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15 de abr. de 2012

Deusa Sekmet

Festa de Sekhmet, no Egito, a deusa solar com cabeça de leão, a fase destruidora da deusa Hathor. Sekhmet é a contraparte da deusa solar com cabeça de gato Bast, que representava as qualidades nutridoras do Sol.
Segundo o mito, Selkmet ficou tão desgostosa e decepcionada com a decadência e a violência da humanidade que decidiu aniquila-la. sua fúria tornou-se tão terrível, matando milhares de pessoas, que o próprio Deus Rá interveio. ele misturou uma grande quantidade de cerveja com suco de romã e ofereceu a bebida a Sekhmet, em vez de sangue humano. De fato, após beber e cair em sono profundo, a deusa acordou sem sentir mais raiva. Essa bebida era preparada e consumida neste dia, honrando, assim, essa antiga deusa solar.

fonte do texto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/festa-de-sekhmet-2911.html

fonte da foto: elfwood.com

Berchta, a Deusa Mãe

Na Alemanha e na Áustria comemorava-se hoje a deusa Berchta ou Percht, a Deusa Mãe.  Também chamada de Mulher Elfo. 

Berchta costumava sobrevoava a terra envolvida num manto de neblina fertilizando os campos e os animais.

De acordo com o mito, a deusa não tolerava preguiça por isso ficava inspecionando os teares e se encontrasse algum trabalho mal feito arranhava ou feria a tecelã. As casas também deviam estar arrumadas, se não despertavam também a ira de Berchta.

Nas festas em homenagem a deusa costumava-se fazer panquecas e beber leite deixando um pouco para ela. Ninguém podia vê-la vindo comer furtivamente. Se alguém a espiasse, corria o risco de receber como castigo uma cegueira temporária.

fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/berchta-deusa-mae.html

Tétis

Tétis e a proteção aos filhos


Tétis - a do pé prateado, era a nereida mais formosa de todas as cinquenta filhas de Nereu - o deus marinho e Doris. Tétis foi criada por Hera, a deusa esposa de Zeus, que tinha grande gratidão por Tétis ter acolhido seu filho Hefesto quando ela o jogou no mar por ele ter deficiências físicas. Amada por Zeus, o soberano dos deuses, Tétis resistia às suas tentativas de sedução pela fidelidade que dedicava a Hera.

Apaixonado por Tétis, Zeus foi consultar o oráculo para descobrir uma forma de seduzi-la, porém o oráculo revelou que no destino de Tétis estava determinado que ela teria um filho que seria o maior de todos os deuses. Preocupado com essa possibilidade, Zeus pediu ajuda à Afrodite - a deusa do amor - que fêz Peleu apaixonar-se perdidamente por Tétis.

Peleu, que foi educado por Kiron, era Rei da Ftia uma região da Tessália, porém já estava fraco e velho. A intenção de Afrodite ao despertar a paixão arrebatadora em Peleu era de que Tétis casando-se com um homem em plena decadência, talvez enfraquecesse o filho e casando-a com um mortal o filho também seria um simples mortal, submetido às Parcas - deusas do destino, que determinavam o tempo de vida e morte a todos os mortais.

Peleu tentou conquistar Tétis de todas as formas até que ela aceitou seu pedido de casamento. Peleu e Tétis casaram-se no alto do Monte Pélion em magnífica cerimônia. Os deuses honraram-na com sua divina presença e pela última vez estiveram reunidos com os simples mortais. As próprias musas entoaram o epitalâmio - canto nupcial - e conforme a tradição, cada um dos deuses deu um presente. Poseidon presenteou os noivos com dois cavalos imortais, Bálio e Xanto, que eram capazes também de falar.

Porém, Éris - a deusa da discórdia - não foi convidada para a festa. Sentindo-se rejeitada, Éris vingou-se lançando um pomo de ouro entre as deusas Hera, Afrodite e Atena com a mensagem: "Para a mais bela das deusas". Disputando quem seria a mais bela, coube a Páris escolher e ele escolheu Afrodite por ela ter-lhe prometido o amor de Helena, uma bela mulher que era esposa do lendário Rei Menelau. Desencadeou-se uma disputa por Helena que foi raptada por Páris dando origem à Guerra de Tróia.

Tétis e Peleu tiveram sete filhos, porém os filhos nasciam simples mortais como o próprio pai. Em vão Tétis tentava transformar os filhos em deuses passando-os pelo fogo sagrado e todos morriam queimados. Quando nasceu o último filho, Peleu evitou que ele tivesse o mesmo destino dos anteriores, tomou-o das mãos de Tétis e deu-lhe o nome de Aquiles. Ele se tornaria o grande herói da Guerra de Tróia, anos mais tarde. Mas Tétis não havia desistido de tornar seu filho um deus imortal.

Ocultando-se de Peleu, Tétis levou o filho recém nascido ao Rio Estige em cujas águas residia o dom da imortalidade. Segurando o filho pelos calcanhares, ela o mergulhou nas águas tornando-o invulnerável às moléstias e às feridas, exceto seus calcanhares que não foram tocados pela água. Aquiles cresceu e quando estava em combate na Guerra de Tróia, foi mortalmente ferido por uma flecha no calcanhar, dando origem à expressão "Calcanhar de Aquiles" que faz referência às fragilidades existentes em todos nós. Embora Aquiles tenha conquistado grande glória e se tornado um grande herói, Tétis não conseguiu enganar as Parcas, nem transformar o que era humano na mesma matéria da qual são feitos os deuses.

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O Mito de Tétis e seu filho simbolizam os pais que, inconscientemente, desejam que seus filhos se tornem divinos, como deuses. Os pais desejam que os filhos vivam eternamente, que nada de mal lhes aconteça e anseiam que eles sejam melhores que outras crianças, que sejam lindos, talentosos, bilhantes, únicos e especiais. Porém é humanamente impossível que estejam livres das limitações e das dificuldades impostas pela vida.

Um filho jamais conseguirá estar à altura das expectativas dos pais e estará sempre vulnerável aos males do mundo e de sua índole, apesar de todos os esforços que os pais possam empreender para protegê-lo. Muitos pais tem a esperança de que o filho possa redimir de algum modo os seus sonhos que não foram realizados ou que possam corrigir um erro do passado. Pais que não tiveram uma boa infância, tentam conceder aos filhos tudo o que lhes faltou, se esforçam e fazem verdadeiros sacrifícios para que o filho estude, se não tiveram oportunidade de estudar. Há ainda aqueles pais que desejam que seu filho siga a sua mesma profissão, que tenham o mesmo sucesso, retirando do filho a oportunidade de escolher seu próprio destino.

A concessão aos filhos do que lhes foi negado em sua infância é uma esperança de que os filhos possam dar sentido às suas vidas, em vez de permitir que os filhos vivam suas suas próprias vidas. E quando os filhos tropeçam na vida, como é comum acontecer a todos os seres humanos ou quando demonstram ingratidão pelos esforços que lhes são dedicados, os pais se sentem frustrados e decepcionados. Essa é a mensagem de Tétis e Aquiles, quando se permite que o filho escolha seu próprio caminho, quando se esforça pelo filho sem esperar reconhecimento, não há frustração de expectativas.

O casamento de Peleu e Tétis retrata um casamento em desequilíbrio onde Tétis julgava-se superior desejando que o filho fosse um deus como ela e rejeita a ideia de que o filho possa ser como o seu pai, um simples humano mortal. É comum esse dilema, pois secretamente a mãe deseja que o filho seja como ela e o pai deseja que seja como ele, esquecendo que uma criança é o resultado da união deles. Isso se torna mais real dentro dos casamentos infelizes. Um pai pode esforçar-se inconscientemente para afastar a filha da mãe por temer que alguém possa interferir nos laços entre pai e filha e vice-versa.

Esses dilemas são meramente humanos e os mitos retratam os seres humanos, somos todos deuses de nossa própria história. Quando os pais conseguem ter a consciência de não alimentar expectativas quanto aos seus filhos e os amam mesmo quando não correspondem às suas expectativas, na verdade estão incentivando para que eles possam seguir confiantes em seu próprio caminho. É uma forma de permitir que o filho tenha suas experiências e aprenda a superar suas limitações com coragem. São os comportamentos inconsciente dos pais que podem causar grandes danos a um filho.

Todos os pais devem ter sempre a noção da realidade e nunca acalentar expectativas irrealistas a respeito dos filhos. Eles não são e jamais serão deuses, são apenas humanos. Nenhum filho jamais conseguirá glorificar ou redimir a vida de seus pais. A união de Tétis e Peleu é a união de uma deusa e de um simples mortal, algo que está na origem de todo ser humano. Quando os pais se lembram de que seus filhos são apenas humanos, se tornam capazes de compreender os talentos e as fraquezas de seus filhos, tornando-se pais mais sensatos e generosos.

Fonte:http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/

Deusa Mawu

Mawu (África) - Deusa Suprema Criadora de Todas as Coisas.

Mawu tem o dom da profecia e muitas vezes se utiliza de nossos sonhos para passar mensagens.

Procure homenagear esta Deusa e fique atento aos seus sonhos.

Acenda uma vela cor de prata para Mawu e durma com um objeto de prata sob o travesseiro. A Deusa enviará mensagem através dos sonhos.

fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/dia-de-mawuafrica-deusa-suprema.html

Deusa Ardvi Sura

Ardvi Sura é a deusa persa das estrelas.

Pegue um copo de cristal e encha-o com água de fonte (mineral).

Deixe que a estrela mais brilhante que você vir reflita-se nele, enquanto conversa com Ardvi Sura. Tome a água e receberá as bênçãos da deusa, que lhe fornecerá uma luz especial que a acompanhará a partir de então.

fonte do texto e foto: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/dia-de-ardvi-sura.html

13 de abr. de 2012

Mênades ou Bacantes

As Mênades, também conhecidas como Bacantes, Tíades ou Bassáridas, eram fanáticas mulheres seguidoras e adoradoras do culto de Dioniso, conhecidas como selvagens e enlouquecidas porque delas não se conseguia um raciocínio claro. Durante o culto dançavam de uma maneira muito livre e lasciva, em total concordância com as forças mais primitivas da natureza.
Os mistérios que envolviam o deus Dioniso provocavam nelas um estado de êxtase absoluto e elas entregavam-se à desmedida violência, derramamento de sangue, sexo, embriaguez e autoflagelação. Estavam sempre acompanhadas dos sátiros embalados pelos sons dos tamborins dos coribantes, formando uma espécie de trupe que acompanhava o deus do vinho nas suas aventuras. Andavam nuas ou vestidas só com peles, grinaldas de Hera e empunhavam um tirso - um bastão envolto em ramos de videira.
Por onde passavam iam atuando como chamariz na conversão de outras mulheres atraindo-as para a vida lasciva. Evidentemente que o comportamento livre e desregrado delas causava apreensão, senão pânico nos lugarejos e cidades onde o cortejo báquico passava. Quando assaltadas por um furor qualquer, não conheciam limites ao descarregar a sua cólera. O maior divertimento das Mênades ou Bacantes era submeter os homens ao sofrimento, despedaçando-os antes de comê-los enquanto estavam em transe. Por isso, obrigavam-se a procurar refúgio no alto das montanhas, onde podiam exercer sua estranha liturgia sem a presença de olhares de censura ou reprovação.
As Mênades estão presentes no mito de Orfeu, que se recusava a olhar para outras mulheres após a morte de sua amada Eurídice. Furiosas por terem sido desprezadas, as Mênades o atacaram atirando dardos. Os dardos de nada valiam contra a sua música mas elas, abafando sua música com gritos, conseguiram atingi-lo e o mataram. Depois despedaçaram seu corpo e jogaram sua cabeça cortada no rio Hebro, que flutuava cantando: "Eurídice! Eurídice!"
Por sua crueldade, às Mênades não foi concedida a misericórdia da morte. Quando elas bateram os pés na terra em triunfo, sentiram seus dedos entrarem no solo. Quanto mais tentavam tirá-los, mais profundamente eles se enraizavam até que elas se transformaram em silenciosos carvalhos. E assim permaneceram pelos anos, batidas pelos ventos furiosos que antes se emocionavam ao som da lira de Orfeu.
No mundo grego e romano, a Bacchanalia ou Bacanais eram festas em honra de Dioniso e as sacerdotisas que organizavam a cerimônia eram as Bacantes. O culto primitivo era exclusivamente feito por mulheres e somente para mulheres, cujo culto teve início na época de Pã. Introduzido em Roma em 200 a.C., a partir da cultura grega do sul da Itália ou através da Etruria influenciado pela Grécia, os bacanais eram realizados em segredo e com a participação exclusiva de mulheres no bosque de Simila, perto da Aventino.
Posteriormente, os rituais foram estendidos aos homens mas denunciado por um jovem que se recusava a participar das celebrações, o Senado, temendo que houvesse alguma conspiração política, proibiu as festas prometendo recompensas a quem desse informações sobre os rituais. Apesar da severa punição infligida àqueles que violassem o decreto, os bacanais continuaram a ser realizados no sul da Itália. O carnaval vem do legado atual do antigo Bacchanalia, Saturnália e Lupercalia.

Na obra intitulada Dionísiacas são citadas dezoito Ménades:

  • Acrete - o vinho sem mistura
  • Arpe - a flor do vinho
  • Bruisa - a florescente
  • Cálice - a taça
  • Calícore - a formosa dança
  • Egle - o esplendor
  • Ereuto - a corada
  • Enante - a foice
  • Estesícore - a bailarina
  • Eupétale - as belas pétalas
  • Ione - a harpa
  • Licaste - a espinhosa
  • Mete - a embriaguez
  • Oquínoe - a mente veloz
  • Prótoe - a corredora
  • Rode - a rosada   
  • Silene - a lunar 

Fonte:http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/

Deus Lono

Na mitologia havaiana, se homenagea-se o Deus Lono no festival da colheita Makahiki.

