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4 de mar de 2011

Deusa Kali

(autoria desconhecida)

A Índia foi o lugar em que a humanidade vivenciou a Mãe Terrível da forma a mais grandiosa, como Kali, "as trevas, o tempo que a tudo devora, a Senhora coroada de ossos do reino dos crânios".
Na mitologia hindu, Kali é uma manifestação da Deusa Durga. Segundo a lenda, no primórdios dos tempos, um demônio chamado Mahishasura ganhou a confiança de Shiva depois de uma longa meditação. Shiva ficou agradecido por sua devoção e então lhe concedeu a dádiva de que cada gota de seu sangue produziria milhares como ele, que não poderiam ser exterminados nem pelos homens, nem pelos deuses. De posse de tamanho poder, Mahishaseura iniciou um reinado de terror vandalizando pelo mundo.
As pessoas foram exterminadas cruelmente e até mesmo os deuses tiveram que fugir de seu reino sagrado. Os Deuses reuniram-se e foram se queixar para Shiva das atrocidades cometidas pelo tal demônio. Shiva ficou muito zangado ao ser informado de tais fatos.
Sua cólera, por sentir-se traído em sua confiança, saiu do terceiro olho na forma de energia e transformou-se em uma mulher terrível.
Shiva aconselhou que os outros Deuses também deveriam concentrar-se em suas shaktis e liberá-las. Todos os Deuses estavam presentes quando uma nova deusa nasceu e se chamou a princípio de Durga, a Mãe Eterna. Ela tinha oito mãos e os Deuses a investiram com suas próprias armas de poder: o tridente de Shiva, o disco de Vishnu, a flecha flamejante de Agni, o cetro de Kubera, o arco de Vayu, a flecha brilhante de Surya, a lança de ferro de Yama, o machado de Visvakarman, a espada de Brahma, a concha de Varua e o leão, que é o meio de locomoção de Himavat.
Montada no leão, transformou-se em Kali, e cega pelo desejo de destruição atacou Mahishasura e seu exército. A Deusa exterminou demônio após demônio, exército após exército e um rio de sangue corria pelos campos de batalha, até que finalmente, decapitou e bebeu o sangue de Mahishasura estabelecendo novamente a ordem no mundo.
Logo após as batalhas Kali iniciou sua eufórica dança da vitória sobre os corpos dos mortos. Com esta dança todos os mundos tremiam sob o tremendo impacto de seus passos. Em muitas ocasiões, seu consorte Shiva teve de se atirar entre os demônios por ela executados e deixá-la pisoteá-lo. Esse era o único modo de trazê-la de volta à consciência e evitar que o mundo desabasse.
Carl G. Jung nos diz que uma das imagens de descida é aquela do sacrifício de sangue. Ele diz que se o herói sobrevive a esse encontro com o arquétipo da Mãe devoradora, ele ganha energia vital renovada, imortalidade, plenitude psíquica ou alguma outra dádiva.

KALI, A DEUSA TRÍPLICE

Kali Ma é uma deusa hindu de dupla personalidade, exibindo traços tanto de amor e delicadeza quanto de vingança e morte terrível. Era conhecida como a Mãe Negra, a Terrível, Deusa da Morte e a Mãe do Carma. Ela é mostrada agachada sobre o corpo inerte de Shiva, devorando seu pênis com sua vagina enquanto come seus intestinos.
Essa imagem não deve ser entendida literalmente, ou visualmente, num plano físico. No sentido espiritual, Kali recolhia a semente em sua vagina para ser recriada em seu ventre eterno. Ela também devorava e destruía toda a vida para que fosse refeita.
Como Klika, ou Anciã, ela governa todas as espécies de morte, mas também todas as formas de vida. Ela representa as três divisões do ano hindu, as três fases da Lua, três segmentos do cosmo, três estágios da vida, três tipos de sacerdotisas (Yoginis, Matri e as Dakinis) e seus templos. O s hindus reverenciavam o trevo como emblema da divindade tríplice de Kali. Eles diziam que se não podemos amar a face negra de Kali, não podemos esperar por nossa evolução.
Kali comanda as gunas, ou linhas da Criação, Preservação e Destruição, e incorpora o passado, o presente e o futuro. As gunas são simbolizadas por linhas vermelhas, brancas e pretas. Ela controla o clima ao trançar ou soltar seus cabelos. Sua roda cármica devora o próprio tempo.
Ela proíbe a violência contra a mulher e rege as atividades sexuais, magia negra, vingança, regeneração e reencarnação.
A Lua minguante está associada a Kali. Aqui, há o domínio dos instintos, do indiscriminado. Tudo pode se transformar no seu oposto. É o momento lunar mais negado no psiquismo da mulher e está severamente vigiado para que não venha à tona. É o feminino sombrio, mas que também pode trazer iluminação à consciência. É mais uma passagem, ligada a processos de transformação.A energia de Kali simboliza o poder destruidor/criador que está reprimido em muitas mulheres que nos séculos passados se adaptaram a um modelo socialmente determinado de comportamento dependente, sedutor e guiado pelo sentimento de culpa. Só nos últimos cem anos é que a força da mulher começou a retomar contato com seu poder pessoal.
No panteão das divindades tântricas, Kali é mencionada como a primeira das 10 Grandes Forças Cósmicas porque, de alguma forma, é ela que começa o movimento da "Roda do Tempo Universal".
Kali é equivalente à deusa grega Atena, que por muitos séculos foi honrada como deusa feroz das batalhas. O mito e adoração de Kali, reflete as forças primitivas da natureza. Estas forças estão associadas com os ciclos da mulher e estão representadas no útero feminino, o caldeirão do renascimento.
Kali é a Deusa Escura, cuja escuridão nada tem a ver com o "mal".
Muitos povos veem o mundo com a dicotomia do claro/escuro, bem/mal.
Entretanto, para o hinduísmo não existem estas oposições. No pensamento hindu não existe o mal, mas há o carma. O carma é uma lei física e moral de causa e efeito e, todos os resultados cármicos são resolvidos através de múltiplas reencarnações.
Kali é uma polaridade que é evidenciada no "yin" e no "yang", no homem e na mulher, no racional e no intuitivo, na sabedoria e na ignorância. É ainda a interativa passagem entre o real e o imaginário, o Oriente e o Ocidente, o campo e a cidade, a causa e o efeito. Kali é uma deusa mítica de memória ancestral, devidamente integrada à nossa Era Digital.

