Pesquisar neste blog

A principal fonte dos textos postados aqui é da Internet, meio de informação pública e muita coisa é publicada sem informações de Copyright, fonte, autor etc. Caso algum texto postado ou imagem não tenha sua devida informação ou indicação, será escrito (autoria desconhecida). Caso souberem, por favor, deixe um comentário indicando o ou no texto, ou caso reconheçam algum conteúdo protegido pelas leis de direitos autorais, por favor, avisar para que se possa retirá-lo do blog ou dar-lhe os devidos créditos. Se forem utilizar qualquer texto postado aqui, por favor, deem os devidos créditos aos seus autores. Obrigada!

Abençoados sejam todos!

7 de abr de 2011

Mitologia Egípcia

Peço desculpas pois na época que copiei este texto para estudar não anotei a autoria ou de onde tirei. Sofya.

 

clip_image001

Na Ásia Ocidental, que abrangia o Egito, a Arábia, a Síria, a Palestina, a Mesopotâmia, a Armênia, o Irã e a Ásia Menor, surgiram as primeiras civilizações da Antiguidade. O Egito está localizado no nordeste da África, tendo como limites o Mar mediterrâneo ao norte, o Sudão ao sul, o Mar Vermelho a leste e o deserto da Líbia a oeste. É uma região predominantemente desértica cortada pelo estreito e fértil Vale do Rio Nilo. Por se tratar de uma civilização de aproximadamente 5.000 anos, houve várias mudança sociais, políticas, religiosas e econômicas no decorrer desse longo período. A religião assumia a forma politeísta. Os Antigos Egípcios acreditavam que os Deuses tinham as mesmas necessidades e desejos comum aos homens. Os Deuses eram representados na forma humana, na forma animal. Havia também divindades híbridas com o corpo humano e cabeça de animal: Hator (a vaca), Anúbis (o chacal), Hórus (o falcão). Cultuavam-se ainda os fenômenos da natureza. Haviam inúmeros Deuses, sendo inevitável as rivalidades e as contradições. No princípio era apenas Num (Caos), o oceano primordial, onde se ocultava Aton, escondido num botão de lótus. Inesperadamente Aton apareceu sobre Num, resplandecente na forma de Rá e criou dois filhos divinos: Shu, deus do Ar, e Tefnut , deusa da Umidade. Deste casal nasceram Geb, deus da Terra, e Nut, deusa do Céu, que por sua vez deram à luz dois filhos, Osíris e Seth, e duas filhas, Ísis e Néftis

Os principais Deuses estão apresentados abaixo:

Ísis, era dotada de grandes poderes mágicos. Reunia os atributos de beleza, feminilidade e sensualidade e os concedia a todas que a adorava. Protegia as crianças o que fazia dela a mais popular das Deusas. curava as doenças dos homens e expulsava os espíritos malignos com magia; fundou a família; ensinou os homens a fazer pão e às mulheres todas as artes femininas.

Rá, Deus Sol, deus supremo, rei do mundo. Era o criador dos homens. Também chamado de Amon ou Amon-Rá.

Anúbis, Deus-chacal da mumificação, assistia os ritos com os quais um morto era admitido no além-túmulo e era responsável pelas necrópoles (cemitérios) e encarregado de velar os túmulos e introduzir as almas no outro mundo. Empunha o cetro divino usado pelos Deuses e pelos Reis. Também Deus da Medicina.

Hátor, Deusa do amor, da felicidade, da dança e da música. Simbolizada pela vaca. Quando nascia uma criança, sete Hátores decidiam sobre o seu futuro. Benevolente, foi a ama-de-leite de Hórus. Era a representação da mulher madura e de instinto maternal.

Seth, Deus dos oásis do Senhor do Alto Egito. Representado por um imaginário animal como um burro. Associado ao deserto e às tempestades. Depois que matou seu irmão Osíris, passou a ser conhecido como deus da destruição, das tempestades, da guerra. Símbolo da desordem e da violência.

Toth, Deus da sabedoria representado por um íbis ou por um babuíno, como íbis ele voa no céu, e como babuíno, saúda o sol nascente. Associado com a lua. Ao desaparecer o sol, tentava dissipar as trevas com a sua luz. Foi o inventor da linguagem escrita (hieróglifos) e falada.

Nut (Neit), Deusa criadora do universo, mãe de Rá. Deusa guerreira, protegia os mais fracos, destruindo seus inimigos e abrindo caminhos. Afastava os maus espíritos.

Néftis, Deusa lunar. Conhecedora da arte da tecelagem, foi também considerada a deusa guardiã.

Hórus, o Deus com cabeça de falcão que segura na mão direita o ankh, símbolo da vida.

Tauret, Deusa hipopótamo. Protegia as mulheres grávidas e as crianças.

Osíris, Deus da terra e da vegetação. Simbolizava na sua morte a estiagem anual e no seu renascimento, a cheia periódica do Nilo e o desabrochar do trigo. Osíris dedicou-se a civilizar seus súditos, desviando-os do seu antigo estilo de vida nômade, indigente e bárbaro. Ensinou-os a cultivar a terra e a aproveitar da melhor maneira os seus frutos; ensinou-os a trabalhar com os metais e a fazer armas para defenderem-se das feras; convenceu-os a viver em comunidade e a fundar cidades; deu-lhes um conjunto de leis para que por elas o povo regulasse sua conduta e instruiu-os na reverência e adoração aos deuses.

