Etimologicamente, Cibele é a Deusa das cavernas. Personificava a terra em seu aspecto primitivo e selvagem e era adorada no alto das montanhas. é uma grande mãe, dada sua ligação com o fornecimento do alimento.

Cipactli (mexicana) Criadora, essa deusa mexicana existiu, originalmente, sob a forma de um monstruoso jacaré nadando no espaço. Quando duas serpentes divinas cortaram seu corpo em pedaços, a parte de baixo transformou-se na terra, enquanto a parte de cima, no céu.

Circe (grega) Filha de Helios, foi, mais provavelmente, a deusa do amor aviltado. Circe era muito conhecida por seus feitiços e encantamentos. Casada com  o rei dos samarcianos, envenenou seu marido e foi morar numa ilha. Circe tem o aspectos de Tecelã e muda de forma.

Clotho (grega) É uma das Moiras (ou Parcas, segundo os romanos), também responsável pelo destino humano, sendo aquela que fia a Linha da Vida.

Daena (persa) é a desafiadora, com quem as almas dos mortos têm que se encontrar antes de passar pela ponte que definirá se irão para o céu ou para o inferno.

Dakini (tibetano) é chamada de "dançarina do céu" , e considerada a divindade feminina da meditação. A luz do arco-íris é associada à meditação com as dakinis.

Danu (irlandesa) Antepassada primitiva, Danu te os aspectos da Criadora de Tudo, sua cor é o preto e seu símbolo é a Via Láctea. Deusa dos Celtas na Irlanda - os deuses eram chamados de Povo da Deusa Danu, embora ela não tivesse dado à luz todos eles, mas o título mostrava sua força e importância.

Dasha Mahavidyas (hindu) ou as Dez Grandes Sabedorias da Deusa Kali. Podem aparecer sobre terríveis formas.

Deméter (grega) Representava o solo fértil e cultivado. Sua maior importância entre os gregos deveu-se à sua figura de mãe, embora seu carácter original, de mãe terra, tenha sido preservado em certas regiões da Grécia. Mãe de Perséfone, rainha do Mundo Subterrâneo, Deméter estendeu sua influência através da filha. Sempre permaneceu em contato com os mortais a quem concedeu os benefícios da civilização.

Devi (hindu) Termo hindu para designar "Deusa" .

Dhatisvari (hindu) dakini da "sabedoria cristalina", governadora do oriente e da água.

Dhumavati (hindu) é uma das Dasa-Mahavidyas, e tem o aspecto da Desafiadora.

Diké (grega) é a deusa da justiça e embora um dos mitos contados sobre ela diga que foi exilada na constelação de Virgo, o poeta romano Virgílio manifestou o desejo e a necessidade de sua volta à terra para corrigir as injustiças.

Donzela do Graal (Céltica/Medieval) A portadora do Graal, a que traz alegria.

Donzelas do milho (americanas) As Donzelas do Milho são seis irmãs que dançam para que haja fartura. Fazem parte das lendas dos índios Pueblo, constando como doadoras de grãos e da sabedoria.

Dorje (tibetana) dakini. Ver a deusa Dhatisvari.

Durgha (hindu) Aspecto de Parvati. Durgha é uma das grandes Protetoras da mitologia hindu.

Dzalarhons (índios americanos) É a guardiã dos tesouros terrestres e fica furiosa quando vê a destruição da natureza.  Mesmo assim, é Energizadora e Protetora.

Eirene: (grega) Filha de Themis e Zeus, é a deusa da justiça.

Ereshkigal (sumeriana) Rainha do mundo subterrâneo.

Erínias (gregas) As Erínias eram as vezes chamadas de "cães do Hades". Eram divindades infernais, cuja missão especial era punir os parricidas e aqueles que violavam seus juramentos. Quando um crime era cometido numa família, apareciam imediatamente, e, por isso, ficaram conhecidas como guardiãs das leis terrenas. As erínias eram tão rigorosas no castigo que perseguiam o criminoso até o mundo subterrâneo, para além, portanto, da própria morte.

Estanelehi (índios americanos) Ver "Mulher transformadora" .

Eumênides (grega) Significa "as bondosas", é um dos nomes usados pelas Enírias.

Eumonia  (grega) Significa "a ordem legal" e faz parte do aspecto da Medidora.

Eva (semítica) Eva significa, segundo a escritura hebraica, "a mãe de todos os seres vivos". Ela guarda o aspecto da  energizadora.

Freya (nórdica) Irmã do Deus Freyr, ela tem uma rica casa em Asgard, onde recebia heróis derrotados com um incrível banquete. Foi na verdade a primeira das Valquírias e sua suprema comandante. Adorava joias e enfeites e era considerada a Deusa do amor.

Gaia (grega) Deusa da terra. Seu aspecto é o da criadora.