FESTIVAL DE KALI
Para a grande festa do templo em homenagem a ela, realizada na primavera, chegavam peregrinos da planície e das montanhas. Um cidadão inglês que assistiu ao festival, em 1871, relata que, diariamente, aproximadamente vinte búfalos, duzentos e cinquenta cabras e o mesmo número de porcos eram imolados em seu templo. Sob o altar dos sacrifícios, fora escavada uma cova funda e preenchida com areia limpa; a areia absorvia o sangue dos animais decapitados. Essa areia era renovada duas vezes ao dia, sendo aquela já embebida de sangue enterrada oportunamente, como fertilizantes para a terra.
Tudo transcorria com muito asseio e propriedade, sem restos de sangue nem mau-cheiro. Nos preparativos do novo ano agrícola, a seiva vital, o sangue, deveria renovar a força e a fertilidade da velha deusa terra, fornecedora de todo alimento.
Atualmente, o templo de Kali em Kalighat, Calcutá, é conhecido como o principal centro onde se fazem os sacrifícios diários de sangue; seguramente, ele é o santuário mais sangrento da Terra. Durante o período das grandes peregrinações ao festival Durga anual, ou festival de Kali (Durgapuja), no outono, são sacrificadas oitocentas cabras durante os três dias de comemoração. Entretanto, o templo não funciona apenas como matadouro, pois o animal permanece com quem o abateu como oferenda. No templo fica somente a cabeça do animal, como presente simbólico e o sangue flui para a deusa. Deve-se a ela o sangue vital de toda criatura, uma vez que foi ela quem o concedeu, por isso o animal deve ser imolado em seu templo e, em virtude disso, o templo torna-se, ao mesmo tempo, uma abatedouro.
Esse rito é conduzido de forma tenebrosa e sórdica; em meio à lama formada por sangue e a terra, as cabeças dos animais vão formando montes, como troféus diante da imagem da deusa. Entretanto, aquele que fez a oferenda leva o corpo do animal de volta para casa para a realização de um banquete com seus familiares. A deusa quer somente o sangue da vítima, por isso, a decapitação é a forma da oferenda, já que assim o sangue se esvai rapidamente e substancialmente. É por isso que as figuras nos contos de "Hitopadesha" e de "Kathasaritsagara" cortam suas cabeças, embora seja verdade que a cabeça também significa o todo, o sacrifício completo.
Em sua aparência aterradora, a Deusa na forma de Kali, a escura, leva aos lábios o crânio banhado em sangue; sua imagem devocional exibe-a vermelha de sangue, sobre um barco navegando num mar de sangue: em meio à torrente de vida, da seiva daqueles que foram sacrificados, de que ela precisa para dar vida num processo de incessante geração de novas formas de existência, em sua manifestação clemente como Mãe do Mundo; para que, na qualidade de ama de leite do mundo, possa amamentá-las em seus seios e oferecer-lhes o bem que é repleto de nutrição.
Dentre as três imagens de Kali, a mais sinistra não é aquela em que, pavorosamente acocorada em meio a uma auréola de chamas, com uma multiplicidade sobre-humana de braços, devora vísceras da cavidade ventral de um cadáver, formando assim entre este e sua boca um cordão umbilical mortal. Também não é aquela em que, vestida com a negrura da noite da Deusa Terra e adornada pelas mãos e cabeças decepadas de suas vitimas, posta-se sobre o cadáver de Shiva, com um espectro bárbaro de antiguidade primitiva. Ambas são terríveis o suficiente, quase irreais, em virtude do exagerado horror. A terceira figura tem um efeito muito mais sinistro, porque se manifesta de maneira mais sutil e não tão bárbara. Uma de suas mãos, de aparência humana, está estendida e a outra afaga as cabeças de cobras, de uma forma tão delicada como o faz Isis, quando acaricia a cabeça de seu filho e embora os seios animais fálicos sejam repugnantes, na verdade lembram os seios da divindade materna africana, que são muito semelhantes. Todavia, a cobra de cabeça dilatada que circunda suas ancas como um cinto, sugere o útero feminino, aqui em seu aspecto letal. Essa é a serpente que se enovela no colo da sacerdotisa da serpente cretense, assim como as serpentes que compõe a manto da deusa mexicana Coatlicue e que cingem as ancas das Górgonas gregas. A medonha língua de tigre sangrenta dessa deusa é a mesma que se arremessa por entre as presas dilaceradoras da Gógana, ou que pende entre as presas e os seios listrados como tigre da feiticeira Rangda.
Essas figuras guardam uma horripilante semelhança entre si. Seu aspecto destruidor e medonho nos faz hesitar. Contudo, não podemos nunca esquecer que tudo isso, não é uma imagem somente do Feminino, mas principal e especificamente a imagem do Maternal.
Kali chega às nossas vidas para dizer que é hora de perdermos o medo da morte, seja ela física, de um relacionamento, de um emprego, de um amor. Nossos medos não podem nos impedir de dançarmos a Dança da Vida, portanto o melhor é aprendermos a enfrentá-los e reconhecermos que eles fazem parte de nossa evolução. Só alcançaremos a totalidade quando resgatarmos aspectos que abrimos mão em função do medo.
Quando você reconhecer seus medos e lhes der nomes, estará a um passo de superá-los. Não enfrentá-los é parar no tempo e no espaço. É morrer sem ter alcançado a esperança de um novo renascer.