Sekmet, Deusa solar, com cabeça de leoa simbolizando o poder destruidor do Sol, temida e venerada. Comandava os mensageiros da morte e era responsável pelas epidemias.

Ftás, Deus de Mênfis. Patrono dos artesões. Algumas lendas dizem que ele pronunciara os nomes de todas as coisas do mundo e com isso fizera existir.

Maat, Deusa da justiça e do equilíbrio. Responsável pelo julgamento dos mortos. Segundo a lenda, Maat colocava, num dos pratos de uma balança, o coração do morto; no outro, uma pluma. Se o coração fosse mais pesado que a pluma, o morto era considerado impuro e, portanto, condenado.

Sobeque, Deus-crocodilo venerado em cidades que dependiam da água, onde os sáurios eram criados em tanques e adornados com joias. Era considerado o senhor do universo e chegava a ser associado ao Sol.

Consu, Deus da Lua e da noite, esse mago de grande reputação era cultuado em várias regiões. Os tébanos viam nele o filho de Amon-Rá. Sua cabeça de falcão era coroada pelo disco lunar.

 

A lenda de Osíris e Ísis

O principal Deus egípcio era Amon-Rá (Aton ou Rá). Diz a lenda que Amon-Rá enviou a Terra, a fim de pacificar os conflitos humanos, Ísis e Osíris que são irmãos mas também esposos, e também Seth e Nefth, que também são irmãos e esposos. Ísis e Nefth eram gêmeas, por isso certa noite, Osíris confundiu Nefth com sua verdadeira esposa e dormiu com ela. O resultado disso foi um filho: Anúbis, o Deus chacal. Produto de uma relação ilegal, Anúbis foi rejeitado por sua própria mãe e jogado no rio Nilo. O bebê foi encontrado e adotado por Ísis. Anúbis passou a amá-la e tornou-se seu maior amigo. Osíris, que era muito sábio, decidiu levar seus conhecimentos ao resto do mundo e confiou a regência do seu trono a Ísis. Durante a ausência de Osíris, seu irmão Seth tentou apossar-se do trono mas foi frustrado em suas intenções por Ísis. Quando Osíris voltou, Seth, que sentia uma grande inveja da virtude e da fama de Osíris e o odiava pela traição da mulher com Osíris, resolveu mata-lo: tirou as medidas do corpo de irmão, em segredo, e mandou fazer uma bela arca, adornada e realçada com pedras. Deu uma festa em comemoração ao retorno de Osíris e propôs que presentearia com a arca a quem nela entrasse e a ocupasse com o próprio corpo. Todos os convidados entraram na arca mas ela sempre resultava grande. Chegou a vez de Osíris cujo corpo, de grande estatura, adaptou-se perfeitamente à arca. Seth e seus cúmplices fecharam a arca lacrando-a e lançando-a no rio Nilo. Desolada, Ísis procurou seu marido por todo o planeta, e achou a arca onde Osíris estava. Quando chegou ao seu país, escondeu a arca nos pântanos. Enquanto caçava à luz da lua, Seth encontrou a arca, abriu-a e viu os restos do irmão. Furioso, despedaçou o corpo em catorze pedaços e os espalhou pelo Egito. Anúbis tomou a forma de um chacal negro para farejar os restos de Osíris. Em cada local que Ísis e Anúbis descobriu uma parte do corpo de Osíris, foi levantada uma capela. Recomposto o corpo de Osíris, Ísis e ele tiveram um filho: Hórus, o Deus falcão. Osíris se integrou ao Tribunal dos Mortos e Hórus permaneceu na Terra para derrotar Seth que tomara o trono de Osíris.

Hórus reuniu todos os fiéis a Osíris e partiu sobre Seth para vingar a morte do pai, mutilando-o e esterilizando-o. Seth, por sua vez, transformou-se num grande porco negro e devorou o olho esquerdo de Hórus e, assim, a lua parou de iluminar. Ísis suplicou a seu filho que pusesse fim ao massacre mas Hórus, num ímpeto de ódio, decepou a cabeça da mãe. Thot curou-a colocando uma cabeça de vaca em lugar da sua. A batalha recomeçou sem vencedores ou vencidos. Thot curou Seth mas impôs que este restituísse o olho de Hórus. A lua, então, voltou a brilhar. Os deuses levaram a questão a julgamento e o processo durou oitenta anos. Seth acusou Hórus de ilegitimidade. Hórus acusou Seth pelo assassinato do pai. Por fim os deuses decidiram que Hórus ficaria como rei do Baixo Egito e Seth como rei do Alto Egito.

 

clip_image002

 

Soberano fundador da Primeira Dinastia egípcia, Menés foi também o rei que unificou os reinos do Alto e Baixo Egito. Foi durante esse período que a nação se concretizou como Estado, estendendo sua esfera de influência pelo resto da região do Crescente Fértil.

Ele fundou a cidade que se tornaria a capital política do império por milênios. Trata-se de Mênfis, erigida sobre uma ilha no Nilo a fim de facilitar a defesa. Além disso, iniciou a construção de Crocodilópolis.

Durante seu governo, Menés fez diversas campanhas militares à Núbia, no atual Sudão, expandindo os territórios sob seu poder até a Primeira Catarata.

Sua esposa oficial chamava-se Berenib, mas a mãe do herdeiro ao trono foi Neithotepe, que deu à luz a Djer. A morte do faraó permanece um mistério, entretanto a lenda diz que foi atacado por cães selvagens e crocodilos do Nilo em Faiyum. Faleceu aos sessenta e três anos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário