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3 de mar de 2011

Deusa Dana

A mãe celeste, que dança na espiral das serpentes das estrelas, é a fonte de onde nasceu aquele povo antigo, que trouxe o druidismo a terra da esmeralda, seu nome Dana, significa bailarina brilhante" Cathbad

O mistério fundamental da religião celta e das cerimônias rituais que materializaram sua essência serão sempre difíceis de compreender. Tanto a espiritualidade deste povo guerreiro, quanto o fato de, inclusive, terem sido uma religião, viram-se eclipsados pela insistência romântica em envolver a mística celta no mundo das fadas e dos espíritos.

A escrita era considerada desnecessária, pois as leis, lendas e ensinamentos tribais se perpetuavam graças a poetas e sacerdotes. Eram eles que se encarregavam de memorizá-las e de transmiti-las oralmente. Da mesma forma que as proibições impostas aos heróis guerreiros, as quais determinavam seu modo de vida e suas ações. A transmissão oral sempre foi um método eficiente para comunicar todos os matizes dos acontecimentos importantes na vida da tribo. Para poder recordar e interpretar mais facilmente as histórias, intercalavam-se os temas rituais referentes aos deuses: a imposição de nomes, a pedra do oráculo, que gemia durante a coroação de um novo rei, os gêmeos divinos e o guerreiro heroico. A constante metamorfose destes temas e a facilidade de ligação entre o físico e o sobrenatural plasmaram o mundo da imaginação celta através de milhares de anos de relatos. Nos contos, os seres divinos podiam passar de sobrenaturais a vulneráveis como o resto dos humanos e regressar a seus domínios, sem ofender a suscetibilidade cristã dos escribas que, de vez em quando, deixavam testemunho das lendas.

Todas as divindades, por muito extraordinárias que fosse, se encontravam submetidas ao ritmo desta vida e às exigências de uma dada população. Cada província ou região tinha seu lugar sagrado, que era o centro do seu mundo. Seu topônimo mostrava a relação entre a Terra, o Céu, entre a Tribo e seu Deus.

Nós aprendemos a separar o psíquico subjetivo do natural objetivo. Os povos primitivos, ao contrário, tem sua psique convertida nos objetos. Sua paisagem não é só um ponto geográfico, ou geológico ou político. Para os druidas, por exemplo, os bosques eram suas catedrais. Neles celebravam seus rituais, festas e cerimônias mágicas. Cada árvore estava consagrada a um dia e representava uma virtude. Estes "gigantes verdes", tinham grande importância na cultura celta. O maior de todos os medos se localizava em lugares em que acreditavam não serem bons, pois eram habitados por espíritos maléficos. Cogitavam, por exemplo, que nas montanhas habitava uma grande serpente e que as cavernas eram vigiadas por demônios serpentinos. Esta projeção do psíquico cria, de maneira natural, relações de homens com homens, animais com coisas, que para nós são absolutamente incompreensíveis, mas fascinantes para serem estudadas.

Todas as famílias celtas se originaram da Deusa Mãe. Da mãe vêm os ramos familiares das deusas e deuses. Assim como a maioria das famílias, eles representam as polaridades do caráter humano. É importante lembrar que casa Deusa e cada Deus representam um aspecto que você pode reconhecer dentro de si mesmo e nos outros.

OS TUATHA DÉ DANNAN

Os Thuatha Dé Danann foram a quarta raça de colonizadores que chegaram na Irlanda antes da era cristã. Eles eram seres sábios, eminentes magos, cientistas e artesãos, possuidores de uma altíssima vibração espiritual, verdadeiros "seres de luz".

Os Tuatha eram provenientes da distante e mítica Hiperbórea, onde possuíam quatro cidades: Falias, Gorias, Murias e Findias, nas quais aprenderam ciências e magia e a aplicação conjunta de ambos os princípios por meio da instituição do druidismo. De cada uma dessas cidades mágicas os Tuatha Dé Danann trouxeram um tesouro:

Falias - Lia Fáil, a "Pedra do Destino", onde eram coroados os reis da Irlanda. Era uma grande pedra em formato de coluna que simbolizava a própria Terra, cujo poder só era compreendido pelo verdadeiro Rei;

Gorias - a Gáe Assail, a "Lança de Assal", que seria de Lugh, e retornava a mão após ser lançada (associada ao elemento Fogo);

Murias - o Caldeirão de Dagda, chamado o "Inesgotável", recipiente que continha a água, fonte de toda a vida (protótipo do Graal);

Findias - a espada inescapável de Nuada (associada ao elemento Ar).

Hiperbórea é um dos principais mitos genéricos europeus: um lugar de paz e sabedoria, uma terra de "leite e mel" de onde, provinha o primeiro homem branco estabelecido em algum lugar do norte do mundo. Um paraíso mágico e melancólico que não teve outro remédio senão abandonar e seguir para o Sul, quando grandes cataclismas mudaram o eixo da Terra e transformaram o mundo alegre e fértil em um charco árido e coberto de gelo.

Eles chegaram em Beltane (May Day) envoltos em um densa névoa mágica, a qual causa uma eclipse de três dias. Imediatamente atearam fogo em suas próprias embarcações impossibilitando a fuga de sua nova pátria. Estavam realmente dispostos a reconstruir sua civilização. Eles conquistaram e governaram a Irlanda por 200 anos, e por fim, foram conquistados pelos Milesianos. Foi quando migraram para os Mundos Subterrâneos das colinas (sidhe) e montes da Irlanda, ficando conhecidos então, como "Daione Sidhe" ou "Povo das Fadas". Bodb Dearg (Bodb, O Vermelho) foi escolhido como rei, pois era o filho mais velho de Dagda.

Os filhos de Danu eram também conhecidos como "Os Que Sempre Vivem", pois conheciam o segredo da imortalidade. Eles possuíam um Banquete da Idade, deste modo, ninguém envelhecia, quando sustentados pelos porcos mágicos de Manannán e a cerveja de Goban, O Ferreiro. Os filhos de Danu ainda possuíam um médico muito especial, Diancecht. Ele era o guardião da fonte da saúde, juntamente com sua filha Diarmaid. Qualquer um que fosse morto ou ferido deveria ser colocado na fonte para viver e se recuperar novamente.

 

DEUSA DANA

Segundo uma lenda, Dana nasceu em uma Clã de Dançarinos que viviam ao longo do rio Alu. Seu nome foi escolhido por sua avó, Kaila, Sacerdotisa do Clã. Foi ela que sonhou com uma barca carregando seu povo por mares e rios até chegarem em uma ilha, onde deveria construir um Templo, para que a paz e a abundância fossem asseguradas. Ao despertar, Danu relatou seu sonho ao conselho e a grande viagem começou então a ser planejada.

Também conhecida como Danu, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a segurança maetrial, a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto.

O "Anuário da Grande Mãe" de Mirella Faur, nos apresenta o dia 31 de março como o dia de celebrar esta deusa da prosperidade e abundância. Conta ainda, que os celtas neste dia, acreditavam que dava muito azar emprestar ou pegar dinheiro emprestado, por prejudicar os influxos da prosperidade. Uma antiga, mas eficaz simpatia, mandava congelar uma moeda, fazendo um encantamento para proteger os ganhos e evitar os gastos.

Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo da Deusa Dana), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados.O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia. É significativo que o rio Danúbio leve seu nome, pois foi no Vale do Danúbio, que a civilização Celta se desenvolveu. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".

Dana é irmã de Math e seu filho é Gwydion. Sua filha é Arianrhod, que tem dois filhos, Dylan e Llew. Os dois outros filhos de Dana são Gobannon e Nudd.

É certo que Dana deveria ser considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome. Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".

Danu é uma das Dea Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.

Seu personagem foi cristianizado na figura de Santa Ana, mãe da Virgem Maria, pois sua existência é proveniente de uma antiga divindade indo-européia. Também é conhecida na Índia, como o nome de "Ana Purna" e em Roma toma o nome de "Anna Perenna".

É bem verdade que a associação das deusas à rios e mares não é estranha a tradição celta. A convicção de que o mar e a água deram origem à toda a vida, sobrevive em nossos próprios tempos. Mas nossa Danu amada teve um reflexo oposto, se Danu é representante das forças divinas da luz, então Domnu representa o frio, escuridão e o medo das profundidades desconhecidos dos oceanos. Domnu também é uma mãe, e a fundadora dos Fomóire, a tribo antiga de adversários que tentaram tomar o controle da lei e da ordem dos Tuatha Dé Dannan, de forma que caos podem reger a terra. O nome Domnu significa "terra" e é derivado do Céltico dubno. O sentido da etimologia é "profundo" ou "o que estende abaixo". Até mesmo o nome dos Fomóire significa "debaixo do mar". Estes Fomóire representam as forças de natureza selvagem, eles são ingovernáveis e ainda necessários ao equilíbrio certo da vida na terra.

 

ARQUÉTIPO DA NATUREZA

Meditando com Dana..

A Deusa Dana chega até nós propondo um encontro com as profundezas da natureza. Ela nos fala o quanto é belo e mágico estar no alto da montanha e descobrir uma nascente jorrando por debaixo de rochas pesadas. A surpresa da fonte sugere as reservas arcaicas da consciência despertando dentro de nós. Pede-nos agora que escutemos o silêncio do lugar. Feche os olhos e sinta-o. Lugar é uma intensa individualidade. Com total atenção, a paisagem celebra a magia das estações, entregando-se sem reservas à paixão da deusa. O delinear da paisagem é a forma mais antiga e silenciosa da consciência.

Os rios, lagos e regatos têm voz e música, eles são as lágrimas da alegria e dão vida à terra. A terra tem alma, as nascentes tem alma e são considerados lugares purificadores.

Manannán mac Lir disse: "Ninguém obterá conhecimento a menos que beba da nascente". As nascentes eram consideradas como aberturas especiais por onde fluía a divindade. Quando uma nascente desperta em nossa mente, nossas possibilidades podem fluir e descobrimos então o nosso íntimo. Existe tanta beleza e benção perto de nós, que se destinam à nós, mas que não estamos prontos para recebê-la, por não termos presteza, ou por estarmos talvez cegos, medrosos ou nos esteja faltando um pouco de auto-estima. Mas se nos dermos uma chance, a porta de nosso coração poderá passar a ser o portal do céu. Por que não tentar?

 

RITUAL PARA SAÚDE DA DEUSA DANA

Escolha um lugar reservado em sua casa para fazer este ritual, se for ao ar livre melhor ainda. Primeiro você deve instalar seu altar, que pode ser redondo simbolizando a Deusa, quadrado (simbolizando os quatro elementos) ou retangular, mas fundamentalmente deve conter a representação dos quatro elementos, junto aos respectivos pontos cardeais. Eu instalei meu altar da seguinte forma:

Primeiro cubra seu altar com uma toalha branca. Depois obedeça as seguintes posições:

LESTE- incenso para o AR. (casa do elemento intelectual). Pode-se colocar flores também.

SUL- vela branca para o FOGO (elemento da transformação, paixão , sucesso, saúde e poder)

OESTE - água para o elemento ÁGUA (elemento da mente psíquica, da cura e da espiritualidade)

NORTE - pedra ou uma planta suspensa para a TERRA. (elemento estabilizador e centralizador dos outros três). Deve ser colocado aqui também o breve ou amuleto (pode ser uma pulseira, corrente, chaveiro,etc) a ser consagrado para a saúde, que deverá ser mergulhado dentro de um óleo (pode usar essência de sândalos).

 

INVOCAÇÃO

Dana, nossa deusa amada

Cujos cabelos acenam ao vento

Coloridos como sóis brilhantes

Cuja veste se faz oceanos

Mãe divina dos Tuatha de Danann

E das terras Ocidentais

Traga-nos sua alegria

Traga-nos a boa saúde

Desperte em nós a beleza

Da natureza que é seu véu.

Neste momento, retire seu amuleto do óleo e passe-o sobre o fogo da vela, a fumaça do incenso e borrife água sobre ele, colocando em seguida de volta ao recipiente onde se encontrava anteriormente. Deixe-o sobre o altar por três dias. No término deste tempo, lave-o com água corrente e use-o de preferência junto ao corpo.

Texto pesquisado e desenvolvido por Rosane Volpatto

- * -

Funções: Deusa Mãe, Terra

Responsabilidade: Rainha dos deuses

Filhos: Tuatha dé Danann

Pelo fato de as principais partes do culto druida serem o reconhecimento do poder da natureza e, ao mesmo tempo, a obediência e as vantagens de suas leis imutáveis, não soa estranho que a máxima divindade celta tivesse forma de mulher. Também não se pode dizer que eles foram originais. O culto a uma deusa criadora acima de todos os demais deuses é muito comum entre as culturas mais antigas, como a Grande Mãe, Ísis ou Astarte (Ishtar). Os mistérios envolvendo a gravidez e o nascimento, indispensáveis para a proliferação de qualquer povo, fascinaram nossos antepassados da mesma forma que nos fascinam hoje, com a diferença de que eles possuíam menos informações e não eram poucos os que pensavam que os homens não participavam diretamente da concepção. Assim, a função reprodutora resultava em um caráter sagrado a mulher desde a Idade da Pedra.

Nos mitos celtas, há diversas divindades femininas — como Arianrod, Rhiannon, Eponina, Ceridwen e Modron —, mas a mais famosa é a irlandesa Danna, ao lado de suas variações Ana, Anu, Danu e Don em outros territórios celtas.

Danna é a representação da terra como lugar comum em que somos cuidados e alimentados, motivo pelo qual é preciso respeitá-la acima de tudo. Afinal, que homem bem nascido seria capaz de provocar algum dano àquela que o gerou? Esse é um conceito que fica no meio do caminho entre a filosofia e a ecologia, próprio das culturas que souberam se integrar sem causar danos excessivos a expansão de sua civilização. São aquelas que conseguiram, de acordo com o jargão atual, um “desenvolvimento sustentável”.

Os Tuatha Dé Dannan são reconhecidos direta e literalmente como o “Povo de Danna”. Pela impressão que seu culto provocou no inconsciente coletivo dos celtas, fica clara a perseverança na devoção de seus descendentes por sua posterior cristianização como Santa Ana. A veneração a esta suposta avó de Jesus Cristo introduziu-se de forma consistente, principalmente nas Gálias, a partir de tal título religioso. Apesar disso, nos primeiros séculos da existência da Igreja Católica, nem as escrituras sagradas nem os grandes estudiosos da teologia cristã fizeram menção àquela que supostamente seria a mãe da Virgem Maria.

Divindade maternal, Dana rege numerosos aspectos da existência humana, desde o nascimento até a morte, passando pela concepção e pela guerra. Sua representação em esculturas, desenhos e diversos mitos é feita na forma de uma tríade composta por uma garota, uma mulher e uma anciã, simbolizando, assim, as três principais fases da vida de um ser humano. De acordo com a ocasião, ela aparece fragmentada em outras deusas especificas que, em sua origem, não passam de emanações de Dana. É o caso de Brighid — cujo nome deriva, como tantos outros nomes celtas, de brig, ou “exaltado”.

O aspecto bélico de Danna materializa-se em diferentes deusas guerreiras: Morrigan, Bodhbh ou Badhbh, Nemhain, Macha, entre outras... Bodhbh de Connacht identificava-se também com a potência sexual, pois nenhum monarca poderia reinar em Tara sem ter copulado antes com ela.

fonte: Templo de Apolo (não há autoria)

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(autoria desconhecida)

“No início havia o Vazio, a vastidão do Nada,

a supremacia da criatividade não-diferenciada

Do vazio nasceu o Caos,

Da união entre o vazio e o caos originou-se Ana,

a Grande Sonhadora, Criadora e Tecelã dos mundos,

em cujo ventre fértil resplandeciam estrelas e planetas.

Da união entre Sonho e o nosso Sol foram criados

a Mãe Terra, o Pai Céu e o oceano, os ancestrais primevos.

Do encontro entre o céu e a Terra surgiram os Seres Brilhantes,

os Dakinis e os Dakas que trouxeram a luz ao mundo.

E do ventre de Ana, tocado pela luz das Plêiades,

nasceram os Tuatha de Danann,

o povo da deusa Danu.

- Kathy Jones, “The Well of Ana”.


Também conhecida como Dana, é a maior Deusa Mãe da mitologia celta. Seu nome "Dan", significa conhecimento, tendo sido preservada na mitologia galesa como a Deusa Don, enquanto que outras fontes equipararam-na à Deusa Anu. Na Ibéria, a divindade suprema do panteão celta é considerada a senhora da luz e do fogo. Era ela que garantia a proteção e a justiça. Dana ou Danu também é conhecida por outros nomes: Almha, Becuma, Birog, ou Buan-ann, de acordo com o lugar de seu culto.
Os descendentes da Dana e seu consorte Bilé (Beli) eram conhecidos como os "Tuatha Dé Dannan" (povo descendente da Deusa Dana, reverenciados pelos Celtas), uma variação nórdica de Diana, que era adorada em bosques de carvalhos sagrados. O nome "Dana"é derivado da Palavra Céltica Dannuia ou Dannia.

A ligação dos Celtas para com sua Deusa Dana era muito intensa, basta verificar o nome dado ao rio onde a civilização Celta se desenvolveu: Danúbio. A ligação Celta com o vale do rio Danúbio também é expressa em seu nome original. "Os filhos de Danu", ou "Os filhos de Don".
Dana era considerada a Mãe dos Deuses, depois de ter lhes dado seu nome.
Há várias interpretações do seu nome, sendo que uma delas é "Terra Molhada" e o mais poética, "Água do Céu".
Ela é uma das Dea Matronae da Irlanda e a Deusa da fertilidade. Seu símbolo mágico é um bastão.
Em outras fontes, Danu é a Deusa da terra, da vida e da morte. É descrita como tendo três "faces" ou aspectos: Morrígan (Gralha da Guerra), Blodeuwedd (Dama das Flores, simbolizando a vida) e Brighid (A Mãe, simbolo da fertilidade).

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