Kali é uma das divindades mais cultuadas do Hinduismo.
No entanto, no paganismo ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa “negra” - é a esposa do deus Shiva, segundo o tântrismo, é a divina Mãe do universo, destruidora de toda a maldade. É representada como uma mulher exuberante, de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados - expressando, assim, a implacabilidade da morte.
Na mitologia hindu, Kali é uma manifestação da Deusa Durga. A lenda conta que, numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com seu maléfico poder: cada gota de seu sangue se transformava em um demônio. Durga e Shiva, ao tentarem matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue, cortavam a cabeça (e daí nasciam mais e mais demônios). Já em desespero, surge Kali, que cortava as cabeças e lambiam o sangue (daí representado pelo colar de cabeças, pela adaga e a língua de fora). Assim, dizimou os demônios-clones de Raktabija.
Logo após as batalhas, Kali iniciou sua eufórica dança da vitória sobre os corpos dos mortos. Com esta dança todos os mundos tremiam sob o tremendo impacto de seus passos. Em muitas ocasiões, seu consorte Shiva teve de se atirar entre os demônios por ela executados e deixá-la pisoteá-lo. Esse era o único modo de trazê-la de volta à consciência e evitar que o mundo desabasse.
Mas Kali não é uma deusa do mal pois, na verdade, seu papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo. Seus devotos são recompensados com poderes paranormais e com uma morte sem sofrimentos.
A figura da deusa tem quatro braços, o corpo pintado de vermelho sombrio, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos, a língua pendente, os lábios tintos de hena e bétele. No pescoço traz um colar de cabeças humanas, e os flancos, uma faixa de mãos decepadas. Sempre é representada em pé sobre o corpo caído de seu esposo Shiva.
Carl G. Jung nos diz que uma das imagens de descida é aquela do sacrifício de sangue. Ele diz que se o herói sobrevive a esse encontro com o arquétipo da Mãe devoradora, ele ganha energia vital renovada, imortalidade, plenitude psíquica ou alguma outra dádiva.

KALI, A DEUSA TRÍPLICE
Como Klika, ou Anciã, ela governa todas as espécies de morte, mas também todas as formas de vida. Ela representa as três divisões do ano hindu, as três fases da Lua, três segmentos do cosmo, três estágios da vida, três tipos de sacerdotisas (Yoginis, Matri e as Dakinis) e seus templos. Os hindus reverenciavam o trevo como emblema da divindade tríplice de Kali. Eles diziam que se não podemos amar a face negra de Kali, não podemos esperar por nossa evolução.
Kali comanda as gunas, ou linhas da Criação, Preservação e Destruição, e incorpora o passado, o presente e o futuro. As gunas são simbolizadas por linhas vermelhas, brancas e pretas. Ela controla o clima ao trançar ou soltar seus cabelos. Sua roda cármica devora o próprio tempo.
Ela proíbe a violência contra a mulher e rege as atividades sexuais, vingança, regeneração e reencarnação.
A Lua minguante está associada a Kali. Aqui, há o domínio dos instintos, do indiscriminado. Tudo pode se transformar no seu oposto. É o momento lunar mais negado no psiquismo da mulher e está severamente vigiado para que não venha à tona. É o feminino sombrio, mas que também pode trazer iluminação à consciência. É mais uma passagem, ligada a processos de transformação. A energia de Kali simboliza o poder destruidor/criador que está reprimido em muitas mulheres que nos séculos passados se adaptaram a um modelo socialmente determinado de comportamento dependente, sedutor e guiado pelo sentimento de culpa. Só nos últimos cem anos é que a força da mulher começou a retomar contato com seu poder pessoal.
No panteão das divindades tântricas, Kali é mencionada como a primeira das 10 Grandes Forças Cósmicas porque, de alguma forma, é ela que começa o movimento da "Roda do Tempo Universal".
Kali é equivalente à deusa grega Atena, que por muitos séculos foi honrada como deusa feroz das batalhas. O mito e adoração de Kali, reflete as forças primitivas da natureza. Estas forças estão associadas com os ciclos da mulher e estão representadas no útero feminino, o caldeirão do renascimento.
Kali é a Deusa Escura, cuja escuridão nada tem a ver com o "mal". Muitos povos veem o mundo com a dicotomia do claro/escuro, bem/mal. Entretanto, para o hinduismo não existem estas oposições. No pensamento hindu não existe o mal, mas há o carma. O carma é uma lei física e moral de causa e efeito e, todos os resultados cármicos são resolvidos através de múltiplas reencarnações.
Kali é uma polaridade que é evidenciada no "yin" e no "yang", no homem e na mulher, no racional e no intuitivo, na sabedoria e na ignorância. É ainda a interativa passagem entre o real e o imaginário, o Oriente e o Ocidente, o campo e a cidade, a causa e o efeito. Kali é uma deusa mítica de memória ancestral, devidamente integrada à nossa Era Digital.
Kali chega às nossas vidas para dizer que é hora de perdermos o medo da morte, seja ela física, de um relacionamento, de um emprego, de um amor. Nossos medos não podem nos impedir de dançarmos a Dança da Vida, portanto o melhor é aprendermos a enfrentá-los e reconhecermos que eles fazem parte de nossa evolução. Só alcançaremos a totalidade quando resgatarmos aspectos que abrimos mão em função do medo. Quando você reconhecer seus medos e lhes der nomes, estará a um passo de superá-los. Não enfrentá-los é parar no tempo e no espaço. É morrer sem ter alcançado a esperança de um novo renascer.

(Fontes:textos retirados de, pt.wikipedia.org e por Rosane Volpatto)

6 comentários:

  1. Sou um apaixonado por mitologias e eu sei por esperiência que as histórias são muito mais reais que muitos imaginam .Agradeço as informações e se possível aguardo retorno de alguém que ame tanto essas criaturas como eu.
    Meu email é : ldm.moises@yahoo.com

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  2. Por isso que é sempre bom a gente estudar, conhecer todas as versões. Obrigada por nos prestigiar. Participe também. Bom Yule, Sofya.

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  3. Deusa Kali voz agradeço por toda vitórias já recebidas e quero deixar aqui a minha eterna adoração hoje e sempre,e quando chegar o meu grande dia seja minha guia no mundo espiritual.

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  4. Somente ao senhor adoraras.
    Jesus o unico e suficiente salvador de minha vida.Que dividiu a era em A.C e D.C.
    João 3.16.

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    1. Amigo, cada um adora a quem quiser. Isso aqui é um texto informativo sobre uma deusa hindu onde sua colocação sequer faz sentido.
      De todo modo, desejo-lhe tudo de bom, e espero que mantenha a sua a fé, mas respeite as demais.

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    2. VENHO RELATAR MINHA GRATIDAO PELOS ENSINAMENTOS DE SHIVA, DIA 13/05/2017 FOI MEU PRIMEIRO CONTATO COM ESTE SER DE LUZ, ATRAVES DA AYAHUSCA.
      DIA 20/05/2017 OUTRA SESSAO DO CHÁ AYAHUASCA EU VI A DEUSA KALI, MAS DESSA VEZ NÃO DEABTI MUITO COM ELA, MAS ESTÁ AQUI MEU BREVE RELATO E AGRADECIMENTO AOS 2 DEUSES

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