Pesquisar neste blog

A principal fonte dos textos postados aqui é da Internet, meio de informação pública e muita coisa é publicada sem informações de Copyright, fonte, autor etc. Caso algum texto postado ou imagem não tenha sua devida informação ou indicação, será escrito (autoria desconhecida). Caso souberem, por favor, deixe um comentário indicando o ou no texto, ou caso reconheçam algum conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, por favor, avisar para que se possa retirá-lo do blog ou dar-lhe os devidos créditos. Se forem utilizar qualquer texto postado aqui, por favor, deem os devidos créditos aos seus autores. Obrigada!

Abençoados sejam todos!

24 de mai de 2011

Deusa Hella

Hella, a Deusa do Inferno

É a rainha monstruosa do além-mundo nórdico. Foi seu nome que deu origem à palavra inglesa hell, inferno.
Na mitologia nórdica, Hella foi banida por Odin para as profundezas do mundo subterrâneo formado por gelo e fogo vulcânico. A parte que lhe cabia neste submundo foi dado o nome de Helheim.
O lar desta deusa era o palácio Slitcold, que significa chuva de granizo, e de onde ela governava as almas de homens ou mulheres que tinham morrido ou de velhice ou por acidente ou por doença.
Lá, Hella recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões. E era para esse mundo subterrâneo que todos os mortos se dirigiam. Com exceção daqueles que morriam em combate e que eram levados para as Walquírias.
Metade do corpo de Hella era de uma linda mulher e a outra parte, um corpo terrível em decomposição.
Mas ela não era boa e nem má. Era simplesmente justa.
As tribos germânicas a chamavam de Holda, ou Bertha e acreditavam que ela acompanhava Odin na "Caça-Selvagem" para recolher as almas errantes e levá-las para recuperação em seus reinos, à espera de uma nova encarnação.
Na mitologia primitiva, antes de ser banida por Odin, Hella era a deusa da Terra, mãe boa e benéfica, sustentadora do fatigado e do faminto. Talvez por isso seja também identificada com Artêmis e pode agora ajudar-nos a obter coragem e força em nossas batalhas, mesmo que estejamos cansados.

fonte: Agenda Esotérica

Um comentário: