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5 de abr de 2012

Deusa Íris, a Mensageira


Deusa do arco-íris, filha do Titã Taumas e de Eléctra, filha do Titã Oceano. Como mensageira de Zeus e sua esposa Hera, Iris deixava o Olimpo apenas para transmitir os ordenamentos divinos à raça humana, por quem ela era considerada como uma conselheira e guia. Viajava com a velocidade do vento, podia ir de um canto do mundo a outro, ao fundo do mar ou às profundezas do mundo subterrâneo. Embora fosse irmã das Hárpias, terríveis monstros alados, Iris era representada como uma linda virgem com asas e mantos de cores brilhantes e um halo de luz em sua cabeça, deixando no céu o arco-íris como seu rastro.
Para os gregos, a ligação entre os homens e os deuses é simbolizada pelo arco-íris.
Íris é a deusa do arco-íris, mensageira de Hera, rainha das deusas. Íris representa o lado feminino de Hermes, emissário de Zeus, que era adorada tanto pelos deuses quanto pelos mortais por sua natureza de bondade e amor.
Sempre que Hera ou Zeus desejava transmitir seus desejos aos homens, Íris descia à terra onde tomava forma humana, ou então se fazia enxergar ao natural como uma linda mulher alada. Às vezes cortava os ares com a mesma rapidez do vento oeste, Zéfiro, seu consorte. Outras vezes descia suavemente pelo arco-íris que ligava o céu à terra. Podia caminhar pelas águas com igual facilidade e até mesmo o mundo das trevas abria suas portas para ela quando, a pedido de Zeus, deveria reabastecer sua taça de ouro com as águas do rio Estige, com a qual os imortais se benziam contra as profecias malignas.
Sempre que os deuses voltavam ao Olimpo, de suas viagens, Íris os recepcionava com néctar e ambrósia.
Ela não se limitava a entregar as mensagens de Hera, como também era sua agente no cumprimento de suas vinganças, embora sua tarefa principal fosse o consolo e a pacificação.
Era ela quem preparava o banho de Hera, quem lhe prestava serviços dia e noite, estando sempre à sua disposição.
Existe uma outra versão da mitologia que afirma ter sido Íris e não Afrodite quem deu à luz a Eros.
Íris está intimamente ligada à função sentimento, que é diferente daquilo que chamamos de emoção, pois a emoção é uma reação visceral a uma situação, ao passo que o sentimento é uma escolha refletida de um afeto.
A função do sentimento é uma constante variação entre os opostos, uma cuidadosa percepção das necessidades de uma situação específica, com o objetivo de harmonia e de relacionamento no final. Por isto, Íris derrama sem cessar a água de uma taça para a outra, porque o sentimento precisa fluir fluentemente para se renovar de acordo com as necessidades de cada um. Enquanto os preceitos éticos de Atena são rígidos e universais o objetivo de Íris é um ajuste contínuo e fluído, às vezes positivo às vezes negativo.
Sua finalidade principal serve aos propósitos do âmago feminino, mais que ao masculino e qualquer que sejam as reações mutantes do fluxo - até mesmo a raiva e o conflito -, a meta será sempre a harmonia e um relacionamento melhor.
Quase nunca entendemos o sentimento como uma função inteligente, tal como o pensamento racional. Entretanto, Íris e Atena representam ao mesmo tempo os opostos e a complementação. Elas são duas imagens contraditórias, onde uma serve ao pai e a outra serve à mãe, embora as duas deusas não fossem inimigas na mitologia uma vez que Íris não tinha inimigos, elas podem atuar como tal dentro de nós mesmos, pois oferecem soluções diferentes para o mesmo problema.
Íris também pode ser ambivalente, o fluxo incessante dos sentimentos para preservar um relacionamento pode produzir uma estagnação porque nada a asfixia tanto quanto o sentimento. Nada pode ser discutido, nenhuma diferença pode ser apontada, nenhum conflito pode gerar o crescimento porque a harmonia é fundamental. Numa situação dessas não existe espaço para a separação, uma vez que a separação implica na solidão e Íris, amiga tanto dos deuses quanto dos mortais e que opera em todos os níveis da vida,. Precisa estar sempre servindo devotadamente a alguém e não pode sobreviver sem o seu oposto, Atena.
Uma sem a outra não gera mudanças e a mente sucumbe completamente asfixiada.
Os Gregos e os Romanos, que a identificaram com o arco no céu, transformaram-na no símbolo do contato entre o céu e aterra, íris representa, junto dos deuses e dos homens, o papel de mensageira dos imortais, emissária das vontades de Zeus e, mais frequentemente ainda, de Hera, de quem é a serva fiei, banhando-a, embelezando-a e passando as noites sem dormir junto ao seu trono.
Ela representa, igualmente, os palafreneiros do Olimpo, ajudando os deuses a desatrelar as suas montadas, quando,regressam das expedições, ocupando-se dos seus ginetes e alimentando-os.
Uma certa tradição apresenta-a como esposa de Zéfiro, o vento.
Iris é representada, tal como Hermes, com sandálias aladas e com o caduceu. Uma echarpe de muitas cores (o arco do céu) prolonga as suas asas de ouro.
Iris, a deusa do arco colorido do céu e mensageira de Hera, representa o lado feminino de Hermes. Era adorada pelos deuses e pelos mortais por sua natureza de bondade. Sempre quando havia uma mensagem para os mortais, Iris tomava a forma humana ou se apresentava como uma mulher alada. Ás vezes cortava o céu com a mesma rapidez que seu marido, Zéfiro, o vento oeste. Outras vezes descia suavemente através do arco íris que ligava o céu à terra.
Ela penetrava em todos os lugares e até mesmo o mundo das trevas abria suas portas para ela entrar. Ela sempre recepcionava os deuses com néctar e ambrosia quando eles retornavam de suas viagens. Iris preparava os banhos para Hera e lhe prestava serviços dia e noite, estando sempre à sua disposição. Assim Hera também a utilizava em suas vinganças embora sua tarefa fosse o consolo e a pacificação.

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