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18 de abr de 2011

Panteão Lusitano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Os deuses lusitanos estiveram em síntese quer com os celtas quer com os romanos. O povo lusitano adoptou os cultos de ambas as civilizações, influenciando deste modo as crenças locais. Algumas divindades lusitanas foram assimiladas pelos romanos.

 

Deuses

Abiafelaesurraecus

Abna

Aegiamunniaegus

Aernus

Aetio

Albucelainco

Ameipicer

Arabo

Aracus

Aratibro

Arentia

Arentio

Ares Lusitani (Ares Lusitano)

Ares Lusitani era o deus dos cavalos na mitologia lusitana.

Arus

Atégina

Atégina ou Ataegina era a deusa do renascimento (Primavera), fertilidade, natureza e cura na mitologia lusitana. Viam-na como a deusa lusitana da Lua. O nome Ataegina é originário do celta Ate + Gena, que significaria "renascimento".

O animal consagrado a Atégina era o bode ou a cabra. Ela tinha um culto de devotio, em que alguém invocava a deusa para curar alguém, ou até mesmo para lançar uma maldição que poderia ir de pequenas pragas à morte.

Atégina era venerada na Lusitânia e na Bética, existem santuários dedicados a esta deusa em Elvas (Portugal), e Mérida e Cáceres na Extremadura espanhola, além de outros locais, especialmente perto do Rio Guadiana. Ela era também uma das principais deusas veneradas em locais como Myrtilis (Mértola dos dias de hoje), Pax Julia (Beja), ambas cidades em Portugal, e especialmente venerada na cidade de Turobriga, cuja localização é desconhecida. A região era conhecida como a Baeturia celta.

Existem diversas inscrições que relacionam esta deusa com Proserpina: ATAEGINA TURIBRIGENSIS PROSERPINA, esta relação aconteceu durante o período romano. Muitas vezes é representada com um ramo de cipreste.

A banda portuguesa de black metal Moonspell possui um tema dedicado a Ataegina, o qual tem como título o nome da própria divindade. Foi editado no álbum Wolfheart, datado de 1995, sendo a sua nona e última faixa. A letra da música sugere que Ataegina seria uma divindade dotada com o poder de exercer vingança a quem a si recorra e/ou rogue, podendo inclusive provocar a morte do(s) visado(s) do acto de vingança pretendido. As alusões à noite (deusa lusitana da Lua) e ao renascimento da Natureza são explícitas, o que vão ao encontro do significado etimológico do seu nome ("Gena" = "Renascimento"). Há igualmente alusões a combates e a vitórias, o que pode indiciar uma ação de proteção de guerreiros em campo de batalha para os conduzir ao sucesso em tempo de guerra.

Banderaeicus, Bandiarbariaicus,

Bandonga

Bandonga era a deusa dos Celtas Lusitanos.

Bandua

Bandua é um Deus supremo da cultura castreja (dos Galaicos, portanto),mas também dos Lusitanos, considerado o Deus da guerra e vinculado a tradição céltica centro europeia. Geralmente aparece com diferentes epítetos - Bandua Aposolego, Bandua Cadogus, Bandua Aetobrigus, Bandua Roudeacus, Bandua Isibraiegus- que fazem referência ao Seu carácter militar. Nas fontes romanas aparece associado com Marte. Apareceram menções em gravuras de numerosos lugares do noroeste peninsular, com menor frequência no resto da península. Uma ara dedicada a este Deus atopou-se no castro de San Cibrao de Las, no concelho de San Amaro, ara especialmente importante já que aportou o nome do castro, sendo deste jeito um dos poucos castros dos que conhecemos o seu nome, Lansbricae.

Bandueaetobrigus

Bmervasecus

Bormanico

Bormanico era o deus das termas na mitologia lusitana. Apesar de ser adorado pelos Lusitanos era de origem Ligure.

Brigus

Cabar

Cabuniaegenis

Candeberonio

Cariocecus

Cariocecus ou Mars Cariocecus era o deus da guerra na mitologia lusitana. Era o equivalente lusitano para os deuses romanos Marte e para o grego Ares.

Os lusitanos praticavam sacrifícios humanos e quando um sacerdote feria um prisioneiro no estômago fazia previsões apenas pela maneira como a vítima caia e pela aparência dos intestinos. Os sacrifícios não estavam limitados a prisioneiros mas também incluíam animais, em especial cavalos e bodes. É o que diz Estrabão, "ofereciam um bode, os prisioneiros e cavalos". Os lusitanos cortavam a mão direita dos prisioneiros e as consagravam a Cariocecus.

Carneus

Cauleces

Collouesei

Coniumbricenses

Coronus

Coruae

Coso

Crouga

Cusicelenses

Cusuneneaecus

Debaroni

Dercetius

Dominus Cusus Neneoecus

Duberdicus

Duberdicus era o deus das fontes e da água na mitologia lusitana.

Durius

Endovelicus (Endovélico)

Endovélico é uma divindade da Idade do Ferro venerada na Lusitânia pré-romana. Deus da medicina e da segurança, de carácter simultaneamente solar e ctónico, depois da invasão romana seu culto espalhou-se pela maioria do Império Romano, subsistindo por meio da sua identificação com Esculápio ou Asclépio, mas manteve-se sempre mais popular na Península Ibérica, mais propriamente nas províncias romanas da Lusitânia e Bética.

Endovélico tem um templo em São Miguel da Mota, no Alentejo, em Portugal, e existem numerosas inscrições e ex-votos dedicados a ele no Museu Nacional de Etnologia. O culto de Endovélico sobreviveu até ao século V, até que o cristianismo se espalhou na região.[1]

Edovio

Eniragillo

Epona

Erbina

Mars Cariocecus

Cariocecus ou Mars Cariocecus era o deus da guerra na mitologia lusitana. Era o equivalente lusitano para os deuses romanos Marte e para o grego Ares.

Os lusitanos praticavam sacrifícios humanos e quando um sacerdote feria um prisioneiro no estômago fazia previsões apenas pela maneira como a vítima caia e pela aparência dos intestinos. Os sacrifícios não estavam limitados a prisioneiros mas também incluíam animais, em especial cavalos e bodes. É o que diz Estrabão, "ofereciam um bode, os prisioneiros e cavalos". Os lusitanos cortavam a mão direita dos prisioneiros e as consagravam a Cariocecus.

Frovida

Igaedo

Ilurbeda

Iuppiter Optimus Maximus

Laepo

Laho

Laneana

Laraucus

Laribero

Lucubo

Luruni

Miraro

Mirobieus

Moelio

Moricilo

Munidis

Nabia

Nabia era a deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana. O rio Navia, na Galiza, e o rio Neiva, perto de Braga (antiga capital da Galécia), foram batizados em sua homenagem. Nabia era especialmente adorada entre os Brácaros, tal como é comprovado pelas inscrições epigráficas em língua céltica da Fonte do Ídolo em Braga (Bracara Augusta) e latina de Marecos (Penafiel).

Nantosvelta

Nantosvelta era uma deusa celta da natureza e da caça, assimilada pelos romanos como sendo Diana. Pelo menos um baixo-relevo dela foi encontrado na Alemanha. Nantosvelta era também a deusa da Natureza entre os lusitanos.

Netaci

Ocaere

Quangeio

Reo

Reue

Runesocesius

Runesocésio era o deus dos dardos na mitologia lusitana, possuindo uma natureza misteriosa e um carácter marcial. Com Atégina e Endovélico, este deus formaria a trindade da mitologia lusitana.

Saur

Sucellus

Na mitologia celta, Sucellus era o deus da agricultura, florestas e bebidas alcoólicas, por vezes qualificado como rei dos deuses, carregava um grande martelo de cabo longo. O seu nome significava O que Bate Bem. Ele usava o martelo para bater na terra, acordando as plantas e anunciando o início da primavera.

Sua mulher era a deusa da natureza Nantosvelta, outra figura da fertilidade, que era também deusa do lar. Quando juntos, são frequentemente acompanhados por símbolos associados à prosperidade e domesticidade. Este deus também era venerado entre os lusitanos. Sucellus representa a fertilidade e é um dos deuses mais poderosos da mitologia Celta.

Tameobrigus

Toga

Tongoe

Tongoenabiagus

Tongoenabiagus era o deus da Fonte do Juramento para o povo castrejo da Galécia, atual norte de Portugal e Galiza. A Fonte do Ídolo, em Braga, é uma fonte romana dedicada a Tongoenabiagus. Possivelmente um deus duplo, Tongoe e Nabia, é um deus das águas. Uma proposta de interpretação de Tongoenabiagus é «o deus do rio pelo qual se jura».

Torolo

Trebaruna

Trebaruna era a deusa da casa, das batalhas e da morte na mitologia lusitana.A banda portuguesa de Gothic metal Moonspell tem uma musica dedicado a Trebaruna.

Turiacus

Turiaco (em latim Turiacus) era o deus do poder das mitologias galaica e lusitana. Parece ter sido especialmente venerado pelos gróvios, povo galaico que habitava o vale do rio Minho. Seu nome seria proveniente dos termos locais tur ou tor, que significam "senhor" ou "rei", e teria sido relacionado, por estudiosos, a uma inscrição irlandesa em gaélico que alude a Tor í rí no tighearna

Turolici

Verore

Vestio

 

Outras divindades

Crouga Iouea

Genius Laquinie(n)sis

Genius Toncobricensis

Lares viales

Nimphae

Nimphae Lupianae

Nimphae Castaecae

Nimphae Fiduenearum

Fontanus

Fontana

Martis Genio

Peinticis

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