Lono era o deus da terra, da fertilidade, da agricultura. Era associado às chuvas e também à música.
De acordo com o mito, Lono desceu à terra por um arco-íris para se casar com Laka. Ele era um dos quatro deuses que teriam existido antes do mundo ser criado. Os outros deuses são: Ku, Kane e Kane.

Lono também representava a paz e quando o capitão Cook aportou nas ilhas havaianas, uma parte dos nativos acreditava que ele era o deus Lono encarnado.


Em sua homenagem, todos os anos se realiza o Makahiki que dura uma semana, chamada de “Semana da Aloha”.

fonte do texto e fotos: http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/deus-lono-e-o-makahiki.html

Deus Pã

Pã, antiga divindade, era o guardião dos rebanhos e tinha por missão fazê-los multiplicar. Deus dos bosques e dos pastos, protetor dos pastores, veio ao mundo com chifres e pernas de bode. Filho de Dríope, uma das Plêiades, e de Hermes, o mensageiro dos deuses, sendo considerado o deus intermediário, era natural que estabelecesse a transição entre os deuses de forma humana e os de forma animal.
Contudo Pã foi abandonado por sua mãe no nascimento, assustadíssima com sua esquisita conformação, com pés de bode e chifres na testa e barba espessa. Quando Hermes levou o filho ao templo, todos do Olimpo ridicularizaram a criança. Em vista disto, Hermes pediu que a criança nunca o chamasse de pai.
Era temido por todos aqueles que necessitavam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia provocava pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente e que eram atribuídos a Pã; daí o nome pânico. Os latinos chamavam-no também de Fauno e Silvano.
As ninfas zombavam incessantemente de Pã em virtude do seu rosto repulsivo, ele tomou a decisão de nunca amar. Porém um dia desejando lutar corpo a corpo com Eros, foi vencido e abatido diante das ninfas que riam. Percorrendo os bosques encontrou a ninfa Syrinx que jamais quisera receber homenagens das divindades e só tinha uma paixão: a caça. Aproximou-se dela e, como nos costumes campestres, lhe cortejou. Porém Syrinx, pouco sensível às declarações de amor saiu correndo e vendo-se detida, rogou ajuda às suas irmãs ninfas.
Quando Pã quis abraçá-la, ela foi transformada em caniços. Suspirando sobre os caniços agitados, Pã ouviu um som e criou a flauta syrinx. O Cupido lhe anunciou que os sons amorosos da flauta atrairia, apesar de sua aparência grotesca, as belezas que o desdenhavam. Com efeito, em breve, os melodiosos acordes fatrairam de toda parte as ninfas que vinham dançar em volta do deus chifrudo. A ninfa Pítis mostrava-se tão enternecida, que Pã renascia com a esperança, crendo que o seu talento faria com que fosse esquecido o rosto.
Sempre tocando a flauta de sete tubos, começou a procurar lugares solitários e percebeu, finalmente, um rochedo escarpado no alto do qual resolveu sentar-se. Pítis segue-o e para melhor ouvi-lo, aproxima-se cada vez mais. Pã vendo-a tão perto, julga o momento oportuno para lhe falar. Pítis era amada por Bóreas, o terrível vento do norte, que naquele instante soprava com grande violência. Vendo a amada, teve um acesso de ciúme e não se contendo, soprou com tal impetuosidade que a ninfa caiu no precipício. Imediatamente o corpo de Pitis foi transformado em pinheiro. Pitis em grego significa pinheiro, consagrada a Pã. Por esse mesmo motivo, nas representações figuradas, a cabeça de Pã está coroada de ramos de pinheiro.
Mas o destino de Pã era amar sem que nunca conseguir se unir à criatura amada. Continuando a fazer música na montanha, ouviu no fundo do vale uma terna voz que parecia repetir-lhe os acordes. Era a voz da ninfa Eco, filha do Ar e da Terra. Embora a seguisse e ela respondesse, ele nunca conseguia alcança-la. Assim Pã residia em grutas e vagava pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas, trazendo sempre consigo uma flauta.
Pã estava com outros deuses e surgiu Tífon, inimigo dos deuses. O medo transformou cada um dos deuses em animais e Pã assustado, mergulhou num rio e disfarçou assim metade de seu corpo, sobrando apenas a cabeça e a parte superior do corpo, que se assemelhava a uma cabra. Zeus considerou uma estratégia muito esperta e, como homenagem, transformou Pã na constelação de Capricórnio.

fonte: http://eventosmitologiagrega.blogspot.com/ e http://witchblue2009.blogspot.com.br/2011/11/mitologia-em-gotaslenda-de-pa.html