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27 de mar de 2011

O Taoísmo

O Taoísmo também conhecido como Daoísmo é uma filosofia/religião repleta de mistérios com uma metafísica complexa. Sua origem segundo os eruditos perde-se nos tempos, tendo características tanto filosóficas quanto práticas muito parecidas com o Tantra indiano. Pode-se mesmo dizer que são filosofias irmãs que foram adaptadas aos seus seguidores e regiões.

A fundação do Taoísmo é atribuída a dois grandes personagens míticos: O Imperador Amarelo (aproximadamente entre 2.690 a 2.590 a.C) e Lao Tsé, século VI a.C.. É classificado como sistema religioso a partir do século II, na dinastia dos Han posteriores, entretanto já existia como filosofia desde os remotos tempos do Sinismo.

Chuang Tzu e Lie Tse foram os propagadores do Taoísmo depois de Lao Tsé, viveram no século IV a.C..

Ao Sábio Lao Tsé é atribuído o livro Tao Te Ching, a base literária do Taoísmo, sendo depois da bíblia o livro mais traduzido e difundido no mundo.

O Taoísmo possui uma estrutura monástica e sacerdotal.

Opondo-se ao Confucionismo, que insiste nos deveres morais, rituais e leis governamentais, o Taoísmo enfatiza a liberdade individual e espontânea, um governo liberal, a experiência mística e técnicas de autotransformação.

Montanha Qingcheng, lugar sagrado do taoísmo na província de Sichuan

O taoísmo clássico inspirou um movimento intelectual chamado xuanxue - aprendendo com o misterioso - que dominou a elite chinesa e a alta cultura dos séculos III ao VI de nossa era. Influenciando não apenas o pensamento filosófico, mas a literatura, a caligrafia, a pintura, a música chinesas. No século VII, o imperador Xuanzong ordenou que cada soldado tivesse uma cópia do "Tao Te King" em casa e assinalou as passagens que deveriam ser estudadas pelos civis.

A fama de Lao Tsé viajou muito além das fronteiras da China e de seu tempo. O Taoísmo ou Daoísmo espalhou-se pela Ásia. As crenças foram assimiladas como uma tradição de vida, principalmente para as culturas japonesas e coreanas.

Durante os anos 1900, uma tradução em latim do "Tao Te Ching" chegou à Inglaterra e os ensinamentos de Lao Tsé se difundiram no Ocidente moderno.
Estima-se hoje que o Taoísmo, difundindo no mundo todo, possua 50 milhões de adeptos.

 

Imperador Amarelo – O Huang Di

Conhecido como o Imperador Amarelo, Huang Di é um dos “Cinco Imperadores”, lendários reis sábios e moralmente perfeitos que teriam governado a China. Huang Di teria sido o unificador da China e reinado de 2.690 A 2.590 a.C, aproximadamente. Atualmente, sua existência é questionável. O período de seu reinado precede a história escrita na China por mais de 1000 anos.

Durante o seu reinado Huang Di demonstrou especial interesse pela saúde e pela condição humana, questionando os seus ministros-médicos sobre a tradição médica da época. A ele está relacionado o mais importante clássico da medicina tradicional chinesa, o Huang Di Nei Jing, também conhecido como “Tratado de Medicina Interna do Imperador Amarelo”.

Huang Di

O mais antigo manuscrito preservado desta obra data de 720 a.C., uma época marcada por grande florescimento cultural. Apesar de se atribuir sua autoria ao Imperador Amarelo, historiógrafos modernos geralmente consideram que seu conteúdo foi compilado por estudantes da época, pois até então, não havia registros históricos de sua passagem, apenas a tradição oral.

O Huang Di Nei Jing é escrito na forma de diálogos, onde o Imperador Amarelo obtém informações de seu Ministro Chi Po a respeito de todas as questões ligadas à saúde; principalmente à arte de curar. O tratado é uma compilação em duas partes:

- O Su Wen (Questões sobre a emergência da vida) expõe toda a doutrina, a fisiologia energética entre os zang fu, a teoria dos meridianos, as fases do diagnóstico e os estágios observáveis nas evoluções das doenças; maior ênfase na filosofia e princípios da medicina chinesa;

- O Ling Shu (Eixo dos espíritos), que trata das condutas terapêuticas, dos preceitos práticos e modos de efetivar os tratamentos; mais focado em técnicas específicas de acupuntura, teoria dos meridianos e a descrição de varias agulhas de acupuntura. Considerado como primeiro registro escrito da Medicina Tradicional Chinesa e a primeira obra acadêmica medicinal da China, O “Huang Di Nei Jing” se apresenta como um dos mais importantes livros da literatura médica chinesa.

Na obra, o cérebro é descrito composto pela medula e é apontada sua ligação com os olhos. Entretanto, considera o coração “monarca de todas as estruturas” e sede da alma.

Lao Tsé

Os Shiji - registros dos Historiadores - feitos pela dinastia Han cerca de 400 anos depois da época de Lao Tsé, trazem uma biografia do pensador. De acordo com esse texto, ele nasceu em Chu na província de Henan. Algumas lendas dizem que sua mãe teve uma gestação de oito anos e a criança nasceu de cabelos brancos: daí viria seu título, que pode significar tanto "velho mestre" como "criança velha".

Confúcio e Lao Tsé teriam se encontrado quando Lao Tsé trabalhava como arquivista na Biblioteca Imperial da dinastia Zhou (século VI a.C.). De acordo com essas histórias, eles discutiram durante meses e Lao Tsé teria influenciado o pensamento confucionista.

Com a perda de poder da dinastia Zhou, Lao Tsé largou o emprego e viajou para o Oeste em seu búfalo, atravessando a China para depois desaparecer no deserto. Antes disso, um guarda da fronteira o convenceu a escrever seus ensinamentos: até então, eles eram divulgados apenas com a palavra falada. O resultado foi o "Tao Te King".

Muitos anos depois, teve sua ascensão no deserto de Gobi durante a qual emanou raios de luz em cinco cores, transformando-se em corpo de luz dourada e desaparecendo no céu.

 

Fundamentos do Taoísmo

O principal fundamento do Taoísmo e a existência do Tao, que significa caminho, método ou estrada. O Tao é considerado como “princípio da ordem natural”, o UM, do qual toda a vida emerge através de duas substâncias, o Yin (feminino) e o Yang (masculino), o DOIS. São representados como dois dragões entrelaçados ou um dragão e um tigre. Essas duas substâncias ou polaridades usam como meio para se combinar as chamadas Veias do Dragão, isto é, linhas invisíveis cuja função é parecida com a dos canais psíquicos (nadis, plexos e chacras) dentro do corpo humano, criando as DEZ mil coisas do mundo.


Todos os elementos da natureza podem ser classificados como yin ou yang. Originalmente yin e yang designavam o lado sombreado e o lado ensolarado de uma montanha. Assim, fundamentado nesta teoria, tudo o que está ligado à terra é feminino e do âmbito de yin. Tudo o que está ligado ao céu é de yang e é masculino, pois o céu e a terra, o sol e a lua têm sua origem de yin e yang. Yang é a força de iniciar, de dar começo, algo dinâmico, que se expande, é redondo, se movimenta, é masculino e fecundante. As associações elementares com yin, por outro lado, são: algo que se completa, estático, conservador, includente, quadrado, tranquilo, feminino, que dá à luz. A ideia destes dois princípios foi estendida a outros âmbitos, vindo a designar aspectos complementares em grupos sociais e a complementaridade sexual. Por trás dos conceitos de yin e yang está tanto a ideia de forças contrárias, como também a ideia de complementação, da interdependência, da confluência. Tudo o que existe, está ligado a estes dois princípios.

Para os taoístas, o ser humano deve descobrir seu caminho (TAO), agir de maneira perfeita e natural, percebendo que nele há forças que são contraditórias e complementares (yin e yang). O Tao segundo as palavras de Lao Tsé:

"Tal é uno. Ele não tem começo. Ele irá permanecer para sempre. É impessoal, eterno, imutável, onipresente, sem corpo, imaterial. Ele não pode ser percebido pelos sentidos. Ele é sem nome. Ele é indescritível. Ele é a causa primeira da qual todas as substâncias têm a sua origem, e de onde todos os fenômenos emanam. O grande Tao é o todo penetrante. Todas as coisas dependem dele para viver. Ele é a mãe de todos os fenômenos; do céu e da Terra. Ele é o originador do Céu e da Terra. Ele é a mãe de todas as coisas". [1]

O Tao ou caminho, não pode ser explicado por palavras, é preciso que o buscador o encontre dentro de si.

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[1] Tao Te Ching – Lao Tsé.

Filosofia do Taoísmo

A filosofia do Taoísmo é vista como um contraponto a de Confúcio. O Confucionismo dava maior importância ao conhecimento e a erudição, bem como a ordem governamental. No Taoísmo adquirir conhecimento ou alcançar uma ordem não é fundamental, pelo contrário, precisa-se criar uma simplicidade de ser e de viver, olhar o mundo com os olhos de uma criança, sem julgamentos. Aprender com as crianças, com os animais, com a natureza constitui a simplicidade de ser. O conhecimento não é obtido através dos livros e estudos, mas da intuição e da interação com a natureza. A obrigação de se adquirir conhecimento e de se seguir ordens rígidas, conduz os homens a um distanciamento de sua natureza e consequentemente do Tao. Se vivermos de acordo com a natureza a ordem será natural, seguirá o ciclo imutável da mutação e conduzirá os homens ao autodesenvolvimento.

O Taoísmo prega a não-ação o “wu wei”, não é a mera inatividade, mas sim a ação perfeita. É a ação feita em perfeita harmonia com o todo, em perfeita harmonia com a natureza, em perfeita harmonia com a pessoa e sua situação. É totalmente livre, porque nela não há nenhuma força ou violência. O Taoísmo crê que existe uma maneira natural de ser e de agir. Esta maneira de agir é tão harmônica e tão equilibrada, que ela não irá se chocar com nada. Ela é simples e natural. É como a água de um rio: quando ela encontra o seu caminho natural, ela corre em harmonia. Assim também o ser humano deve descobrir sempre o seu caminho natural. Com isso ele irá agir sem qualquer violência, mas irá sempre alcançar o objetivo de sua ação.

Aquele que segue o Tao segue a ordem natural das coisas, não olhando a natureza ou julgando as virtudes ou defeitos dos outros. Esse caminho inclui a purificação de si mesmo, através do aniquilamento dos apetites e emoções, em parte realizados pela meditação, controle da respiração e outras formas de disciplina interior, geralmente sobre a direção de um mestre espiritual, que conduz o discípulo ao desapego das dez mil coisas do mundo e a autoconsciência.

Ações tomadas de acordo com o Tao são mais fáceis e mais produtivas. A violência deve ser evitada sempre que possível e as vitórias militares são apenas uma ocasião para lamentar a necessidade de usar a força contra outros seres vivos.

As três virtudes principais são coragem, generosidade e liderança. Para evitar a hipocrisia, Lao Tsé aconselha a "agir sem agir" sendo espontâneo, de acordo com os próprios sentimentos, sem pensar na aprovação dos outros.

O desejo obstrui a habilidade pessoal de entender o Tao, moderar o desejo gera contentamento, pois quando um desejo é satisfeito, outro, mais ambicioso, brota para substitui-lo. Em essência, a vida deve ser apreciada como ela é, em lugar de forçá-la a ser o que não é. Idealmente, não se deve desejar nada, "nem mesmo não desejar".

Ao percebermos que todas as coisas são interdependentes e constantemente redefinidas pela mudança das circunstâncias, passamos a ver todas as coisas como elas são, e a nós mesmos como apenas uma parte do momento presente. Esta compreensão da unidade nos leva a uma apreciação dos fatos da vida e do nosso lugar neles como simples momentos miraculosos que "apenas são".

 

As Práticas Taoísta

Com o decorrer dos anos as práticas Taoístas adquiriram uma grande complexidade que foram se somando as práticas e crenças de outras religiões como o Budismo, resultando na introdução de vários deuses, deusas e génios.

Encontraremos nas práticas do Taoísmo a teoria dos cinco elementos que formam a base da medicina chinesa, da astrologia e o complicado sistema do I-Ching com seus hexagramas, assim como o Feng Shui e a alquimia.

Tentativas de alcançar maior longevidade eram um tema frequente na magia e alquimia taoístas, com vários feitiços e poções, ainda existentes, com esse propósito.
Muitas versões antigas da medicina tradicional chinesa foram enraizadas no pensamento taoísta, e a medicina chinesa moderna bem como as artes marciais, como o Tai Chi Chuan, são ainda de várias formas baseadas em conceitos taoístas.

A parte mais complexa dos rituais Taoístas é em relação a sexualidade. Assim como no Tantra indiano, a união sexual é um ato sagrado, uma das vias para se chegar ao Tao. Essa via tanto pode ser trilhada através da prática física, como por abstenção desta, realizando a absorção das energias através da meditação e diferentes técnicas conhecidas como alquimia interior.

Segundo os textos gnósticos o Taoísta deve abster-se da ejaculação e do orgasmo, para fins de refinar os elementos que constituem os “Três Tesouros”, que formam a cúspide da filosofia oriental, que são: Ching (essência), relacionado com os fluidos sexuais; Ch'i (vitalidade) e Shen (espírito).

A refinação e transmutação dos Três Tesouros visam incrementar o tempo de vida e o vigor do adepto, assim como aumentar e purificar sua reserva natural de espírito. O veículo da essência é o fluido sexual, que deve ser conservado com o maior cuidado para reagir com Ch'i (vitalidade) e Shen (espírito).

Representação da alquimia Taoísta

O objetivo fundamental da alquimia é fundir a energia superior e inferior para engendrar calor psíquico, através de um controle estrito do sêmen e da respiração.

"Quando o homem ama uma vez sem perder o sêmen, fortalecerá seu corpo. Se ama duas vezes sem perdê-lo, a audição e a visão se tornarão mais agudas. Se três vezes, talvez desapareçam todas as enfermidades. Se quatro vezes, terá paz em sua alma. Se cinco vezes, o coração e a circulação do sangue estarão revitalizados. Se seis vezes, a barriga enrijecerá. Se sete vezes, as nádegas e as pernas talvez se tornem ainda mais poderosas. Se oito vezes, talvez a superfície da pele se uniformize. Se nove vezes, alcançará a longevidade. Se dez vezes, será um imortal".[1]

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[1] Diálogo de Lao-Tsé com duas de suas Mestras do Tao do Amor.

Alquimia Chinesa

A alquimia chinesa está relacionada com o Taoísmo. As confrarias Taoístas eram formadas pelos ferreiros, detentores das artes mágicas e segredos divinos. A obra mais conhecida da alquimia chinesa foi elaborada por Ko Hung (343-283 a.C.), contendo dois capítulos sobre os elixires de longa vida, baseados em mercúrio e arsênico.

A alquimia pode ser considerada uma evolução da arte arcaica dos mineiros, ferreiros e curandeiros e a relação destes com as substâncias minerais, particularmente no comportamento ritualístico. É considerada como a mãe da química.

Na filosofia/simbologia da alquimia os metais são gerados nas profundezas da Terra, da mesma forma que os fetos crescem no ventre das mulheres. Desta forma, a preparação dos metais a partir dos minerais nas forjas primitivas, que utilizavam o fogo e o vento soprado pelos foles, equivaleria às práticas pelas quais o discípulo deveria passar para atingir a perfeição. A arte alquimista consiste em produzir em suas oficinas o mesmo processo evolutivo que os metais naturalmente passariam - de metais impuros para mais puro e indestrutível, o ouro. Em seus laboratórios realizam a transformação a partir de técnicas que aceleram a purificação dos metais, assim como o homem poderia realizar em si a transformação tornando-se imortal.

Havia, então as técnicas dos minérios e das fundições de bronze, ao lado da medicina arcaica dos "elixires", cuja finalidade última era a obtenção da longevidade. Ambas eram míticas, ritualísticas e mágicas. Os técnico-mágicos se constituíram como artesãos. Possuíam receitas pelas quais extraíam os metais da terra, fabricando ligas e imitando o ouro; assim como preparavam poções que curavam os doentes, conferiam-lhes longevidade e, talvez, imortalidade. Estabeleceu-se desde muito um paralelismo entre o comportamento dos metais e dos homens. Aqueles como estes sofriam doenças, contaminam-se e padecem; com exceção do ouro, que resiste tanto à umidade quanto ao fogo, permanecendo íntegro após centenas de operações. O homem, também, poderia melhorar-se por práticas ascéticas e ingestão de drogas, até atingir a perfeição e a imutabilidade do ouro.

A alquimia chinesa divide-se em duas categorias:

A alquimia externa, ou Vaidan, sempre acompanhou a medicina, a preparação dos elixires, a herbologia e a aplicação externa de métodos para equilibrar, reduzir ou aumentar o ch’i (energia vital), através do uso de compressas de unguentos, magnetização, massagem, moxabustão, nutrição, acupuntura e etc.

A Alquimia interna ou Neidan é chamada de alquimia espiritual e procura métodos para ativação da energia interna que gere o elixir da imortalidade no próprio corpo do alquimista.

Texto: Lara Moncay

6 comentários:

  1. Muito bom, comecei a ler sobre o Taoísmo e estou ficando cada vez mais surpreso com a simplicidade de que essa ideologia segue. Estou pensando em começar a praticar já que não sou chegado no cristianismo e também gosto de teologia, o problema é arrumar um local calmo para a pratica da meditação xD
    Mt bom esse blog !

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  2. não achei os deuses alquem achou?

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    1. Deuses - Os taoistas religiosos (já que o filosófico é ateu) veneram deuses ancestrais. Todas as pessoas que atingem a imortalidade se tornam deuses e são cultuados. Entre os deuses mais populares estão Shou Hsing, deus da longevidade; Lu Hsing, deus da riqueza; e Fu Hsing, deus da felicidade.
      Os rituais lembram ao fiel que a harmonia do Tao traz a saúde e a prosperidade. Além de acreditar nos deuses, os taoistas creem também na existência de espíritos maus, chamados Kueis, que devem ser aplacados.

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  3. Sempre gostei do Taoismo, e agora estava pensando em me tornar Taoista, esse post me ajudou a entender melhor sobre o assunto obg.

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  4. Crenças e conceitos bem mais coerentes, justos, e saudáveis que as religiões mais famosas nos apresentam nos enchendo de neuras, culpas, medo e paranóias. Muito bom.
    Uma filosofia ou crença que descomplica a vida e rompe com tradições opressoras, deuses que personificam as emoções humanas é no mínimo digna de um imenso respeito e atenção.

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