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9 de abr. de 2012

Mnemosine e as Musas

Mnemosine - a deusa de memória, era filha de Géia e Urano. Tendo se unido a Zeus gerou nove filhas: as Musas. Hesíodo pastoreava seus rebanhos no Hélicon quando as Musas se dirigiram a ele e lhe disseram que sabiam mentir e revelar a verdade. Deram-lhe um ramo de loureiro e iniciaram-no como poeta. Em vista disso, ele contou-nos as origens ancestrais dos deuses.
O esquecimento das tristezas e cessação dos cuidados eram governados pela personificação de Lethe ou Lesmosyne - a deusa do esquecimento. Como um rio, faz parte do Mundo Subterrâneo, que era denominado "Os campos leteus ou A casa de Lethe", porque na região infernal havia também um fonte de Mnemósine.
Longe de outros deuses, Mnemosine deu a luz às filhas - as Musas - que moravam com as Graças e Hímero, o duplo de Eros. Elas seguiam os caminhos do Olimpo entoando um canto imortal. A terra lhes ecoava os hinos e lindo era o som dos seus passos. Tinham também um local de dança no cume do Hélicon e do altar de Zeus. Todas as vezes que se dirigiam ao Olimpo iam envoltas em nuvens, quando só se podia ouvir as suas vozes maravilhosamente belas na noite.
Da boca das pessoas que elas amavam fluíam a fala meiga e o doce canto. As Musas sempre foram descritas pelos poetas como fonte de inspiração e diziam serem em quantidade muito maior. Elas também eram chamadas de Mnéias, plural de Mnemósine. Supunha-se que elas haviam sido chamadas: Mélete, "a que pratica"; Mneme,"a que recorda"; e Aede, "a que canta".

  • Calíope - Musa da Eloquência
  • Clio ou Kleio - Musa da História
  • Erato - Musa da Poesia romântica
  • Euterpe - Musa da Música
  • Melpômene - Musa da tragédia e alegria
  • Polimnia - Musa da poesia lírica
  • Terpsícore - Musa da dança
  • Talia - Musa da comédia
  • Urânia - Musa da astronomia

Afirmavam os poetas que tudo que diziam era apenas repetição do que as Musas lhes haviam dito e davam a elas todo o crédito. Invocavam sua Musa e esperavam que ela viessem atendê-los na sua inspiração. Quando as Musas cantavam, tudo se imobilizava: o céu, as estrelas, o mar e os rios. Podiam assumir a forma de pássaros, e se achavam muito próximas das ninfas das fontes, exatamente como sua mãe Mnemósina que era associada a nascentes, tanto no Mundo Subterrâneo quanto no superior.


Calíope - A Musa da Eloquência
Seu nome tem o significado de formoso rosto. A mais velha, mais sábia e distinta das nove Musas, é a Musa da eloquência e da poesia épica ou heroica. Tinha uma linda voz e foi a mãe de Orfeu e Linus com Apolo, das sereias e dos coribantes. Atuou como mediadora na disputa de Adônis entre Perséfone e Afrodite. Seus símbolos são um pergaminho, tábua de escrever e estilete. Representada sob a figura de uma donzela de ar majestoso, coroada de louros e armada de grinaldas, sentada em atitude de meditação e um livro tendo, junto de si, mais três livros: a Ilíada, a Odisseia e a Eneida.


Clio ou Kleio - A Musa da História

Seu nome tem o significado "Proclamadora. Com Pierus rei da Macedônia, foi a mãe de Jacinto. A ela é atribuída a introdução do alfabeto fenício na Grécia. Seus símbolos usuais são um rolo de pergaminho ou um conjunto de tábuas para a escrita. Era a que divulgava e celebrava realizações, a que dá fama.


Erato - A Musa da Poesia amorosa ou romântica

Seu nome tem o significado "Adorável", a amável, que desperta o desejo. A Musa da poesia lírica, particularmente a poesia amorosa ou erótica, e da mímica. Ela é representada usualmente com uma lira ou com uma coroa de rosas.Teve com Arcas o filho Azan.


Euterpe - A Musa da Música

Seu nome tem o significado "Delícia, plena alegria". Pela cultura grega, é uma das nove Musas de Apolo. Além da Música, é a Musa da alegria e do prazer e do tocar de flauta, e a ela atribui-se a invenção da flauta dupla, que é o seu símbolo. No final do período clássico foi nomeada a musa da poesia lírica e usava uma flauta. Alguns consideram que tenha inventado a aulos ou flauta-dupla, mas a maioria dos mitólogos dão crédito a Marsyas.

Melpômene - A Musa da Tragédia e alegria

Seu nome tem o significado de "Coro", a que canta. A Musa da tragédia é usualmente representada com uma máscara trágica e usando os coturnos - botas tradicionalmente gastas e usadas pelos atores. Algumas vezes ela segura uma faca ou bastão em uma mão, e a máscara na outra, e uma coroa de ciprestes.

Polímnia - A Musa da Poesia lírica

Seu nome tem o significado de "Muitas canções", da narração de histórias. É a Musa grega do hino sagrado, da eloquência e da dança, representada usualmente numa posição pensativa ou meditativa. Ela é uma mulher de olhar sério, vestindo num longo manto. Algumas vezes pensativa tem um dedo na boca, também era considerada a Musa da geometria, meditação e agricultura.


Terpsícore - A Musa da Dança

Seu nome tem o significado "Delícia de dançar", a radiante ou rodopiante. Seu símbolo é a lira. De acordo com algumas tradições, ela é a mãe da sereias com o deus ribeirinho Aquelau.


Talia - A Musa da Comédia

Seu nome tem o significado "Festividade". É a Musa grega que preside a comédia e a poesia leve, a que floresce e festiva. Seus símbolos são a máscara cômica e um cajado de pastor. Talia também é o nome de uma das Graças ou Cárites.

Urânia - A Musa da Astronomia

Seu nome tem o significado "Rainha das montanhas", a celestial. Musa grega da astronomia e da astrologia, é representada com um globo na mão esquerda e um prendedor na direita. Urânia veste-se com um manto bordado com estrelas e ela mantém seus olhos fixos no céu.

Fonte:http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/

Deusa Zorya

Zorya é a Deusa tríplice do céu estrelado. Em todas as suas manifestações. Zorya surge como guardiã do mundo e da humanidade.

Hoje celebra-se a Deusa Tríplice das Estrelas, Zorya, venerada na Rússia. Pode ser descrita como as três irmãs: a Zorya da estrela da Manhã, a da estrela da Tarde e a da estrela da Meia-noite.
A da estrela da Manhã abre os portões do Céu para a carruagem com o deus Sol passar. Ela vem montada num cavalo e vestida como um bravo guerreiro.
A estrela da Tarde abre as portas do Céu quando o Sol retorna.
E é nos braços da estrela da Meia-noite que o Sol morre todos os dias antes de ser lançado de volta à vida para ela.
São como guardiãs do mundo e cuidam para que o cão preso à Constelação da Ursa Menor, não quebre sua corrente e devore as estrelas. Se ele se soltar pode acabar com o universo, acontecendo o Juízo Final.
Zorya é uma deusa associada com a morte, o renascimento, a magia e a sabedoria.
Na mitologia eslava, também é a Deusa da Aurora, uma grande guerreira que nasceu armada para dissipar as forças da noite.
Geralmente as deusas guerreiras são representadas vestindo uma armadura flamejante ou coberta de ouro, prata e joias. 

Um dia ótimo, portanto, para realizar um feitiço de proteção astral. Acenda uma vela de cor azul e concentre-se em sua chama. Imagine que a luz que ela irradia vem de uma estrela distante, Zorya. Peça à Deusa que ilumine seu caminho e cubra-o com sua poderosa proteção.

fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/08/dia-de-zorya-deusa-das-estrelas.html

Deusa Hécate

Hécate era uma divindade noturna, da vida e da morte. Era chamada de “A Mais Amável”, “Rainha do Mundo dos Espíritos”, “Deusa da Bruxaria”.

Era a mais antiga forma grega da Deusa Tríplice, que controlava o Paraíso, o Submundo e a Terra.

É uma Deusa tricéfala grega, Deusa da Lua Minguante, guardiã das encruzilhadas, senhora dos mortos e rainha da noite. Ela era homenageada com procissões em que se carregavam tochas e oferendas para as conhecidas "ceias de Hécate".

É conhecida como uma Deusa "escura" por seu poder de afastar os espíritos maléficos, encaminhar as almas e usar sua magia para a regeneração. Invocava-se a sua ajuda em seu dia (13 de Agosto) para afastar as tempestades que poderiam prejudicar as colheitas.

Especialmente para os trácios, Hécate era a Deusa da Lua, das horas de escuridão e do submundo. Parteiras eram ligadas a ela. Era conhecida entre as Amazonas como a Deusa da Lua Nova, uma das três faces da Lua e regente do Submundo.

A lenda não é clara quanto à sua origem. Alguns mitos dizem que Hécate era filha dos titãs Tártaros e Noite; outras versões dizem ser de Perseu e Astéria (Noite-Estrelada), ou de Zeus e Hera. Sabemos que seu culto não se originou na Grécia. Lendas de Hécate eram contadas por todo o Mediterrâneo.

No início, Hécate não era uma Deusa ruim. Após a queda do matriarcado, os gregos a cultuavam como uma das rainhas do Submundo e governante da encruzilhada de três caminhos.

Um de seus animais sagrados era a rã, um símbolo da concepção. Era chamada de A Deusa das Transformações, pois regia várias passagens da vida, e podia alterar formas e idades. Outro animal sagrado era o cão.

Hécate era considerada como o terceiro aspecto da Lua, a Megera ou a Anciã (Portadora da Sabedoria). Os gregos chamavam-na de A Megera dos Mortos. Aliada de Zeus, ela era acompanhada por uma matilha de lobos.

Como aspecto da deusa Amazona, a carruagem de Hécate era puxada por dragões. Outros de seus símbolos eram a chave e o caldeirão. As mulheres que a cultuavam normalmente tingiam as palmas de suas mãos e as solas dos pés com hena. Seus festivais aconteciam durante a noite, à luz de tochas. Anualmente, na ilha de Aegina no golfo Sarônico, acontecia um misterioso festival em sua honra.

Essa era uma Deusa caçadora que sabia de seu papel no reino dos espíritos; todas as forças secretas da Natureza estavam sob o seu controle. Os gregos e trácios diziam que ela controlava o nascimento, a vida e a morte.

Hécate era considerada a patrona das sacerdotisas, Deusa das feiticeiras. Estava associada à cura, profecias, visões, magia, Lua Minguante, encantamentos, vingança, livrar-se do mal, riqueza, vitória, sabedoria, transformação, purificação, escolhas, renovação e regeneração.

Como Senhora da Caçada Selvagem e da feitiçaria, Hécate era a princípio uma divindade das mulheres, tanto para cultuar como para pedir auxílio, e também para temer caso alguém não estivesse com sua vida espiritual em ordem.

Ritual 

Acenda três velas: uma de cor preta para transformação, uma de cor branca para clarear dúvidas e uma de cor amarela, para iluminar sua jornada.

fonte do texto e fotos: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/08/hecatedeusa-das-bruxas-deusa-de-toda.html

8 de abr. de 2012

Morpheus

 

Morpheus era o deus dos sonhos, sendo o principal dos Oneiroi ou Orinos, os mil filhos de Hypnos, deus do sono e da sonolência. Era representado com asas, voava rápido e silenciosamente, lhe permitindo chegar em qualquer lugar e a qualquer momento.
Morpheus encarregava-se de induzir os sonhos a quem dormia e de adotar uma aparência humana para aparecer neles, especialmente igual aos entes queridos, permitindo aos mortais fugir por um momento do olhar dos deuses.
Morpheus dorme em uma cama de ébano em uma gruta pouco iluminada, rodeado de flores de dormideira, que contêm alcaloides de efeitos sedantes enarcóticos, enquanto seus irmãos Phobetor e Phantasus são responsáveis pelos sonhos dos animais e os objetos inanimados que apareciam nos sonhos. Morpheus só se ocupa dos elementos humanos.
Inadvertidamente, Morpheus revelou os segredos aos mortais através de seus sonhos, e por isso foi fulminado por Zeus. Do seu nome procede o nome da droga Morfina, por suas propriedades que induz à sonolência e tem efeitos análogos ao sonho. E toda noite Morpheus vem nos abraçar e nos fazer sonhar, por isso se diz que dormir bem é estar nos braços de Morpheus.

Fonte:http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/

Medusa

Medusa é uma figura mitológica grega. Segundo a lenda, Medusa tinha corpo e rosto de uma bela mulher, asas de ouro e presas de bronze.
Medusa (“a ladina”), e suas irmãs Esteno (“a forte”) e Euríale (“a que corre o mundo”), eram conhecidas como as irmãs Górgonas. Seus pais, Fórcis e Ceto, eram divindades marinhas.
Em um dos templos de Atena (deusa grega da sabedoria), Medusa teria feito amor com Poseidon (deus do mar), o que levou a deusa, furiosa, a transformar Medusa e suas irmãs em seres repugnantes, com pele escamosa e serpentes enormes na cabeça.
Dentre as três, Medusa foi a mais castigada. Além da terrível aparência, Atena a tornou mortal, e lhe deu um poder terrível… Seu olhar transformava quem a olhasse em estátua de pedra.
Medusa e suas irmãs passaram a viver em uma caverna, no extremo ocidente da Grécia, junto a um país chamado Hespérides. Conta à lenda que nos arredores dessa caverna, existiam inúmeras estátuas de homens e animais petrificados. As irmãs Górgonas eram temidas por toda a Grécia.
Em uma ilha chamada Cíclades, um rei tirano chamado Polidectes, ordenou a um jovem chamado Perseu, que decepasse e lhe trouxesse a cabeça de Medusa, caso contrário violentaria sua mãe, Dânae.
Sensibilizada, a deusa Atena ajudou Perseu, cedendo a ele um elmo que lhe tornava invisível, sandálias aladas, um alforje chamado quíbisis (para transportar a cabeça da Medusa), e um escudo de bronze brilhante para que ele pudesse enfrentar Medusa e suas irmãs.
Perseu entrou então na caverna das irmãs Górgonas enquanto elas dormiam e se aproximou de costas, guiado pelo reflexo do seu escudo, e utilizando o elmo que o tornava invisível. Pairou por cima das irmãs Esteno e Euríale graças às sandálias aladas e chegou até Medusa. Como não podia olhar diretamente para ela, mirou sua cabeça através do reflexo de seu escudo e decapitou-a.
Guardando a cabeça no quísibis, partiu sem que Esteno e Euríale o pudessem seguir, já que ainda usava o elmo da invisibilidade.
Atena foi presenteada por Perseu com a cabeça de Medusa, a qual foi colocada no escudo da deusa para sua proteção.

fonte do texto e fotos: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/08/mitologica-medusa.html

5 de abr. de 2012

Deusas Hespérides

As deusas Hespérides passeiam pelos céus, encarregando-se de iluminar todo o mundo com a luz da tarde. Desta forma, fazem parte do ciclo do dia: Hemera traz o dia, as Hespérides trazem o entardecer e Nix fecha o ciclo com a noite. As três Hespérides eram:

* Egle - a Radiante - deusa da luz avermelhada da tarde

* Erítia - a Esplendorosa - deusa do esplendor da tarde

* Hespéra - Crepuscular - deusa do crepúsculo vespertino.

Hespérides possuíam atributos semelhantes aos das Horas, que presidem as estações do ano, e também das Cárites ou Graças. Junto de Hemera (o Dia), compunham o séquito de Hélios (o Sol), de Eos (a Aurora) e de Selene (a Lua), iluminavam o palco e maestravam a dança das Horas, de quem se tornaram companheiras.

As Hespérides cantavam em coro, com voz maravilhosa, junto às nascentes sussurrantes que exalam ambrósia e costumavam ocultar-se através de súbitas metamorfoses. Também chamadas de ninfas do poente, habitavam o extremo Ocidente, e tinham o dom da profecia e da metamorfose. Eram belas, jubilosas e simbolizavam a fertilidade do solo. Moravam em um belo palácio, no Monte Atlas, e bem à frente do jardim das árvores dos pomos ou maçãs de ouro.

Há varias versões sobre sua paternidade. Uma versão diz que elas são filhas de Zeus e Têmis; outra, que descendem de Fórcis e Ceto. A interpretação evemerista diz que Hésperos, o astro da tarde, teria tido uma filha chamada Hespéride, que junto de Atlas, seu tio, deu à luz às ninfas Hespérides. Na Teogonia de Hesiodo elas são filhas de Nix (noite) e Erebus (escurdião).
Segundo Evêmero as ninfas Hespérides são sete donzelas: Aretusa ou Hesperaretusa, Hespéria, Hespéris, Egéria, Clete, Ciparissa e Cinosura. As ninfas possuíam o dom de controlar a vontade de feras selvagens e eram consideradas guardiãs da ordem natural, das fronteiras entre o dia e a noite, dos tesouros dos deuses, e também das fronteiras entre os três mundos - a Terra, o paraíso e o mundo subterrâneo.

O jardim das Hespérides era conhecido como jardim dos imortais, pois continha um pomar que abrigava árvores mágicas de onde nasciam os pomos de ouro, considerados fontes de juventude eterna e era considerado o mais belo de toda a Antiguidade. Quando Hera se casou com Zeus, recebeu de Gaia como presente de núpcias, algumas maçãs de ouro. Também foi desse jardim a maçã da discórdia atirada por Éris.

Para chegar até o jardim havia muitos obstáculos: a gruta das Gréias e a gruta das Górgonas. O próprio jardim era povoado de monstros que o protegiam, tais como um terrível dragão e também Ládon, o dragão de 100 cabeças. Somente dois heróis mortais encontraram os jardins das Hespérides: Perseu quando fora enfrentar Medusa; e Héracles.

Em uma versão, o rei do Egito, Busíris, vizinho do reino das Hespérides, tinha enviado bandidos para devastar-lhe os jardins e raptar as ninfas. Quando Héracles chegou ao país, libertou as Hespérides e entregou-as a Atlas. Como recompensa, Atlas lhe deu as maçãs de ouro e lhe ensinou a Astronomia. Na interpretação evemerista Atlas foi considerado como o primeiro astrônomo, e por isso conhecia o caminho das estrelas, dando o seu nome à coleção de mapas da terra.

(Fonte: http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/)

Deusa Atena

Atena, deusa da justiça, é filha de Zeus e de Métis, a deusa da Prudência, a primeira esposa de Zeus. Quando Métis estava ainda grávida, Zeus recebeu a previsão de que a criança poderia ser mais poderosa que o pai. Para impedir que a profecia se concretizasse, Zeus pediu à mulher para se transformar numa mosca. Sem perceber as intenções de Zeus, ela voa e pousa em suas mãos. Imediatamente, ele a aprisiona e a engole.
Métis estava grávida e a cabeça de Zeus crescia a cada dia, até que da cabeça de Zeus nasceu Atena, já adulta, e a profecia não se cumpriu. Dançando triunfante, Atena com suas armas soltou um grito de guerra. Mais tarde tornou-se a filha favorita de Zeus despertando ciúme nos outros deuses.
A inclinação guerreira de Atena foi reconhecida a partir de seu nascimento e era diferente de Ares, o deus da guerra. Atena cultivava seus altos princípios e ponderação sobre a necessidade de lutar para preservar e manter a verdade. Era estrategista e equilibrava a força bruta de Ares com sua lógica, diplomacia e sagacidade. Ela oferecia aos heróis as armas que deveriam ser usadas com inteligência, maestria e planejamento.
Atena era uma exceção no Olimpo conservando sua castidade. Ela ensinou aos homens a doma de cavalos e às mulheres a arte de bordar, além das coisas práticas da vida e da arte em geral. Atena era uma deusa civilizada e ao mesmo tempo uma guerreira que protegia e preservava a pacifica civilização.

fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/07/mitologia-em-gotasatena.html

Zéfiro, a Vento Suave

Filho de Eos (a aurora), Zéfiro pertencia à raça do Titãs, que representavam as forças da natureza. Era o deus do vento oeste, que refresca e dá bem-estar.

Zéfiro, o vento Oeste, era irmão de Bóreas e habitava na Trácia. A lenda descreve-o como um vento primitivamente violento, que destruía tudo com o seu sopro indomável: arrasava plantações, provocava naufrágios, causava grandes danos aos homens mas uma grande paixão o fez mudar.

A súbita paixão de Zéfiro por Clóris - chamada de Flora pelos romanos - transformou o caráter mitológico do vento dando-lhe uma versão benéfica. Clóris era a rainha da primavera e era quem espalhava a beleza das flores ao mundo, dando-lhes as cores e o perfume. O contraste com Zéfiro, o vento que destruía a beleza das flores, fez com que Clóris o rejeitasse.

Mas o amor de Zéfiro era sincero, pleno e construtivo. Para conquistar Clóris, ele transformou a sua personalidade tempestuosa e destrutiva, tornando-se um vento suave que soprava lentamente para não danificar a beleza criada por sua amada. Representado na forma de um jovem com asas que anunciava a primavera e o renascer das plantas, Zéfiro e Clóris tiveram um filho, Carpo - o fruto.

Fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/07/mitologia-em-gotaszefiro-o-vento-suave.html