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6 de mar. de 2012

Deusa Rhea

Rhea, Mãe das Montanhas.

Na Grécia comemorava-se Rhea, a Mãe das Montanhas. Rhea era uma antiga deusa de Creta.

De acordo com a mitologia, Rhea era uma Titã, filha de Uranos, que representava o Céu, e filha de Gaia, a Terra. Era irmã e esposa de Cronos e com ele gerou seis filhos: Héstia, Hades, Deméter, Poseidon, Hera e Zeus. Por isso é também conhecida como Mãe dos Deuses. Cansada de ter seus filhos devorados pelo próprio marido, se refugiou nas montanhas para dar à luz. Zeus nasceu numa caverna do monte Dicte. Depois, Rhea deu à Cronos uma pedra enrolada em panos no lugar do filho. O marido enganado engoliu a pedra sem perceber a troca.
O nome Rhea pode ter sido derivado de “chão” ou de “fluxo”. Na mitologia romana é identificada com a Deusa Cibele.
Era reverenciada com procissões de címbalos, flautas, tambores e tochas acesas.
Se você quiser também fazer uma invocação à Deusa, então acenda uma vela verde e mentalize: “a Terra nos dá seus frutos, por isso eu louvo e agradeço à Mãe Terra.
A segunda maior lua de Saturno tem o nome de Rhea.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Sunna

Deusa do Sol.

Sunna, era a Deusa nórdica do sol e foi cristianizada como Santa Sunniva.

Para os povos nórdicos, o Sol era a força Criadora da Vida, e era representado por uma Deusa. Conta a lenda, que Sunna costumava sentar-se nas pedras uma hora antes do Sol nascer para fiar em sua roca de ouro. Ela era chamada de “Noiva Luminosa do Céu”. Sua carruagem, puxada por dois cavalos, trazia um disco brilhante do Sol. E para proteger a Terra do calor solar, ela usava um escudo mágico.

As pedras eram sagradas para essa Deusa. E os homens para honrá-la ergueram vários círculos de pedra, espalhados por toda a Escandinávia.

Na Finlândia, também celebrava-se uma Deusa solar, chamada de Virgem Dourada. Enquanto que na Noruega, para festejar a entrada do sol logo após os meses escuros do inverno, as mulheres costumavam desenhar com manteiga representações do Sol nas portas de suas casas.

Já nos países eslavos, reverenciava-se Sundy Mumy, a Mãe do Sol. Era ela quem aquecia o tempo e dava força a seu filho Sol.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Aine

 

Na Irlanda se comemorava Aine, a deusa das Fadas. Era comum os fazendeiros passarem com tochas acesas ao redor do gado e sobre os campos de cultivo. Dizia-se que o fogo invocava a proteção desta Deusa para afastar doenças e pragas.

Aine de Knockaine, como é chamada, é uma deusa Solar irlandesa. Associada ao Solstício de Verão, no hemisfério norte, sobreviveu na forma de uma Fada Rainha. O seu nome significa prazer, alegria, esplendor.

Na mitologia, Aine é irmã da Rainha dos Elfos, Grian. E há uma lenda que diz que ela tinha o poder de se transformar tanto num cisne branco quanto numa égua vermelha, que ninguém conseguia alcançar.
Essa deusa também ajudava os viajantes perdidos nos bosques. Para pedir ajuda, bastava bater três vezes no tronco de uma árvore que tivesse flores brancas.
Sempre que se sentir perdido em algum lugar, procure uma árvore com flores brancas. Bata no tronco e chame por Aine. Não custa tentar!

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Kupala

A Deusa do Verão.

Os países eslavos festejavam Kupala, a deusa do auge do Verão. Também era chamada de Deusa da Água, da Magia e das Ervas.

Na festa de Kupala, que se chamava-se Sobótka, costumava-se fazer uma efígie de mulher com a palha dos campos de trigo. Os casais jovens então pulavam as fogueiras segurando essa efígie e depois tomavam banho nos rios. No dia seguinte jogava-se a efígie na água do rio pedindo para que ela levasse consigo todos os males das pessoas.

É uma celebração feita durante o Solstício de Verão, no Hemisfério Norte, em que se honravam os dois elementos mais importantes: o fogo e a água.

Nos Bálcãs, também se reverenciava Kupala. Mas a efígie era feita com galhos de bétula e vestida com roupas de mulher. Já na Rússia, o nome dessa deusa era Kupal’nitsa e o seu par era Ivan Kupalo.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Ix Chel

Ix Chel era a deusa Maia da Cura. Também chamada de Deusa da Lua, da Fertilidade, da Procriação e das Profecias. E também de Deusa do Arco-íris.

Ix Chel era venerada na América Central e na Ilha das Mulheres, na península de Yucatan, no México.

Conta o mito, que um Deus poderoso chamado Itzama, criou o mundo e se casou com Ix Chel. Dessa união nasceram os deuses Yum Kaax, deus do Milho, e Ek Chuah, deus da Guerra. Suas filhas eram as deusas das águas, da noite e do paraíso.

