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14 de mar de 2011

Mitologia Indígena Norte-Americana

A mitologia indígena norte-americana é riquíssima na simbologia animal. De acordo com as tribos do sudoeste, a doença é devida à presença de substância maligna que, na maioria dos casos, é introduzida no corpo do doente por um espírito animal ofendido. Os índios americanos acreditam que os animais foram os primeiros a caminhar pela terra, e que cada um tem sua medicina específica para ajudar o homem. Uma das formas nativas para invocar o animal é adornar-se com penas e peles, pintando seus rostos para lembrar o animal e movimentando-se como eles. Americanos nativos imitando animais em dança ritual estabelecem elos com o reino do espírito. Crenças em reinos espirituais da vida e nas mais variedades de manifestações é universal. Frequentemente muitas sociedades creem que guias espirituais sempre usam animais ou imagens animais para comunicarem seus propósitos e regras aos humanos.

Um mito iroquês, sobre a origem das doenças e dos remédios, conta que antigamente os animais falavam e viviam em harmonia com os homens, mas os homens reproduziram-se tão depressa que os animais se viram forçados a morar nas florestas e em lugares desertos, e assim a amizade entre homens e animais foi sendo esquecida.

Quando os homens inventaram as armas e caçaram animais para alimentação e peles, a distancia entre as espécies aumentaram ainda mais. Os animais pensarão então em reagir e resolveu declarar guerra aos homens. Eles se reuniram em tribos, por espécie desde animais mamíferos, até aves, répteis, peixes e insetos. Cada uma dessas tribos decidiu causar algum tipo de doença aos homens, assombra-los nos sonhos, etc. Os seres plantas eram amigos dos homens e resolveram ajuda-los auxiliando-os na planta certa para cada tipo de enfermidade. E, assim nasceu a medicina.

As penas do Cachimbo Sagrado são as da Águia Dourada. Suas penas simbolizam o Sol Espiritual.

Mitologia Iroque

"Antigamente, os animais eram dotados de fala e viviam em alegre harmonia com os homens, mas a humanidade começou a reproduzir-se tão depressa que os animais foram forçados a morar nas florestas em lugares desertos, e a velha amizade entre animais e homens foi esquecida.

Quando os homens inventaram armas e passaram a caçar animais para alimento e obtenção de suas peles, a distância aumentou ainda mais. 

Os animais começaram a pensar em modos de retaliação. Cada espécie animal se reuniu e resolveu declarar guerra aos homens também: a tribo dos Ursos, com o chefe Velho Urso Branco, os Veados com o chefe Pequeno Veado, os Répteis, os Peixes e por fim os Pássaros, os Insetos e outros pequenos animais. 

Cada tribo decidiu causar um tipo de doença nos homens: os Veados causariam reumatismo, Répteis e Peixes assombrariam os homens durante seus sonhos, enlouquecendo-os etc. 

Mas as plantas, que eram amigas dos homens, ouvindo os planos dos animais, decidiram ajudar os homens: cada árvore, arbusto, relva ou mesmo erva decidiu criar um remédio para algumas das doenças referidas. 

Quando o médico tinha dúvidas no que dizia respeito ao tratamento de um paciente, o espírito da planta sugeria um remédio adequado, foi assim que nasceu a medicina."

Fontes: Wikipedia

Site Xamanismo - http://www.xamanismo.com.br/Poder/SubPoder1189789601It004

ÍNDIOS HOPIS:

Para os Índios Hopis, povo que vive nas regiões áridas do Arizona e do Novo México (“hopi” na língua deles significa “pacífico”), um personagem mitológico de nome Kokopelli está associado à fertilidade e à germinação. Os outros povos Indígenas o conhecem como o “tocador corcunda de flauta”. Sua silhueta única foi pintada, durante os séculos, em numerosas pedras e cerâmicas das duas Américas. Para muitos, a corcunda de suas costas é um saco de sementes que ele semeia a todos os ventos. Quanto à sua flauta, ela é a fonte do espírito insuflado em cada semente.
Face às forças de destruição que se desencadeiam nesse momento no planeta, o símbolo de Kokopelli representa a esperança de uma Terra novamente fértil e de Sementes portadoras de Vida. A cabeça de Kokopelli é coberta de antenas cósmicas que lhe permitem captar o canto das estrelas a fim de insuflá-lo às Sementes de Vida, Sementes de Estrelas, que fecundam a Terra-Mãe.


Profecia do Fim do Mundo:

Para os Hopi, o grande Criador do planeta Terra é uma entidade divina que veio das estrelas, o que remete à famosa teoria de que a raça humana é o produto de uma colonização extraterrestre. Sobre o Fim do Mundo, a tradição Hopi é, à evidência, estreitamente aparentada com a Profecia Maia. Entre os Hopi, 2011 é a grande data estabelecida para os acontecimentos que precipitarão a destruição da atual Civilização. Os Sinais anunciadores do grande final previsto para 2011, já estariam ocorrendo há algum tempo e são igualmente parecidos com todos aqueles citados em outras profecias, a grande maioria decorrentes dos aspectos negativos do notável avanço tecnológico alcançado pela Civilização.
O indicativo mais importante e de consequências mais notáveis é o mesmo que aparece em outras previsões: o aparecimento nos céus de uma 'estrela destruidora' que será precedida por astros menores: no caso, uma grande estrela azul, a qual chamam Saquasohuh Kachina, que virá antes de uma maior, uma estrela roxa ou violeta, será definitiva para o extermínio da atual raça humana, da qual restarão uns poucos sobreviventes, sementes do Quinto Mundo.
Mais uma vez, as tradições se repetem: também os Hopi acreditam na emergência e extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na Sétima Raça ou Sétimo Mundo. A ideia nada tem de original e tem sido repetida à exaustão sendo que a Doutrina Cosmogônica e a Antropogênese teosófica apresenta uma teoria completa sobre o assunto na monumental obra de Helena Petrovna Blavatsky, A Doutrina Secreta.
Fonte: Wikipedia

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