Hathor (egípcia) Uma espécie de fada, que às vezes aparecia no nascimento de uma criança. Pertencia a um grupo de sete ou até nove jovens e suas predições - às vezes favoráveis e às vezes não - nunca falhava. Hathor é também Mantenedora, Rainha do Mundo Subterrâneo e oferece o encanto.

Hécate (grega) Divindade do Mundo Subterrâneo, Hécate era, em sua origem, uma deusa lunar. Nascida na Trácia parecia-se, de alguns formas, com Ártemis. Poderosa no céu e na terra, Hécate dava riqueza, triunfo e sabedoria. Cuidava da prosperidade e da navegação.

Hel (nórdica) Rainha do Mundo Subterrâneo.

Hera (grega) Foi, originalmente, rainha do céu, a virgem celestial. Casada com Zeus, vivia às turras com ele. Presidia todas as fases da existência feminina. Venerada no cume das montanhas, Hera tinha cinco ouseis templos e era representada sentada num trono, com um ceptro na mão direita. Foi considerada a grande patrona das mulheres e rainha dos deuses.

Héstia (grega) A palavra grega "héstia" significa "a terra, o lugar onde a casa e fogo doméstico são mantidos" . A dificuldade que o homem primitivo tinha de encontrar fogo explica porque ela era tão venerada. Além do mais, era em torno da lareira que a família se reunia e sua força era tão grande que, quando um dos membros ia embora, formar um novo lar, levava consigo um pouco do fogo de Héstia. Posteriormente, quando as cidades começaram a se formar, seu fogo era levado a público, e o costume simbólico foi mantido.

Horae (grega) A palavra grega da qual Horae deriva seu nome significa "um período de tempo que pode ser aplicado igualmente ao ano, às estações do ano e às horas do dia". Estes diferentes significados influenciaram as sucessivas concepções de Horae. Primeiro, foram divindades de carácter meteorológico, encorajando o amadurecimento das frutas e favorecendo a colheita. Depois, passaram a presidir a ordem que havia na natureza, tornou-se, por conseguinte, as guardiãs da natureza, tornando-se, por conseguinte, as guardiãs da natureza e exercendo influência não só física, mas também moral.

Inanna (sumeriana) Deusa do amor, da guerra.

Íris (grega) Mensageira.

Ísis (egípcia) Grande Mãe, feiticeira e libertadora.

Kali (hindu) Deusa com os aspectos de Energizadora, criadora e destruidora. Uma das Dasa-Mahavidyas.

Kalwadi (australiana) Figura amplamente importante nos ritos iniciatórios. A grande vocação maternal da Deusa é patente, pois ela presta serviços de babá para engravidar de novo das crianças de quem cuida.

Kamala (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, A Que Dá Poder.

Kausiki (hindu) Aspecto guerreiro de Kali.

Khando (tibetana) Ver Dakini.

Kurukulla (hindu) é a protetora da sabedoria. Seu aspecto é o da Desafiadora.

Kwan Yin (chinesa/japonesa) Chamada de "Ouvinte das Súplicas", Kwan Yin concede iluminação suprema a seus devotos e promete a libertação deixando os canais mentais livres para novas percepções e a criatividade.

Lachesis (grega) Ela é uma das Moira, irmã de Atropos e a responsável pelo corte do fio da vida.

Lakshmi (hindu) Mulher de Vishnu e exemplo de beleza feminina, Lakshmi ou Sri, como às vezes é chamada, é a deusa da fortuna e da prosperidade. Como tal, segura seu símbolo tradicional, o lótus, numa de suas quatro mãos.

Lekyi (tibetana) Dakini, ver Samaytara.

Leto (grega) Deusa que protege o parto, que dá inspiração.

Levanah (semítica) A fase escura da lua, aspecto da Mediadora. Controla o fluxo e o refluxo das marés.

Lillith (semítica) Primeira mulher de Adão, antes que ele se casasse com Eva. Posteriormente, foi considerada rainha dos dem6onios. Sua personagem é bastante controvertido e totalmente rejeitado em círculo religiosos ortodoxos do Ocidente.

Locana (hindu) Daquini de todo o "espaço abrangente", governante do centro do vácuo.

Luna (romana) A Lua.

Maat (egípcia) é descrita como uma mulher que está de pé ou ajoelhada. Na cabeça, usa uma pena de avestruz, que é um ideograma de seu nome: verdade ou justiça. Era a deusa da lei, verdade e justiça. Filha querida e confidente de Ra esposa de Thot, o juiz dos deuses.

Macha (irlandesa) Deusa que morre de parto e amaldiçoa os homens de Ulster, desejando que eles sintam a fraqueza da mulher ao dar á luz por quatro dias e cinco noites, durante nove gerações. Tem também o aspecto da Mediadora.

Machig Lapdron (tibetana) é uma salvadora, uma xamã.

Maeve (irlandesa) Rainha de Connacht, da guerra e do amor sexual.

Mamaki (hindu) Dakini de "toda a sabedoria enriquecedora", soberana do sul e da terra.

Matangi (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, a Eneergizadora.

Medusa (grega) Juíza, também guerreira. Este aspecto seu está ligado a Atena.

Mensageira do Graal (Céltica/Medieval) a companheira e desafiadora da Busca.

Metis (grega) "Conselho Prudente".

Minerva (romana) Deusa da Sabedoria.

Mnemosine (grega) Deusa da Memória, mãe das musas, padroeira das recordações.

Modron (britânica) "Mãe",padroeira da sabedoria que foi perdida, recordações.

Moirae (grega) As Moiras eram o correspondente grego de "As Parcas" (o destino) que são as três: Clotho, Lachesis e Atropos.

Morgen (britânica) Também chamada de Morgana, aquela que cura, a que consegue mudar as formas.

Morrighan (irlandesa) Deusa da guerra e também aquela que tira a morte e cura doenças.

Musas (gragas) Irmandade de nove partes de artes, ciências e artesanato. O termo ficou até hoje e, quando um poeta se refere a sua "musa inspiradora", está falando dessa irmandade que se tornou substantivo.

Neith (egípcia) Guardiã dos mistérios escondidos, também apresenta o aspecto de Tecelã.

Nêmeses (grega) é a deusa da vingança, da desforra. Para ela, é preciso sempre dar o troco a quem nos faz mal.

Nerthus (germânica) é a mãe terra, mas, ao mesmo tempo, é aquela que tira.

Oxum (nigeriana) Deusa das águas, que refresca e revigora. Faz parte dos cultos afro-brasileiros.

Oya (africana) Simboliza as estações do nao. Como aspecto, traz o da Energizadora.

Pandasravasini (hindu) Dakini de "sabedoria discriminatória", governante do Oeste e do Fogo.

Pandora (grega) Energizadora.

Parcas (grega, romana, nórdica) Título das Moiras e das Nornas.

Parvati (hindu) é também chamada de Shakti. Traz em si o aspecto da energizadora e da tecelã.

Pema (tibetana) Dakini. Ver Pandar-avasini.

Pirra (romana) Ancestral primitiva.

Radha (hindu) Deusa da abundância, do amor, que tem êxtase sensoriais profundos e os favorece.

Ragnell (britânica, medieval) é a entidade que doa a soberania, e tem como aspecto a Desafiadora.

Rhea (grega) é a mãe dos deuses, e seu aspecto é o da Preservadora.

Rhiannon (britânica) Rainha do Mundo Subterrâneo, é aquela que liberta dos fardos.

Rinchen (tibetana) Dakini. Ver Mamaki.

Samaytara (hindu) Daikini de "toda a sabedoria realizada", governante do norte e do ar.

Sarasvati (hindu) deusa das águas, das artes e das ciências.

Sati (hindu) Encarnação de Devi.

Sekhmeti (egípcia) é representada como uma mulher que tem cabeça de leão e está sentada num trono. Casada com Ptah, chamada de "a amada de Ptah", teve um filho com ele, Nefertum. (para saber mais acerca de SEKHMET).

Selene (grega) Lua.

Shakti (hindu) É a energia da Deusa.

Sheila na gig (irlandesa) Mãe no sentido daquela que dá e tira.

Shekinah (semítica) A consorte energizadora de Jeová, criadora, como ele, do mundo e das coisas, numa espécie de comunhão de acções.

Sodashi (hindu) Uma das Dasa-Mahavidyas, Preservadora.

Sophia (grega/gnóstica) Deusa da Sabedoria. Tem o aspecto da Que Dá Poderes.

Soveregnty (céltica) Deusa da Terra. Com o aspecto da Que Dá Poderes.

Surabhi (hindu) É a vaca do espaço cósmica.

Tara (hindu/tibetana) É a deusa compassiva com o homem, aquela que o liberta. É também uma das Dasa-Mahavidyas.

Tellus Mater (romana) Mãe Terra, patrona das mulheres.

Themis (grega) "A que é firme". Representa a ordem e traz como aspecto o da Mediadora.

Tiamat (babilônia) A Criadora de Tudo.

Tlazolteotl (asteca) É o coração da terra", a Tecelã, a purificadora.

Ukemochi (japonesa) Criadora de Tudo. Traz também o aspecto da Preservadora.

Uncegila (índia americana) Desafiadora, Tecelã.

Vajra-Varahi (tibetana) É a "semente de diamante", a Energizadora.

Varjayogini (tibetana) Também Chinnasta. Traz o aspecto da Libertadora.

Yeshe Tsogyel (tibetana) Aspectos: A Iniciadora, Libertadora e A Que Dá Poderes.

Zoé (gnóstica) Simboliza a vida, e em termos de aspecto traz o da Enegizadora.

(Fonte: Elementos da Deusa - Caitlín Matthews)