É representada na figura de uma anciã derramando um jarro cheio de água sobre a terra ou também na figura de uma linda e sedutora mulher.

O templo de Ix Chel ficava na ilha Dcuzamil, da província de Ecab, hoje Cuzumel. Muitos peregrinos acorriam ao templo de Ixtel não só em busca de proteção tanto na gravidez quanto no parto mas também em busca de previsões sobre o futuro ou de uma cura física.

A libélula é seu animal especial. Ainda de acordo com o mito, quando Ix Chel foi quase morta pelo avô, por tornar-se amante do Sol, uma libélula cantou sobre ela até que se recuperasse.

fonte do texto e foto: Agenda Esotérica

Deusa Fand

Fand, a deusa celta do mar, era também chamada de “A Pérola da Beleza”. Mais tarde foi descrita como Rainha das Fadas na mitologia irlandesa.

De acordo com o mito, Fand era casada com Manannan, Deus do Mar. Fand regia a saúde, a cura, a beleza, a sedução e o prazer. Dizia-se que ela se transformava nesse dia em gaivota e saindo do seu reino das águas, sobrevoava o mar e a terra à procura de um amante. Quando o encontrava, raptava-o para junto de si.

fonte do texto e foto: http://agendaesoterica.blogspot.com/2011/06/fand-deusa-celta.html

Deusa Epona

Protetora dos Cavalos.

Na Gália, comemorava-se hoje a Deusa equina chamada Epona. Ela era protetora dos viajantes, dos cavaleiros e dos cavalos.

Epona era considerada um símbolo da fertilidade. Era fruto da união de uma égua com um Deus.

Nas coroações dos antigos reis celtas, Epona era invocada para garantir a soberania do novo rei. E até o século XI, as cerimônias de casamento dos reis irlandeses eram feitas como se eles estivessem se casando com a deusa por meio de suas sacerdotisas.

Quando Gália foi ocupada pelo exército romano, o culto à deusa foi adotado por eles.

De acordo com a lenda, quando os seguidores dessa deusa lhe faziam oferendas na beira dos rios e entoavam cânticos em seu louvor, Epona surgia na correnteza segurando um cálice e acenando para eles dando a certeza de que seus desejos seriam atendidos.

Fonte do texto e foto: http://agendaesoterica.blogspot.com/2011/06/epona-protetora-dos-cavalos.html

5 de mar. de 2012

Deus Sokar

Fonte: Wikipédia

Sokar, Seker ou Sokaris (sendo esta última forma oriunda da versão grega do nome, Σωχαρης Soc'haris) era um deus funerário da mitologia egípcia. O seu nome significa "o que está encerrado".

Era representado como um falcão ou como um homem mumificado com cabeça de falcão com uma coroa atef (coroa branca do Alto Egipto com duas plumas).

Era o deus de Sakara, a necrópole da cidade de Mênfis, uma das várias capitais que o Antigo Egipto teve. Já era adorado nesta região na época pré-dinástica, acreditando-se que nestes tempos teria associações com a fertilidade.

Desde a V dinastia (Império Antigo) foi identificado com Ptah, deus principal de Mênfis, dando origem a uma fusão das duas divindades conhecida como Ptah-Sokar.

Foi também associado a Osíris; os Textos das Pirâmides mostram que Sokar era visto como uma forma de Osíris após este ter sido assassinado pelo seu irmão Set.

Na Época Baixa um deus sincrético, que era a fusão dos três deuses, Ptah-Sokar-Osíris, foi bastante popular. Esta sincrética apareceu contudo na época do Império Médio, como revelam várias estelas em Abidos.

Sokar era também visto como o patrono dos artesãos, talvez por influência da sua identificação com Ptah. Acreditava-se que o deus fazia os ossos do soberano, bem como os perfumes utilizados nas cerimónias dedicadas aos deuses.

Guardava a porta do mundo subterrâneo e habitava numa caverna chamada Imhet, alimentando-se do coração dos defuntos. O deus era o grande responsável pela transformação destes.

Na cidade de Mênfis ocorria todos os anos um grande festival dedicado ao deus que tinha lugar no dia 26 de Khoiak (mês egípcio que corresponde a Outubro/Novembro). O deus era transportado na sua barca sagrada, cujo nome era henu, aos ombros de dezesseis sacerdotes. Esta barca tinha uma forma peculiar, com uma proa na qual se encontrava representada a cabeça de um antílope ou de um boi, e onde também figuravam o peixe-inet e aves; na popa existiam dois ou três pequenos remos.

Na cidade de Tebas acontecia também uma grande celebração, como atestam os relevos do templo de Ramsés III no complexo funerário de Medinet Habu, que se julga ter rivalizado com o grande festival local de Opet.

O deus tinha uma versão feminina, Sokaret, que tinha as mesmas funções funerárias. Poderia também ter como consorte a deusa Sekhemet.

Sokar

z
k 
r 

P3

Sokar-Osíris

Outros nomes: Ptah-Sokar-Osíris

Nascimento: Sakara

Sokar.Túmulo de Ramsés VII